A atleta dos Amigos da Montanha de Barcelos, Graça Costa, voltou a destacar-se em competição ao conquistar o 1.º lugar no escalão F60 da 19.ª Corrida Intermarché, disputada este fim de semana nas Caldas das Taipas, no concelho de Guimarães.
A prova de 10 quilómetros reuniu 278 atletas e integrou mais uma edição de um dos eventos de atletismo mais participados da região. Graça Costa completou o percurso em 45 minutos e 40 segundos, garantindo a vitória no escalão F60, onde competiram quatro atletas.
Além do triunfo na sua categoria, a atleta alcançou ainda o 10.º lugar da classificação geral feminina, entre 55 participantes, e terminou na 75.ª posição da classificação geral absoluta.
Com mais este resultado, Graça Costa reforça o seu percurso de destaque no atletismo de estrada, continuando a representar os Amigos da Montanha com resultados de relevo nas competições em que participa.
O ativista ambiental Carlos Dobreira denunciou a existência e o crescimento de uma alegada lixeira a céu aberto situada junto ao Montariol, na freguesia de São Vicente, em Braga.
Segundo o denunciante, tem-se verificado um aumento significativo da deposição de resíduos na zona localizada entre a Rua da Boavista e a Quinta da Torre, onde estarão acumuladas toneladas de diversos materiais.
De acordo com Carlos Dobreira, a área é visível a partir de vários pontos da cidade, nomeadamente da Rotunda da Confeiteira, do Estádio Amélia Morais e da Avenida do Cávado, situação que considera preocupante do ponto de vista ambiental e paisagístico.
O ativista refere ainda que esta problemática tem sido reportada ao longo dos anos a diversas entidades, entre as quais a Quercus, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), a Câmara Municipal de Braga, a Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT), bem como a organismos da União Europeia.
Segundo o mesmo, o assunto também foi abordado em sessões da Assembleia Municipal de Braga, durante os últimos mandatos autárquicos, e na Assembleia de Freguesia de São Vicente.
Carlos Dobreira considera que a situação continua sem uma resolução efetiva e apela à intervenção das entidades competentes para a remoção dos resíduos e recuperação ambiental da área.
Faleceu este domingo João Gonçalves Carvalho, antigo presidente da Junta de Freguesia de Morreira, em Braga. Tinha 83 anos e era considerado uma das maiores referências da freguesia, onde deixou uma marca profunda ao longo da sua vida cívica e política.
Conhecido carinhosamente como “Carvalho da Morreira”, João Gonçalves Carvalho destacou-se pelo seu empenho na defesa dos interesses da população e pelo trabalho desenvolvido em prol da comunidade local, sendo recordado como um autarca próximo das pessoas e dedicado ao desenvolvimento da freguesia.
Numa nota de pesar, o Partido Socialista lamentou o seu falecimento, destacando o percurso de um “homem bom, um autarca de referência e um socialista de todas as horas”.
“Deixou marca indelével enquanto presidente de Junta dedicado e comprometido com a sua terra, a freguesia da Morreira, sempre próximo e empenhado na melhoria de vida dos seus conterrâneos”, refere a mensagem divulgada pelo partido.
O PS sublinha ainda que João Gonçalves Carvalho foi um militante de fortes convicções, respeitado por todos e detentor de um património político e social admirável, deixando um legado que continuará a servir de exemplo para as futuras gerações.
A notícia da sua morte gerou inúmeras manifestações de pesar junto da comunidade, onde era amplamente reconhecido pelo seu espírito de serviço, dedicação e compromisso com a causa pública.
À família e amigos a Braga TV endereça as mais sinceras condolências.
A freguesia de Lamas, em Braga, prepara-se para celebrar as tradicionais Festas de Santo António, que decorrerão nos dias 12, 13 e 14 de junho, prometendo três dias de convívio, animação e muita música.
As festividades em honra de Santo António voltam a reunir a comunidade local e visitantes num ambiente de alegria e tradição, mantendo viva uma celebração profundamente enraizada na identidade da freguesia.
Ao longo dos três dias, o programa contará com diversos momentos de animação musical, atividades de convívio e iniciativas destinadas a todas as idades, proporcionando um ambiente festivo para famílias, amigos e visitantes.
Braga volta a afirmar-se como a capital das tradições populares com a realização da XXXV edição do Encontro Internacional de Gigantones e Cabeçudos, que decorrerá nos dias 19 e 20 de junho de 2026, integrado na programação das Festas de São João de Braga.
Organizado pela Ida e Volta – Associação Cultural e Artística, o evento assume este ano um caráter particularmente especial ao celebrar os 35 anos desta iniciativa, coincidindo igualmente com as comemorações dos 30 anos da associação, fundada em 1996.
Ao longo de mais de três décadas, o Encontro Internacional de Gigantones e Cabeçudos tem desempenhado um papel fundamental na preservação e promoção do património cultural imaterial ligado aos Gigantones, Cabeçudos e Zés Pereiras, reunindo grupos nacionais e internacionais num verdadeiro intercâmbio de culturas, tradições e saberes populares.
Maior desfile de percussão do país
A manhã de sábado, 20 de junho, será marcada pela realização do III Rufar de Porta Aberta, iniciativa que reunirá 20 grupos de percussão e centenas de músicos pelas ruas do centro histórico de Braga.
Considerado o maior desfile de percussão realizado em Portugal, o evento promete proporcionar um espetáculo único de ritmo, energia e tradição, percorrendo o trajeto entre o Arco da Porta Nova e a Praça da República.
Mais de 1.500 participantes no grande desfile internacional
O momento mais aguardado do fim de semana acontece na noite de sábado com o XXXV Encontro Internacional de Gigantones e Cabeçudos de Braga.
O desfile contará com a participação de 35 grupos provenientes de Portugal e Espanha, envolvendo mais de 1.500 participantes e cerca de 200 figuras entre Gigantones e Cabeçudos. O centro histórico da cidade transformar-se-á num dos maiores palcos da cultura popular da Península Ibérica, atraindo milhares de espectadores.
Sarau Cultural regressa após uma década
Outra das novidades desta edição é o regresso do Sarau Cultural, dez anos após a sua última realização.
O momento pretende promover o convívio e a partilha entre grupos, dirigentes, músicos e participantes que ajudaram a construir a história deste evento ao longo das últimas décadas, reforçando o espírito de comunidade que caracteriza o encontro.
Tradição e inovação de mãos dadas
A edição de 2026 ficará ainda marcada pela apresentação do projeto “Os Cabeçudos”, uma criação artística que cruza tradição e contemporaneidade.
O espetáculo contará com a participação de Dj Cozta & Slamtype, apresentando uma nova abordagem à valorização desta expressão do património cultural popular, através da fusão entre elementos tradicionais e linguagens artísticas contemporâneas.
Mais do que um evento festivo, o Encontro Internacional de Gigantones e Cabeçudos de Braga continua a afirmar-se como uma celebração da identidade cultural, da memória coletiva e do movimento associativo, mobilizando dezenas de voluntários e envolvendo centenas de participantes e visitantes.
Programa
19 de junho (sexta-feira)
Sarau Cultural
23:00
Avenida Central
Concerto “Os Cabeçudos”
00:30
Avenida Central
20 de junho (sábado)
III Rufar de Porta Aberta
10:30
Percurso: Arco da Porta Nova, Rua D. Diogo de Sousa, Rua do Souto e Praça da República
Receção Oficial aos Grupos Participantes
16:00
Salão Nobre da Câmara Municipal de Braga
XXXV Encontro Internacional de Gigantones e Cabeçudos de Braga
21:30
Percurso: Praça do Município, Rua D. Frei Caetano Brandão, Rua D. Diogo de Sousa, Rua do Souto, Rua de São Marcos, Largo Carlos Amarante, Rua Dr. Gonçalo Sampaio, Avenida da Liberdade e Praça da República
A Associação de Música Sacra de Braga vai realizar a sexta edição das Jornadas Formativas, uma iniciativa que visa reforçar a formação de músicos ao serviço da Igreja e que decorrerá nos polos de Braga e Ribeirão.
O programa integra os Cursos de Canto, Órgão, Direção Coral e Sénior, contando este ano com uma novidade: a estreia do Curso Infantil, disponível exclusivamente no polo de Braga.
A formação sénior realiza-se em Braga nos dias 1 e 8 de julho e em Ribeirão a 15 e 22 de junho. Já os cursos de Música Litúrgica, nas áreas de Canto, Órgão e Direção Coral, decorrem nos dias 26 de setembro e 3 de outubro, em ambos os polos.
A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória e limitada. As inscrições para o Curso Sénior decorrem até 12 de junho, enquanto os interessados nos restantes cursos podem inscrever-se até 12 de setembro.
Serão aceites inscrições de participantes de edições anteriores, embora seja dada prioridade a quem frequenta a formação pela primeira vez. Os interessados podem inscrever-se através dos endereços eletrónicos [email protected] ou [email protected], ou contactar o número 917 645 858.
O SC Braga esteve em grande destaque no Torneio Primavera de Cadetes, realizado este sábado, ao terminar a competição no primeiro lugar da estatística de medalhas.
Ao longo das 70 provas disputadas, os jovens nadadores alcançaram 63 recordes pessoais, um indicador da evolução e do trabalho desenvolvido pela equipa técnica e pelos atletas durante a temporada.
No total, o SC Braga conquistou 15 medalhas, distribuídas por cinco de ouro, quatro de prata e seis de bronze.
Entre os principais destaques individuais esteve Isabella Schaab, vencedora dos 200 metros Livres e dos 100 metros Estilos, e Dinis Ferreira Afonso, que também subiu ao lugar mais alto do pódio nos 100 metros Estilos e nos 200 metros Livres.
Carlota Coelho conquistou uma medalha de ouro e uma de prata, enquanto Ana Silva arrecadou duas medalhas de prata.
Nas medalhas de bronze destacaram-se Gabriel Gonçalves, com uma prata e um bronze, Leonor Fernandes, com dois terceiros lugares, além de Manuel Pimenta, Elias Barros e Tiago Gonçalves, que também alcançaram lugares no pódio.
A prestação coletiva permitiu ao SC Braga terminar a competição como a equipa mais medalhada do torneio, reforçando a qualidade do trabalho realizado nos escalões de formação da natação bracarense.
Há perguntas que incomodam. Perguntas que nos obrigam a olhar para o espelho da sociedade e a questionar aquilo que vemos refletido. Uma dessas perguntas é simples, mas profundamente perturbadora:
– Que sociedade é esta em que nos estamos a tornar?
Vivemos uma época paradoxal. Nunca a Humanidade teve tantos meios para comunicar, e nunca esteve tão distante de si própria. Nunca tivemos tanta informação disponível, e nunca parecemos tão perdidos quanto ao essencial. Nunca falámos tanto sobre amor, empatia e inclusão, e nunca fomos tão incapazes de olhar verdadeiramente para o sofrimento humano que nos rodeia.
Assistimos, silenciosamente, a uma transformação cultural que merece reflexão.
Hoje, muitas pessoas chamam “filhos” aos seus animais de companhia. Celebram os seus aniversários, vestem-nos, levam-nos a spas, compram-lhes roupas de luxo, organizam sessões fotográficas e criam perfis nas redes sociais onde exibem cada momento da sua vida. Atenção, não há nada de errado em amar um animal, pelo contrário, o respeito pelos animais é um sinal de civilização.
O problema começa quando a afeição legítima se transforma numa substituição da própria condição humana, quando um cão ou um gato passam a ocupar emocionalmente o lugar que outrora era reservado aos filhos, aos pais, aos irmãos, aos amigos ou aos vizinhos, talvez não estejamos apenas perante uma demonstração de carinho, talvez estejamos perante um sintoma de uma sociedade cada vez mais solitária, de uma geração que aprendeu a relacionar-se sem correr riscos emocionais. Porque um animal nunca nos contradiz, não nos abandona por discordar das nossas ideias, não nos confronta com os nossos defeitos, nem nos exige negociações complexas, perdão, crescimento ou maturidade emocional.
As relações humanas, essas sim, são difíceis, exigem paciência, tolerância, renúncia ao ego, capacidade de lidar com a diferença.
Talvez por isso muitos estejam, consciente ou inconscientemente, a fugir delas.
Vivemos numa sociedade onde se multiplicam campanhas pelos direitos dos animais, isso é positivo, mas onde, simultaneamente, milhares de idosos morrem na solidão, esquecidos pelos próprios familiares.
Uma sociedade que se indigna, com razão, perante o abandono de um cão, mas que permanece indiferente perante o abandono de um pai num lar, que recolhe fundos para animais abandonados, mas que passa diariamente por sem-abrigo sem sequer lhes dirigir um olhar.
Não se trata de escolher entre amar pessoas ou amar animais,trata-se de perceber a inversão de prioridades que parece estar a acontecer.
O ser humano está a perder centralidade na própria Humanidade.
Estamos a assistir à normalização de uma realidade onde há quem conheça melhor os hábitos do seu animal do que os sonhos dos seus filhos, quem passe horas a fotografar o seu cão para as redes sociais, mas não encontre dez minutos para ouvir verdadeiramente o companheiro, a esposa, o marido ou os pais. E talvez a questão mais preocupante não seja sequer esta, talvez a questão seja a razão pela qual isto acontece.
As sociedades modernas promoveram uma ideia de felicidade profundamente individualista. Tudo gira em torno do “eu”, o meu bem-estar, as minhas emoções, as minhas necessidades, a minha realização pessoal. Mas o amor verdadeiro nunca foi sobre o “eu”, foi sempre sobre o “nós”.
Quando uma cultura deixa de valorizar o compromisso, a família, a comunidade e a responsabilidade partilhada, procura inevitavelmente formas mais simples, mais previsíveis e menos exigentes de preencher os seus vazios emocionais. Os animais oferecem amor, mas não substituem a riqueza da experiência humana, o abraço de um filho, a conversa com um amigo, a sabedoria de um pai, a cumplicidade de um avô, a responsabilidade de educar uma criança e contribuir para o futuro da sociedade.
Nenhuma civilização sobrevive apenas com conforto emocional, sobrevive através da transmissão de valores, da educação, da família, da solidariedade e da continuidade entre gerações.
E é precisamente aqui que devemos refletir.
Quando uma sociedade começa a investir mais energia emocional em relações que não exigem crescimento do que naquelas que o exigem, talvez esteja a perder algo fundamental, a capacidade de ser verdadeiramente humana.
Não se trata de condenar quem ama os seus animais, até porque o amor é sempre uma força positiva.
Mas é legítimo perguntar:
– Será que estamos a humanizar os animais porque estamos a deixar de humanizar as pessoas?
– Será que estamos a procurar nos animais o afeto que deixámos de construir entre nós?
– Será que a solidão moderna está a ser mascarada por uma falsa sensação de companhia?
E, acima de tudo, será que estamos a educar as próximas gerações para cuidar da Humanidade ou apenas para cuidar de si próprias?
As respostas podem ser incómodas, mas as sociedades não evoluem quando evitam perguntas difíceis, talvez uma das mais importantes do nosso tempo seja precisamente esta:
– Estamos a amar mais os animais… ou estamos simplesmente a amar menos as pessoas?
O Papa Leão XIV enviou uma mensagem de felicitações e encorajamento à União das Misericórdias Portuguesas por ocasião do seu 50.º aniversário, assinalado durante o Congresso Nacional das Misericórdias, que decorreu em Braga entre os dias 4 e 6 de junho.
A mensagem foi dirigida ao presidente do Secretariado Nacional da UMP, Manuel de Lemos, e manifesta a união do Santo Padre às comemorações desta data simbólica para o movimento misericordioso português.
Na missiva, Leão XIV exorta as Misericórdias a permanecerem fiéis à sua missão de difundir, nos tempos atuais, “a caridade de Cristo, Rosto misericordioso do Pai”, sublinhando o papel fundamental destas instituições no apoio social e na promoção da dignidade humana.
O Papa destaca ainda a importância da solidariedade, que define simultaneamente como princípio e virtude. Enquanto princípio, refere-se à organização das relações entre pessoas e comunidades; enquanto virtude, exige um compromisso firme e perseverante com o bem comum, particularmente em favor dos mais vulneráveis.
Como sinal de proximidade e incentivo, o Santo Padre apelou à continuidade do trabalho desenvolvido pelas Misericórdias portuguesas, inspiradas na figura de Jesus Cristo como “Bom Samaritano da humanidade”, reforçando a necessidade de uma ação social assente na compaixão e no serviço ao próximo.
A mensagem termina com a concessão da Bênção Apostólica a todos os participantes e envolvidos na missão da União das Misericórdias Portuguesas, acompanhada dos votos de abundantes graças para os frutos do congresso e para o futuro da instituição.
Barcelos vai acolher, no próximo dia 12 de junho, a sessão de abertura das Jornadas Europeias de Arqueologia (JAE) 2026, iniciativa que decorre em simultâneo em 30 países e que pretende aproximar os cidadãos da arqueologia e do património cultural.
A cerimónia realiza-se a partir das 14h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, contando com a presença do secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos, do presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Mário Constantino Lopes, e de João Soalheiro, responsável pela coordenação das jornadas em Portugal.
Criadas por iniciativa de França, as Jornadas Europeias de Arqueologia têm como objetivo divulgar o trabalho arqueológico junto do público, promovendo o conhecimento, a valorização e a preservação do património.
A edição deste ano decorre entre 12 e 15 de junho e terá como momento central da sessão inaugural uma mesa-redonda subordinada ao tema “Perspetivas da Investigação e Valorização em Castros”.
O debate será moderado por Ana Catarina Sousa e reunirá especialistas ligados à investigação arqueológica, entre os quais Andreia Arezes, responsável pelo Projeto de Investigação Arqueológica de Guifões, e Rui Morais, coordenador do estudo científico do Castro de Alvarelhos.
Participam igualmente os arqueólogos municipais Cláudio Brochado e Sandra Rodrigues, que apresentarão os trabalhos desenvolvidos sobre o Castelo de Faria e o fenómeno castrejo no território barcelense.
A programação inclui ainda a apresentação do 28.º volume da Revista Portuguesa de Arqueologia, uma publicação de referência na divulgação de estudos e investigações arqueológicas em Portugal. A apresentação estará a cargo de João Pedro da Cunha Ribeiro.
O encerramento da sessão ficará a cargo do secretário de Estado da Cultura, assinalando o arranque oficial das Jornadas Europeias de Arqueologia 2026 em território nacional.