
Rui Rocha, vereador da Iniciativa Liberal, pediu ao Município de Braga para que intervenha junto do Governo Central para acelerar o processo de intervenção em quatro escolas do concelho.
O liberal manifestou a sua preocupação na Reunião do Executivo Municipal, realizada na segunda-feira, uma vez que a Calouste Gulbenkian, a EB 2/3 de Palmeira, a EB 2/3 Frei Caetano Brandão e a EB 2/3 Trigal de Santa Maria estão identificadas como “obras de intervenção urgente”, mas o Governo afirma “não ter meios para promover as intervenções a curto prazo”, pelo que terão de esperar até 2030 para que as obras sejam concluídas.
“A nossa preocupação é que o Município nos informe sobre os dados que tem junto do Governo Central, sobre qual é o calendário para a intervenção destas escolas, muitas delas já adiadas durante muitos anos, e que poderão ou não, em função da informação que agora se confirmar, estar mais três ou quatro anos à espera de uma intervenção, sendo essas intervenções urgentes identificadas nos planos de Governo. Parece-nos absolutamente essencial que se saiba qual é o calendário de intervenção, porque mais uma vez, estamos a adiar há muito tempo essas intervenções e isso é para nós bastante urgente”, referiu Rui Rocha.
O vereador disse que o Município de Braga deve insistir junto do Estado Central. “Estas escolas, a nível nacional, têm três níveis: Muito Urgente, Urgente e Prioritário. Portanto, estas estão acima de seguramente prioritário. Aquilo que o Município tem de fazer é pressionar o Governo para dar prioridade àquilo que o próprio Governo diz que é urgente. Caso se confirme que alguma delas não é para avançar no imediato, aquilo que o Município deve fazer é exigir junto do Governo que cumpra os seus compromissos. Se não for possível, se houver algum caso que está adiado até 2030 e não for possível concretizar junto do Governo alguma garantia de que avancem no imediato, o próprio Município deve avaliar a possibilidade de substituir na concretização dessas obras e depois apresentar a fatura ao Governo para que os nossos alunos, os nossos professores, os nossos auxiliares, todo o pessoal que trabalha nas escolas, não fique sujeito a situações de menor adequação do local de trabalho onde estão ou do local de aprendizagem onde estão”, reforçou o vereador.


