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Braga recebe procissão pela Paz com 12 andores dos 14 arciprestados da Arquidiocese

© Angélica Antunes

Braga vai receber uma procissão de velas pela paz, no dia 30 de abril, às 21:00, com saída no Largo de São Paulo.

Organizada pela Irmandade de Nossa Senhora da Torre, esta procissão terá a presença de 12 imagens de Nossa Senhora de 14 arciprestados da Arquidiocese de Braga.

“Ansiamos neste dia divulgar o carinho, a devoção e o amor à Mãe do Céu, para que interceda por todos nós e ouça as nossas súplicas, trazendo a paz a todo o mundo, a paz aos Homens e entre os Homens”, referiu a Irmandade de Nossa Senhora da Torre.

Presença

  • Imaculado Coração de Maria – Arautos do Evangelho
  • Nossa Senhora da Abadia – Amares
  • Nossa Senhora da Paz – Amares
  • Nossa Senhora da Aparecida – Balugães – Barcelos
  • Nossa Senhora do Facho – Barcelos
  • Nossa Senhora da Franqueira – Barcelos
  • Nossa Senhora do Rosário – Fradelos – Braga
  • Nossa Senhora do Sameiro – Braga
  • Nossa Senhora dos Remédios – Cabeceira de Basto
  • Nossa Senhora das Neves – Fafe
  • Nossa Senhora das Dores – Arnoso – Famalicão
  • Nossa Senhora da Torre – Braga

Percurso

  • Saída do Largo de S.Paulo;
  • Rua D. Gonçalo Pereira;
  • Rua D. Afonso Henriques;
  • Rua S. Marcos;
  • Rua do Souto;
  • Rua D. Diogo de Sousa;
  • Rua D. Frei Caetano Brandão;
  • Rua D. Paio Mendes;
  • Rua D. Gonçalo Pereira
  • Largo de S. Paulo.

De acordo com a Irmandade de Nossa Senhora da Torre, “a Irmandade de Nossa Senhora da Torre foi fundada em 1765, dando corpo a uma grande devoção que se instaurou na cidade de Braga. Com efeito, o povo agradeceu a Nossa Senhora o facto de Braga ter ficado ilesa às consequências do terramoto de 1755. A partir desse momento, todos anos se festejava o dia de Nossa Senhora da Torre no primeiro domingo do mês de maio e no dia 1 de novembro realizava-se uma majestosa procissão de velas em volta das muralhas da cidade, pedindo à Santíssima Virgem que continuasse a proteger a urbe e os seus habitantes. Os tempos foram mudando e a fé dos bracarenses foi esmorecendo, o que levou a que a Irmandade tivesse desaparecido da memória do povo. Após 60 anos sem corpos gerentes, eis que um grupo de devotos volta a dar dignidade e consistência ao culto da padroeira da cidade de Braga”.

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