A população está a envelhecer, os doentes têm cada vez mais doenças, a esperança média de vida aumenta e os tratamentos disponíveis são cada vez mais e mais caros. A despesa irá continuar a aumentar anualmente. Isto é só metade do problema.
Vamos pensar no orçamento de uma Unidade Local de Saúde (ULS). Hipoteticamente, vamos assumir uma redução de 50% dos custos de uma ULS mantendo inalterados os cuidados aos doentes, número de atos médicos, atos de enfermagem, todo o tipo de consultas e qualquer tipo de atendimento até ao final de 2026.
Qual é a repercussão imediata em 2027? Orçamento reduzido em cerca de 50%. É isto que está previsto no setor do Estado, onde se inclui a Saúde, aquilo que devia ser descrito como um caso de sucesso é interpretado como um falhanço e com desconfiança. Se a ULS consegue fazer o mesmo com 50% é porque não precisa de 100%, o que é claramente verdade.
Este caso hipotético é extremo. Pensemos então numa redução da despesa de 10%. Resultado? Redução a rondar os 10% do orçamento para o ano seguinte.
Seguindo a lógica do Estado, uma gestão exemplar, que implementa medidas de redução de custos, é penalizadora para as ULS. Desincentiva medidas de redução de custos e prejudica diretamente os utentes, que vêm à partida os seus cuidados limitados no ano seguinte.
Por gerir bem uma ULS, o prémio é castigo orçamental.
Continuamos a discutir se há dinheiro para o Serviço Nacional de Saúde (SNS), se o dinheiro foge para o privado ou para os grandes grupos económicos, mas ainda não sabemos o que fazer quando tivermos bons gestores no SNS. Se calhar somos uns sortudos.
Guilherme Ferreira, atleta dos Amigos da Montanha de Barcelos, foi o principal destaque da participação dos Amigos da Montanha | Becri no XXXIX Troféu Internacional de Natação Villa de Gijón, ao garantir o tempo de qualificação para os Campeonatos Nacionais de Verão na prova de 100 metros livres.
A competição decorreu em Espanha e reuniu cerca de 500 nadadores de 48 clubes provenientes de Portugal, Espanha e Itália, sendo considerada uma das provas internacionais de maior prestígio do calendário da modalidade.
A equipa barcelense esteve representada por Diana Rodrigues, Matilde Almeida, Diana Freitas, Filipa Marques, João São Bento e Guilherme Ferreira, com atletas dos escalões juvenil, júnior e sénior a competirem num contexto de elevado nível competitivo.
Ao longo dos três dias de competição, entre 22 e 24 de maio, os nadadores enfrentaram alguns dos melhores atletas da Península Ibérica, numa experiência marcada pela exigência técnica e competitiva.
O desempenho de Guilherme Ferreira acabou por sobressair ao alcançar o mínimo de acesso aos Campeonatos Nacionais de Verão, concretizando um dos principais objetivos da época.
A PSP celebra hoje, 2 de junho, o 149.º aniversário do Comando Distrital de Braga. A cerimónia comemorativa terá lugar no Salão Nobre da Câmara Municipal de Barcelos, pelas 14:30 e será presidida pelo Secretário de Estado da Administração Interna, Telmo Correia.
A PSP de Braga tem a seu cargo uma área territorial de cerca de 89,4 km2 que compreende as cidades de Braga, Guimarães, Vila Nova de Famalicão e Barcelos.
Em 2025 e face a 2024, na área de responsabilidade da PSP de Braga, a criminalidade geral diminuiu – 4,64% (- 281 registos).
Os crimes de proatividade policial revelam um aumento de + 38,04% (+202 registos).
No que diz respeito à criminalidade violenta ou grave, registou-se um aumento de 7,57% (+19 registos).
No que concerne aos crimes praticados contra pessoas, registou-se uma diminuição de -9,19% (- 170 registos), destacando-se a diminuição de -12,26% no crime de violência doméstica contra cônjuge ou análogos (- 57 registos), de -8,64% no crime de ofensa à integridade física simples (-52 registos) e de – 8,78% no crime de ameaça e coação (-33 registos).
Quanto aos crimes contra o património, verificou-se uma diminuição de – 9,24% (-311 registos), impulsionada pela redução no furto em veículo motorizado com – 30,69% (-120 registos) e no furto de oportunidade/objetos não guardados, com – 20,19% (-86 registos). Em sentido inverso registou-se uma subida no crime de furto de veículo motorizado, com um aumento de +21,70% (+ 51 registos).
Quanto à prevenção e fiscalização rodoviárias, a sinistralidade rodoviária apresenta uma tendência de diminuição. Em 2025 foram levadas a cabo 703 operações de fiscalização rodoviária, tendo sido controladas por radar cerca de 182.126 viaturas e submetidos ao teste de alcoolemia 10.103 condutores.
No mesmo período foram registados 2.544 acidentes de viação (- 451), de onde resultaram 836 feridos ligeiros (- 45), 23 feridos graves (- 13) e 3 vítimas mortais (- 4).
A PSP de Braga realizou cerca de 641 ações de sensibilização que envolveram mais de 32.597 participantes, com especial destaque das 331 ações efetuadas no âmbito do programa Escola Segura, e das 92 ações de sensibilização realizadas no âmbito do programa Idosos em segurança. Estas ações, efetuadas em estreita colaboração com os estabelecimentos de ensino e as autarquias visaram de entre outros, temas como segurança rodoviária, consumo de substâncias aditivas, violência no namoro, utilização segura da internet, autoproteção e burlas.
Em matéria de licenciamento e fiscalização de explosivos, armas e muniçõeseste Comando Distrital de Braga da PSP é responsável, em matéria de licenciamento e fiscalização de explosivos, armas e munições, por todo o distrito. Foram realizadas 70 ações de fiscalização a armeiros, a particulares detentores de armas de fogo e a estabelecimentos comerciais. Nesse âmbito, foram apreendidas e entregues para destruição 850 armas de fogo.
No que concerne a policiamentos a grandes eventos culturais, com a participação de mais de 100.000 pessoas, destacamos: S. João; Festas Académicas (Braga, Guimarães e Barcelos); Noite Branca; Rampa da Falperra; Semana Santa; Braga Romana; Gualterianas; Nicolinas; Rampa da Penha; Carnaval (Famalicão); Festas Antoninas e Festas da Cruzes.
A Póvoa de Lanhoso acolhe esta terça-feira, 3 de junho, o Encontro Regional de Escolas Ubuntu, uma iniciativa que vai reunir cerca de 300 jovens provenientes dos oito municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Ave (CIM do Ave).
Sob o tema “Diálogo com a Comunidade”, o encontro decorrerá ao longo do dia em vários espaços da vila, tendo como ponto de partida o Parque do Pontido. A iniciativa contará com a participação de alunos e docentes de diversas escolas da região, incluindo os dois Agrupamentos de Escolas da Póvoa de Lanhoso e a EPAVE.
Promovido no âmbito da Academia de Líderes Ubuntu, o encontro pretende fomentar valores como a empatia, a cooperação, a cidadania ativa e a liderança servidora, através de um conjunto de dinâmicas, exercícios de reflexão e momentos de partilha entre os participantes.
Ao longo do dia estarão distribuídas 12 estações por diferentes pontos da vila, onde serão desenvolvidas atividades centradas no diálogo, na construção de pontes e no trabalho colaborativo. Um dos momentos simbólicos da iniciativa será a criação da instalação artística “Árvore Ubuntu”, no Parque do Pontido, que será decorada com os contributos produzidos pelos vários grupos participantes.
A organização conta com a colaboração da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso e do Centro de Competências da Filigrana – CINDOR, parceiros da autarquia na concretização do evento.
O Encontro Regional de Escolas Ubuntu integra o Programa de Educação Não Formal da Academia de Líderes Ubuntu, metodologia desenvolvida pelo Instituto Padre António Vieira e inspirada na filosofia africana Ubuntu, assente no princípio “Eu sou porque tu és”.
Baseado nos valores da liderança servidora, da construção de pontes e da ética do cuidado, o programa procura promover competências como o autoconhecimento, a autoconfiança, a resiliência, a empatia e o espírito de serviço à comunidade.
A iniciativa insere-se num projeto desenvolvido pela Comunidade Intermunicipal do Ave, envolvendo os municípios da Póvoa de Lanhoso, Guimarães, Fafe, Vizela, Vila Nova de Famalicão, Cabeceiras de Basto, Vieira do Minho e Mondim de Basto.
O projeto é cofinanciado pelo Programa Regional NORTE 2030, através do Fundo Social Europeu.
Barcelos prepara-se para receber, entre os dias 4 e 6 de junho, mais uma edição do RallySpirit, um dos mais prestigiados eventos de ralis históricos da Europa. Pelo segundo ano consecutivo, o concelho assume um papel central na organização da prova, acolhendo o Parque de Assistência, várias cerimónias oficiais e algumas das classificativas mais importantes do percurso.
Integrado no calendário europeu Slowly Sideways, o RallySpirit volta a reunir máquinas históricas e antigos protagonistas do Campeonato do Mundo de Ralis, atraindo milhares de entusiastas do desporto automóvel ao longo de três dias de competição e celebração da história dos ralis.
A edição de 2026 terá como principal destaque a presença do sueco Stig Blomqvist, campeão do mundo de ralis em 1984, que regressa a Portugal para pilotar um raríssimo Ford RS200 S. O modelo, desenvolvido para a extinta categoria Grupo S, é considerado uma peça única no panorama automobilístico mundial e promete ser um dos grandes focos de atenção do evento.
A competição arranca oficialmente no dia 4 de junho, com a passagem inaugural por Santo Tirso, seguindo-se a classificativa Barcelos Sul, marcada para as 20h51, que assinala o início da ação competitiva no concelho.
No dia seguinte, Barcelos volta a assumir protagonismo com a instalação da Zona de Assistência no Campo da República e a chegada da segunda etapa da prova, prevista para as 19:23. A programação inclui ainda a tradicional Rally Tertúlia Fuchs, agendada para as 21:30, promovendo o convívio entre pilotos, equipas e adeptos.
O sábado reserva os momentos mais intensos da competição. A derradeira etapa arranca às 10:00 e inclui duas passagens pelas classificativas Barcelos Sul e Barcelos Oeste. Um dos momentos mais aguardados será a Boucles de Barcelos, disputada em sistema de perseguição e reconhecida como uma das provas espetáculo mais emocionantes do RallySpirit.
O encerramento está marcado para as 21:30, com a realização do pódio final em Barcelos, numa cerimónia que assinalará o fim de mais uma edição daquele que é considerado um dos maiores encontros europeus dedicados aos ralis históricos.
Ao todo, estarão presentes mais de uma centena de equipas provenientes de dez países, com modelos lendários que marcaram diferentes épocas da modalidade, desde os icónicos Grupo B até aos mais recentes World Rally Cars.
A edição de 2026 ficará também marcada por uma homenagem especial à Subaru, marca que escreveu algumas das páginas mais memoráveis da história dos ralis e que estará representada por vários modelos históricos ao longo do evento.
O SC Braga vai realizar a pré-época em Inglaterra. O clube anunciou que a equipa principal cumprirá o estágio no St. George’s Park, em Burton-on-Trent, entre os dias 4 e 10 de julho.
A formação orientada por Carlos Vicens terá à disposição uma das mais prestigiadas infraestruturas desportivas da Europa. O St. George’s Park é o centro de estágio da Federação Inglesa de Futebol e acolhe regularmente os trabalhos das várias seleções nacionais de Inglaterra.
A deslocação ao Reino Unido integra o plano de preparação delineado para a nova época, permitindo ao plantel trabalhar em condições de excelência antes do arranque oficial das competições.
A Unidade Local de Saúde de Braga vai avançar com a criação de um Centro de Saúde Sexual.
O futuro Centro de Saúde Sexual pretende concentrar num único modelo de funcionamento vários serviços atualmente dispersos, incluindo o Centro de Aconselhamento e Deteção Precoce do VIH (CAD), o Programa Autoestima, dirigido a trabalhadores do sexo, a Consulta Comunitária de Medicina Sexual e as consultas de Profilaxia Pré-Exposição ao VIH (PrEP) e de Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST).
A nova estrutura permitirá alargar horários de atendimento, integrar uma unidade móvel e reforçar ações de rastreio e prevenção, em articulação com escolas, municípios e outras entidades da comunidade. Está igualmente prevista a descentralização do acesso à profilaxia pós-exposição (PPE) e à PrEP, bem como a criação de uma consulta específica para tratamento rápido de pessoas com sintomas de IST e dos seus parceiros.
Outra das novidades será a implementação da primeira resposta estruturada na região do Minho para situações de consumo de drogas em contexto sexual, desenvolvida em colaboração com o Centro de Respostas Integradas (CRI).
A criação do centro surge num contexto em que, segundo a ULS Braga, foram registados 207 casos confirmados de VIH e outras infeções sexualmente transmissíveis em 2024 na sua área de abrangência. Os responsáveis alertam que a incidência real poderá ser superior devido à subnotificação associada a estas patologias.
Coordenado pela médica de saúde pública Sofia Fernandes Lopes, o projeto envolve uma equipa multidisciplinar composta por profissionais de medicina geral e familiar, infeciologia, enfermagem, psicologia, serviço social e fisioterapia.
Além da prestação de cuidados, o Centro de Saúde Sexual terá também uma componente dedicada à formação e à produção de conhecimento científico na área da saúde sexual.
A fotografia institucional ocupa um lugar muito mais importante na vida de um município do que geralmente se reconhece.
À primeira vista, pode parecer uma função meramente técnica, associada ao registo de eventos, inaugurações ou cerimónias oficiais. No entanto, um fotógrafo municipal desempenha, ou deveria desempenhar, uma missão que ultrapassa largamente a simples produção de imagens para divulgação imediata. É um construtor de memória coletiva, um observador privilegiado das transformações do território e um dos responsáveis por deixar às gerações futuras um testemunho visual rigoroso da vida de uma comunidade.
Infelizmente, em muitos municípios portugueses, a fotografia institucional tem-se afastado desta missão mais nobre para se aproximar de uma lógica de comunicação política de curto prazo. A crescente importância das redes sociais e a necessidade permanente de alimentar canais de comunicação digitais conduziram a uma mudança de prioridades. Em vez de documentar o concelho na sua diversidade e complexidade, muitos fotógrafos municipais acabam por dedicar grande parte do seu tempo a seguir a agenda dos eleitos, produzindo imagens centradas na presença do presidente da câmara, dos vereadores ou de outras figuras institucionais. O município deixa de ser o protagonista da narrativa visual e passa a servir de cenário para a promoção da ação política.
Esta realidade merece reflexão porque a função pública não existe para construir a notoriedade de quem exerce cargos temporários. Os titulares dos órgãos autárquicos mudam. As equipas políticas sucedem-se. O município, porém, permanece. A fotografia produzida hoje será, dentro de décadas, uma fonte histórica. As imagens que ficarão nos arquivos municipais poderão ajudar investigadores, jornalistas, estudantes ou simples cidadãos a compreender como vivia uma determinada comunidade, quais eram as suas prioridades, como evoluiu o seu património e de que forma se transformaram os seus espaços públicos. Quando a fotografia institucional se limita a mostrar sucessões de discursos, assinaturas de protocolos ou visitas oficiais, perde-se uma oportunidade valiosa de documentar a realidade social do território.
Um fotógrafo municipal verdadeiramente comprometido com o interesse público deveria procurar retratar o município em toda a sua riqueza humana. As escolas, as associações culturais e desportivas, os agricultores, os empresários, os artistas, os idosos, os jovens, os novos residentes vindos de outros países, as festas populares, os espaços naturais e os projetos comunitários constituem igualmente a vida do concelho. Em muitos casos, são precisamente estas dimensões que revelam a identidade profunda de uma comunidade. Contudo, nem sempre recebem a mesma atenção porque não oferecem a visibilidade política imediata que alguns responsáveis procuram.
Existe ainda uma questão particularmente relevante: a diferença entre comunicação institucional e propaganda política. A comunicação institucional é legítima e necessária. Os cidadãos têm o direito de conhecer as atividades do município, os investimentos realizados e os serviços disponíveis. O problema surge quando os recursos públicos começam a ser utilizados para construir uma imagem pessoal dos eleitos em vez de informar a população. Nessa circunstância, o fotógrafo deixa de atuar como profissional ao serviço da instituição para se tornar, ainda que involuntariamente, um instrumento de valorização política. A fronteira pode parecer subtil, mas é fundamental para a saúde democrática das autarquias.
Outro aspeto frequentemente negligenciado é a preservação dos arquivos fotográficos. Muitos municípios acumulam dezenas de milhares de imagens sem uma estratégia consistente de organização, catalogação e conservação. Produz-se uma enorme quantidade de fotografias, mas perde-se uma parte significativa do seu valor documental porque não existe uma política de arquivo adequada. Um município que não cuida da sua memória visual está, em certa medida, a empobrecer o seu património histórico.
A excelência na fotografia municipal não se mede pelo número de publicações nas redes sociais nem pela frequência com que os responsáveis políticos aparecem nas imagens. Mede-se pela capacidade de construir, ao longo dos anos, um retrato honesto, diversificado e duradouro da comunidade. Um bom fotógrafo municipal não trabalha apenas para o presente. Trabalha também para o futuro. É alguém que compreende que a sua função não consiste apenas em mostrar quem esteve presente num determinado evento, mas em ajudar a contar a história de um território e das pessoas que lhe dão vida.
O fotógrafo oficial de um município deve ser visto como um agente de cultura, de património e de memória coletiva. Quando a sua atividade se reduz à cobertura da agenda política, perde-se uma parte essencial do seu contributo para a comunidade. Quando, pelo contrário, consegue documentar o município na sua totalidade e complexidade, presta um serviço público de enorme valor, muitas vezes só plenamente reconhecido pelas gerações que virão depois de nós.
Um fotógrafo denunciou esta segunda-feira a existência de lixo depositado numa zona verde da freguesia de Nine, no concelho de Vila Nova de Famalicão, alertando para a degradação ambiental do local.
Segundo o denunciante, foram encontrados diversos resíduos espalhados na Rua do Rio Este, junto a um riacho e ao longo dos caminhos adjacentes, incluindo pneus, garrafas de plástico e outros materiais abandonados.
Em declarações, o fotógrafo manifestou indignação com a situação, considerando que a acumulação de lixo resulta não só da falta de civismo de quem o deposita, mas também da alegada ausência de intervenção por parte das entidades competentes.
“O lixo está espalhado no percurso que foi criado junto ao rio. Está uma nojeira. Há materiais que permanecem no local há vários meses e isso transmite um enorme sentimento de impunidade”, afirmou.
O denunciante refere ainda que a presença recente de pneus abandonados foi o que o levou a tornar pública a situação, apelando a uma rápida limpeza da área e a uma maior fiscalização para prevenir novos casos de deposição ilegal de resíduos.
A denúncia surge num contexto de crescente preocupação com a preservação dos espaços naturais e percursos pedonais do concelho, frequentemente procurados por residentes e visitantes para atividades de lazer e contacto com a natureza.