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Eduardo Costa de Barcelos consegue segundo pódio da época na estreia em Castelo Branco

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Os irmãos Eduardo e Beatriz Costa estiveram em destaque na estreia do Rotax Max Challenge Portugal no Kartódromo de Castelo Branco, este fim de semana.

O jovem Eduardo, de apenas 10 anos, subiu ao pódio da categoria Micro Max, no segundo lugar, enquanto Beatriz Costa, de 15 anos, voltou a mostrar a sua rapidez na categoria-rainha da competição, a Sénior Max.

Depois de ambos terem conquistado o pódio na abertura da temporada, na Rotax Cup, em Braga, Eduardo Costa (Micro Max) e Beatriz Costa (Sénior Max) estiveram em evidência nas respetivas categorias, na segunda prova do Rotax Max Challenge Portugal.

Na estreia da competição no Kartódromo de Castelo Branco, Eduardo Costa superou a instabilidade das condições atmosféricas – com muita chuva e vento no sábado – para conseguir um meritório pódio na Beira Baixa, terminando no segundo lugar da Micro Max. O jovem piloto de Barcelos continua a sua evolução ao mais alto nível em Portugal e, com este resultado, subiu ao terceiro lugar do campeonato. “Fiquei muito contente com mais este pódio, principalmente porque a corrida de sábado foi muito difícil e tive de recuperar no domingo. Habituei-me a andar à chuva, o que é importante, e consegui o segundo lugar na última Final. Ir ao pódio numa pista nova dá-me ainda mais confiança e motivação para continuar a evoluir”, afirmou Eduardo Costa, no final da prova em Castelo Branco.

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A sua irmã mais velha, por outro lado, tem estado em destaque na sua época de estreia na categoria Sénior, inclusive no plano internacional. Depois de já ter subido ao pódio na Rotax Cup, Beatriz Costa evidenciou-se na pista espanhola de Valência, com um top 5 no Champions of the Future Academy Program, uma competição apoiada pela Fórmula 1 Academy. Em Castelo Branco, num competitivo pelotão de 31 pilotos, esteve entre os sete mais rápidos no dia de sábado, mas no domingo foi abalroada por outros pilotos nas duas últimas Finais, algo que não lhe permitiu concretizar a rapidez num resultado de destaque. Ainda assim, a demonstração de performance pura num pelotão onde é estreante deixou Beatriz Costa orgulhosa: “Tal como já tinha acontecido em Braga, infelizmente sofri acidentes que me impediram de terminar mais à frente. É bastante frustrante, porque sinto que tenho um bom ritmo, mas são coisas do karting – não controlamos tudo”, afirmou Beatriz Costa, que, tal como o irmão, compete pela equipa Cabo do Mundo Kart Team.

O que considerar antes de comprar material desportivo para padel

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Ah, o padel! Este desporto que conquistou os corações de muitos pelo mundo afora não é apenas uma maneira divertida de se manter ativo, mas também uma excelente forma de socializar. Porém, antes de sair por aí arremessando bolas como um profissional, é crucial fazer a escolha certa de material desportivo. Imagine entrar em campo com um equipamento que mais parece um tiroteio do velho oeste: errático, incontrolável e possivelmente desastroso! Vamos evitar isso, certo?

1. Avalie suas necessidades

Primeiramente, pergunte-se: qual é o seu nível de experiência? Se você é iniciante, opte por raquetes mais leves e com uma superfície mais macia, que facilitam o controle. Já os jogadores avançados podem preferir raquetes mais pesadas e rígidas para maior potência. No entanto, seja honesto consigo mesmo, evitar machucar-se não é um fim, é um meio para um bom jogo!

2. A importância da raquete certa

Ah, a raquete! Aquela extensão do seu braço que pode ser a diferença entre uma bela jogada ou um fiasco total. Escolher uma raquete adequada é fundamental. Considere o equilíbrio entre peso, forma e controle. Raquetes mais arredondadas oferecem maior controle, enquanto as em forma de lágrima oferecem um bom equilíbrio entre força e precisão. Não seja um lobo solitário; consulte especialistas ou explore opções online. Uma grande variedade de raquetes pode ser encontrada em https://funpadel.pt/pt/raquetes-de-padel.

3. Qualidade do calçado

Surpreendentemente, muita gente esquece a importância de um bom par de sapatos para o padel. Não, não estamos indo para a passarela; o sapato no padel deve oferecer estabilidade, tração e conforto. Assim, adote um calçado que suporte os movimentos rápidos e que tenha uma sola específica para quadras de padel. Pisando em solo seguro, você evitará deslizes e escorregões, garantido uma presença em campo digna de aplausos.

4. Bolas de padel em foco

Sim, até as bolas fazem diferença. A escolha das bolas tem um impacto direto na qualidade do jogo. As bolas de padel têm menor pressão do que as de ténis, proporcionando uma dinâmica de jogo mais lenta. Portanto, escolha boas bolas para não se ver em apuros ou, pior ainda, correndo sem parar atrás de uma “fujona”.

5. O valor do custo-benefício

Ninguém gosta de gastar rios de dinheiro à toa. Antes de ir às compras, defina um orçamento e pesquise bastante. Compare preços, leia comentários e não se deixe levar por anúncios chamativos. Talvez aquele equipamento caro não seja o melhor para você. Às vezes, menos é mais, e o que realmente importa é encontrar algo que proporcione conforto e desempenho ao mesmo tempo.

6. Experimente antes de comprar

Nada substitui a experiência real de testar o material antes da compra. Se possível, faça um teste em alguma loja ou clube. Sinta a raquete, experimente o calçado, jogue algumas bolas. Dessa forma, você se sentirá mais seguro em sua escolha e menos propenso a investir em algo que não vai ao encontro das suas expectativas.

Considerações finais

Lembre-se, o padel é mais do que um jogo; é uma experiência. Garanta que a sua experiência comece bem escolhendo o equipamento adequado. Com estas diretrizes em mente, estará mais preparado para fazer escolhas informadas e desfrutar do desporto no seu melhor. Quem sabe, sendo bem equipado, você não vire a estrela daquela partida de padel que ficará na memória de todos? Afinal, o que importa é entrar em campo com confiança e paixão. Boa sorte e divirta-se no jogo!

O rio Este e as suas margens

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© Cristina Fontes
© Cristina Fontes

Antes de escrever este artigo, fui ler e analisar documentos técnicos, mas também falar com algumas pessoas que frequentam o Parque da Rodovia ou fazem caminhadas pela ciclovia nas margens do rio Este. Não sendo a minha área de especialização, assumo aqui deliberadamente o olhar de utente e de munícipe.

Durante décadas, o rio foi tratado como um problema a esconder. Canalizado, artificializado, poluído, perdeu a sua função ecológica e presença urbana. A renaturalização em curso corrige, em parte, esse erro estrutural. A devolução de margens mais naturais, a introdução de vegetação ribeirinha e a reconfiguração do leito são intervenções importantes. Não se trata apenas de “embelezar”, mas de restaurar processos ecológicos. O Parque da Rodovia, neste contexto, também ganhou qualidade evidente. Tornou-se um espaço vivido, com uso intensivo e transversal, algo que qualquer cidade procura. Reconheço, igualmente, ambição nos projetos que se anunciam, nomeadamente a criação de novas áreas verdes articuladas com bacias de retenção para mitigar cheias. Se bem executadas e mantidas, estas intervenções podem elevar Braga a um patamar de referência nacional neste domínio.

Todavia, seria intelectualmente desonesto ignorar o que continua a falhar. O problema da poluição não desapareceu, apenas se tornou menos visível em certos troços. As descargas no rio persistem, com episódios recorrentes, e não há renaturalização sustentável sem controlo rigoroso das fontes de contaminação. Continua a falhar a monitorização contínua da qualidade da água, o rastreio efetivo das descargas, a responsabilização de infratores e a transparência pública dos dados. Sem isto, teremos um rio com aparência saudável e funcionamento ecológico comprometido.

A questão da segurança no parque merece, também,uma análise responsável. Espaços urbanos intensamente utilizados tendem a gerar zonas de conflito ou desconforto e a resposta não pode ser apenas policial. Segurança eficaz constrói-se com iluminação adequada, eliminação de zonas ocultas, manutenção cuidada e, sobretudo, com ocupação qualificada do espaço. Assim, uma programação cultural, desportiva e comunitária regular cria presença constante e diversificada e é o melhor antídoto contra a degradação.

Importa, contudo, garantir a manutenção dos espaços e dos equipamentos. Sem controlo de espécies invasoras, sem limpeza seletiva, sem acompanhamento técnico, o que hoje é ganho amanhã pode ser regressão. A qualidade do espaço público mede-se na sua consistência ao longo do tempo, não no impacto inicial.

Braga está a fazer algo estruturalmente certo, mas ainda incompleto. Há mérito nas intervenções, visão nos projetos e impacto positivo na vivência urbana. Porém, há também falhas que não podem ser varridas para debaixo do tapete, nomeadamente a poluição persistente e a abordagem simplista à segurança. A diferença entre um caso de sucesso e mais um exemplo de urbanismo inconsequente dependerá da capacidade de enfrentar estes problemas.

Funeral de militar que morreu em salto de paraquedas é esta terça-feira em Barcelos

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O funeral de Ismael José Silva Lamela, jovem militar de 23 anos, natural de Carapeços, em Barcelos, que morreu na sequência de um acidente em salto de paraquedas, em Tancos, realiza-se esta terça-feira.

O velório realiza-se às 13:00, na Igreja Paroquial de Carapeços. O funeral está marcado para as 17:30, seguindo posteriormente para o cemitério da freguesia.

A morte de Ismael Lamela gerou uma forte consternação na comunidade local, onde era conhecido pelo seu envolvimento associativo, espírito solidário e proximidade com a população.

PS de Famalicão exige revisão dos valores atribuídos às Juntas de Freguesia

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António Silva © PS
António Silva © PS

O Partido Socialista de Vila Nova de Famalicão pronunciou-se, na última sessão da Assembleia Municipal, sobre a proposta de transferência de competências da Câmara Municipal para as Juntas de Freguesia.

Durante a sua intervenção, o deputado municipal António Silva reafirmou “a posição favorável do PS ao princípio da descentralização administrativa” e reconheceu “a importância da proximidade das juntas de freguesia às populações”, considerando que “esta permite respostas mais eficazes, céleres e ajustadas às necessidades concretas dos cidadãos”.

O PS manifestou, contudo, “total discordância relativamente aos valores financeiros apresentados no auto de transferências”. O partido salientou que “os montantes atribuídos às juntas de freguesia permanecem inalterados desde 2024, apesar da inflação acumulada e do aumento significativo dos custos operacionais, combustíveis, materiais e serviços verificados nos últimos anos”.

O deputado socialista alertou que “manter os mesmos valores desde 2024 representa uma desvalorização real dos recursos atribuídos às freguesias, colocando em causa a capacidade das juntas para assegurarem serviços públicos de qualidade às populações”.

António Silva sublinhou ainda que “vários presidentes de junta têm vindo a transmitir a sua preocupação quanto à insuficiência das verbas atribuídas, particularmente nas áreas da limpeza de vias, espaços públicos, sarjetas e sumidouros”.

Foi igualmente defendido que “os critérios atualmente aplicados não respeitam o princípio da equidade, uma vez que tratam de forma igual freguesias com realidades profundamente distintas, nomeadamente entre contextos urbanos e rurais, cujas exigências e custos de manutenção são diferentes”.

Na sua intervenção, António Silva alertou ainda para “o risco de as juntas de freguesia serem obrigadas a recorrer aos seus próprios orçamentos para compensar estas insuficiências, desviando recursos de outras áreas essenciais para garantir o cumprimento de competências que deveriam ser devidamente financiadas pela Câmara Municipal”.

O Partido Socialista reafirmou, por isso, que está “de acordo com a transferência de competências, mas considera indispensável uma revisão e atualização dos valores atribuídos, de forma a assegurar condições efetivas para que as juntas possam desempenhar as suas funções sem comprometer o seu equilíbrio financeiro”.

Durante o debate, vários presidentes de junta intervieram igualmente no mesmo sentido defendido pelo Partido Socialista, considerando “os valores apresentados insuficientes para responder às necessidades reais das freguesias”.

“Na resposta à intervenção do PS e às preocupações manifestadas pelos autarcas, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos, reconheceu a necessidade de ajustamentos e demonstrou abertura para proceder à revisão dos valores constantes nos autos de transferência de competências. O Partido Socialista considera este compromisso um passo importante e espera que os ajustamentos agora admitidos se traduzam numa valorização justa do papel das juntas de freguesia e numa resposta mais adequada às necessidades das populações”, finalizou o PS.

Braga: Santuário do Sameiro recebe procissão de velas esta terça-feira

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© Santuário do Sameiro
© Santuário do Sameiro

O Santuário de Nossa Senhora do Sameiro, em Braga, recebe uma procissão de velas na noite desta terça-feira, 12 de maio, para estar em sintonia com o Santuário de Nossa Senhora de Fátima.

O cortejo religioso terá como ponto de encontro junto à estátua de São João Paulo II, na rotunda do Sameiro, rumo ao Santuário.

A procissão de velas irá decorrer às 21:30 e a comunidade está convidada a participar neste ato de fé.

“Esta procissão é destinada a todos os que amam Nossa Senhora; quantos se querem sentir e saber amados por Ela; todos quantos gostam de rezar, por si, pelos seus, pela cidade, pelo mundo!”, disse a Confraria de Nossa Senhora do Sameiro.

Cancro do ovário: O diagnóstico ainda chega tarde demais

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© Cláudia Fraga
© Cláudia Fraga

O desejo fundamental de quem recebe um diagnóstico oncológico é simples e profundamente humano: encontrar o melhor tratamento possível para a doença, que lhe permita viver mais tempo e com qualidade. No cancro do ovário, este desejo confronta-se com uma dura realidade. É um dos cancros ginecológicos mais graves, diagnosticado frequentemente em estadios avançados, com uma das taxas de mortalidade mais elevadas entre os cancros que afetam as mulheres.

Como alguém que vive esta doença e preside a uma associação dedicada aos cancros ginecológicos, sei bem o que significa receber este diagnóstico. Tentar compreender resultados complexos, navegar um sistema de saúde fragmentado e procurar garantir que se está a receber o melhor tratamento disponível, o que nem sempre é uma certeza fácil de obter.

Um dos aspetos que mais urge mudar é o do diagnóstico tardio. Por ter sintomas inespecíficos e não existir um método de rastreio fiável e eficaz, a maioria dos casos de cancro do ovário é diagnosticada em fase avançada, o que condiciona profundamente as opções terapêuticas e os resultados. Aumentar o conhecimento sobre os sinais de alerta junto das mulheres, mas também dos profissionais de cuidados de saúde primários, é uma responsabilidade que deve ser partilhada e pode fazer a diferença entre um diagnóstico precoce e uma doença avançada.

A desigualdade atravessa também outras dimensões. No cancro do ovário, os resultados dependem muito de onde e por quem a mulher é tratada. O elevado número de hospitais onde se realizam estas cirurgias significa que nem todas são feitas por equipas verdadeiramente especializadas. Ora, isto tem implicações muito concretas no tratamento subsequente, na resposta às terapêuticas e, em última análise, nos resultados em saúde.

Ao falar diariamente com mulheres com este diagnóstico, esta realidade levanta uma pergunta simples, mas incómoda: como podemos falar de tratamentos cada vez mais sofisticados se não garantimos, desde logo, que todas são acompanhadas e operadas no local certo, pela equipa certa? Como é que ainda não temos, em Portugal, centros de referência para os cancros ginecológicos?

A lotaria do código postal não pode ditar quem acede ao melhor tratamento. É também por isso que defendo que a ginecologia oncológica deve ser reconhecida como uma especialidade própria, e não apenas como uma subespecialidade da ginecologia e obstetrícia. A complexidade destes cancros, das cirurgias e das decisões terapêuticas exige formação dedicada, experiência acumulada e equipas altamente diferenciadas.

Outra questão igualmente relevante prende-se com a hereditariedade. Uma percentagem significativa dos cancros do ovário associa-se a mutações genéticas hereditárias, nomeadamente nos genes BRCA1 e BRCA2. Além de beneficiar a doente, os testes genéticos são determinantes para a escolha das terapêuticas mais adequadas e podem ser vitais para que os seus familiares diretos tomem decisões informadas sobre a sua própria saúde. Em Portugal, o acesso ao aconselhamento genético e aos testes necessários continua desigual e, sobretudo, demorado. Não podem ser tratados como um complemento opcional e têm de chegar a todas as mulheres com este diagnóstico.

A informação funciona igualmente como uma forma de equidade. Na MOG, verificamos que muitas mulheres sentem constrangimento em fazer perguntas aos médicos. Ignoram que podem pedir esclarecimentos ou que têm o direito de participar de forma informada nas decisões sobre o seu tratamento. Algumas tendem a achar que pedir uma segunda opinião pode ser mal visto.

É um facto que a literacia em saúde não se distribui de forma igual e que essa desigualdade se traduz em consequências clínicas reais. Traduzir a ciência para a vida concreta de cada mulher, construir redes de apoio entre pares e defender direitos com conhecimento fundamentado define o trabalho das associações de doentes todos os dias.

As decisões terapêuticas devem também respeitar a pessoa como um todo. Para algumas mulheres, a prioridade reside em viver mais; para outras, em viver melhor; para muitas, em encontrar equilíbrio entre os dois aspetos. Reduzir toxicidade, bem como preservar autonomia e qualidade de vida correspondem a objetivos legítimos que devem entrar nas decisões, como parte integrante dos cuidados.

Numa altura em que assinalamos o Dia Mundial do Cancro do Ovário, importa reconhecer os avanços científicos reais, as novas terapêuticas disponíveis e a esperança genuína que representam. Mas essa esperança só se torna transformadora quando chega a todas as mulheres, independentemente de onde vivem, do hospital onde recebem tratamento ou do seu nível de literacia em saúde. O caminho constrói-se em rede, entre ciência, cuidados de saúde e associações de doentes, para que nenhuma mulher fique para trás.

Póvoa de Lanhoso acolheu Encontro Anual de Provedores do Idoso

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© CM Póvoa de Lanhoso
© CM Póvoa de Lanhoso

A Póvoa de Lanhoso acolheu o Encontro Anual de Provedores do Idoso, promovido pela Comissão de Proteção ao Idoso. O presidente da Câmara Municipal, Frederico Castro, e a vereadora com o Pelouro das Famílias e Seniores, receberam a comitiva, nos Paços do Concelho.

Na oportunidade, o autarca deu a conhecer de que forma as políticas municipais da Póvoa de Lanhoso “olham e trabalham com a população sénior”. “Sempre que desenvolvemos alguma ideia ou projeto que nos ajude a fazer melhor o nosso trabalho, também nos sentimos bem com isso, porque faz diferença na vida das pessoas. Todos queremos que as pessoas que estão nos nossos territórios vivam melhor, sejam mais bem acompanhadas e tenham bem-estar no dia a dia”, destacou.

Este encontro reuniu, para além do Provedor do Idoso da Póvoa de Lanhoso, Arlindo Coimbra, a Provedora Fátima Peixoto de Vila Verde e os Provedores Carlos Figueira de Vieira do Minho e Adelino Sousa de Amares. A Direção da CPI esteve representada pelo presidente, Eduardo Duque, e pela tesoureira, Maria do Carmo Rodrigues. Esteve ainda presente a coordenadora do Pelouro dos Provedores do Idoso na CPI, Armandina Conde.

Fortalecer os laços entre Provedores, entre estes e os Municípios, entre os técnicos que acompanham a sua missão e a própria Comissão foram os objetivos, bem como “permitir a aproximação, a partilha de experiências e o conhecimento das particularidades dos territórios”.

Depois de uma receção oficial no Salão Nobre dos Paços do Concelho, que englobou a entrega de lembranças em filigrana, símbolo da Póvoa de Lanhoso, seguiu-se uma visita ao Theatro Club, a principal sala de espetáculos da Póvoa de Lanhoso, ao Centro Interpretativo Maria da Fonte, espaço de conhecimento dedicado a esta figura da Póvoa de Lanhoso, e ao Centro de Competências da Filigrana – CINDOR, onde os participantes puderam conhecer a arte da filigrana e até experimentar a sua produção.

Atletas de Famalicão vencem quatro medalhas no Torneio Olímpico Jovem e Regional Sub-16

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© Escola de Atletismo Rosa Oliveira

A Escola de Atletismo Rosa Oliveira, em Joane, Famalicão, participou, nos dias 9 e 10 de maio, no Torneio Olímpico Jovem Regional e no Campeonato Regional Sub-16, tendo vencido quatro medalhas com os seus jovens atletas.

Em destaque esteve Tiago Silva, atleta sub-18, ao vencer os 800 metros do Torneio Olímpico Jovem. Luísa Castro alcançou o terceiro lugar na mesma competição.

No Campeonato Regional Sub-16, Tomás Ramos conquistou dois terceiros lugares, nas provas de 1.500 metros e 800 metros.

Participaram ainda na competição Mafalda Ferreira, Ana Oliveira, Ana Silva, Mafalda Mendes, Margarida Barbosa, Luís Neto e Henrique Silva.

GNR identifica 300 casos de burlões que se fazem passar funcionários de serviços públicos ou autoridades

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A GNR registou, nos primeiros três meses de 2026, cerca de 300 burlas por “Falso Funcionário” e mais de 670 burlas informáticas com obtenção ilegítima de dados.

Segundo a Guarda, “estes números revelam uma profissionalização crescente dos grupos criminosos, que recorrem agora à técnica de spoofing e a mecanismos de manipulação psicológica para induzir as vítimas em erro. Só no primeiro trimestre, 86% das tentativas de burla que simularam Agentes de Autoridade foram efetivamente consumadas”.

“No âmbito da sua missão de proteção de pessoas e bens, a Guarda tem acompanhado com preocupação a evolução das burlas informáticas e nas comunicações. A crescente digitalização trouxe benefícios inegáveis, mas permitiu também o surgimento de criminosos altamente especializados que exploram a Engenharia Social — a arte de manipular psicologicamente o ser humano para que este comprometa a sua própria segurança”, refere a GNR.

Os burlões utilizam narrativas estruturadas para induzir erros de segurança, recorrendo fundamentalmente a seis fatores de motivação: urgência, escassez – promovendo oportunidades limitadas no tempo -, falsos testemunhos, simpatia e interesse comum, intimidação ou o fator autoridade.

“A técnica de autoridade está frequentemente aliada ao spoofing. Este conceito define-se pela falsificação da origem de uma comunicação para simular uma fonte legítima e confiável. Através da manipulação técnica, o burlão, por exemplo,  faz com que no visor do telemóvel da vítima apareça um nome ou número que aparenta ser de uma instituição oficial, sendo as principais tipologias: Caller ID / SMS Spoofing: Manipulação do identificador de chamadas ou remetente de mensagens curtas; Email Spoofing: Falsificação do endereço de e-mail para que este pareça provir de um domínio oficial (ex: bancos ou serviços públicos); eIP Spoofing: Técnica mais complexa que falsifica o endereço IP de um computador para contornar sistemas de segurança. Num mesmo ‘ataque’ a vítima pode ser alvo de spoofing e phishing”, alerta a GNR.

O crime de spoofing é habitualmente classificado/tipificado para efeitos de contabilização na forma dos crimes de “Burla por falso funcionário” ou “Burla Informática/Comunicações por obtenção ilegítima de dados do utilizador”, uma vez que a técnica de falsificação da identidade serve o propósito último de induzir a vítima em erro para a obtenção de dados pessoais, credenciais bancárias, palavras-passe e ou pagamentos.

Os dados da GNR revelam a persistência deste fenómeno, com especial incidência na obtenção ilegítima de dados bancários.

No que concerne especificamente à Burla por Falso Funcionário registada no início de 2026, os criminosos focaram-se na simulação de Bancos (Falso Bancário): 44 ocorrências (75% consumadas); Agentes de Autoridade (GNR/PSP/PJ): 36 ocorrências (86% consumadas); Serviços de Energia (EDP): 16 ocorrências; e na Saúde e Segurança Social: 20 ocorrências acumuladas.

No âmbito da repressão, a GNR efetuou duas detenções no primeiro trimestre de 2026 relacionadas com estas tipologias, após a realização de diligências de análise técnica e cooperação com instituições bancárias e operadoras de telecomunicações.

A GNR, no âmbito da sua missão de prevenção e combate à criminalidade, alerta a população para “a necessidade de adotar comportamentos segurança, nomeadamente a verificação da autenticidade de contactos e a não partilha de dados pessoais ou bancários sem confirmação prévia”.