José Carlos Ferreira vai recandidatar-se à Junta de Freguesia de Lamas, em Braga, nas Eleições Autárquicas de 12 de outubro.
O candidato, que venceu as eleições autárquicas em 2021 pelo Partido Socialista, decidiu avançar com a sua recandidatura como independente.
“Em 2021, assumi com orgulho o compromisso de servir Lamas com dedicação, proximidade e responsabilidade. Fui eleito Presidente da Junta de Freguesia com uma votação expressiva, fruto da confiança que depositaram em mim e na equipa que me acompanhou. Ao longo destes quatro anos, trabalhámos lado a lado com todos — cidadãos, associações e instituições — construindo pontes e soluções, superando dificuldades e afirmando a freguesia como um exemplo de compromisso com o bem comum. À medida que nos aproximamos de um novo ciclo autárquico, temos motivos para acreditar que Lamas está mais forte, mais coesa e com mais ambição. A experiência acumulada demonstrou que, na nossa freguesia, os projetos não se constroem em torno de partidos, mas sim de pessoas. E que, aqui, as fronteiras partidárias se esbatem quando o objetivo é apenas melhor servir a população. Foi com este espírito que dialogámos com todos os que se interessam por Lamas. E rapidamente se tornou evidente que o essencial é manter a estabilidade, o trabalho sério e a proximidade com as pessoas”, referiu José Carlos Ferreira.
O candidato sublinha que “após conferenciar com toda a equipa que me acompanhou neste mandato, decidimos avançar com uma candidatura independente à Junta de Freguesia de Lamas. Esta candidatura integra cidadãos de diferentes sensibilidades políticas — incluindo elementos que, no passado, pertenceram a listas distintas — mas que hoje reconhecem que o projeto de Lamas é de todos, e só faz sentido se for construído por todos”.
Para José Carlos Ferreira, “esta decisão não significa, nem é o afastamento de ninguém, nem a recusa de diálogo com qualquer força política. Pelo contrário, representa um apelo ao entendimento, ao respeito pela vontade popular e à autonomia que deve ser garantida às freguesias. Representa, acima de tudo, a vontade de continuar a trabalhar com total liberdade e independência ao serviço da nossa terra. Ao longo dos últimos anos, Lamas tem dado provas de que sabe unir-se em torno do essencial. Vamos continuar esse caminho, com a mesma determinação, com mais experiência, e com um só foco: o bem-estar da nossa comunidade”.
“Vamos juntos, com independência, com responsabilidade e com Lamas no coração”, finalizou José Carlos Ferreira.
A Missa de Sétimo Dia em memória do Sr. Bernardo, que morreu na passada quinta-feira, realiza-se no domingo, 24 de agosto, às 09:30, em Este São Pedro, Braga.
Bernardo da Cunha era uma figura carismática conhecida por todos no campus de Gualtar da Universidade do Minho.
Natural de Braga, começou a trabalhar na papelaria da Associação Académica, na rua D. Pedro V, aos 17 anos, e nos últimos anos coordenava o Espaço Recurso na Academia Minhota.
Paulo Sérgio Vieira, de 46 anos, natural de Braga, está desaparecido desde o dia 26 de julho.
De acordo com a família, Paulo estava internado no Hospital de Braga em tratamento após um surto psicótico, tendo saído da unidade hospitalar nesse dia.
A família está sem notícias desde o desaparecimento e afirma que tem feito inúmeros apelos feitos às autoridades. O apelo também está a circular nas redes sociais e grupos locais.
A família está em grande aflição e desespero sem notícias há quase um mês. “Acreditamos que a visibilidade mediática pode ser determinante para que alguém o reconheça, o aviste ou forneça informações relevantes que permitam o seu regresso em segurança”, refere a família.
Paulo, no momento do seu desaparecimento, vestia uns calções pretos e uma camisola cinzenta.
“Solicitamos a quem tenha visto ou saiba do paradeiro do Paulo que contacte de imediato a GNR ou qualquer posto policial da região. Em nome da família, agradecemos profundamente toda a ajuda que possam dar para trazer o Paulo de volta a casa”, apela a família.
A freguesia de Nogueiró, em Braga, vai estar em festa nos dias 5, 6 e 7 de setembro em honra de Nossa Senhora da Consolação.
As festividades irão decorrer no alto do Monte de Nossa Senhora da Consolação e contarão com muita animação musical, celebrações religiosas e fogo de artifício. A comunidade e visitantes estão convidados a participar nestas festividades que engrandecem a freguesia.
Programa
5 de setembro (sexta-feira)
12:00 – Repicar dos sinos e sessão de morteiros
20:30 – Eucaristia e oração do terço
6 de setembro (sábado)
09:30 – Abertura das festas
12:00 – Repicar dos sinos da capela
14:30 – Torneio de fito, insufláveis e trampolim
20:30 – Eucaristia na Igreja Paroquial, seguida da procissão de velas em direção à capela
22:00 – Atuação da Banda Nova Geração
00:00 – Sessão de fogo de artifício e continuação da banda
7 de setembro (domingo)
09:30 – Abertura das festas e repicar dos sinos
11:00 – Eucaristia em honra de Nossa Senhora da Consolação na capela
15:30 – Receção da Banda de Música na Entrada do Monte da Consolação
O Bloco de Esquerda entregou, no Tribunal, as listas com que se apresenta à Câmara e Assembleia Municipal de Vila Verde, nas eleições de 12 de outubro.
Candidatos à Câmara Municipal
Ricardo Cerqueira
Maria Gracinda da Silva Cerqueira, na qualidade de independente
Micaela Machado Gomes
Rui Jorge Cruz Araújo
Bruna Vanessa Araújo Pinto
André Filipe Ribeiro da Silva, na qualidade de independente
José Martins Ribeiro, na qualidade de independente
Primeiros Candidatos à Assembleia Municipal (para a CS)
Micaela Machado Gomes
Ricardo Cerqueira
Ana Letícia Lopes Vieira
Carlos João Ribeiro Peixoto, na qualidade de independente
Bruna Vanessa Araújo Pinto
Rui Jorge Cruz Araújo
Maria Gracinda da Silva Cerqueira, na qualidade de independente
João Manuel Sousa Barros Gomes, na qualidade de independente
Sónia Rio Ferreira
José Maria Ferraz de Faria, na qualidade de independente
A equipa de formação de canoagem dos Amigos da Montanha de Barcelos participou, no passado sábado, na prova Primeiras Pagaiadas I – Regional Norte, realizada em Fão, Esposende. A equipa esteve representada por 13 atletas que obtiveram resultados de destaque em várias categorias.
Luísa Costa sagrou-se vencedora em Mínimo Feminino 2.º ano, enquanto Margarida Faria, em Menor Feminina, João Pedro Ferreira, em Iniciado A, e Guilherme Matos, em Cadete Masculino, conquistaram o segundo lugar nas respetivas provas.
No quadro coletivo, os Amigos da Montanha alcançaram o 3.º lugar por equipas.
Ricardo Araújo, candidato da coligação “Juntos por Guimarães”, acusou o candidato do Partido Socialista de “tentar iludir os vimaranenses”
“O Partido Socialista não foi capaz de construir ou comprar uma única casa para os vimaranenses nestes últimos quatro anos de governação da Câmara Municipal de Guimarães, numa altura em que nunca houve tantos milhões disponíveis para o fazer”, sublinha Ricardo Araújo, condenando a “tentativa de lançar areia para os olhos e enganar os Vimaranenses por parte do candidato do PS ao vir agora dizer que quer construir mil casas a custos controlados”.
“O PS é o principal responsável por não haver mais oferta de habitação em Guimarães. O PS é o principal responsável por não termos uma única nova casa pública construída no concelho nestes últimos anos. O PS é o principal responsável por não existir oferta a preços controlados ou para as famílias e jovens Vimaranenses mais desfavorecidos. E o candidato do PS, Ricardo Costa, não faz mais que tentar esconder esta realidade na tentativa encapotada de iludir a realidade e os Vimaranenses”, considera ainda.
O candidato da coligação sustenta que “o PS vangloriava-se há 10 anos por ter reduzido em 20% os terrenos para construção no último PDM e agora admiram-se de haver falta de habitação e de os preços serem demasiado elevados? Onde estava Ricardo Costa nessa altura? Era Vereador e co-responsável por essas decisões. O PS e Ricardo Costa são os principais responsáveis pela falta de habitação e pelos preços da habitação no nosso concelho. Somos notícia nacional por Guimarães ser o campeão do aumento das rendas e do preço das casas e os responsáveis socialistas escondem-se e tentam parecer que não é nada com eles”.
O candidato vai mais longe, afirmando que “o Partido Socialista nem sequer foi capaz ainda de terminar a revisão do PDM que iniciou em 2019. 6 anos não foram suficientes, atrasando o nosso crescimento e desenvolvimento. O candidato do Partido Socialista antes de prometer, devia primeiro pedir desculpa pelo insucesso das políticas socialistas que patrocinou e apoiou nos últimos anos”.
Recordando que a “preocupação com a habitação tem sido um tema recorrentemente introduzido na agenda política municipal pelo PSD ao longo dos últimos anos, traduzindo a nossa forte preocupação com a adoção de medidas que promovam mais oferta de habitação pública e privada para os vimaranenses”, Ricardo Araújo acusou o poder municipal socialista de “chumbar todas as nossas propostas e não ter sido capaz de aumentar a oferta de habitação disponível para os diferentes segmentos da população, desde a mais carenciada aos jovens, sem esquecer as famílias da classe média”.
O candidato da coligação afirma que “já há dois anos atrás apresentamos um vasto pacote de medidas estruturais para a adoção de uma nova política de habitação em Guimarães capaz de responder com eficácia a este sério e grave problema com que os Vimaranenses são diariamente confrontados e para o qual o PS tem sido completamente incapaz de dar qualquer resposta. O PS da Câmara e da Assembleia Municipal chumbou todas as nossas propostas e, agora, o PS do Toural lembra-se que, afinal, tem um ‘plano estruturado’, como se não fosse igualmente responsável pelas más opções e políticas que estão a penalizar e a castigar os Vimaranenses”.
Ricardo Araújo observa que “a Estratégia Local de Habitação foi aprovada, em 2019, não foi adquirida ou construída uma única casa no concelho. Nunca houve tanto dinheiro disponível no país e em Guimarães para construção de novas e mais ofertas de habitação pública, mas a verdade é que nos últimos quatro anos a Câmara Municipal de Guimarães foi incapaz de comprar ou construir uma única casa, foi absolutamente incapaz de aumentar a oferta pública de habitação no nosso concelho”.