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CDS pede “demissão imediata” da presidente do Conselho de Administração da TAP

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O CDS-PP afirmou hoje que Christine Ourmières-Widener, presidente do Conselho de Administração da TAP, “não tem condições” para continuar funções, pedindo a sua “demissão imediata”.

Em comunicado, o partido liderado por Nuno Melo, considera que a CEO “não tem condições para se manter na presidência do Conselho de Administração da TAP e deve apresentar de imediato a sua demissão, independentemente da incapacidade demonstrada pelo ministério das Finanças e de factos por apurar da responsabilidade do ministro Fernando Medina”.

O CDS-PP sublinha que a TAP “já absorveu 3,2 mil milhões de impostos dos contribuintes, não tem condições para continuar a exercer as suas funções por violação grave de três procedimentos legais aplicáveis”.

O partido centrista afirma que a indemnização de 500 mil euros foi paga à ex-secretária de Estado do Tesouro “sem a necessária autorização do Ministério das Finanças, quando tal autorização era obrigatória por lei” e que “o montante atribuído a título de indemnização violou o Estatuto do Gestor Público por exceder largamente os limites legais previstos”.

O CDS acrescenta que o Conselho de Administração da TAP “prestou informações erradas à CMVM quando comunicou que Alexandra Reis tinha simplesmente renunciado ao cargo da gestora quando, na realidade, se tratou de um afastamento por incompatibilidades de gestão”.

Por isso, sublinha que “é inaceitável que a presidente do Conselho de Administração viole a lei, falte à verdade, não obtenha autorizações prévias necessárias ou omita informações obrigatórias da tutela e se mantenha em funções”, reforçando que “após pedir a demissão de Alexandra Reis do Governo, também a CEO da TAP não tem as mínimas condições para continuar a liderar a TAP, pelo que se deve demitir de imediato”.

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