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AEMinho pede responsabilidade governativa e estabilidade em Portugal

No âmbito das Legislativas, a Associação Empresarial do Minho pediu responsabilidade aos novos eleitos e apela para colocarem a estabilidade de Portugal em primeiro lugar.

Ricardo Costa © AEMinho

A Associação Empresarial do Minho (AEMinho), na leitura dos resultados eleitorais do passado domingo, apelou à responsabilidade aos novos eleitos para colocarem a estabilidade de Portugal em primeiro lugar.

“Conjugados com as notícias que têm vindo a público sobre os diversos posicionamentos das forças políticas envolvidas neste processo, a AEMinho entende que é essencial que se tenham em consideração fatores relevantes e decisivos para o futuro do país e da economia portuguesa”, refere em comunicado.

“Em democracia a vontade é expressa pelo voto. É crucial que os resultados eleitorais sejam interpretados de forma a refletir fielmente essa vontade. Portanto, é imperativo respeitar a distribuição de votos e a correlação de forças resultantes, garantindo que todas sejam devidamente consideradas. Nesse sentido, é essencial que se respeite a distribuição de votos e correlação de forças resultantes dessa mesma distribuição. Em democracia pretende-se que ninguém seja ignorado. Todas as forças partidárias envolvidas na cena política do país têm a obrigação constitucional e moral de assim agirem, no estrito respeito pelos resultados eleitorais que são o espelho da vontade do povo português”, acrescenta.

A AEMinho lembra que “o país atravessa um momento crucial para o futuro da sua economia. É importante que todos entendam que a estabilidade e viabilidade governativa são hoje, mais do que nunca, vitais para garantir o crescimento económico que almejamos, com a criação das condições necessárias para manter e aumentar a atratividade para o investimento externo, a criação de riqueza que são o único caminho para garantir melhores salários e melhores condições de vida aos portugueses”.

“Apelamos a todas as forças políticas que reflitam sobre o seu papel, resultante das eleições, no quadro democrático do país e que ponham os interesses de Portugal à frente dos seus próprios interesses. A viabilidade governativa é essencial e os portugueses criaram, através do voto, todas as condições para que, com responsabilidade e espírito de cooperação, a governabilidade do país seja assegurada. Ainda que este seja um novo cenário, ele não deve gerar alianças negativas, deve gerar os consensos que esse novo quadro impõe. Desempenhar um cargo público eletivo é exatamente entender que o caminho quem dita são os eleitores, mesmo quando não represente o nosso ponto de partida”, finalizou.

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