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Braga recebe sessão de esclarecimento para pais e encarregados de educação sobre ensino profissional

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“Pais Informados, Escolhas Seguras — Ensino Profissional: Porque Não?” é o tema da sessão de esclarecimentos que se realiza na próxima quinta-feira, dia 28 de maio, pelas 18:30, no Forum Braga.

A iniciativa, promovida pelo Município de Braga com o apoio da Federação das Associações de Pais de Braga (FAP Braga), destina-se a pais e encarregados de educação e tem entrada livre, sem necessidade de inscrição prévia.

“O evento surge da necessidade de combater a desinformação e os preconceitos que ainda persistem em torno do ensino profissional em Portugal. Apesar de este percurso formativo oferecer saídas profissionais relevantes e permitir o acesso ao ensino superior, continua a ser visto por muitas famílias como uma alternativa de segundo plano, o que pode condicionar escolhas escolares importantes”, refere a FAP Braga.

A sessão abordará temas como as características e modalidades do ensino profissional, as saídas profissionais e académicas disponíveis, o papel da família no processo de orientação vocacional e os direitos dos alunos neste percurso formativo.

“Queremos que nenhuma família tome esta decisão sem estar devidamente informada. O ensino profissional não é o caminho B — é um caminho de escolha consciente e com futuro”, afirma Carla Silva, Presidente da FAP Braga.

A FAP Braga apela a todos os pais e encarregados de educação do concelho que “marquem presença nesta iniciativa e que partilhem o convite com outras famílias”.

Portugal faz pela primeira vez cirurgia de implante coclear assistida por braço robótico

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© ULS de São José
© ULS de São José

Pela primeira vez em Portugal, foi realizada uma inserção de implante coclear assistida por braço robótico, com recurso às ferramentas cirúrgicas de elevada precisão OTOARM e OTODRIVE, desenvolvidas pela MED-EL, empresa líder em soluções de implantes auditivos.

O procedimento, considerado um marco na cirurgia otológica nacional, foi realizado pela equipa de Otorrinolaringologia da Unidade Local de Saúde de São José, em Lisboa, e representa um avanço significativo na procura de melhores resultados auditivos para os doentes. A utilização destes sistemas inovadores permite aumentar a precisão, a estabilidade e o controlo durante a intervenção cirúrgica, contribuindo para procedimentos complexos mais seguros e eficientes. Ao mesmo tempo, ajuda a reduzir a exigência física sobre o cirurgião, sem substituir o seu critério clínico, experiência e destreza manual, que continuam a ser determinantes na cirurgia otológica.

Na colocação subcutânea de um implante auditivo, a inserção do elétrodo representa uma das fases mais exigentes do procedimento cirúrgico. A tecnologia desenvolvida pela MED-EL permite realizar esta etapa com uma velocidade mínima de 0,1 milímetros por segundo, mantendo uma pressão reduzida e uniforme e eliminando movimentos indesejados.

© ULS de São José

“Este procedimento exige uma precisão extraordinária: um avanço lento, constante e controlado, que proteja as delicadas estruturas internas da cóclea de variações tão mínimas como o batimento cardíaco do cirurgião. Apesar da elevada qualificação dos profissionais, o fator humano tem limitações naturais quando se trata de manter velocidades de inserção tão minuciosas e constantes durante vários minutos. Foi precisamente para apoiar os cirurgiões na superação dessas limitações que a nossa tecnologia foi concebida, permitindo realizar cada implante com a máxima precisão e segurança”, afirma Julio Rodrigo Dacosta, diretor-geral da MED-EL para Espanha e Portugal.

Estas capacidades de inserção ultras suaves e de extrema precisão “melhoram significativamente a preservação das estruturas mais delicadas da cóclea, algo essencial quando o objetivo é conservar ao máximo os resíduos auditivos do doente”. Desta forma, “aumentam as probabilidades de preservar estruturas do ouvido interno, o que pode favorecer uma recuperação mais rápida e a manutenção parcial da audição residual do doente”.

Graças à estabilização milimétrica proporcionada pelo OTOARM e ao micromovimento guiado do OTODRIVE, os profissionais de saúde conseguem abordar até os procedimentos mais complexos com maior confiança, controlo e precisão. A assistência robótica “permite uma inserção mais suave do que as técnicas manuais tradicionais e contribui para reduzir significativamente o trauma cirúrgico”.

Esta inovação assume particular relevância para doentes que ainda preservam audição nas frequências graves, mas que não obtêm discriminação auditiva suficiente com um aparelho auditivo convencional. Nestes casos, a possibilidade de combinar estimulação elétrica e acústica, preservando a audição residual, abre novas perspetivas para uma experiência auditiva mais completa, natural e personalizada.

Comandante dos Bombeiros de Vila Verde demite-se

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© Batalhão Sapadores Bombeiros de Braga
© Batalhão Sapadores Bombeiros de Braga

David Oliveira, comandante dos Bombeiros Voluntários de Vila Verde, demitiu-se após ter assumido a função há dois meses.

Segundo um comunicado da Direção dos Bombeiros Voluntários de Vila Verde, David Oliveira apresentou a sua demissão por “motivos pessoais”.

“A Direção expressa o seu profundo agradecimento pela dedicação, empenho e espírito de missão demonstrados durante o período que exerceu funções. Mais se informa que a restante estrutura de Comando do Corpo de Bombeiros se mantém em funções, assegurando toda a continuidade da resposta operacional e do serviço à comunidade”, acrescenta o comunicado.

O culto de parecer ocupado

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© Madalena Quintela
© Madalena Quintela

Há qualquer coisa de profundamente irónico em sermos a geração mais monitorizada no trabalho e, ao mesmo tempo, a menos ouvida.

Há softwares que contam minutos de pausa, relógios que registam entradas e saídas ao segundo, métricas para avaliar produtividade, simpatia, rapidez, eficiência e até o tempo que demoramos a responder a um email. Tudo é medido. Tudo é transformado em gráfico, relatório ou desempenho. Tudo menos as chefias.

Nunca vi um trabalhador receber um questionário anónimo mensal sobre a capacidade emocional do seu chefe. Nunca vi métricas para avaliar quantas vezes uma liderança sobrecarrega equipas, falha comunicação ou cria ambientes de ansiedade permanente. Avaliam-se trabalhadores até à exaustão, mas continua a existir uma espécie de imunidade hierárquica onde quem lidera raramente é verdadeiramente avaliado por quem está abaixo.

E talvez os resultados não fossem assim tão positivos.

Foi apresentado no III Congresso Internacional de Ambientes de Aprendizagem e Trabalho Saudáveis o mais recente relatório do Laboratório Português dos Ambientes de Trabalho Saudáveis e o mais estranho foi perceber que quase nada daquilo me surpreendeu verdadeiramente. Burnout elevado. Exaustão emocional. Sensação constante de sobrecarga. Chefias percecionadas como distantes. Quase 40% dos trabalhadores portugueses a afirmar já ter sido vítima de assédio laboral. Mais do que os números em si, o relatório expõe uma cultura de trabalho ainda muito presa à lógica do controlo, à ideia de que trabalhar bem continua a significar estar presente, ser visto, quase como se produtividade e vigilância fossem a mesma coisa.

Enquanto jovem, sinto isso constantemente.

Com o preço absurdo das casas, das rendas e do custo de vida, a verdade é simples: eu quero estar em casa. Quero usufruir minimamente do espaço pelo qual pago a maior parte do meu salário. Quero poder almoçar na minha cozinha, poupar horas de transportes, evitar trânsito e chegar ao fim do dia sem sentir que vivi mais tempo no caminho para o trabalho do que propriamente na minha vida.

E isto não significa que odeie o trabalho presencial. Pelo contrário.

Reconheço perfeitamente as vantagens de existir um espaço físico de trabalho separado da casa. Há conforto psicológico nisso. Gosto da ideia de entrar em casa e sentir que aquele continua a ser o meu lugar seguro, e não uma extensão do escritório. Acho importante existirem momentos presenciais, encontros, contacto humano, conversas que não acontecem por Teams.

Mas também penso muitas vezes que, se estivesse em teletrabalho e tivesse apenas um encontro presencial semanal, provavelmente valorizaria muito mais esse momento. Talvez estivéssemos todos mais disponíveis para conversar verdadeiramente, discutir dinâmicas de trabalho, trocar ideias e resolver problemas que hoje ficam eternamente adiados porque pensamos sempre: “falamos amanhã, estamos cá outra vez”.

A presença constante banalizou o contacto.

E depois há os pequenos absurdos culturais que continuam tão normalizados que já ninguém os questiona.

A pausa para fumar, por exemplo.

É perfeitamente aceite alguém desaparecer várias vezes por dia durante dez ou quinze minutos porque fuma. Mas experimentar levantar-se para esticar as pernas, apanhar ar ou simplesmente descansar os olhos do ecrã sem um cigarro na mão continua a parecer suspeito. Como se o descanso só fosse legítimo quando vem acompanhado de nicotina.

Há uma romantização do desgaste no trabalho que continua muito viva em Portugal.

Em Portugal, continua a existir a ideia de que trabalhar muitas horas é automaticamente trabalhar melhor. O cansaço ainda é visto quase como prova de dedicação e estar sempre ocupado parece valer mais do que ser realmente eficiente. E mesmo quando relatórios da OCDE mostram, há anos, que somos dos países europeus onde mais horas se trabalha sem que isso se traduza em maior produtividade, a possibilidade de reduzir horários ou flexibilizar modelos de trabalho continua a ser tratada quase como uma ameaça. Como se o problema estivesse na falta de horas e não numa cultura laboral que ainda valoriza mais a permanência do que os resultados.

Como se dizer “a tarefa está feita, podes ir embora” fosse um atentado cultural.

Parece impensável admitir que talvez uma pessoa consiga fazer um bom trabalho em cinco horas e não precise de ficar mais três apenas para cumprir um ritual de presença. Porque, no fundo, ainda existe esta mentalidade silenciosa de que o importante não é só produzir, é parecer que se está a produzir.

Talvez seja isso que mais cansa a minha geração.

Iolanda Guimarães lança livro de colorir da cidade de Braga

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© Iolanda Guimarães
© Iolanda Guimarães

A artista Iolanda Guimarães vai lançar um livro de colorir resultante da exposição “Linhas de Amor… por Braga”. O lançamento decorrerá no dia 2 de junho, às 16:00, no Palácio do Raio.

Depois da exposição ter estado patente, no ano passado, no Palácio do Raio, nasceu agora um novo capítulo do projeto. O livro de colorir convida o público a “descobrir e reinterpretar a cidade de Braga através da criatividade e da cor”.

O livro reúne várias ilustrações inspiradas no património, nas memórias e nos lugares emblemáticos de Braga, permitindo que cada pessoa pinte cada página ao seu gosto, tornando cada exemplar único e pessoal. Mais do que um livro de colorir, esta edição pretende “ser uma experiência afetiva e artística de ligação à cidade”.

O lançamento será aberto ao público.

Póvoa de Lanhoso apela a doação “mais consciente” à Eco Loja Comunitária

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© CM Póvoa de Lanhoso
© CM Póvoa de Lanhoso

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso está a apelar à colaboração da população para a realização de uma triagem “mais consciente” dos artigos que pretende doar à Eco Loja Comunitária.

A Eco Loja Comunitária é um serviço municipal, aberto a toda a comunidade, que funciona segundo o modelo de “troca por troca”, através do qual as pessoas podem entregar o que já não utilizam e podem levar da loja o que lhes faz falta.

Todo e qualquer material que esteja, de alguma forma, danificado não deve ser doado à Eco Loja Comunitária, uma vez que o objetivo é dar uma segunda vida a artigos que tenham condições para serem reutilizados por outras pessoas.

Proporcionando uma nova vida a vestuário, calçado, mobiliário e a diferentes objetos ou utensílios, esta iniciativa promove a economia circular e o combate ao desperdício, assim como a sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente.

Da mesma forma, os artigos das doações não devem ser colocados à porta da Eco Loja Comunitária. Este espaço encontra-se aberto para receber, tratar e acondicionar estes bens, de forma adequada, às terças e sextas, das 09:30 às 12:00, e às quintas, das 09:30 às 17:00.

A Eco Loja Social, que deu origem à Eco Loja Comunitária, assume-se como “uma resposta eficaz de apoio às famílias”, continuando a disponibilizar apoio alimentar e outros bens, como roupa, mobiliário ou equipamentos, num novo modelo de “troca por troca”. Em 2025, teve uma afluência de 981 pessoas, maioritariamente, mulheres, para 932 interações como “troca por troca” (357); doações (454); apoio social (20); e pedidos de informação (101).

A inauguração do novo espaço da Eco Loja Comunitária, nos Moinhos Novos, decorreu já em 2026, no dia 19 de fevereiro. A mudança decorreu da limitação de espaço das anteriores instalações, junto à Piscina Coberta Municipal.

Braga: PCP apela à derrota do pacote laboral junto de trabalhadores dos TUB

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© PCP
© PCP

Durante a madrugada, membros do PCP contactaram com trabalhadores dos Transportes Urbanos de Braga (TUB).

O PCP afirmou que “será a mobilização dos trabalhadores na Greve Geral de 3 de junho o factor determinante para derrotar, de uma vez por todas, o Pacote Laboral”. “Toda a luta dos trabalhadores, como ficou demonstrado com a Greve Geral de 11 de dezembro, revela que é nos trabalhadores que reside a força para defender os seus direitos, derrotar este Pacote Laboral e fazer avançar nos salários e condições de vida”, refere.

Para os membros do partido, “os trabalhadores dos TUB desempenham um papel fundamental no serviço de transportes públicos em Braga, e precisam de ser valorizados, de estabilidade, de condições de trabalho e ter os seus direitos garantidos. Ao invés, o capital e o governo avançam com um Pacote Laboral que traz a instabilidade do banco de horas individual de volta; agrava a instabilidade no vínculo de trabalho; promove a precariedade; facilita os despedimentos sem justa causa, à vontade do patrão; limita a liberdade sindical, porque menos organização equivale a mais exploração”.

“A manifestação de dia 3 junho, no dia da Greve Geral, às 10:00 a partir do Arco da Porta Nova, será um importante momento também na luta contra o aumento do custo de vida, os salários e pensões que não acompanham as subidas de preços; os lucros dos grupos económicos que demonstram quem está a ganhar com essas subidas e a política do governo que recusa regular preços e tocar nos lucros de 1312 milhões de euros da Galp Energia ou de 1006 milhões de euros da Jerónimo Martins e SONAE. No dia 3 de junho, os trabalhadores vão rejeitar este Pacote, através da Greve Geral”, finalizou o PCP.

Baldios de Covas do Barroso avançam com Providência Cautelar contra servidão administrativa à mina

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© Unidos Em Defesa de Covas do Barroso
© Unidos Em Defesa de Covas do Barroso

A Comunidade Local dos Baldios de Covas do Barroso avançou com uma providência cautelar no Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela para suspender a segunda servidão administrativa associada ao projeto da Mina do Barroso.

“A ação judicial surge na sequência da publicação em Diário da República de um despacho emitido pelo Secretário de Estado Adjunto e da Energia, Jean Paulo Gil Barroca, que autoriza a empresa Savannah Resources a realizar trabalhos de sondagem e geotecnia numa área de cerca de 228 hectares em Covas do Barroso e Romainho”, refere a Comunidade dos Baldios de Covas do Barroso.

A providência cautelar pretende “impedir o avanço de uma servidão que é desproporcionada, mal fundamentada e gravemente lesiva dos direitos dos compartes, dos terrenos comunitários, dos recursos hídricos, da biodiversidade e do modo de vida agro-silvo-pastoril de Covas do Barroso”.

A Comunidade vê nesta servidão “mais um abuso de autoridade imposto sobre terrenos baldios e privados, contra a vontade da população local”.

“Denuncia-se a dimensão desproporcionada da nova servidão, que prevê a ocupação de cerca de 217 hectares de zona baldia, quase metade dos quais (102,2 hectares) estão fora da área de concessão do projeto,  e onde a Savannah Resources pretende instalar 51 plataformas de sondagem e 194 poços geotécnicos. A  servidão administrativa permite à empresa ocupar terrenos comunitários e privados à revelia da vontade dos proprietários e compartes, repetindo um padrão de imposição coerciva já denunciado durante a primeira servidão administrativa associada ao projeto mineiro. A primeira servidão incluiu trabalhos executados fora da área concessionada, restrições à circulação dos residentes nos baldios e a presença de segurança privada na aldeia,  criando um clima de vigilância e intimidação sobre a população”, acrescenta a Comunidade dos Baldios de Covas do Barroso.

Carlos Gonçalves, comparte e membro da Direcção do Conselho Directivo dos Baldios, sublinha que “nós sabemos que nas cidades baldio quer dizer terreno abandonado. Mas aqui não é assim. Baldio quer dizer terra do povo, que não é nem do Estado nem privada. É da comunidade. E não está vazia. O nosso sustento depende dele. Eu, por exemplo, tenho lá centenas de colmeias. E há quem use o baldio para pastoreio, recolha de mato e pesca. A servidão administrativa tira-nos o acesso ao baldio. É um ataque ao nosso modo de vida”.

A Comunidade Local dos Baldios afirma que continuará “a recorrer a todos os meios legais para travar o projeto mineiro e defender os direitos das populações, as terras comunitárias e o património natural de Covas do Barroso, território reconhecido pela FAO como Património Agrícola Mundial”.

Cinco jogadoras do SC Braga chamadas à Seleção Nacional Sub-20

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© SC Braga
© SC Braga

Ana Rita Cunha, Francisca Castro, Nair Pina, Rita Melo e Sofia Machado, jogadoras do SC Braga, foram chamadas para o estágio de preparação da Seleção Nacional Sub-20, que decorrerá entre os dias 30 de maio e 9 de junho.

Portugal vai disputar três jogos de preparação frente à Coreia do Sul, Finlândia e Brasil, tendo em vista a preparação para o Mundial. 

O primeiro encontro está agendado para o dia 3 de junho, às 16:00, no Estádio Conde Dias Garcia, em São João da Madeira, frente à Coreia do Sul. Os restantes jogos terão lugar no Estádio Dr. Carlos Osório, em Oliveira de Azeméis. No dia 6 de junho, defrontam a seleção da Finlândia pelas 15:00, enquanto o último encontro, diante do Brasil, está marcado para as 15:30, do dia 9 de junho.

Bombeiros Voluntários de Esposende são vice-campeões nacionais na prova de trauma

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© Bombeiros Voluntários de Esposende
© Bombeiros Voluntários de Esposende

Os Bombeiros Voluntários de Esposende sagraram-se vice-campeões nacionais na prova de trauma, inserido no XI Campeonato Nacional de Trauma, que decorreu entre os dias 21 e 24 de maio de 2026, em Portimão.

O XI Campeonato de Trauma é um evento aberto a todas as equipas de resgate, com o objetivo de impulsionar capacidades individuais, estimular competências de equipa, explorar diferentes técnicas sempre de acordo com as melhores práticas internacionais e com o objetivo de preparar a próxima comitiva portuguesa no evento internacional da World Rescue Organisation, que vai decorrer no Rio de Janeiro, no Brasil.

Coorganizado pela Associação Nacional de Salvamento e Desencarceramento (ANSD) e pelos Bombeiros Voluntários de Portimão, a equipa dos Bombeiros Voluntários de Esposende conquistaram os prémios de 1º lugar na prova “Trauma Standard”, 2º lugar da classificação geral e o prémio “Equipa Revelação 2026”, no primeiro ano de participação desta equipa constituída pelas Bombeiros Inês Melo e Marta Viana, num total de 34 equipas em competição.

As provas decorreram em cenários simulados, com vítimas caracterizadas ao pormenor, dando um realismo “mais próximo das ocorrências que as equipas respondem no dia a dia, este evento tem ainda como objetivo a partilha de conhecimentos, troca de ideias, debate entre os participantes envolvendo os avaliadores de referência, paralelamente são testados as mais atuais técnicas e ferramentas utilizadas no socorro”.

Um campeonato caracterizado pelo “respeito mútuo entre equipas, priorizando a evolução do conhecimento na vertente do socorro”, a equipa “Trauma Team de Esposende” destacou-se pelo seu “espírito de missão, dedicação, profissionalismo, competência técnica e integração harmoniosa entre as equipas que estavam em competição”.