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XXIX Galardões A Nossa Terra “A Nossa Terra” realiza-se esta sexta-feira em Braga

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© Coro Cantabile da Casa do Professor de Braga
© Coro Cantabile da Casa do Professor de Braga

O Grande Auditório do Forum Braga será palco, esta sexta-feira, 29 de maio, da Gala de Atribuição dos Galardões “A Nossa Terra”, iniciativa que vai já, na sua XXIX edição e que visa o reconhecimento público ao mérito de cidadãos e entidades que se tenham destacado em ações de relevo em prol da comunidade.

Nessa noite serão entregues 20 galardões de diferentes áreas sendo que 10 são a título individual (Personalidade, Carreira, Saudade, Altruísmo, Artes e Cultura, Associativismo, Ciências e Educação, Desporto, Juventude e Poder Local), nove a título coletivo (Entidade, Empresa Setor Comércio e Serviços, Empresa Setor Industrial, Empresa Setor Restauração / Pastelaria / Hotelaria, Entidade Área Ensino, Evento, Instituição de Solidariedade Social, Movimento Associativo e Organismo de Serviço Público) e um a título individual ou coletivo (Música).

A XXIX edição desta Gala, que terá apresentação de Lara Ferreira e André Vilar, contempla o tradicional, diversificado e, sempre interessante, sarau artístico-cultural, um dos momentos altos da noite, que ano após ano, tem dado a conhecer os novos talentos da cidade.

Assim, pelo palco dos Galardões “A Nossa Terra” vão passar a Companhia de Dança CERCI Braga, o Coro Cantabile da Casa do Professor de Braga, o Arcada & Paganinis Ensemble do Conservatório Bomfim, o Grupo de Cavaquinhos “Os Bravos da Boa Luz” e a Rusga de São Vicente com (En)Cânticos de Aloiar ou Entretenimento.

Como tem vindo a ser habitual na organização deste evento, foi elaborada a revista oficial do evento. O culminar de um trabalho desenvolvido ao longo de vários meses, onde estão patentes as notas biográficas de todos os nomeados da noite e, ainda, uma referência aos premiados de edições anteriores, entre outros dados considerados relevantes.

A publicação, que será apresentada no dia da gala, assume-se como “um testemunho vivo da diversidade de cidadãos e entidades que, pelas mais variadas razões, se tenham vindo a destacar em ações de relevo em prol da comunidade, do concelho, da região ou do país”.

As portas do Grande Auditório do Forum Braga abrem as 20:30. Os interessados ainda podem levantar convite, no Posto de Turismo ou solicitar o mesmo pelo e-mail [email protected].

Barcelos realiza fórum “Cultura, Arte e Saúde Mental”

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DR
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O Município de Barcelos orgnaniza, no dia 15 de junho, no Auditório S. Bento Menni, o Fórum “Cultura, Arte e Saúde Mental 2026”, iniciativa integrada nas comemorações do 2.º aniversário da Rede Municipal de Saúde Mental de Barcelos.

O encontro pretende refletir sobre o papel da cultura e das expressões artísticas na promoção da saúde mental, reunindo profissionais das áreas da saúde, da psicologia, da intervenção social e da cultura.

A sessão de abertura está marcada para as 14:30 e contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Mário Constantino Lopes. O programa inclui também a apresentação do livro “Entre o Delírio e a Realidade”, de Baltazar Fernandes, conduzida por Ana Boaventura, do Instituto S. João de Deus.

Pelas 15:00, realiza-se uma mesa-redonda moderada pelo vereador da Saúde, Filipe Pinheiro, subordinada aos temas da arte como ferramenta terapêutica; inclusão social e promoção da literacia em saúde mental; teatro, performance e expressão artística; e a cultura e arte na intervenção municipal. Participam especialistas em saúde mental e psiquiatria, representantes da Coordenação Nacional das Políticas de Saúde Mental e docentes universitários.

O fórum integra ainda a apresentação da peça de teatro “João”, às 16:30, encerrando com um momento musical.

A participação é gratuita, mediante inscrição através do QR Code disponível no cartaz ou do formulário online.

José Abílio Gonçalves e Luís Caravana do SC Braga homenageados pela Confederação do Desporto

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© SC Braga
© SC Braga

José Abílio Gonçalves e Luís Caravana, atletas de Boccia do SC Braga, foram homenageados, esta quarta-feira, na 29.ª Gala do Desporto, realizada pela Confederação do Desporto de Portugal, em Sintra.

Os Gverreiros do Minho foram reconhecidos pelo trabalho desenvolvido ao longo da última época. José Abílio Gonçalves foi homenageado após a conquista do título de Campeão Europeu Individual, bem como pelos títulos de Vice-campeão Europeu de Pares e Vice-campeão do Mundo. Já Luís Caravana foi agraciado pela conquista do título de Campeão Europeu Jovem, assim como os acompanhantes de competição Paulo Correia, Afonso Costa e Ana Rita Barbosa, elementos fundamentais nas conquistas alcançadas pelos atletas.

Hospital de Braga realizou simulacro de incêndio de grande dimensão

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© ULS Braga
© ULS Braga

A Unidade Local de Saúde de Braga realizou, esta manhã, um exercício de simulacro no Hospital de Braga que testou a resposta da instituição a um cenário de incêndio com evacuação de utentes e ativação do Plano de Catástrofe.

O exercício decorreu no internamento da Alta Centralizada/CAMI, no piso 1 do Hospital de Braga, e simulou um incêndio de origem na área de armazém da estrutura modular, provocado por um curto-circuito que resultou na explosão de garrafas de oxigénio portáteis. O cenário afetou a estrutura modular e a fachada do edifício anexo, com impacto nos serviços de internamento e nas consultas de infeciologia, imunoalergologia e psiquiatria, tendo sido simuladas 12 vítimas.

O simulacro mobilizou cerca de 50 profissionais do Hospital de Braga, distribuídos pela Equipa de Segurança Interna, Alta Centralizada/CAMI, Internamento 1B, consulta de infeciologia, imunoalergologia, manutenção e serviço de urgência. No plano externo, participaram os Serviços Municipais de Proteção Civil, a Polícia de Segurança Pública, os Bombeiros Sapadores de Braga, os Bombeiros Voluntários de Braga e a Polícia Municipal.

O exercício teve como objetivos “testar o Plano de Emergência Interno e o Plano de Catástrofe do Hospital de Braga, verificar os processos e circuitos de evacuação definidos, treinar os profissionais dos serviços envolvidos, avaliar a coordenação entre os diferentes agentes de proteção civil e testar a resposta na componente ambiental”.

“Um simulacro desta dimensão só cumpre o seu propósito quando envolve, em simultâneo, os profissionais do hospital e os agentes externos da proteção civil. O objetivo não é apenas testar planos no papel, mas verificar se a resposta conjunta funciona no terreno, com a rapidez e a organização que uma emergência real exige. Este exercício permitiu consolidar essa articulação e identificar aspetos em que vamos continuar a trabalhar. A ULS Braga realiza, no mínimo, um simulacro por ano, porque proteger vidas e infraestruturas exige preparação contínua, não apenas reativa”, afirma Sílvia Oliveira, Coordenadora do Gabinete de Gestão do Risco da ULS Braga.

Comunidade brasileira volta a unir-se em Braga para festejar o São João

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© Associação UAI
© Associação UAI

O Parque da Ponte, em Braga, volta a ser palco do arraial brasileiro, no dia 4 de julho, para a Festa Junina.

Após as festas concelhias de Braga, a cidade volta a atrair milhares de brasileiros vindos de outros concelhos do país.

Organizado pela Associação UAI, a festa conta com o apoio do Município de Braga, da AGERE, da União de Freguesias de São Lázaro e São João do Souto e do Olhar Brasileiro Portugal. 

Heliporto de Famalicão acolhe exercício de emergência à escala total

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© CM Famalicão
© CM Famalicão

O Heliporto Municipal de Vila Nova de Famalicão vai acolher, durante a manhã do próximo sábado, dia 30 de maio, um exercício de emergência à escala total.

A operação tem como objetivo testar e validar o Plano de Emergência da infraestrutura, bem como avaliar a capacidade de resposta operacional e a articulação entre os meios internos e as entidades externas de proteção e socorro.

“Devido à natureza do exercício, está prevista uma movimentação excecional de veículos e operacionais de emergência nas imediações do equipamento, tratando-se de uma ação previamente planeada e controlada. Refira-se que este simulacro cumpre as obrigações regulamentares aplicáveis aos aeródromos e heliportos nacionais”, refere a Câmara de Famalicão.

Cerca de quatro mil alunos do Cávado participaram no IV Campeonato de Cálculo Mental online Hypatiamat

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© CIM Cávado
© CIM Cávado

A CIM Cávado promoveu a 4.ª edição do Campeonato de Cálculo Mental Online Hypatiamat, uma iniciativa educativa que voltou a mobilizar a comunidade escolar da região, envolvendo 28 agrupamentos de escolas e 3.793 alunos(as) dos seis municípios do território. 

Integrado no Projeto Hypatiamat e apoiado pela CIM do Cávado, o campeonato teve como principais objetivos “desenvolver competências de cálculo mental, estimular o raciocínio lógico e matemático, incentivar a participação dos(as) alunos(as) em ambientes digitais de aprendizagem e promover hábitos de treino matemático através da gamificação”.

Ao longo da competição, foram realizados 81.661 jogos matemáticos na plataforma Hypatiamat, registando-se uma média de 21,53 jogos por participante, números que evidenciam o forte envolvimento das escolas e dos(as) estudantes nesta iniciativa educativa.

Os resultados alcançados demonstram elevados níveis de participação e desempenho nos diferentes anos de escolaridade, reforçando a importância das ferramentas digitais no apoio às aprendizagens e no desenvolvimento de competências matemáticas. 

Entre os vencedores desta edição destacam-se:

  • 1.º Ano (Jogo ADD) – aluno do Agrupamento de Escolas de Amares;
  • 2.º Ano (Jogo SAM) – aluno do Agrupamento de Escolas de Amares;
  • 3.º Ano (Jogo SAMD) – aluno do Agrupamento de Escolas António Rodrigues Sampaio, Esposende;
  • 4.º Ano (Jogo SAMD) – aluno do Agrupamento de Escolas de Amares;
  • 5.º Ano (Jogo SAMD) – aluno do Agrupamento de Escolas de Vila Cova, Barcelos;
  • 6.º Ano (Jogo SAMD) – aluno do Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, Braga;
  • 7.º Ano (Jogo SUBADD) – aluna do Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, Braga;
  • 8.º Ano (Jogo SAMD) – aluna do Agrupamento de Escolas de Real, Braga;
  • 9.º Ano (Jogo SAMD) – aluna do Agrupamento de Escolas de Real, Braga.

A iniciativa permitiu ainda “reforçar capacidades de cálculo mental, aumentar a motivação para a aprendizagem da Matemática, promover a autonomia dos(as) alunos(as) e incentivar hábitos de superação pessoal e treino regular. A componente de gamificação voltou a assumir um papel determinante na motivação e envolvimento dos(as) participantes”.

A CIM Cávado destaca “o sucesso alcançado nesta quarta edição, sublinhando a forte adesão das escolas, dos professores, dos alunos e de todas as entidades parceiras envolvidas, reforçando o compromisso com a promoção do sucesso educativo e da inovação pedagógica na região”.

Famalicão vai contratar 25 assistentes para reforçar limpeza nos espaços públicos

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© CM Famalicão
© CM Famalicão

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai reforçar o número de operacionais afetos aos serviços de Limpeza de Espaços Públicos, com a contratação de 25 assistentes operacionais.

“Além de assegurar a limpeza urbana, estes profissionais vão desempenhar funções ligadas à manutenção diária e conservação das vias e áreas de lazer. O trabalho destas equipas é considerado essencial para garantir que as praças, parques e arruamentos do concelho se mantêm acolhedores, cuidados e seguros para todos. Este reforço responde a uma necessidade permanente de dotar os nossos serviços dos meios humanos indispensáveis para garantir a excelência do espaço público”, destaca Mário Passos, presidente da Câmara Municipal.

A contratação destes 25 trabalhadores decorrerá com recurso a reserva de recrutamento interna já constituída.

Faleceu Miquelina Peixoto, primeira enfermeira obstetra de Famalicão

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© Ordem dos Enfermeiros
© Ordem dos Enfermeiros

Miquelina Peixoto, primeira enfermeira obstetra de Famalicão, morreu ontem aos 93 anos, anunciou a Casa da Memória Viva, associação da qual era madrinha.

Muito obrigado, Madrinha Miquelina. Faleceu esta quarta-feira, aos 93 anos, Miquelina Alves Oliveira Peixoto, a decana das enfermeiras obstetras famalicenses e a primeira pessoa da nossa comunidade a quem a Casa da Memória Viva prestou pública homenagem, a 28 de setembro de 2018, por ocasião da celebração do seu 86.º aniversário natalício. Ficou a ser, partir desse dia, a madrinha da nossa Associação, a convite da Comissão Instaladora. E desde então foi acompanhando a atividade e procurando ter uma palavra de incentivo diante das dificuldades com que nos estávamos a confrontar para enraizar a Casa da Memória Viva no tecido social famalicense”, pode ler-se na publicação.

“Jamais a esqueceremos, D. Miquelina. Nós e, seguramente, milhares de famalicenses que ajudou a nascer e a quem prestou, com desvelo e solicitude ímpares, os primeiros cuidados de saúde”, acrescenta a Casa da Memória Viva.

O funeral, com missa de corpo presente, realiza-se esta quinta-feira, às 15:00, na antiga Igreja Matriz de Vila Nova de Famalicão, onde o corpo poderá ser velado a parir das 11:00. Findas as exéquias fúnebres, seguirá para o cemitério municipal.

À família e amigos, a Braga TV endereça as mais sinceras condolências.

Ronaldo Sousa da UMinho alerta que colonização biológica pode ameaçar outros planetas

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© Ronaldo Sousa
© Ronaldo Sousa

Uma equipa internacional – que inclui Ronaldo Sousa, da Escola de Ciências da Universidade do Minho (UMinho) – alerta que a colonização espacial pode desencadear invasões biológicas irreversíveis, caso microrganismos, plantas ou animais introduzidos pelo ser humano escapem ao controlo. O estudo, publicado na revista Oikos, defende que esta colonização seja regulada, com princípios similares ao combate a espécies invasoras na Terra, de forma a antecipar riscos ambientais, éticos e evolutivos, evitando que passem da ficção científica para a realidade.

“A introdução de espécies da Terra em corpos extraterrestres (designada terraformação) é, por si, um evento de invasão e potencialmente imprevisível”, diz Ronaldo Sousa, investigador do Centro de Biologia Molecular e Ambiental (CBMA) da ECUM. “A nossa presença prolongada na Lua ou em Marte pode contribuir para a sobrevivência da humanidade a longo prazo, mas também alterar esses ecossistemas, pelo que devemos evitar criar as primeiras espécies invasoras interplanetárias e repetir erros ecológicos cometidos na Terra”, diz.

O cientista português exemplifica com a introdução nefasta de coelhos e raposas na Austrália em 1859 e, noutro caso, o acidente do módulo lunar israelita Beresheet em 2019, que terá libertado na Lua milhares de minúsculos tardígrados (também conhecidos por ursos-d’água e que são altamente resistentes à temperatura, radiação e desidratação), evidenciando falhas nas normas de proteção planetária e de missões privadas. “As missões espaciais estão no centro do debate político e científico, logo importa falarmos também da terraformação, que traz riscos profundos de desestabilização de ecossistemas emergentes”, anui.

Organismos pioneiros?

O estudo, em coautoria com Teun Everts (Bélgica) e Phillip Haubrock (Reino Unido), traz uma nova perspetiva da terraformação, encarada como uma forma de introdução biológica mediada por humanos e não apenas como engenharia planetária. Os autores defendem a rápida regulação da introdução deliberada da vida fora da Terra, para se evitar a reprodução de padrões históricos de exploração e desigualdade, bem como a criação de entidades globais de governação robustas e a colaboração interdisciplinar entre biólogos, astrobiólogos, especialistas em ética e decisores políticos.

Entre os possíveis organismos pioneiros para terraformação, o artigo analisa fungos resistentes à radiação, cianobactérias, microrganismos metanogénicos e organismos sintéticos, devido ao seu potencial de formar solos, produzir oxigénio ou alterar a atmosfera. Porém, os cientistas avisam que esses organismos podem gerar subprodutos tóxicos em ambientes extraterrestres com recursos limitados.

“A ciência das invasões fornece décadas de conhecimento sobre prevenção, deteção precoce, avaliação de impactos e gestão de espécies introduzidas”, afirma Ronaldo Sousa, salientando que estes princípios podem ajudar a monitorizar e, quando possível, tornar reversíveis eventuais processos de terraformação. O futuro desta área depende não só da tecnologia, mas também da capacidade de aprender com erros ecológicos do passado e agir de forma responsável em novos contextos planetários, acrescenta o autor, aquando da Semana sobre Espécies Invasoras.