
A GNR registou 103 crimes de bullying no ano letrivo de 2023/2024, dos quais 91 de bullying e 12 de cyberbullying.
No âmbito da prevenção e do combate à violência, a GNR associou-se ao Dia Mundial de Combate ao Bullying, que se assinalou este domingo, pela “relevância que representa na vida das crianças e jovens”.
“O bullying é um conjunto de atos que servem para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e reiterados, praticados por uma ou mais pessoas no contexto de uma relação desigual de poder, causando dor e angústia na(s) vítima(s). Atualmente, e associado ao recurso às novas tecnologias, nomeadamente às redes sociais, o bullying tem assumido novos contornos, dando origem à vertente virtual do ciberbullying. Por norma os sinais de alerta são silenciosos, aconselhando-se os pais, professores e todos os cuidadores a estarem atentos a sinais, tais como alterações de humor, abatimento físico e/ou psicológico, sinais de impaciência ou ansiedade, queixas físicas permanentes (dores de cabeça, de estômago, perturbações no sono, nódoas negras), irritabilidade extrema, ou qualquer outra mudança de comportamento”, refere a GNR.
No âmbito das suas competências em matéria de prevenção criminal, a Guarda tem desenvolvido uma série de ações de sensibilização relacionadas com o bullying, num total de 1.960 no ano letivo de 2023/2024, tendo sido direcionadas para 71.866 crianças e jovens, maioritariamente em contexto escolar, tendo sido abrangidos 1.898 estabelecimentos de ensino público e privado (dados provisórios).
Já no atual ano letivo 2024/2025, e até ao dia 17 de outubro, a Guarda realizou 244 ações de sensibilização relacionadas com o bullying, tendo sido abrangidas 8.729 crianças, num universo de 236 estabelecimentos de ensino.


