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João Baptista: “Braga precisa de habitação a custos controlados”

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© Angélica Antunes
© Angélica Antunes

O concelho de Braga prepara-se para ir a eleições e eleger o seu terceiro presidente em democracia. João Baptista é o candidato da CDU à Câmara Municipal de Braga. Tem 51 anos, é mestre em Engenharia Civil, eleito na Assembleia Municipal de Braga e na Assembleia da CIM Cávado. Foi membro da Junta de Freguesia de São Victor e é vereador da oposição no Município.

O que motivou a sua candidatura à Câmara Municipal de Braga?

O que motivou esta candidatura foi todo um conjunto de pessoas ligadas a mim e ao coletivo da CDU que entenderam que a minha seria a melhor candidatura para servir Braga e para melhor fazer por Braga. Foi essa a ideia. Braga conhece, Braga sabe com quem conta e eu irei honrar os compromissos desta candidatura.

Que balanço faz destes 12 anos da coligação Juntos por Braga à frente da Câmara Municipal?

O balanço começou por ter uma grande impetuosidade, ou seja, parecia um grande dinamismo no primeiro mandato, com mudanças grandes em termos governativos, mas depois foi-se esmorecendo e a cidade começou a agudizar também com esta transformação, numa cidade de 100 mil para 200 mil habitantes.

Braga teve um crescimento muito grande, mas o Executivo não antecipou os problemas que agora se estão a sentir com grande força, e Braga perdeu dinamismo. As pessoas sentem que havia muita coisa que foi prometida e que não foi executada neste Executivo.

Na sua ótica, quais as principais necessidades do concelho? Quais são os principais problemas que Braga enfrenta atualmente e como os pretende resolver?

Muito resumidamente, eu acho que o tal crescimento de Braga trouxe ao de cima a falta de habitação. É um problema que é transversal a todo o país, não é só de Braga, naturalmente, mas Braga não conseguiu sequer aproveitar a “bazuca” do PRR. 3,2 mil milhões para a habitação e Braga só conseguiu captar investimento para uma residência universitária. Há um protocolo com a Universidade do Minho, mas que não resolve o problema da grande generalidade da população.

Um casal jovem em Braga não consegue comprar nem alugar casa. Um casal acabado de licenciar-se na Universidade do Minho, com um rendimento na ordem dos 1.500/1.600 euros por mês, não consegue, de maneira nenhuma, adquirir a habitação em Braga e depois têm que recorrer a outros concelhos. Depois, isto agudiza o problema a seguir do trânsito, porque depois têm que vir dos outros concelhos para Braga e o que sentimos é que Braga está com o trânsito caótico.

Falta a aposta também no passe modal e intermodal para as pessoas deixarem o carro em casa e virem em transportes públicos, seja de outros concelhos, seja na própria cidade de Braga para apanhar o comboio para o Porto, e era importantíssimo dar um passe intermodal e apostar fortemente nos TUB para resolver o problema da mobilidade.

Da habitação, vemos que a BragaHabit é uma empresa municipal que precisa de meios e de mais dinheiro, num envelope financeiro, para conseguirmos aí fazer uma aposta grande na habitação pública.

Caso for eleito, o que pretende mudar no concelho nos próximos quatro anos?

Primeiro, uma promessa que é alcançável porque o concelho precisa, é conseguir construir muitos apartamentos em Braga. Há quem atire com 500, eu já falei em 1000. Tem que se estudar no momento, porque a cada momento tem que se aferir às necessidades e dar resposta a essas necessidades. Com o quê? Com dinheiro do Poder Central, dinheiro recorrido ao Banco Central Europeu, por fundos de investimento que conseguem injetar e trazer dinheiro a Braga para que a Câmara tenha a preocupação de adquirir terrenos e construir a custos controlados.

Depois, outro problema que se tem de resolver da habitação é cumprir com a Lei de Bases da Habitação, que tem um capítulo que fala da Carta Municipal de Habitação. Essa Carta Municipal de Habitação, que nunca foi feita em Braga, é para identificar os prédios abandonados e devolutos, e a Câmara tomar posse administrativa deles e construir a custos controlados para vender depois a custos controlados. Isto era um passo muito importante.

Também temos a necessidade de estudar, em termos de PDM, porque Braga não pode crescer só nas freguesias urbanas e isto ser uma medida que depois seja transversal às freguesias periféricas e apostar aí na habitação também a custos controlados.

Quais as propostas do seu partido para os mais jovens?

Os mais jovens começam logo por carência de habitação. A habitação resolve-se com o Regulamento Municipal da Habitação, que também nunca foi feito, que preconize regras, ou seja, os jovens terão que concorrer dentro das regras definidas nesse regulamento e serão regras preferenciais para casais jovens à busca de uma primeira habitação em Braga, para que criem aqui a sua família, criem aqui os seus laços e as suas raízes. Não pode ser T0 nem T1, como agora acontece com o alojamento local, que é um alojamento que é provisório, não é para habitação definitiva.

E para os seniores? Existem propostas?

Para os seniores temos previsto uma criação de lares de terceira idade da rede pública, porque Braga carece de oferta de espaços para a terceira idade e achamos que há uma necessidade de oferta pública, que basear tudo nas IPSS parece-nos que é redutor à necessidade de criar um conceito que nós achamos inovador, que é o conceito de bairro residencial de terceira idade. É um bairro em que os idosos têm o seu apartamento, mas depois estão em serviços de apoio associados, de enfermagem, de apoio ao domicílio, isso é uma ideia que estamos a amadurecer, mas que achamos que Braga fica a ganhar e a terceira idade precisa desta resposta.

Que mensagem quer deixar aos eleitores do concelho de Braga?

Quando se fala em mobilidade, há as acessibilidades também. Braga tem carência de espaços, de rampas que permitam às pessoas com mobilidade reduzida acederem a certas zonas da cidade. Por exemplo, quem desce a Rua do Cemitério e vira para a Rua dos Congregados, convido a irem, se forem com uma pessoa com uma cadeira de rodas, não conseguem descer aquela rua porque tem escadas, porque tem ao lado a estrada e não há passeio com rampa. Tudo isto são preocupações que temos de fazer: um plano de acessibilidades. Estudar e ir bairro a bairro, freguesia a freguesia, e ver as barreiras arquitetónicas que existem e que obrigam a uma ação da Câmara que nunca tem tido e que nósm nas nossas visitas, todos os dias temos feito visitas a freguesias, notamos isso e as pessoas queixam-se dessa falta de acessibilidades para as pessoas da terceira idade, com mobilidade reduzida ou até uma mãe com um carrinho de bebé vê-se atrapalhada a mover-se pela cidade.

Depois, em relação à cidade em si, nós queremos que seja uma cidade mais verde, mais ambientalmente amiga e até proponho, já o disse em outros fóruns, a baixar a temperatura máxima da cidade em 5 graus no verão, que é uma cidade que agudiza pelo calor. Toda a gente se queixa que Braga bate recordes de calor no verão. Acompanha Beja e Santarém. Nós temos um plano, eu não costumo inventar a roda, mas gosto de estudar os bons exemplos de outras cidades europeias.

Em Atenas, o presidente da Câmara de Atenas conseguiu fazer isso, baixar 5 graus na temperatura. Como? Com a criação de pérolas no centro da cidade, onde a gente tem aquele autêntico terreiro em granito que é a Arcada, criar zonas com lonas removíveis, que são aquelas lonas que se colocam, Madrid e Sevilha têm. No verão estão abertas e no inverno elas recolhem, e também as coberturas dos telhados com uma cobertura verde e as fachadas, dentro do possível também com coberturas verdes, de forma a baixarmos a temperatura. Isto tudo associado a um grande plano de arborização, porque Braga também carece de árvores e tem vindo a perder muitas nestes últimos abates.

Achamos que Braga precisa de uma resposta forte, porque são as alterações climáticas que tornam a cidade insustentável no verão, em termos de ambiente, e achamos que há possibilidades de melhorar muito nesta matéria.

Braga: Paulo Martins quer requalificar parques e espaços verdes em Merelim São Pedro e Frossos

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© Somos Braga
© Somos Braga

Paulo Martins apresentou oficialmente a sua candidatura à presidência da União de Freguesias de Merelim São Pedro e Frossos, em Braga, pelo Partido Socialista.

O evento começou com uma pequena arruada pelas ruas da freguesia, seguindo-se a apresentação oficial no ponto central das duas freguesias.

Sob o lema “É Aqui Que Começa o Futuro”, Paulo Martins disse que “candidato-me porque chegou a hora da mudança. Depois de mais oito anos da mesma gestão, é tempo de dar voz a quem não tem sido ouvido, de cuidar de quem tem sido esquecido, de construir pontes onde foram erguidos muros”.

Para o candidato, “há problemas concretos como a falta de limpeza nas ruas, passeios em mau estado que dificultam a vida aos idosos e pessoas com mobilidade reduzida, iluminação pública deficiente e falta de políticas para os jovens”.

“Não farei esta mudança sozinho. Trago comigo uma equipa de pessoas competentes, independentes, dedicadas e com energia, prontas para trabalhar consigo e para si”, sustentou Paulo Martins.

O candidato apresentou um programa assente em cinco pilares, destacando o “Programa Intergeracional Idoso Ativo + Jovem Mentor; a requalificação de parques e espaços verdes; a requalificação definitiva dos problemas de limpeza, iluminação pública e segurança rodoviária; a criação de um gabinete de apoio social e psicológico; e a Plataforma Digital da freguesia”.

Construtora de Braga vai construir 450 fogos em Guimarães

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© Grupo Casais
© Grupo Casais

O Grupo Casais, construtora de Braga, anunciou o lançamento da segunda fase do Minho Innovation & Technology Hub (MITH), centrada na construção de habitação e infraestruturas para o comércio e serviços. No próximo ano, vai estar concluída a construção das infraestruturas como a rua e o loteamento desta infraestrutura localizada na cidade de Guimarães. O primeiro edifício residencial deste complexo está previsto para 2027 e a conclusão do projeto deverá ter lugar em 2033.

O MITH combina espaços de trabalho e residenciais, promovendo a interação entre empresas, universidades e institutos, num ambiente adequado à instalação de start-ups e projetos de inovação tecnológica. A área residencial foi pensada como uma comunidade sustentável, com ciclovias e diversas infraestruturas.

O projeto tem agora em curso o desenvolvimento da segunda fase de construção, focada na construção de infraestruturas de comércio e serviços e com um reforço das insfraestruturas para habitação, programado para estar concluído em 2027. O projeto utiliza o sistema híbrido CREE Buildings, que combina madeira e betão, permitindo uma execução mais rápida das obras e trazendo benefícios ambientais, como a redução da pegada de carbono.

António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais, afirma que “a segunda fase lançamento do MITH marca o início da construção das infraestruturas residenciais, concretizando a expansão do hub e criando as condições para que empresas, a Universidade e a comunidade envolvente coexistam num espaço integrado e sustentável”.

Em 2023, o Grupo Casais assinou um protocolo com a Universidade do Minho, a Câmara Municipal de Guimarães, a TECMINHO e o SITIO, que permite às empresas e projetos resultantes da colaboração com estas entidades aceder a condições especiais de instalação e desenvolvimento. A parceira mantém-se entre estas entidades.

Nesta segunda fase, o SITIO também vai ampliar a sua presença, indo o espaço contar com o Centro Nacional de Computação Avançada, da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), instalando a sua Fábrica de Inteligência Artificial. A iniciativa permitirá acesso remoto ao supercomputador Deucalion, capacitando empresas e investigadores para explorar e gerir esta infraestrutura de alta performance, criando novas oportunidades de investigação e de mercado.

“Em apenas dois anos, conseguimos criar uma comunidade vibrante e 100% funcional que junta universidades, empresas e entidades locais em torno da inovação. O nosso próximo passo é ampliar o espaço para continuar a receber projetos que façam crescer este ecossistema”, sublinha Miguel Ricardo, General Manager do SITIO.

PAN Famalicão defende respostas efetivas na área da saúde mental

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© PAN
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O PAN Famalicão assumiu o compromisso em levar a saúde preventiva e o apoio aos cuidadores informais ao centro do debate político.

Para Sandra Pimenta, candidata à Câmara Municipal de Famalicão, “na saúde, há demasiada resposta reativa e pouca prevenção” sinalizando, paralelamente, “o papel fundamental dos cuidadores informais, os quais continuam a ser invisíveis para as políticas locais e centrais”.

No seu programa autárquico já publicado, o partido defende “respostas efetivas na área da saúde mental, considerando que a questão das demências deve sair da caixa do tabu e ser discutida abertamente, incluindo nesse debate as associações, a comunidade e as entidades de saúde”.

A candidata marcou presença na visita às instalações do Centro de Investigação, Diagnóstico, Formação e Acompanhamento das Demências (CIDIFAD), em Riba D’Ave, evento organizado pela Associação Casa da Memória Viva, que decorreu no sábado, sinalizando-se o Dia Mundial da Pessoa com Doença de Alzheimer.

Para Sandra Pimenta, “a criação de jardins terapêuticos, à semelhança do que o CIDIFAD construiu, é uma das formas de garantir espaços de qualidade e promoção da saúde, sendo algo que consta do programa do PAN”.

Coreto da Avenida em Braga é “refúgio” dos sem-abrigo

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© José Lo Ferreira
© José Lo Ferreira

O Coreto da Avenida Central, em Braga, é “refúgio” dos sem-abrigo da cidade. Apesar deste equipamento encontrar-se com cobertas e lixo espalhados pelo chão, os turistas continuam a subir ao coreto para apreciar a vista do centro a cidade.

© José Lo Ferreira

O coreto da Avenida Central foi alvo de trabalhos de restauro e conservação em 2020, onde o Município efetuou a reparação de todo o rendilhado na cobertura e a requalificação com peças novas e restauro do interior. A cobertura também foi reparada e pintada, bem como o interior, gradeamento e fachadas.

O coreto, localizado no coração da cidade de Braga, foi edificado nos finais do século XIX, projetado por Joaquim Pereira da Cruz e parcialmente executado pela Fábrica de Fundição do Ouro do Porto.

Braga: Chega em contacto com a população na freguesia de Gualtar

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© Chega
© Chega

A candidatura do Chega à Junta de Freguesia de Gualtar e o candidato à Câmara Municipal de Braga, Filipe Aguiar, estiveram este domingo em contato com a população.

Segundo o partido, a comitiva esteve “a ouvir os problemas e anseios da população e apresentou algumas propostas, onde se destaca a intenção de implementar um espaço público, nobre e central da Vila, convidativo à reunião de todas as gerações nos seus momentos de lazer”.

Sub-17: SC Braga vence AD Sanjoanense por 7-0

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© SC Braga
© SC Braga

O SC Braga recebeu e venceu o AD Sanjoanense por 7-0, em jogo da sexta jornada do Campeonato Nacional Sub-17.

Gustavo Fonte marcou cinco golos, enquanto Guilherme Marques e Carlos Moita fizeram os restantes.

Os sub-17 voltam a jogar no dia 27 de setembro, frente ao CD Tondela.

Karaté do SC Braga conquista seis medalhas no Open de Lisboa

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© SC Braga
© SC Braga

O SC Braga conquistou seis medalhas no Karaté Open Lisboa, que reuniu cerca de 600 atletas oriundos de 12 países. Os Gverreiros do Minho venceram uma medalha de ouro e cinco de bronze.

Martim Costa conquistou o ouro no escalão Juvenil (-40kg). As medalhas de bronze foram arrecadadas por Leonor Coelho (Juvenil -52kg), Afonso Santos (Juvenil +55kg), Mafalda Moreira (Cadete -47kg), Maria Baptista (Cadete +61kg) e Rodrigo Agra (Júnior -68kg).

Braga recebeu apresentação da 2.ª Fase do Projeto Viv’Arte

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© Centro Social Paroquial de Sobreposta
© Centro Social Paroquial de Sobreposta

A Quinta do Pinheiro, em Braga, recebeu a apresentação da 2.ª Fase do Projeto Viv’Arte, sob o tema “Uma Reflexão”, que reuniu um total de 46 participantes em palco, maiores de 55 anos, do concelho.

Em fevereiro deste ano iniciou-se a segunda fase desta iniciativa desenvolvida por SensorialMente, do Centro Social Paroquial de Sobreposta, com o apoio da Fundação Manuel António da Mota e a colaboração do Município de Braga. “Foram semanas a fio de encontros em Sobreposta em prol da saúde mental, da longevidade ativa e funcional, da parceria interinstitucional e da arteterapia, com foco num bem comum. Assim, o projeto Viv’Arte pôde concretizar-se e demonstrar que os encontros com arte têm um enorme impacto na saúde e bem-estar de cada pessoa”, refere a organização.

Nesta 2.ª fase participaram utentes de cinco IPSS do concelho de Braga, das respostas sociais de Centro de Dia, Serviço de Apoio Domiciliário e ERPI, que em palco mostraram todo o seu talento e dedicação, através dos seus trabalhos de pintura e dotes musicais, fruto dos encontros criativos decorridos todas as terças-feiras, até então. Os testemunhos de cada participante acerca do impacto destas atividades em si próprios, bem como, todos os pedidos de continuidade, fazem pensar na “responsabilidade que temos em contribuir para a felicidade global”..

Houve ainda a possibilidade de apresentar os dados e evolução do impacto decorrido na 1.ª fase deste projeto, concretizada em 2024.

Braga: Daniela Pereira pretende criar fundo de emergência social

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© Juntos por Braga
© Juntos por Braga

A coligação “Juntos Por Braga” apresentou Daniela Pereira como candidata à presidência da União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães. O evento contou com a presença de João Rodrigues, candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga, e de Américo Afonso, presidente da Comissão de Honra da candidatura.

“Nos últimos quatro anos, esta União de Freguesias foi do azeite para o vinagre, do vinho para a água. O que se passou na segunda maior freguesia do concelho não pode repetir-se. Precisamos de alguém jovem, comprometido, que represente o futuro, e essa pessoa é a Daniela Pereira”, disse João Rodrigues.

O candidato à Câmara Municipal sublinhou que “a União de Freguesias não pode perder o ritmo de crescimento da cidade” e garantiu que a coligação “continuará a investir em projetos estruturantes”.

Na sua intervenção, Daniela Pereira apresentou uma candidatura “de energia, renovação, visão e experiência”, com uma equipa “preparada e empenhada em devolver o futuro à União de Freguesias”. “Este é um território amplo, que agrega três identidades, que merecem ser respeitadas, defendidas e protegidas. Nestes quatro anos, ficámos para trás e perdemos tempo essencial. Chegou o momento da mudança e de devolver a freguesia aos fregueses”, disse.

A candidata reforçou que a sua visão passa por “construir uma freguesia mais próxima, transparente e aberta, com um trabalho que vai da modernização dos serviços e descentralização das Assembleias de Freguesia até ao reforço das respostas sociais, educativas, culturais e de lazer”. Defendeu também que “é fundamental cuidar do espaço público, valorizar o património, apoiar as instituições, aproximar gerações e promover oportunidades para jovens, famílias e idosos, destacando-se a criação de um fundo de emergência social, para que ninguém seja deixado para trás”.

“Estamos prontos para trabalhar todos os dias, ao lado de cada pessoa. O futuro da União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães não pode continuar adiado”, concluiu Daniela Pereira.