
A Póvoa de Lanhoso voltou a afirmar a aposta na cultura com o arranque da segunda edição do Festival Instrumental Portugal. A iniciativa, promovida pelo Município em parceria com a Portugal Musical 360, decorre ao longo de quatro dias e junta artistas emergentes e nomes consagrados da música instrumental nacional.
A sessão de abertura ficou marcada pela atuação do quarteto de metais da Banda Musical de Calvos e pela apresentação “Fios de Ouro: Uma Arte Ancestral”, que destacou a filigrana povoense através da ligação entre tradição e design contemporâneo. O primeiro dia contou ainda com os concertos de Maria do Mar e PHOLE, terminando com uma mostra de vinhos, petiscos e doces tradicionais.
Na abertura do festival, a vice-presidente da Câmara, Fátima Moreira, descreveu a realização do evento como “um ato de coragem e de ousadia”, sublinhando a ambição de afirmar a Póvoa de Lanhoso como palco de um festival de dimensão nacional.
O encerramento, no domingo, será dedicado aos 180 anos da Revolta da Maria da Fonte, reunindo coletividades, músicos e grupos de cantares numa celebração comunitária que pretende homenagear um dos maiores símbolos da identidade do concelho.
Com música, património, gastronomia e tradição, o Festival Instrumental Portugal reforça a oferta cultural da Póvoa de Lanhoso e pretende afirmar-se como uma referência no panorama nacional.


