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Oferta de casas para arrendar diminuiu 3% em Braga

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O stock de habitação disponível para arrendar em Portugal desceu 13% no primeiro trimestre de 2026, face ao mesmo período do ano anterior.

A oferta de casas para arrendar aumentou em 13 das 19 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas no último ano. Faro foi a cidade onde o stock mais cresceu (50%), seguida de Viana do Castelo (41%), Ponta Delgada (37%), Bragança (36%) e Vila Real (26%).

Registaram-se ainda aumentos da oferta no Funchal (22%), Beja (18%), Setúbal (17%), Évora (16%), Leiria (11%), Viseu (7%), Santarém (7%) e Aveiro (1%).

Em sentido contrário, a oferta de casas para arrendar diminuiu em seis capitais. Porto (-35%) e Coimbra (-31%) registaram as quedas mais acentuadas, seguidas da Guarda (-29%), Lisboa (-18%), Castelo Branco (-16%) e Braga (-3%).

Póvoa de Lanhoso organiza IV Desfile de Marchas Populares da Terra do Ouro

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© CM Póvoa de Lanhoso
© CM Póvoa de Lanhoso

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso está a preparar mais uma edição do Desfile de Marchas Populares da Terra do Ouro. Este evento agregador das populações, freguesias e outras entidades do território, realiza-se no dia 20 de junho.

“A expectativa é de que, este ano, participem ainda mais pessoas, ultrapassando as cerca de 400 registadas na edição de 2025”, refere a Câmara Municipal.

As Marchas são uma iniciativa da Autarquia, integrada no projeto municipal “Póvoa Dança”. No culminar de horas e horas de ensaios e de preparação, os grupos exibem figurinos, adereços, coreografias e marchas originais, mas também a animação, a alegria, a criatividade, o colorido, o movimento e a sonoridade desta manifestação da cultura popular.

“O sucesso que as marchas têm registado, ano após ano, confirmam que a primeira edição, em 2023, rapidamente se revelou ter sido uma aposta ganha: pela participação, pela qualidade e pelo público. Na sua quarta edição, o Desfile visa valorizar e preservar as tradições culturais locais, bem como fomentar a participação da comunidade e reforçar o sentimento de pertença. Este evento já conquistou o seu espaço próprio de afirmação no âmbito da programação anual do Município. Ao longo dos anos, tem contado com centenas de participantes, provenientes dos Centros de Convívio, das Juntas de Freguesia/Uniões de Freguesia e de IPSS’s. As Marchas da Terra do Ouro continuam a abraçar o desafio da inclusão, através do convite à participação de entidades com intervenção na área social, mais especificamente no âmbito do trabalho com a deficiência”, reforça o Município.

Ao promover e patrocinar a realização das Marchas Populares da Terra do Ouro, o Município tem diz ter em conta “a importância social, cultural e etnográfica do evento, bem como o incentivo às entidades locais para que promovam dinâmicas multiculturais e multigeracionais, estimulando as comunidades ao envolvimento numa manifestação social e cultural que se deseja participada e com qualidade”.

“Juntando-se” à multidão que é esperada no local, a comunidade Povoense espalhada pelo país e pelo mundo também poderá assistir a estas marchas através das redes sociais da Autarquia, numa transmissão que pretende “alimentar e reforçar a ligação e a proximidade à Póvoa de Lanhoso”.

Reformados de Braga defendem aumento de pensões

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O MURPI – Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos e da Inter- Reformados de Braga vai promover a iniciativa “Dia da Indignação e Protesto” junto ao Centro Distrital da Segurança Social de Braga, esta quinta-feira, dia 21 de maio, às 15:00.

Os reformados vão defender o aumentos de pensões e o direito a uma vida digna. “Os reformados deste distrito pretendem reclamar o aumento intercalar das pensões, no valor de 5% e de 75 euros para as mais baixas, uma vez que os 2,8% atribuídos pelo atual Governo são há muito insuficientes para fazer face ao grande aumento de preços dos bens e serviços essenciais, que os reformados bem querem travar”, refere o MURPI.

Neste sentido, apelam os promotores a que “os reformados, bem como os representantes das suas associações, se concentrem naquele local, fazendo ouvir o seu protesto e indignação perante as dificuldades cada vez maiores do custo de vida pois só o aumento intercalar das suas pensões poderá ajudar a aliviar alguns encargos com a mesma”.

“Atento o atraso nas consultas e cirurgias médicas, os reformados não deixarão de defender o Serviço Nacional de Saúde e o seu reforço com mais investimentos, a criação de uma Rede Pública de Equipamentos Sociais de apoio aos idosos bem como a ampliação da Rede de Cuidados Continuados, a gratuitidade dos medicamentos, reclamando também uma Rede Pública de Lares, mais Apoio Domiciliário e Centros de Dia e Transportes Públicos com Passes Gratuitos em todo o país”, acrescenta o MURPI.

Apelando à concentração dos reformados junto da Segurança Social de Braga, os promotores lembram que “as instituições devem apoiar e respeitar o Movimento Associativo do Reformados, Pensionistas e Idosos”.

Trabalhar muito ou ganhar pouco? A confusão portuguesa

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© José Rosa
© José Rosa

Em Portugal há uma frase que todos já ouvimos, repetida até à exaustão entre cafés e jantares de família: “Lá fora trabalham mais do que cá.” Normalmente vem acompanhada de um encolher de ombros, como quem aceita uma verdade absoluta, quase genética.

Mas convém desmontar este mito com alguma frontalidade.

Os trabalhadores portugueses no estrangeiro não trabalham mais por algum chip escondido no ADN. Trabalham, isso sim, em contextos onde o esforço é reconhecido, onde o salário compensa e onde o sacrifício tem retorno. É uma diferença simples, mas que muda tudo. Porque motivação não nasce do discurso, nasce do respeito. E, muitas vezes, esse respeito mede-se ao fim do mês.

Cá dentro, continuamos a alimentar a narrativa cómoda de que o problema está do lado do trabalhador. Falta produtividade, falta empenho, falta isto e aquilo. A conversa do costume. O que raramente se discute com a mesma energia é o resto da equação.

Há um problema estrutural evidente: um tecido empresarial ainda demasiado preso a modelos de baixo valor acrescentado, com pouca aposta na inovação, na qualificação e na diversificação de negócios. Continuamos, em muitos casos, a competir pelo preço, que é a forma mais rápida de estacionar salários e expectativas.

Depois há o lado económico mais amplo, onde se insiste em espremer sempre os mesmos. Sempre que há crise, aperto, incerteza ou simplesmente necessidade de “ajustar”, a solução parece recair, inevitavelmente, sobre quem trabalha. Mais horas, mais carga, mais pressão. E, do outro lado, uma evolução salarial que anda ao ritmo de um relógio avariado. Não pode ser sempre assim.

Um empresário conhecido da região de Braga, daqueles que não fala para agradar, disse há dias algo que devia ficar escrito à porta de muita empresa: “…trabalhadores não faltam. Metam o dinheiro em cima da mesa que eles aparecem…”. Curto, direto, sem floreados e, sobretudo, difícil de rebater.

Não podem ser sempre os trabalhadores a pagar a fatura. Seja a fatura da crise, da falta de competitividade, da ausência de estratégia ou da incapacidade de antecipar mudanças. Há um limite para esta lógica de empurrar responsabilidades para baixo, e, verdade seja dita, estamos perigosamente perto dele há demasiado tempo.

É preciso dizer com clareza: o problema não se resolve com moralismos sobre esforço individual. Resolve-se com decisões. Com investimento sério na modernização das empresas. Com visão económica que vá além do imediato. Com liderança capaz de perceber que valor não se cria à custa de esmagar quem produz, mas sim criando condições para produzir melhor.

Porque, no fim, a questão não é saber se os portugueses trabalham mais ou menos. Essa discussão já devia estar ultrapassada.

A questão é outra: estamos, enquanto país, a dar motivos suficientes para que as pessoas queiram trabalhar cá e ficar?

Enquanto essa resposta for um silêncio desconfortável, continuaremos presos ao mesmo ciclo: exigir mais, pagar pouco, e depois admirar-nos quando os melhores fazem as malas.

E, sinceramente, já começa a não haver desculpa para tanta repetição.

Rede de tráfico de droga desmantelada em Famalicão

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© PSP
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O Dispositivo da Polícia de Segurança Pública do Comando Distrital de Braga desencadeou uma operação policial que visou um conjunto alargado de indivíduos que, de forma organizada, se dedicavam ao tráfico de estupefacientes, na cidade de Vila Nova de Famalicão.

Esta operação foi efetuada no âmbito de uma investigação criminal e contemplou a realização de seis mandados de busca domiciliária, cinco mandados de busca não domiciliária e seis mandados de detenção, das quais resultaram em sete detidos, com com idades compreendidas entre os 26 e 46 anos, e 14 indivíduos identificados.

Foram também apreendidas 567 doses de estupefacientes, 3785 em numerário, uma faca, quatro viaturas, um moto rádio e um televisor LCD.

Os detidos vão ser presentes junto da Autoridade Judiciária para aplicação de adequadas medidas de coação.

Atenção, Braga. Vai faltar água em Lomar e Maximinos

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Vai faltar água em duas freguesias de Braga, esta quinta-feira, 21 de maio, informou a AGERE.

Será realizada uma intervenção programada que poderá afetar o normal abastecimento de água em Lomar e Maximinos.

O corte terá início previsto às 14:00 com uma duração máxima estimada de quatro horas. “Serão enviados todos os esforços para que o serviço seja restabelecido com a maior brevidade possível. Lamentamos os eventuais transtornos causados e agradecemos, desde já, a compreensão de todos”, referiu a empresa municipal.

Vieira do Minho: GNR apreende armas e munições por ameaças e ofensas à integridade física

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© GNR
© GNR

A GNR apreendeu a um homem, de 59 anos, várias armas de fogo por ameaças e ofensas à integridade física, no concelho de Vieira do Minho.

No âmbito da investigação, os militares da Guarda deram cumprimento a um mandado de busca domiciliária e um em veículo, tendo apreendido vários objetos que “constituem meios de prova relacionados com a conduta do arguido”.

Da ação resultou a apreensão de seis caçadeiras cal.12, três carabinas cal .30, 56 munições  cal .30 e 791 munições Cal.12;

O objetos apreendidos e os factos serão comunicados ao Tribunal judicial de Vieira do Minho.

Barcelos recebe palestra “Bem-Estar, Espiritualidade e Apoio na Fibromialgia”

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A Fibro – Associação Barcelense de Fibromialgia e Doenças Crónicas vai promover, no dia 23 de maio, uma palestra aberta a toda a comunidade subordinada ao tema “Bem-Estar, Espiritualidade e Apoio na Fibromialgia”. A iniciativa irá realizar-se na Junta de Freguesia de Arcozelo, Barcelos, entre as 14:30 e as 20:00.

Esta iniciativa pretende “criar um espaço de partilha, reflexão, informação e apoio para pessoas com fibromialgia, familiares, cuidadores e comunidade em geral, contribuindo para uma maior consciencialização sobre esta doença crónica”.

O evento contará com a presença das psicólogas Joana Coutinho e Mariana Oliveira, do professor Vítor Seco, da assistente social Diana Loureiro e do professor Jorge Barbosa.

C.D. Amares volta a cumprir tradição com o clássico “Solteiros VS Casados”

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© C.D. Amares
© C.D. Amares

O Clube Desportivo de Amares prepara-se para organizar mais uma edição de uma das tradições mais acarinhadas pela comunidade local.

No próximo dia 6 de junho, o Parque Desportivo de Amares será palco da 41.ª edição do jogo “Solteiros VS Casados”, iniciativa que há várias décadas junta diferentes gerações num ambiente de convívio, desporto e muita animação.

O evento contará igualmente com a realização da 5.ª edição do jogo feminino “Casadas VS Solteiras”, que tem vindo a ganhar cada vez mais destaque e participação ao longo dos últimos anos.

Mais do que um simples encontro de futebol, esta iniciativa mantém vivo um costume enraizado na freguesia, sendo já considerada uma marca identitária de Amares e um dos momentos mais aguardados pela população.

O programa arranca às 15:30 com o jogo feminino “Casadas VS Solteiras”, seguindo-se, às 16:30, o tradicional confronto entre “Solteiros VS Casados”. A jornada termina com o habitual jantar convívio, marcado para as 20:00, promovendo o reencontro e a confraternização entre participantes, familiares e amigos.

A organização informa ainda que as pulseiras para o jantar já se encontram disponíveis para compra.

“Espera-se, uma vez mais, uma forte adesão da comunidade amarense a uma iniciativa que continua a atravessar gerações e a reforçar os laços de proximidade e tradição na freguesia”, refere a organização.

Papa Leão XIV convidado pelo presidente da República para visitar Portugal

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António José Seguro, presidente da República, convidou o Papa Leão XIV para visitar Portugal no próximo ano, tendo em conta que, em 2027, se assinalam os 500 anos da formalização da Nunciatura apostólica no país, a par do 110.º aniversário das aparições marianas em Fátima e do 10.º aniversário da canonização de Francisco e Jacinta.

“As relações diplomáticas entre Portugal e a Santa Sé constituem um exemplo de diálogo institucional, respeito mútuo e cooperação histórica entre Estados soberanos, ligados por uma proximidade cultural e espiritual que resulta da partilha de valores universais como o humanismo, a paz e a dignidade humana. A visita de Sua Santidade, o Papa Leão XIV, constituirá, sem dúvida, uma oportunidade para aprofundar ainda mais o relacionamento entre o Estado português e a Santa Sé”, pode ler-se numa nota publicada no site da República Portuguesa.