
O movimento independente “Amar e Servir Braga”, liderado por Ricardo Silva, presidente da Junta de Freguesia de São Victor desde 2013, apresentou a sua lista completa de candidatos às próximas eleições autárquicas para a Câmara Municipal de Braga.
A candidatura aposta “numa governação de proximidade, transparente e sustentável, valorizando a qualidade de vida e o património da cidade”.
Candidatos à Câmara Municipal de Braga:
- Ricardo Silva, 44 anos, licenciado em História e em Arqueologia, é presidente da Junta de Freguesia de São Victor desde 2013, sendo o representante da freguesia no grupo independente de São Victor na Assembleia Municipal de Braga e membro do Conselho Geral da Associacao Nacional das Freguesias. Fundador da associação Braga+, antigo Coordenador Geral da JovemCoop, membro do Grupo Coral de Guadalupe e ativo em causas culturais e sociais.
- Mário Meireles, 37 anos, Doutorado e Mestre pela escola de Engenharia Civil e Licenciado em Engenharia Informática, Secretário e Vice-Presidente da Junta de Freguesia de São Victor, trabalhador dos TUB, presidente da Braga Ciclável e da Mesa da Assembleia Geral da MUBi, antigo Vice-Presidente da FPCUB, antigo membro de Comissões Técnicas do IPQ, investigador e consultor em Mobilidade e Urbanismo.
- Marta Mendes, 34 anos, Mestre em Ciências Jurídico-Criminais, jurista na APAV e gestora de programas de apoio a vítimas de violência, conselheira municipal para a igualdade e dirigente do Corpo Nacional de Escutas.
- Ana Maria Caldeira, 67 anos, Mestre em Organizações Educativas e Administração Educacional, antiga diretora da Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, defensora da escola pública e do ensino artístico.
- José Afonso, 58 anos, formado em Tecnologias de Mecânica Aplicada, ex-presidente da União de Freguesias de Arentim e Cunha, com percurso associativo nas áreas cultural e social.
- Marina Mendes, 34 anos, Mestre em Geociências, especialista em valorização de recursos geológicos, técnica superior na área do Ambiente, autora de livro infantil sobre educação ambiental e ativa em projetos de voluntariado e sustentabilidade.
- Tânia Covas, 47 anos, licenciada em Educação Física e Desporto, ex-atleta de alta competição em salto com vara, professora de educação física, treinadora e dirigente associativa em clubes desportivos.
- Inácio Anjos, 68 anos, licenciado em Ciências do Desporto, com 43 anos de serviço público desportivo, formador nacional em ética no desporto e dirigente no basquetebol.
- Manuel Rocha, 52 anos, bacharel em Engenharia Topográfica e Mestre em Arquitetura, técnico superior na administração pública.
- Susana Ferreira, 45 anos, Mestre em Património Cultural e licenciada em História, docente e coordenadora de curso de Turismo, ex-diretora na Associação Portuguesa de Deficientes e promotora da inclusão.
- Paulo Morais, 52 anos, licenciado em Gestão de Empresas e especialista em Small Business Management, gestor e empreendedor na área do fitness, presidente da Associação Rosa Vida e representante nacional da Race For The Cure.
- Vítor Teixeira, 46 anos, licenciado em História, professor e empresário na área da medicina e segurança no trabalho.
- Fátima Leitão, 72 anos, especialista em Educação Especial, coordenadora de equipas de educação e voluntária na Liga Portuguesa Contra o Cancro.
- Bruno Carvalho, 37 anos, licenciado em Gestão Logística e pós-graduado em Gestão de Projetos de Engenharia, profissional na área de logística e qualidade.
- Paula Veras, 54 anos, licenciada em Relações Internacionais e Educação Musical, fundadora de projetos educativos e culturais para crianças com necessidades especiais.
- Faria Fernandes, 72 anos, especialista em Construção Civil, professor e ativo no associativismo cultural, social e desportivo.
- Hugo Rebelo, 34 anos, pós-graduado em Inovação e Transição Digital, com responsabilidades em gestão de negócios e desenvolvimento estratégico.
Para Ricardo Silva, esta lista “reflete o compromisso do movimento independente com a diversidade de competências, experiência e dedicação à comunidade bracarense, reforçando a aposta numa política local de proximidade, inclusão e valorização do património cultural, social e ambiental da cidade”.


