
A Comissão de Utentes da Saúde de Braga veio questionar a atuação do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde de Braga durante o período em que médicos tarefeiros alegadamente recusaram prestar serviço na urgência, considerando que “a administração apresentou uma visão propagandística da situação”.
Em comunicado, a Comissão refere que “apesar de o Hospital de Braga ter destacado o normal funcionamento da urgência, registaram-se períodos de grande perturbação, com tempos de espera considerados excessivos”.
A Comissão de Utentes da Saúde de Braga defende ainda que “não basta manter o serviço de urgência aberto”, alegando “ser necessário garantir equipas completas e o cumprimento das normas legais em vigor para assegurar a qualidade e a segurança dos cuidados prestados”.
No documento, a Comissão solicita esclarecimentos ao Conselho de Administração sobre o cumprimento dessas regras e questiona se “a segurança dos doentes esteve sempre assegurada”.
Caso não sejam prestados os esclarecimentos solicitados, a Comissão afirma que irá expor a situação às entidades competentes, para que seja averiguado o funcionamento da urgência e adotadas as medidas consideradas necessárias.


