José Abílio Gonçalves e Anita Costa sagraram-se campeões nacionais de Boccia. O SC Braga esteve em destaque, este fim de semana, no Campeonato Nacional Individual Feminino e Masculino, que decorreu em Aveiro.
Na categoria BC3 Masculino, José Abílio Gonçalves, acompanhado por Paulo Correia, sagraram-se campeões nacionais, ao garantirem o 1.º lugar. Já Luís Costa, com Ana Rita Barbosa, terminaram a competição na 8.ª posição.
Na prova BC3 Feminino, Anita Costa, acompanhada por Débora Guimarães, conquistaram o título de campeãs nacionas, ao alcançarem o 1.º lugar. Ainda nesta categoria, Eunice Raimundo, acompanhada por Mariane Medeiros, terminaram na 4.ª posição, enquanto Joana Pereira, acompanhada por Ana Catarina Francisco, alcançaram o 5.º lugar.
Beatriz Leite esteve em destaque na categoria BC1 Feminino, alcançando o 2.º lugar, sagrando-se vice-campeã nacional. Na categoria BC2 Masculino, Paulo Oliveira concluiu a competição na 5.ª posição da classificação nacional.
Na categoria BC4 Masculino, Domingos Vieira alcançou o 2.º lugar, conquistando o título de vice-campeão nacional, enquanto Carlos Lopes terminou em 5.º lugar. Por fim, na categoria BC5 Masculino, Ivo Oliveira encerrou a sua participação com um 5.º lugar na classificação nacional.
O vereador do CHEGA na Câmara Municipal de Braga, Filipe Aguiar, vai apresentar, na próxima Reunião do Executivo, uma proposta para a criação da figura do Provedor Municipal do Idoso no concelho, defendendo “um reforço dos mecanismos de proximidade, proteção e acompanhamento da população sénior”.
“A proposta surge na sequência da recente aprovação da figura do Provedor do Animal pelo Município, entendendo o CHEGA de Braga que, com ainda maior densidade social e humana, se justifica a criação de uma entidade dedicada exclusivamente à defesa dos direitos e bem-estar dos idosos”, refere em comunicado.
O documento destaca “o envelhecimento demográfico, a vulnerabilidade acrescida de muitos idosos e a necessidade crescente de respostas municipais de proximidade capazes de identificar situações de isolamento, negligência, dificuldades no acesso a serviços e outras fragilidades sociais”.
Segundo o vereador Filipe Aguiar, “a criação do Provedor Municipal do Idoso constitui uma medida de boa governação local, centrada na dignidade humana, na prevenção de vulnerabilidades e no reforço da capacidade do Município para ouvir, sinalizar e responder às necessidades da população sénior”.
A proposta prevê que “esta figura tenha natureza não executiva e independência na emissão das suas recomendações, funcionando como elo entre os idosos, as famílias, as instituições sociais e o Município”. Entre as competências propostas destacam-se “a receção de queixas, denúncias e participações relacionadas com direitos e bem-estar dos idosos; encaminhamento de situações para entidades competentes; emissão de recomendações e propostas de melhoria; sinalização de problemas estruturais relacionados com mobilidade, acessibilidade, saúde, habitação e isolamento; promoção de proximidade e mediação institucional; elaboração de relatórios periódicos sobre a realidade sénior no concelho”.
O CHEGA de Braga recorda que “vários municípios portugueses já implementaram esta figura, incluindo Guimarães, pioneiro na criação do Provedor do Idoso em Portugal, bem como Amares, Vieira do Minho, Póvoa de Lanhoso e Vila Verde.
Para o CHEGA, esta medida representa “um compromisso claro com a dignidade, proteção e valorização da população idosa, reforçando a necessidade de políticas municipais mais humanas, próximas e eficazes”.
O Pingo Doce associa-se novamente à Campanha Pirilampo Mágico 2026, promovendo nas suas lojas de Portugal Continental e Ilhas uma das mais antigas e reconhecidas iniciativas de solidariedade social em Portugal, que apela ao contributo para a inclusão das pessoas com deficiência.
Organizada pela Federação Nacional das Cooperativas de Solidariedade Social (FENACERCI), e realizada anualmente desde 1987, a Campanha Pirilampo Mágico tem como objetivo informar e sensibilizar a opinião pública para a causa da deficiência e inclusão e angariar fundos a favor das CERCI e outras organizações congéneres.
Ao associar-se a esta campanha pelo quarto ano, o Pingo Doce contribui para alargar o alcance da iniciativa, facilitando a participação solidária de milhares de pessoas que visitam diariamente as suas lojas. “O Pingo Doce assume um papel próximo das comunidades, colaborando diariamente com diversas instituições de solidariedade social em todo o país que apoiam pessoas em situação de maior fragilidade. Sendo esta uma iniciativa de grande relevância em Portugal, torna-se essencial ampliá-la e dar-lhe visibilidade, de forma a chegar a um público cada vez mais alargado”, sublinha Filipa Pimentel, diretora de Desenvolvimento Sustentável e Impacto Local do Pingo Doce.
Através de diferentes iniciativas e apoios, o Pingo Doce procura “contribuir ativamente para as comunidades onde está presente através da capacitação das instituições cujo objetivo é promover a igualdade de oportunidades.”
Paralelamente, o Pingo Doce, através do Programa Incluir, promove a integração no mercado de trabalho de pessoas com deficiência ou incapacidade. Este programa de empregabilidade e desenvolvimento de competências “tem contribuído para a criação de oportunidades de trabalho nas Companhias do Grupo Jerónimo Martins, em particular no Pingo Doce, promovendo a igualdade de oportunidades e a inclusão social”.
Desde sempre o Ego exacerbado levou à arrogância, ao culto da personalidade, à falta de empatia e à recusa em ouvir conselhos rodeando-se de bajuladores.
Ao longo da História, o Ego inflamado tem sido o principal factor na queda de líderes poderosos: Herodes, Calígula, Nero, Ivan o Terrível, Luís XIV, Sadam Hussein entre tantos outros cultivaram a vaidade extrema levando ao isolamento e à negação da realidade. Tem sido também um dos principais obstáculos à compreensão do outro e a lideranças mais justas.
O Dia Mundial da Consciencialização do Ego foi criado para as pessoas perceberem o impacto negativo do Ego nas relações interpessoais. O Ego exacerbado gera arrogância e controle e, quando ferido, provoca vitimização. Além disso, rejeita ideias inovadoras e prejudica o desenvolvimento pessoal. Cria um ambiente de tal modo tóxico que a prioridade passa a ser a ambição pessoal e não o bem comum.
É fundamental para uma convivência saudável, para uma liderança justa e democrática, para a construção de uma sociedade mais feliz que o Ego não nos retire a consciência. Que não nos cegue em relação ao nosso papel na sociedade, numa empresa ou instituição. Que não blinde o nosso coração aos problemas dos outros. Que não apague o altruísmo do espírito. Que não nos faça esquecer os ensinamentos de Cristo que é Amar e Servir.
Hoje, ouvimos relatos de humilhação nas diversas instituições. Assistimos a tristes atitudes por parte de quem nos governa. Não nos referimos apenas a propostas reprovadas sem serem devidamente apreciadas, mas também a olhares irónicos de superioridade, a palavras que humilham e revelam total desrespeito e a gestos que traduzem uma tremenda falta de humildade.
Neste dia percebam que Governar é Escutar, que a liderança é Entrega e não Vaidade. Que o maior erro de um governante é achar que algo lhe pertence.
Não queremos um Ego com razão queremos Soluções. Não queremos um Ego com poder queremos Serviço. Não queremos um Ego aplaudido queremos Resultados.
Hoje celebramos a consciência de que o poder só faz sentido para elevar os outros e não para nos elevarmos a nós mesmos.
O SC Braga venceu 102 medalhas no Torneio ANMinho 2026, que decorreu este fim de semana, em Guimarães.
44 atletas do SC Braga competiram, alcançando 149 recordes pessoais em 172 provas. Em termos coletivos, o clube terminou em 1.º lugar no medalheiro geral com 46 de ouro, 34 de prata e 22 de bronze.
Os preços das casas para arrendar em Portugal desceram 2,7% em abril, face ao mesmo mês do ano anterior. Em Braga diminuíram 3,5%.
Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa em Portugal tinha um custo de 16,4 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês, tendo em conta o valor mediano, afastando-se do máximo histórico de 17 euros/m2, registado em outubro de 2025. Trata-se de uma tendência de descida que se tem vindo a consolidar nos últimos meses, com descidas de 1,9% em janeiro, 1,4% em fevereiro e 1,2% em março.
O preço das casas para arrendar aumentou em 9 das 13 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas, tendo descido nas restantes quatro. As maiores subidas anuais registaram-se em Faro (10,6%), Funchal (10,3%), Ponta Delgada (9,7%) e Setúbal (9,3%). Seguem-se Leiria (8,9%), Évora (5,8%), Santarém (4,5%), Coimbra (4%) e Aveiro (3,3%). Em sentido contrário, registaram-se descidas anuais no Porto (-6,6%), Braga (-3,5%), Viseu (-2,7%) e Lisboa (-1,7%).
Lisboa continua a ser a cidade mais cara para arrendar casa, com um preço mediano de 22 euros/m2, seguida do Funchal (17,4 euros/m2) e do Porto (16,6 euros/m2). Logo depois surgem Faro (14,9 euros/m2), Setúbal (13,7 euros/m2) e Coimbra (12,7 euros/m2). Seguem-se Évora (12,2 euros/m2), Aveiro (11,6 euros/m2) e Ponta Delgada (11,6 euros/m2). No segmento intermédio encontram-se Braga (10,4 euros/m2), Leiria (9,5 euros/m2) e Santarém (9,3 euros/m2). A cidade mais económica continua a ser Viseu (7,6 euros/m2).
O Centro Social do Vale do Homem associou-se às comemorações do Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual, este domingo, 10 de maio, integrando a iniciativa nacional promovida pela HUMANITAS – Federação Portuguesa para a Deficiência Mental.
No âmbito desta celebração, a estrutura “Casa Mãe” do Centro Social do Vale do Homem foi iluminada de amarelo, cor simbólica desta efeméride, numa ação que pretende “sensibilizar a comunidade para a importância da inclusão, da igualdade de oportunidades e da valorização das pessoas com deficiência intelectual”.
O “Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual” foi oficialmente criado em maio de 2023 pela Assembleia da República, sendo celebrado anualmente a 10 de maio. As comemorações oficiais de 2026 decorrem em Viseu, numa coorganização entre a HUMANITAS e a APPACDM de Viseu.
Para Zélia Lopes, diretora de Serviços do Centro Social do Vale do Homem, “assinalar esta data é reforçar a necessidade de construirmos diariamente comunidades mais inclusivas, humanas e participativas, onde todas as pessoas tenham espaço, voz e oportunidades reais de participação”.
A responsável destaca ainda que “a iluminação da Casa Mãe e a adesão dos municípios de Vila Verde e da Póvoa de Lanhoso simbolizam um compromisso coletivo de sensibilização e proximidade para com as pessoas com deficiência intelectual e as suas famílias”.
Braga recebeu o I Open Ibérico de Futebol de Caricas, que decorreu entre 8 e 10 de maio com cerca de 100 atletas de vários pontos de Portugal e Espanha.
A competição uniu a tradição do “futebol de caricas” português com o “futbolchapas” espanhol, num evento que reforçou os laços desportivos ibéricos.
O presidente da Federação Espanhola de Futbolchapas, Juan Carlos Pendolero, manifestou a sua “grande satisfação com a organização e o nível competitivo apresentado”. “Este intercâmbio é fundamental para o crescimento da modalidade em ambos os países e para o estreitamento de laços entre as comunidades de jogadores”, disse.
O espanhol David Gomez, do LFC Cáceres, foi o vencedor da categoria sénior após ter vencido Quini Romero, do mesmo clube, na final.
Paulo Matos, do Olivais FC, venceu a categoria Torneio Infantil, enquanto Luis Lince e André Gomes, do mesmo clube, venceram a categoria Duplas. O espanhol Willy Lopez, do LFC Fuenlabrada, foi o vencedor Consolação.
A organização da competição esteve a cargo do GDR Santa Tecla, com o apoio da Câmara de Braga e da Junta de São Victor.
A Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa promoveu o seminário “Pessoa(s), Casa(s) e Humanidade: um olhar sobre a realidade de Pessoas em Situação de Sem-Abrigo”, na Aula Magna da Universidade Católica Portuguesa em Braga.
Inserido nas comemorações do Dia Internacional da Cruz Vermelha, o evento reuniu especialistas nacionais e internacionais, entidades públicas e privadas, profissionais da área social, parceiros institucionais e membros da comunidade, num momento de reflexão, partilha e sensibilização em torno de uma das problemáticas sociais mais urgentes da atualidade.
“Em Portugal, a realidade das pessoas em situação de sem-abrigo continua a crescer e a revelar uma complexidade cada vez maior. De acordo com os dados mais recentes disponíveis, referentes a 2024, foram identificadas 14.476 pessoas nesta condição, o que representa um aumento de 10% face ao ano anterior. Mais de 65% vivem sem teto, expostas diariamente a condições extremas, enquanto as restantes dependem de soluções temporárias e instáveis. Este fenómeno está hoje presente em 67% dos concelhos do país, refletindo uma dispersão territorial alargada, mas com forte concentração nas áreas metropolitanas. Para além dos números, os dados revelam um padrão preocupante: a maioria destas pessoas enfrenta situações prolongadas de exclusão, com 36% a viver sem teto há mais de 10 anos, e com causas estruturais como o desemprego, a precariedade laboral e a ausência de suporte familiar a assumirem um papel central. Destaca-se ainda o crescimento significativo da população feminina, que aumentou 25% num só ano, evidenciando vulnerabilidades específicas e menos visíveis”, revela a Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa.
Este cenário reforça “a urgência de uma resposta integrada, contínua e humanizada, capaz de atuar não apenas na emergência, mas também na prevenção e reintegração social”.
No semanário foram debatidos “os principais desafios relacionados com o fenómeno das pessoas em situação de sem-abrigo, desde o enquadramento europeu e nacional até à realidade local, promovendo uma discussão multidisciplinar sobre causas, impactos sociais, modelos de intervenção e estratégias de inclusão”.
Um dos momentos centrais do evento foi o debate em torno do modelo Housing First, considerado “uma das abordagens mais eficazes na resposta à situação de sem-abrigo, através do acesso à habitação como ponto de partida para a reconstrução de percursos de vida dignos e sustentáveis”.
Foram ainda apresentados projetos e experiências desenvolvidas no terreno, reforçando ” importância da articulação entre setor público, setor social, empresas e comunidade”.
O evento integrou também uma sessão de reconhecimento dirigida a entidades e parceiros que têm apoiado a Área de Emergência Social da Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa, destacando “o papel da comunidade na construção de respostas mais humanizadas e eficazes”.