
O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios vai ser assinalado este sábado, 18 de abril, incluindo várias atividades com investigadores ou espaços da Universidade do Minho (UMinho). O objetivo é valorizar o património cultural e sensibilizar para a sua preservação, proporcionando o contacto direto com a história e identidade dos territórios.
Paulo Lourenço, professor catedrático da Escola de Engenharia da UMinho, vai participar na sessão nacional marcada para o auditório do Centro Empresarial da Marinha Grande, distrito de Leiria. Às 15:00, profere a conferência inaugural “Património construído em risco: entre sismos, clima e estratégias de proteção”, após as intervenções do presidente do conselho diretivo do Património Cultural, I.P., João Soalheiro, e do presidente do ICOMOS Portugal (Conselho Internacional de Monumentos e Sítios), Orlando Sousa.
À mesma hora, em Esposende, o Fórum Rodrigues Sampaio acolhe um evento de apresentação do portal público MUSEO, um software de gestão integrada de património cultural criado pela spin-off Keep Solutions, entre outros projetos.
De manhã, Gonçalo Cruz, investigador colaborador do Laboratório de Paisagens, Património e Território (Lab2PT), coordena uma caminhada interpretativa em Briteiros, Guimarães. O trilho “Rota da Citânia” começa às 9h30, junto ao Museu da Cultura Castreja, aliando história, educação e natureza. O evento tem apoio da Sociedade Martins Sarmento, da freguesia e do agrupamento escolar local e faz parte do programa da Guimarães 26 – Capital Verde Europeia.
Às 10:30 é a vez de Luís Fontes, da Unidade de Arqueologia da UMinho, orientar uma visita guiada ao Mosteiro de Sanfins, em Valença, mostrando os segredos e a relevância histórica daquele espaço, numa ação com apoio do município local.
Já a Biblioteca Pública de Braga, uma das unidades culturais da UMinho, antecipa o dia comemorativo e acolhe esta sexta-feira, 17 de abril, às 15:00, uma visita guiada a espaços seus habitualmente inacessíveis ao público. Trata-se de uma oportunidade única para descobrir a riqueza histórica e cultural, o espólio bibliográfico e o património integrado na arquitetura desta instituição, além de conhecer a sua evolução ao longo do tempo através de testemunhos materiais e leituras evocativas.


