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Manuel Cunha é o candidato dos Juntos por Braga a Lomar e Arcos

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© Juntos por Braga
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Manuel Cunha é o candidato da coligação “Juntos por Braga” à União de Freguesias de Lomar e Arcos.

Com 56 anos, casado, pai de três filhos e avô de uma menina, desempenha funções de chefia no grupo Bosch. Foi representante dos pais na Escola Alfacoop durante seis anos e membro da Associação de Pais da Escola Básica de Lomar durante três. Em 2021, fundou o movimento independente “ALA – Abraçar Lomar e Arcos”.

Manuel Cunha apresenta “uma proposta assente na inovação e na resposta concreta às necessidades da população e ao desenvolvimento das freguesias”. Propõe “uma Junta próxima e acessível, que escute e respeite os cidadãos”. Um dos seus grandes objetivos é “promover um Centro de Dia, uma iniciativa com impacto direto na qualidade de vida da população”. Quer “cuidar da população mais vulnerável, garantindo apoio de retaguarda aos seniores e às crianças com necessidades”.

Entre os principais objetivos destacam-se “a requalificação dos espaços públicos, promovendo acessibilidade, segurança e utilidade, a valorização das associações locais e o apoio efetivo aos jovens, às famílias e aos seniores, através da dinamização da freguesia com iniciativas culturais, desportivas e sociais, assim como a preservação do espaço urbano, com mais limpeza, mais organização e mais espaços verdes”.

FAMAFOLK leva grupos de oito países de Famalicão

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© FAMAFOLK
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Dentro de dois dias, o concelho de Vila Nova de Famalicão volta a transformar-se num palco multicultural com o arranque oficial do FAMAFOLK – Festival Internacional de Folclore de Famalicão, que decorre ao longo dos próximos dias, com espetáculos gratuitos, animação nas ruas e uma celebração vibrante da cultura tradicional.

Organizado pelo Grupo Etnográfico Rusga de Joane e coorganizado pelo Município de Vila Nova de Famalicão, o FAMAFOLK traz este ano grupos oriundos da Bulgária, Chile, México, Colômbia, Polónia, Hungria, Chéquia e Portugal, num programa que une tradição, diversidade e encontro entre povos.

Programa

  • 31 de julho, 21:30 – Praça D. Maria II (topo norte, em frente à Fundação Cupertino de Miranda)
  • 1 de agosto, 21:30 – Adro do Mosteiro de Landim
  • 2 de agosto, 21:30 – Parque da Ribeira em Joane
  • 3 de agosto, 11:00 – Cerimónia ecuménica na Igreja Paroquial de Joane, com animação dos grupos internacionais

“Mais do que um festival de folclore, o FAMAFOLK é um encontro de culturas, uma oportunidade única para Famalicão se ligar ao mundo através da arte popular e das tradições dos diferentes países participantes”, sublinha Ricardo Mendes Azevedo, presidente Rusga de Joane.

Esta será a 5.ª edição do festival, e a última sob avaliação pela CIOFF Portugal, no âmbito da candidatura ao selo CIOFF, distinção internacional atribuída a festivais de excelência na promoção das artes e tradições populares.

Ao longo dos dias de festival, os grupos realizarão espetáculos em diferentes palcos e freguesias do concelho, além de participarem em visitas culturais e momentos de convívio com a comunidade e os grupos locais.

O evento tem entrada gratuita em todas as atividades.

António Braga diz estar disponível para encontrar nova sede para o Moto Clube

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© PS
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O candidato do PS à Câmara Municipal de Braga, António Braga, deslocou-se à Sede do Moto Clube de Braga para ouvir os anseios daquela coletividade fundada em 1987.

A reunião, que decorreu na sede do clube, serviu também para o candidato inteirar-se “da degradação galopante do Estádio 1.º de Maio que continua sem solução à vista”.

O candidato anotou os dois grandes objetivos desta associação, nomeadamente “conseguir uma nova sede e organizar uma grande concentração de motociclistas na cidade de Braga”. Estas aspirações não deixaram António Braga “indiferente”, uma vez que o próprio é motociclista e assumiu o compromisso de “encontrar os moldes que possibilitem a organização de um encontro que projete Braga e atraia novos públicos ao concelho”.

Este encontro, em que António Braga foi recebido por Abel Ferreira e pela sua equipa diretiva, serviu também para “recolher contributos que favoreçam a mobilidade em motociclo, nomeadamente a criação de zonas de estacionamentos para motos na cidade de Braga”.

Sobre a nova sede do Moto Clube de Braga, António Braga assumiu que, “vamos fazer um levantamento de escolas primárias devolutas e outros equipamentos, que permitam mais dignidade para esta coletividade com centenas de associados. Este compromisso surge no âmbito da nossa estratégia que visa apoiar todo o movimento associativo em Braga”.

O candidato socialista mostrou-se “convicto da complementaridade destas associações à atividade municipal que acrescenta e atrai pessoas a Braga”, mostrando-se disponível para “oferecer o projeto para a nova sede num local afastado dos núcleos habitacionais”.

Barcelos: Teatro de Balugas vai recriar a Lenda do Galo

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© Teatro de Balugas
© Teatro de Balugas

A companhia Teatro de Balugas vai recriar a Lenda do Galo, um espetáculo para toda a família, no dia 2 de agosto, pelas 22:00, nos jardins da Junta de Freguesia de Balugães, em Barcelos.

Este trabalho combina narração, manipulação de objetos e música, tendo como elemento central o barro, que os atores modelam à frente do público para criar personagens, animais, objetos ou adereços, com os quais contam uma das principais lendas associadas ao Caminho de Santiago.

A iniciativa integra a programação das Jornadas Culturais de Balugães. A entrada é livre.

Jovens voluntários de Vieira do Minho limpam Albufeira do Ermal

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© CM Vieira do Minho
© CM Vieira do Minho

Os jovens que integram os programas “Jovem Voluntário” e “Voluntariado Jovem para as Florestas” continuam ativos no concelho de Vieira do Minho, desta vez com uma ação de sensibilização ambiental junto à albufeira do Ermal.

A iniciativa visa promover a proteção do meio ambiente e alertar a população para a importância da preservação da natureza, através de pequenas ações como a recolha de resíduos, a distribuição de panfletos informativos e o contacto direto com visitantes e veraneantes da zona.

Os jovens, orientados por técnicos do Município de Vieira do Minho, têm desenvolvido diversas atividades ao longo do verão, com enfoque na proteção das florestas, na prevenção de incêndios e na promoção de boas práticas ambientais.

Prémio de 193 mil euros do Euromilhões saiu em Portugal

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DR
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O segundo prémio do Euromilhões, no valor de 193 mil euros, saiu em Portugal. O primeiro prémio de 151 milhões não teve totalistas.

O terceiro prémio de 36 mil euros também saiu no país.

Números: 5 – 6 – 42 – 44 – 46

Estrelas: 4 e 8

  • 5 números + 2 estrelas: 0,00€
  • 5 números + 1 estrela: 193.669,03€
  • 5 números + 0 estrelas: 36.210,91€
  • 4 números + 2 estrelas: 2.255,76€
  • 4 números + 1 estrela: 178,49€
  • 3 números + 2 estrelas: 66,51€
  • 4 números + 0 estrelas: 55,92€
  • 2 números + 2 estrelas: 13,66€
  • 3 números + 1 estrela: 14,20€
  • 3 números + 0 estrelas: 12,12€
  • 1 número + 2 estrelas: 5,55€
  • 2 números + 1 estrela: 6,10€
  • 2 números + 0 estrelas: 4,39€

Para mais informações, consulte o site dos Jogos Santa Casa.

Conheça os números do Euromilhões

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Os números do Euromilhões de hoje já são conhecidos. A chave é composta pelos números 5 – 6 – 42 – 44 – 46 e pelas estrelas 4 e 8.

Em jogo está um primeiro prémio de 151 milhões de euros.

O último sorteio, que tinha um jackpot de 138 milhões, não teve totalistas.

Para mais informações, consulte o site dos Jogos Santa Casa.

“As Bandas Convidam Os Pêgas” vai animar o verão na Póvoa de Lanhoso

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© CM Póvoa de Lanhoso
© CM Póvoa de Lanhoso

Está de regresso a iniciativa “As Bandas Convidam”, desta vez, com Os Pêgas, a Póvoa de Lanhoso, no dia 1 de agosto.

O espetáculo, com entrada livre, tem o início previsto às 21:30. O Anfiteatro do Pontido voltará a encher-se dos sons das duas Bandas Filarmónicas da Póvoa de Lanhoso em harmonia com os ritmos populares e tradicionais de Os Pêgas, banda povoense recentemente distinguida com dois prémios na 13.ª edição dos International Portuguese Music Awards (IPMA).

Em palco, juntamente com os elementos de Os Pêgas, estarão cerca de uma centena de músicos da Banda Musical de Calvos e da Banda de Música dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso.

A programação “Póvoa em Festa” decorre até ao próximo dia 24 de agosto, apresentando ainda, no dia 8 de agosto, a iniciativa Sentir Póvoa, com a participação de Cuca Roseta, e, nos dias 14 e 15 de agosto, o XXVIII Festival de Folclore Professor Gonçalo Sampaio, para além de muitas outras propostas de participação gratuita.

No Dia Mundial do Cancro do Pulmão, importa lembrar: a inovação só conta se chegar a tempo

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© David Araújo
© David Araújo

altura em que a oncologia pulmonar vive uma verdadeira revolução. A investigação trouxe avanços significativos na medicina personalizada, com terapias-alvo e imunoterapias a permitir ganhos reais em eficácia e tolerabilidade. Contudo, esta inovação perde impacto quando não chega a tempo a quem dela precisa.

Em Portugal, entre a aprovação europeia de um novo fármaco e a sua disponibilização efetiva aos doentes podem passar, em média, um a dois anos. No caso do cancro do pulmão – uma doença muitas vezes diagnosticada em fases avançadas e com progressão rápida – este é um tempo de espera que pode fazer toda a diferença.

O processo não é fácil e existem muitos fatores em jogo, mas o desfecho, muitas vezes, é frustrante. O processo de avaliação e financiamento é longo, os recursos das agências reguladoras são limitados e os custos elevados dos novos tratamentos obrigam a ponderações difíceis. A tudo isto somam-se as assimetrias internas, com decisões locais a criarem disparidades de acesso entre instituições, mesmo dentro do próprio SNS. Esta desigualdade territorial é uma das faces mais visíveis da injustiça no acesso à inovação.

Naturalmente que a frustração também atinge os profissionais de saúde, que lidam com a ansiedade dos doentes e, muitas vezes, com a sua própria impotência perante o desfasamento entre o que a ciência já permite e o que efetivamente está disponível. Temos também doentes que estão cada vez mais informados. Muitos recorrem a plataformas digitais, contactam associações internacionais e chegam às consultas conscientes de que poderiam beneficiar de fármacos já em uso noutros países. Com esta consciência, a falta de acesso acarreta não só riscos clínicos evidentes como um profundo impacto emocional.

A situação agrava-se no caso dos doentes com mutações raras, que beneficiariam particularmente dos avanços terapêuticos mais recentes. O número mais reduzido de doentes nesta condição limita a visibilidade pública e institucional, dificultando ainda mais a criação de massa crítica para reivindicar mudanças e soluções que respondam às suas necessidades.

Neste cenário, a sociedade civil e as associações de doentes têm um papel fundamental: informar, capacitar e fazer ouvir a voz de quem vive com esta doença. Campanhas de sensibilização, pressão junto dos decisores e envolvimento público são ferramentas valiosas para promover uma mudança urgente e necessária. Iniciativas como o podcast Novo Fôlego, da Pulmonale, contribuem para esse movimento, ao democratizar o acesso à informação e dar palco a especialistas e testemunhos que tornam visível uma realidade ainda pouco falada.

Para além da informação, existem soluções possíveis. Os Programas de Acesso Precoce são um exemplo relevante, mas ainda demasiado restritivo. É fundamental que se ponderem modelos de negociação conjunta, por ventura, à escala europeia, que permitam reduzir os custos e acelerar a disponibilização dos tratamentos. E é urgente reforçar os meios humanos e técnicos das entidades avaliadoras, para que o processo seja mais ágil, sem comprometer o rigor.

Apesar de tudo, há motivos para esperança. A trajetória da inovação é clara e promissora. Muitas instituições estão, de facto, disponíveis para o diálogo. O que falta é tornar a inovação realmente acessível. Porque quando se trata de cancro do pulmão, o tempo não é um detalhe.

Artigo de David Araújo, pneumologista e professor convidado da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.

Rui Rocha reuniu com Braga Ciclável para discutir propostas de mobilidade sustentável

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© IL
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A candidatura de Rui Rocha à Câmara Municipal de Braga reuniu com a Associação Braga Ciclável, com o objetivo de conhecer e debater o Manifesto 40-24, documento que reúne 40 propostas para promover a mobilidade ativa e sustentável no concelho ao longo dos próximos 24 meses.

“Durante o encontro, foram abordados diversos temas prioritários para a associação e que a candidatura da Iniciativa Liberal assume como fundamentais para uma verdadeira transformação urbana em Braga, nomeadamente a circulação de bicicletas na zona pedonal, onde a Braga Ciclável demonstrou abertura para a existência de limitações em áreas muito específicas da zona pedonal, desde que haja uma definição clara através de regulamento e sinalização adequada; fraturas urbanas causadas pelas vias rápidas, onde foi dado especial destaque à necessidade de humanizar zonas marcadas pela excessiva velocidade automóvel, como a Avenida Padre Júlio Fragata, onde a atual configuração separa fisicamente bairros e dificulta a mobilidade pedonal e ciclável, nomeadamente entre a Rua Nova de Santa Cruz e a Rua D. Pedro V; a expansão da rede ciclável, onde o reforço das ciclovias foi identificado como uma prioridade estratégica, mas com enfoque numa lógica de rede integrada, que articule as soluções de mobilidade existentes e promova a bicicleta como meio de transporte quotidiano; e o estacionamento de bicicletas, onde foi manifestada preocupação quanto à escassez de lugares adequados para estacionamento de bicicletas, agravada pela ocupação excessiva desses espaços por parte do operador privado de trotinetes (Bolt). A candidatura reconhece a necessidade de reorganizar o espaço público para garantir condições justas para todos os utilizadores de mobilidade suave”, explicou o partido.

“Ouvir quem pensa e vive diariamente a cidade é essencial para construir soluções eficazes e equilibradas. Braga precisa de deixar de tratar a bicicleta como exceção e começar a integrá-la como parte do sistema de mobilidade urbana”, afirmou Rui Rocha, candidato da Iniciativa Liberal.

A candidatura da Iniciativa Liberal garante que continuará a reunir com associações e cidadãos com o objetivo de “construir um programa eleitoral assente na escuta ativa, na evidência técnica e no compromisso com uma Braga mais moderna, acessível e sustentável”.