
A Iniciativa Liberal de Braga apresentou as medidas do partido para o Plano e Orçamento de 2026.
Rui Rocha, vereador na Câmara Municipal de Braga, sublinhou que “o Orçamento de 2026 não será nunca um documento da Iniciativa Liberal uma vez que a direção política cabe ao presidente da Câmara e à coligação Juntos por Braga”. “Trata-se de um contributo para melhorar o documento e não para alterar a sua natureza”, refere o liberal.
Nesse mesmo contexto, Rui Rocha sublinhou que as cinco medidas apresentadas “têm um custo global limitado, que não excede 0,5% do valor global do Orçamento de 2025, e estão direcionadas cirurgicamente para áreas concretas que preocupam os bracarenses”.
Na Mobilidade, o partido propõe “um estudo de viabilidade do Metro de Superfície, medida fundamental para preparar soluções de mobilidade essenciais a médio prazo”.
Já na Saúde, a Iniciativa Liberal apresentou “um seguro de saúde suportado pelo Município para beneficiários do Complemento Social para Idosos”.
Na Educação, sugere “um apoio a freguesias que queiram instalar salas de estudo no seu território para proporcionar espaços adequados e mais oportunidades sobretudo aos estudantes com mais dificuldades económicas”.
Na Atividade Económica propõe “a suspensão das taxas de esplanadas no ano de 2026 para apoiar o setor da restauração e atividades conexas e revitalizar o centro histórico e o comércio de saúde”.
Por fim, no Urbanismo, Iniciativa Liberal sugere “a publicação de vários indicadores sobre tempos médios de decisão dos serviços camarários (licenciamentos, pedidos de informação prévia e comunicações prévias)”.
O vereador da Iniciativa Liberal manifestou ainda a sua “confiança de que estas medidas poderão vir a ser acolhidas no Plano e Orçamento por considerar que são muito importantes para assegurar melhor qualidade de vida em áreas essenciais aos bracarenses”.
Rui Rocha sublinhou mesmo que “seria um péssimo sinal de que medidas tão importantes e com custo limitado não fossem acolhidas pelo presidente da Câmara”, tendo desafiado João Rodrigues a “assumir definitivamente uma via de abertura e diálogo a bem dos interesses do Município”.


