
Para assinalar o seu quinto aniversário, a AEMinho promoveu, esta segunda-feira, em Braga, a Cimeira da Indústria, que reuniu algumas das mais relevantes figuras do panorama político, económico, empresarial e diplomático nacional e internacional.
O evento contou com a presença do Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, e do Ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, bem como de líderes empresariais, académicos e institucionais que participaram em painéis dedicados aos desafios da competitividade, da modernização do Estado, da produtividade, da inovação e da capacidade de crescimento da economia portuguesa.
Ao longo do dia passaram pela cimeira diversas personalidades de relevo nacional, consolidando Braga e o Minho como “um espaço cada vez mais afirmado de reflexão estratégica sobre o futuro da indústria e das empresas em Portugal”.
Para a AEMinho, “esta edição assumiu um significado particularmente simbólico, coincidindo com os cinco anos de uma associação construída a partir do tecido empresarial real, independente e profundamente comprometida com o crescimento económico da região e do país”.
“Há cinco anos nasceu uma associação livre, criada por empresários que acreditavam que o Minho precisava de uma voz forte, independente e mobilizadora. Hoje, celebramos não apenas o percurso da AEMinho, mas sobretudo aquilo que as empresas da nossa região conseguiram conquistar neste período. O Minho cresceu, internacionalizou-se, sofisticou a sua indústria, reforçou exportações e demonstrou uma enorme capacidade de resistência e adaptação”, afirma Ramiro Brito, Presidente da Direção da AEMinho.
O dirigente destaca ainda que “o grande desafio do país continua a ser criar condições reais para que as empresas possam crescer, ganhar escala, capitalizar- se e competir internacionalmente. Não existe desenvolvimento económico sustentável sem empresas fortes, ambiciosas e capazes de criar valor acrescentado. E é precisamente nessa visão que a AEMinho continuará focada nos próximos anos”.
No âmbito da cimeira, a AEMinho promoveu igualmente um almoço de diplomacia económica que reuniu a comunidade empresarial e mais de 12 representações diplomáticas internacionais, num momento dedicado à internacionalização, à captação de investimento e ao reforço das relações económicas externas da região.
A iniciativa contou com representantes diplomáticos de diversos países e teve como objetivo aproximar o tecido empresarial minhoto de oportunidades de cooperação internacional, reforçando o posicionamento do Minho enquanto território exportador, competitivo e aberto ao mundo.
“Este momento de diplomacia económica simboliza exatamente aquilo que queremos para o futuro da região: empresas mais internacionais, mais preparadas para competir globalmente e um Minho cada vez mais ligado aos grandes fluxos económicos internacionais. O crescimento económico faz-se também pela capacidade de criar pontes, atrair investimento e construir relações estratégicas duradouras”, acrescenta Ramiro Brito.
A AEMinho considera que “a realização da Cimeira da Indústria em Braga representa também o reconhecimento nacional da dinâmica empresarial da região e do papel que o Minho tem assumido como um dos principais motores económicos do país”.
Cinco anos após a sua fundação, a associação reafirma o compromisso de “continuar a defender uma economia mais competitiva, mais próxima das empresas e mais alinhada com a realidade do tecido produtivo nacional, mantendo o espírito independente e mobilizador que esteve na origem do projeto em 2021”.


