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Rapariga de 15 anos violada dentro de um café em Barcelos

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Um jovem turista, de 17 anos, foi detido por suspeita de violar uma rapariga de 15 anos, no interior de um café, em Barcelos.

Segundo a Polícia Judiciária, ambos são de nacionalidade estrangeira e encontravam-se de férias em Portugal quando se conheceram na feira semanal de Barcelos.

A jovem dirigia-se às casas de banho públicas junto à feira quando o sujeito sugeriu irem ambos a um café onde a terá forçado a entrar na casa de banho masculina e violado.

O suspeito foi identificado e já foi presente às competentes autoridades judiciárias onde lhe foi aplicado a medida de coação não detentiva.

Braga: Hugo Viana candidata-se à União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães

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© Chega
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Hugo Viana é candidato à União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães, em Braga, pelo Chega, nas Autárquicas do dia 12 de outubro.

Médico de profissão, com experiência também em Enfermagem, o candidato exerceu funções no SNS e foi um dos coordenadores do SNS24 durante a pandemia da Covid-19.

Hugo Viana esteve ligado ao teatro na Nova Comédia Bracarense e foi voluntário na ABRA, no canil municipal.

Militante do Chega, decidiu “dar um passo em frente e colocar-me ao serviço da freguesia com motivação, ideias e convicção”. O seu propósito é “estar próximo da comunidade, ouvir as pessoas e construir soluções reais para transformar a União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães”.

Póvoa de Lanhoso disponibiliza autocarros gratuitos para a Noite Gerações

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© CM Póvoa de Lanhoso
© CM Póvoa de Lanhoso

A Noite Gerações, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e a Movize uniram-se no lançamento da edição deste ano numa parceria oficial para transformar a forma como milhares de pessoas chegam e regressam ao evento.

Com esta parceria de mobilidade integrada, será possível chegar à Noite Gerações de forma mais segura e sustentável, graças a um modelo de mobilidade coletiva, desenvolvido especialmente para este evento e suportada pela tecnologia da Movize.

A Movize é uma plataforma portuguesa de mobilidade urbana e interurbana desenvolvida pela Foco Criativo, uma empresa povoense com abrangência de âmbito nacional e internacional na área do design, comunicação e publicidade.

A 15.ª edição da Noite Gerações, agendada para 5 de setembro, será a primeira a integrar esta solução tecnológica, servindo como palco de lançamento para uma nova forma de pensar a mobilidade em eventos de grande escala.

A app da Movize disponibiliza, desde 22 de agosto, uma funcionalidade inédita, devendo os festivaleiros abrir o separador “Noite Gerações” para aceder a toda a informação do transporte, consultar horários, ver os autocarros em circulação no mapa e planear, em poucos cliques, a viagem de ida e volta.

Este transporte é gratuito em autocarros disponibilizados pelo Município da Póvoa de Lanhoso, com partidas de pontos definidos na Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho e Amares.

Carolina Deslandes, Pedro Abrunhosa, os D.A.M.A e o Padre Guilherme vão conferir à noite de 5 de setembro a animação do evento.

Companhia de Teatro de Barcelos leva espetáculo à Eslováquia

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© Teatro de Balugas
© Teatro de Balugas

A Companhia de Teatro de Balugas, em Barcelos, irá levar “A Furgoneta” ao festival de teatro amador mais antigo da Europa, na Eslováquia.

Esta quinta-feira, o festival eslovaco Scénická žatva, que vai na 103.ª edição, recebe no Slovak Chamber Theatre em Martin, a peça “A Furgoneta”, do Teatro de Balugas, espetáculo selecionado para o festival da International Amateur Theatre Association, em Debrecen, na Hungria, e vencedor do Prémio do Público no Concurso Nacional de Teatro Ruy de Carvalho. Em 2023, a peça foi distinguida em Itália como melhor espetáculo internacional de teatro amador.

O trabalho, com texto e encenação de Cândido Sobreiro é sobre a história de Romão e do irmão que decidem reformar o negócio do pai, homem com milhares de quilómetros feitos pelas aldeias do Minho. Mas agora o negócio é outro: a furgoneta que vendia tudo e mais alguma coisa, até a compra de uma simples faca, que dava para estonar batatas e cortar o pescoço ao frango, já não é feita da mesma maneira. Confrontados com um modo de vida que está a chegar ao fim entre os últimos fregueses e os velhos vendedores ambulantes, os dois irmãos veem-se divididos entre o progresso tecnológico e os que ainda resistem nas aldeias, à espera da buzina estridente e dois dedos de conversa.

Equipa de futsal do SC Braga apresenta-se aos sócios no próximo sábado

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© SC Braga
© SC Braga

A equipa de futsal do SC Braga vai apresentar-se aos sócios no próximo sábado, 30 de agosto, na AMCO Arena.

O jogo estará inserido na primeira edição do Troféu da Legião e será contra o O Parrulo Ferrol FS, da Espanha, às 17:00.

Além do jogo, o evento contará com a apresentação oficial do plantel sénior e de todos os escalões e equipas que integram o universo do futsal do SC Braga.

A entrada é gratuita para sócios, mediante levantamento obrigatório de bilhete, e de 5 euros para o público em geral.

Receção ao Caloiro da UMinho realiza-se de 30 de setembro a 4 de outubro

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© Associação Académica da Universidade do Minho
© Associação Académica da Universidade do Minho

Já há data para a Receção ao Caloiro da Universidade do Minho (Uminho). Segundo a Associação Académica da Universidade do Minho, a iniciativa irá decorrer de 30 de setembro a 4 de outubro, em Guimarães.

As Serenatas Velhas realizam-se no dia 30 de setembro, no Largo da Oliveira, enquanto a Latada acontece no dia seguinte.

O cartaz da Receção ao Caloiro será divulgado brevemente.

Sub-23: SC Braga e FC Vizela empatam por 3-3

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© SC Braga
© SC Braga

Os Sub-23 do SC Braga empataram frente ao FC Vizela por 3-3, em jogo correspondente à terceira jornada da Liga Revelação.

Luisinho (19′), Lourenço Silva (37′) e António Gil (63′) apontaram os golos dos Gverreiros do Minho. Rodrigo Carvalho (34′), Geliano Fortes (51′) e Gonçalo Malheiro (90’+3) marcaram pelo FC Vizela.

O SC Braga segue na primeira posição da tabela com 7 pontos, ao passo que o FC Vizela, em quinto, soma 2 pontos.

Braga: Comissão de Festas da Misericórdia e Sta. Maria de Ferreiros procura figurados

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© Sandra Antunes
© Sandra Antunes

Comissão de Festas em honra de Nossa Senhora da Misericórdia e de Santa Maria, em Ferreiros, Braga, está à procura de figurados para integrar na procissão religiosa.

As festividades irão decorrer de 7 a 14 de setembro na Capela da Misericórdia e na Igreja Paroquial de Santa Maria de Ferreiros e contarão com animação musical e fogo de artifício.

O cortejo religioso, ponto alto destas festividades, irá decorrer a 14 de setembro.

Veja a programação completa aqui.

Enquanto Portugal arde, o PS agradece.

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© Hélder da Rocha Pereira
© Hélder da Rocha Pereira

Todos os verões são iguais, mas este parece ter um enredo especial.

As serras ardem, o céu fecha-se em fumo, o ar torna-se pesado. Os mesmos helicópteros, as mesmas sirenes, os mesmos discursos em direto. Um teatro repetido até à exaustão, como se Portugal tivesse escolhido viver dentro de um loop infinito.

Mas há um detalhe diferente: aquilo que deveria ser o ponto fraco do Partido Socialista — o fantasma dos incêndios que o perseguiu durante oito anos — está a ser transformado na sua maior oportunidade. É quase irónico: as chamas que deviam consumir o legado de António Costa parecem agora iluminar a estratégia eleitoral do PS.

Costa deixou uma herança de cinzas.

Prometeu ordenamento, prometeu reorganizar a floresta, prometeu que os incêndios de 2017 seriam o último trauma coletivo. Mas ano após ano, a promessa dissolveu-se no ar quente de julho. O país voltou a arder, sempre. Os mortos ficaram na memória, mas as políticas nunca mudaram.

E não podemos fingir que este enredo começou agora. Basta recuar um pouco.

  • Em 2003, no chamado “verão negro”, Portugal perdeu mais de 400 mil hectares em chamas. Era primeiro-ministro Durão Barroso, à frente da coligação PSD/CDS. Foi um choque coletivo, a sensação de que o país inteiro estava sitiado pelo fogo. O governo prometeu reformas profundas.
  • Em 2005, dois anos depois, novo desastre: mais de 300 mil hectares ardidos. Só que o país já tinha mudado de cor política. Barroso tinha saído para Bruxelas, Santana Lopes tinha sido primeiro-ministro por meses, e em fevereiro desse ano José Sócrates (PS) chegava ao poder com maioria absoluta. O fogo não distinguiu cores partidárias. Voltaram as promessas solenes: nunca mais.
  • Em 2017, a tragédia subiu de patamar. Não foi apenas área ardida. Foram vidas perdidas em Pedrógão, em estradas transformadas em armadilhas de fogo. Mais de cem mortos. António Costa, no poder, jurou perante as câmaras que aquela seria a última vez.

Mas não foi. Nunca é.
Hoje, em 2025, cá estamos outra vez.

E o padrão repete-se com uma perfeição quase cruel: incêndios gigantes, conferências de imprensa, ministros em mangas de camisa, discursos inflamados, promessas que se dissolvem na primeira chuva de outono.

O que seria lógico — que o PS fosse finalmente responsabilizado pela herança de oito anos de políticas falhadas — não acontece. Pelo contrário. As chamas viraram cortina de fumo. A narrativa escorre para o governo atual, do PSD, que vai sendo queimado em lume brando. Como se a fogueira tivesse sido acesa ontem e não há vinte anos.

A comunicação social tem aqui um papel vergonhoso. Todos os dias repete em coro que este é “o pior ano de sempre”, como se fosse novidade. Esquecem, ou fingem esquecer, os traumas anteriores — em especial o fatídico 2017. Em vez de memória, preferem o espetáculo. Em vez de imparcialidade, alinham numa narrativa de esquerda que manipula o olhar do país. Enganam os portugueses, transformando a tragédia num guião político conveniente.

O PS e os partidos de esquerda aprenderam a arte da inversão. Onde havia culpa, agora há inocência. Onde havia falhanço, agora há oportunidade. E a memória coletiva, cansada e distraída, vai cedendo.

O PSD, por sua vez, não consegue romper o guião. Surge ao lado dos bombeiros, promete reforçar meios, anuncia planos. Mas tudo isso já vimos. Já ouvimos. É o mesmo eco vazio de sempre.

E aqui está o maior embuste: todos sabem que há soluções.

Não são segredo. Estão a ser testadas em diversos países, em diferentes continentes, com resultados concretos. Mas em Portugal prefere-se repetir o ritual gasto, como se fosse uma superstição: fazer sempre o mesmo e esperar resultados diferentes.

É como se estivéssemos condenados a viver entre cinzas e discursos. A cada década, um novo trauma. A cada verão, a mesma impotência. A cada governo, a mesma encenação.

Enquanto Portugal tratar os incêndios como espetáculo mediático, o PS pode até recuperar terreno eleitoral, e o PSD continuará a perder pele em cada chama. Mas o país, esse, perde sempre.

As cinzas que ficam não são de um partido. São de todos nós. E se continuarmos a cair neste truque de narrativa, seremos cúmplices. Não só da política. Mas do incêndio silencioso que consome, ano após ano, o nosso futuro.

E no fim, fica a imagem: um país inteiro a olhar para as chamas, hipnotizado, como quem olha para uma lareira. Há um conforto estranho nesse fogo distante, como se fosse apenas cenário. Mas quando o fumo se dissipa, percebe-se a verdade: não estamos diante da lareira. Estamos dentro dela.

Artigo de Hélder da Rocha Pereira, membro do Grupo de Coordenação Local da Iniciativa Liberal.

Jovem de Famalicão que estava inibido de conduzir não cumpriu e foi detido

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© Yauheni Labanau
© Yauheni Labanau

Na cidade de Vila Nova de Famalicão, a PSP deteve um jovem com 24 anos por desobediência qualificada.

Momentos antes, o jovem tinha sido notificado da inibição de condução por um período de 12 horas, o qual, segundo a Polícia, desrespeitou.