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Brigada Verde começou a vigiar florestas na Póvoa de Lanhoso

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© CM Póvoa de Lanhoso
© CM Póvoa de Lanhoso

Pelo segundo ano, cerca de 10 jovens integrados no programa Juventude em Movimento dedicado à Proteção Civil iniciaram, no dia 14 de julho, a vigilância florestal do concelho da Póvoa de Lanhoso.

No início de funções, esta brigada Jovem foi recebida, nos Paços do Concelho, pelo presidente da Câmara Municipal, Frederico Castro.

Para além de dar as boas-vindas ao programa, o autarca centrou a sua intervenção na importância da “participação dos mais novos na proteção da natureza, das florestas e da comunidade, como parte de uma cidadania ativa, empenhada e comprometida”.

O vereador de Proteção Civil, Ricardo Alves, tem acompanhado o grupo que, já sob orientação do Coordenador Municipal de Proteção Civil, Pedro Dias, visitou o Posto de Vigia da rede oficial, situado no Monte de São Mamede, inteirando-se sobre as tarefas de Vigilância Florestal.

De forma complementar, os jovens deslocaram-se ao Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Ave e ao Centro de Meios Aéreos, em Fafe, onde foram recebidos pelo comandante da sub-Região, Rui Costa.

A Brigada Jovem vai estar em funções durante o Verão, realizando vigilância florestal a partir do Monte do Pilar, bem como outras ações de sensibilização e dissuasão de comportamentos de risco, em diversos pontos do concelho.

Joana Pereira e José Abílio Gonçalves no estágio da Seleção Nacional de Boccia

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© SC Braga
© SC Braga

Joana Pereira (BC3) e José Abílio Gonçalves (BC3), atletas do SC Braga, foram convocados para integrar o 8.º estágio da Seleção Nacional de Boccia.

O estágio de preparação irá decorrer no Centro de Alto Rendimento de Vila Nova de Gaia, entre 1 e 4 de agosto.

PS Vila Verde critica recandidatura de Júlia Rodrigues à Câmara Municipal

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© PS
Filipe Silva © PS

Os Partido Socialista (PS) de Vila Verde reagiu à recandidatura de Júlia Fernandes à presidência da Câmara Municipal, criticando que “não tem inovação nem respeito pelos vilaverdenses”.

“Quatro anos depois, as promessas são exatamente as mesmas. Porque deveríamos acreditar? Trata-se de uma repetição dos mesmos discursos e promessas que há muito deixaram de convencer os vilaverdenses. De quatro em quatro anos, ouvimos as mesmas promessas recicladas, sem qualquer sinal de inovação ou de visão para o futuro do concelho”, afirma a concelhia do PS. “É um desrespeito pelas pessoas, pelos seus anseios e pela sua inteligência. Nem se dão ao trabalho de apresentar propostas novas”, refere a concelhia.

O PS afirma que “muitas das promessas feitas nos últimos mandatos ficaram por cumprir, o que, segundo os socialistas, mina a confiança da população na atual liderança. Os vilaverdenses têm memória. Sabem distinguir entre palavras ocas e compromissos sérios”, finalizou.

Carta aberta à Sra. Vereadora Sameiro Araújo e aos candidatos à Câmara Municipal de Braga

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© José Macedo
© José Macedo

Pelo direito da freguesia de São Vicente a um pavilhão desportivo digno. Braga está a crescer não só em população, mas também em ambição e em exigência. E esse crescimento precisa de ser acompanhado por decisões políticas equilibradas, que garantam a todos os bracarenses igualdade de acesso a equipamentos públicos essenciais, como o desporto e os espaços verdes.

Escrevo esta carta para defender uma proposta concreta e urgente: a construção de um pavilhão desportivo na freguesia de São Vicente, pensado para acolher diversas modalidades como o futsal, a ginástica desportiva, o voleibol, o basquetebol, entre outras, e integrado numa zona verde e de lazer que sirva a população em todas as faixas etárias.

A propósito da recente decisão do executivo e assembleia de freguesia de Nogueira, Fraião e Lamaçães, que, apesar de outra vontade política do executivo municipal, em construir ali um pavilhão para ginástica desportiva, acabou por optar pela cedência do antigo campo dos “Mikes de Fraião” ao clube local para a prática exclusiva de futebol, consideramos que esta é a oportunidade certa para se reabrir o debate e recentrar o investimento num território que há muito tem sido esquecido neste domínio: São Vicente. São Vicente é uma das maiores freguesias urbanas de Braga, com uma população jovem, escolas ativas, coletividades com trabalho reconhecido e uma enorme carência de infraestruturas desportivas. Não existe, hoje, na freguesia, nenhum pavilhão polivalente ao serviço da comunidade. Uma lacuna gritante num concelho que se afirma como referência nacional em mobilidade, cultura e juventude. Proponho, assim, a construção de um pavilhão desportivo nos terrenos localizados por detrás do Centro de Saúde de Infias. Uma localização central, com boas acessibilidades, que permitiria ainda a criação de uma área verde envolvente, com espaço para desporto informal, lazer, convívio familiar e promoção da saúde. Este não seria apenas mais um equipamento. Seria um investimento com impacto direto na qualidade de vida dos vicentinos e uma forma de a cidade demonstrar que reconhece o valor das suas freguesias mais centrais e populosas. Aos candidatos à presidência da Câmara Municipal de Braga nas próximas eleições autárquicas, desafio que assumam este projeto nos seus programas eleitorais. Que digam, com clareza, se estão ou não comprometidos com uma cidade mais justa no acesso ao desporto e ao lazer. À Sra. Vereadora Sameiro Araújo, que fez e continua a fazer um trabalho notável pelo desporto na nossa cidade de Braga, pedimos que transfira para São Vicente o impulso e a vontade que tinha para Fraião. O que foi recusado noutra freguesia pode, e deve, ser concretizado aqui, com mais lógica territorial e com o apoio de quem aqui vive.

Braga merece equilíbrio. E São Vicente merece mais.

O desporto é saúde, é educação, é cidadania e tem de estar onde as pessoas estão.

Artigo do economista José Macedo.

Mariana Machado termina em sexto nos 10000 metros dos Mundiais Universitários de Verão

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© FISU / Kevin Voigt
© FISU / Kevin Voigt

Mariana Machado foi sexta classificada na prova de 10000 metros nos Jogos Mundiais Universitários de Verão, que estão a decorrer em Rhine-Ruhr, na Alemanha.

A atleta de Braga terminou em sexto lugar, com a marca de 32m27s06′, na sua primeira prova de 10000 metros.

Fábio Carvalho é candidato do PS à União de Anjos e Vilar Chão em Vieira do Minho

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© PS
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O Partido Socialista anunciou Fábio Carvalho como candidato a presidente da União de Freguesias de Anjos e Vilar Chão, em Vieira do Minho.

Fábio Carvalho tem 29 anos e é natural da freguesia dos Anjos. É licenciado em Educação Física e Desporto e Mestre em Ensino, pelo ISMAI.

Desde cedo esteve ligado ao Desporto, tendo praticado futebol em vários clubes, entre os quais o Vieira Sport Clube e o Grupo Desportivo do Mosteiro. Paralelamente, esteve ligado à música, na Sociedade Filarmónica de Vilar Chão.

A nível profissional, atualmente, Fábio Carvalho é professor em áreas ligadas ao Desporto, Saúde e Bem-Estar, dividindo-se entre o Holmes Place, Solinca e Hotel Meliã, em Braga, o Taipas Termal, nas Taipas, e o Centro Médico, em Vieira do Minho.

Famalicão: Seis desalojados após incêndio em apartamento

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© Bombeiros Voluntários de Famalicão
© Bombeiros Voluntários de Famalicão

Seis pessoas ficaram desalojadas na sequência de um incêndio que deflagrou no apartamento onde habitavam, durante esta madrugada, no Edifício das Lameiras, em Famalicão.

De acordo com o Correio da Manhã, quatro pessoas sofreram intoxicação por causa do fumo, em que uma foi transportada para o hospital.

As causas do incêndio são desconhecidas.

Investigadora da UMinho transforma águas residuais em recurso

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© UMinho
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Uma investigadora da Escola de Ciências da Universidade do Minho (UMinho) está a recorrer a zonas húmidas construídas – sistemas artificiais que imitam os processos naturais de depuração da água – para tratar e reutilizar águas residuais de forma ecológica e eficiente. Usando plantas específicas e substratos naturais, estes sistemas eliminam diversos contaminantes e com menor consumo de água, que é depois filtrada através de leitos de solo ou areia e tratada por processos físicos, químicos e biológicos.

projeto chama-se “Wetlands e economia circular – uma solução sustentável para os recursos hídricos” e está a ser desenvolvido por Patrícia Gomes no Instituto de Ciências da Terra, na ECUM, em Braga. O objetivo é promover a biodiversidade e a reutilização da água em contextos agrícolas, industriais e urbanos, com baixo custo e consumo energético e com fácil manutenção, enquadrando-se na Agenda 2030 da ONU.

Nos testes laboratoriais e no terreno, estas zonas húmidas artificiais (wetlands) têm sido eficazes a remover vários contaminantes, como nutrientes (azoto, fósforo) e microrganismos que causam doenças. “Dependendo do tipo de efluente e tratamento, a água residual pode ser reutilizada para irrigação agrícola e paisagística, rega de jardins ou campos desportivos, usos industriais não potáveis (lavagens, refrigeração) e, em alguns casos, recarga de aquíferos ou criação de zonas de conservação ambiental”, frisa a investigadora. Este sistema inovador reduz assim a extração de recursos hídricos naturais e reaproveita o azoto e fósforo para, por exemplo, ser usado como fertilizante.

O projeto conta com vários casos-piloto em Portugal e noutros países da Europa, sobretudo em contextos rurais, escolares e agrícolas, comprovando a sua viabilidade técnica, económica e social. Patrícia Gomes tem em curso dois projetos-piloto concretos: um reutiliza água na rega e outro tem fins ornamentais e balneares, avaliando a eficácia do tratamento e o cumprimento dos requisitos legais. Ambos têm a parceria de empresas e entidades municipais, promovendo a transferência de conhecimento, a aplicação prática das soluções e envolvendo estudantes em contextos reais de investigação. 

Repensar o modelo hídrico português

Perante os desafios das alterações climáticas, Portugal “terá de repensar” a forma como gere a água. Para Patrícia Gomes, é necessário “apostar na eficiência, na reutilização de águas residuais tratadas e na descentralização dos sistemas de saneamento, através de soluções como zonas húmidas construídas”.

A investigadora aponta soluções que passam pela implementação de técnicas de gestão integrada e adaptativa dos recursos hídricos, aliada à educação da população sobre o valor da água, ao investimento em inovação e à adoção de soluções baseadas na natureza. Este cenário representa uma oportunidade para repensar o modelo hídrico nacional com base na sustentabilidade, na economia circular e na resiliência climática.

Patrícia Gomes nasceu há 39 anos em Braga. É doutorada em Ciências – ramo Geologia pela UMinho e cofundadora da spin-off ambiental PhytoClean. Soma uma centena de artigos e comunicações científicas, 30 atividades de divulgação, a participação em seis projetos internacionais e diversos prémios de empreendedorismo e fotografia científica. É cocoordenadora do grupo “Desafios e Soluções Ambientais” do Instituto de Ciências da Terra, membro da Associação Internacional de Águas de Mina e editora convidada da revista “Minerals”.

Braga: Miguel Rocha é o candidato da Iniciativa Liberal à Junta de São Victor

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© IL
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A Iniciativa Liberal de Braga anunciou a candidatura de Miguel Rocha para a Junta de São Victor, freguesia na qual apresenta pela primeira vez uma candidatura própria.

Miguel Rocha tem 52 anos e é professor associado na Universidade do Minho, onde fez o seu percurso académico e profissional, sendo também o fundador de duas empresas tecnológicas. Em 2021, foi o segundo nome do partido na candidatura à Câmara Municipal de Braga e coordenador da elaboração do respetivo programa, tendo como bandeiras “a descentralização, a digitalização e desburocratização, a racionalização de serviços, a sustentabilidade, a transparência e o estabelecimento de parcerias com as forças vivas da cidade”, ideias que “pretende trazer para este novo desafio”.

“São Victor é a freguesia mais populosa do Minho, com mais 30 mil habitantes, uma das 15 maiores do Norte de Portugal, com crescimento acelerado da população (10% no último Censos 2021) e da sua diversidade. No seu território, estão situadas importantes instituições e equipamentos como o Hospital de Braga, parte do campus da Universidade do Minho e as suas várias residências, o Instituto de Nanotecnologia, o parque da Rodovia e respetivos equipamentos desportivos, o principal centro comercial da cidade, o Parque das 7 Fontes, bem como importantes escolas básicas e secundárias, vias rodoviárias, áreas residenciais, inúmeros agentes económicos, associações culturais e recreativas, entre outras. Com toda esta dinâmica, a Junta de Freguesia passa quase despercebida, mesmo dos seus próprios cidadãos, com um orçamento quase simbólico e um impacto reduzido na sua ação social, económica, educacional, cultural e recreativa. Esta candidatura pretende colocar a freguesia no seu lugar natural dada a sua dimensão e relevância nas diversas vertentes.”, refere Miguel Rocha.

O candidato realça ainda que “a Iniciativa Liberal está preparada para assumir um papel de relevo na gestão da freguesia de São Victor e está a ultimar um programa que resulta da análise dos problemas da freguesia efetuada pela nossa equipa, bem como do auscultar das necessidades dos habitantes e do diálogo com as comunidades e instituições locais. Sem adiantar ainda as propostas concretas que a seu tempo revelaremos, refira- se que pretendemos contribuir positivamente para encontrar respostas ambiciosas às questões identificadas, propondo soluções inovadoras e não nos conformando com a atual situação.” Miguel Rocha reforça a prioridade de “exigir do próximo executivo da CM Braga que respeite e reforce as competências da Junta de Freguesia, pois só assim será possível a resolução célere dos seus problemas”.

O candidato sublinha que “esta candidatura é composta por uma equipa de mais de 30 cidadãos que vivem e conhecem de perto os problemas da freguesia de São Victor e trazem uma nova energia para os enfrentar com humildade, mas também determinação, e contando com todo o tecido humano, social e económico da freguesia”.

Miguel Rocha obteve a sua Licenciatura em Engenharia de Sistemas e Informática (1995), bem como o Mestrado (1998) e Doutoramento (2004) em Informática, todos na Universidade do Minho. A sua área de especialização é a Inteligência Artificial, onde é docente desde 1998. Foi fundador (2007) e atual diretor do Mestrado em Bioinformática, sendo responsável do grupo de investigação nesta área no Centro de Engenharia Biológica desde 2014. Desempenhou vários cargos de gestão na Escola de Engenharia da UMinho e foipresidente do Conselho de Administração da Associação BioData.pt.

Na sua carreira, tem combinado a atividade académica com a criação de empresas de inovação tecnológica, sendo fundador das start-ups SilicoLife e OmniumAI.

O candidato vive em São Victor há sete anos e no concelho de Braga há quase 50 anos, sendo membro da Iniciativa Liberal desde 2019. Foi tesoureiro (2020-2021) e vice-coordenador (2021-2023) do núcleo de Braga e candidato à Assembleia da República em 2022.

Calema, Marco Rodrigues, Rui Veloso e The Gift na Noite Branca de Braga

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© Calema / Marco Rodrigues / Rui Veloso / The Gift
© Calema / Marco Rodrigues / Rui Veloso / The Gift

Calema, Marco Rodrigues, Rui Veloso e The Gift vão atuar na Noite Branca de Braga, que se realiza nos dias 5, 6 e 7 de setembro.

A programação da Noite Branca de Braga foi apresentada esta segunda-feira, em conferência de imprensa, no Campo da Vinha.

Marco Rodrigues e os Calema irão atuar no Palco Pópulo, no dia 5 de setembro, enquanto os espetáculos de Rui Veloso e The Gift acontecem no dia 6, no mesmo palco.