Documentário sobre André Soares vence prémio no Festival Finisterra
Quinta-feira , Outubro 22 2020 Periodicidade Diária nº 2612
Principal / Cultura / Documentário sobre André Soares vence prémio no Festival Finisterra

Documentário sobre André Soares vence prémio no Festival Finisterra

O documentário de divulgação patrimonial André Soares (1720-1769) venceu o 2º prémio na categoria Turismo Religioso no Festival Finisterra.

O filme foi distinguido durante a 9ª edição do Finisterra Arrábida Film Art & Tourism Festival, que decorreu esta quinta-feira, 1 de outubro. Este é um dos mais conceituados festivais internacionais dedicados à promoção de boas práticas de turismo, em termos de desenvolvimento sustentável e de responsabilidade social.

O filme André Soares (1720-1769) foi o primeiro dos documentários de divulgação patrimonial produzidos pelo Município de Braga no âmbito das comemorações evocativas da vida e obra “deste génio criativo que legou a Braga e ao Minho um conjunto de obras notáveis”.

Os documentários, filmados e realizados por Martin Dale, têm procurado revelar o percurso e mestria criativa e artística do arquiteto bracarense no contexto da sua época e da reconfiguração social e urbanística da cidade.

Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, salienta que o trabalho realizado por Martin Dale constitui uma “excelente demonstração e uma mais-valia para o reconhecimento do legado de André Soares”. “No ano em que se assinalam os 300 anos do nascimento e os 250 anos da morte de André Soares, estes trabalhos ajudam a valorizar e a divulgar o legado deste insigne arquiteto bracarense”, refere o edil.

Já o realizador Martin Dale, professor da Universidade do Minho, destaca que é uma grande honra receber este prémio. “André Soares foi um sonhador que nos mostra que mesmo em tempos difíceis é possível criar grandes obras que trazem alegria e inspiração”, sustenta.

Recorde-se que as comemorações Centenárias de André Soares, visando assinalar o terceiro centenário do seu nascimento (1720-2020), bem como os 250 anos da sua morte (1769- 2019) com a relevância que esta figura exige no âmbito da história e identidade da cidade de Braga, viram o seu programa de atividades adiado para o ano de 2021, em virtude da pandemia da Covid-19.