Companhia de Teatro de Braga retoma atividade
Terça-feira , Dezembro 1 2020 Periodicidade Diária nº 2652
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Companhia de Teatro de Braga retoma atividade

A Companhia de Teatro de Braga (CTB) vai, passo a passo, sob a contingência da Covid-19, retomando a sua atividade. Depois da estreia de “As Troianas” em julho e da série de representações que se seguiram, com uma boa adesão dos públicos, a CTB vai retomar o seu circuito internacional, parado abruptamente em março.

A CTB tem neste momento a decorrer uma Oficina de Leituras Encenadas no âmbito das comemorações dos 100 anos do dramaturgo português, Bernardo Santareno. A oficina é dirigida por Phillipe Leroux e está inserida no projecto Bragacult.

Em setembro, a CTB retoma o que não realizou em maio, nomeadamente o “projecto de parceria e criação: IBSEN |fronteiras da Conjugalidade”, que desenvolveu com AKRÒAMA, Teatro Stábile di Innovazione e Ricerca della Sardegna.  Este projeto integrou a criação de “A Criatura”  (adaptação da peça “Quando nós os Mortos Despertarmos”, dirigida pelo diretor de Akròama, Lelio Lécis, com atores da CTB) e de SPETTRI, com direção de Rui Madeira e elenco de Akròama.

“É com renovado orgulho e entusiasmo que a CTB pode agora convidar o público a assistir em setembro, no Theatro Circo, a estas duas criações”, refere a companhia bracarense

Em Novembro, ambos os espetáculos serão apresentados de novo, desta vez em Itália.

Programa

  • A Criatura: 2, 3 e 4 de setembro às 21h3o e 3 de setembro às 15h00 – Theatro Circo
  • SPETTRI: 23, 24 e 25 de setembro às 21h30 e 24 de setembro às 15h00 – Theatro Circo

“Nunca será demais sublinhar a frágil situação em que sobrevive o setor do teatro, fruto deste e de muitos outros vírus que, infelizmente, não atingem apenas a criação artística e a atividade cultural no seu geral, mas largas camadas da população. Apelamos, mais uma vez, para a importância dos públicos nos espetáculos, não apenas por um ato de solidariedade do momento, mas sobretudo, porque a arte e a criação artística e a sua consequente fruição é, e será, um vetor central para o nosso devir enquanto comunidade”, apela a companhia.