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Homem detido pela PSP em Braga por conduzir sem carta

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© PSP
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Um homem, de 31 anos, foi detido, esta terça-feira em Braga, por conduzir sem carta de condução.

Segundo a PSP, o suspeito foi detido no no decorrer de uma fiscalização.

O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

Carlos Fragoso: “É urgente intervir no património natural e cultural de Braga”

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© Angélica Antunes
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O concelho de Braga prepara-se para ir a eleições e eleger o seu terceiro presidente em democracia. Carlos Fragoso é o candidato do LIVRE à Câmara Municipal de Braga. Com 63 anos, é professor e vive em Braga há mais de três décadas. É formado em Relações Internacionais e tem pós-graduações em Estudos Económico-Sociais e em Ciências da Educação.

O que motivou a sua candidatura à Câmara Municipal de Braga?

Foram muitas coisas que motivaram a minha candidatura. A intervenção política tem sido parte da minha vida, não de uma forma partidária, mas mais de um ativismo político ligado já a alguns movimentos de cidadãos e em outras alturas a candidaturas presidenciais, como por exemplo a candidatura de Manuel Alegre, em que fiz parte da Comissão de Honra.

Já o ativismo partidário surgiu num contexto diferente, surgiu exatamente pelos momentos perigosos em que atravessamos, em que comecei a perceber que tínhamos de fazer alguma coisa, porque realmente vivemos um período, quer a nível nacional, quer a nível internacional, em que há crescentes ameaças à liberdade, crescentes ameaças à democracia, e, portanto, achei que era hora de realmente me envolver mais e daí ter-me juntado ao LIVRE, que é o partido que acho que defende mais, que vai mais de encontro aos meus ideais naquilo que é uma sociedade futura, verde, justa e livre.

Relativamente à Câmara Municipal de Braga, em concreto, decidi candidatar-me porque achei que podia dar o meu contributo para tornar Braga uma cidade melhor e trazer novas ideias. Juntamente com outros candidatos do LIVRE, trazemos propostas novas para a cidade numa perspetiva de futuro e não numa perspetiva de passado, que é o que é apresentado pelas forças concorrentes.

Que balanço faz destes 12 anos da coligação Juntos por Braga à frente da Câmara Municipal?

O balanço é muito negativo. Nós não temos essa visão neoliberal que está por aí, que é tudo para privatizar, em que tudo o que é despesas é para o erário público, tudo o que é lucros é para os privados. Nós não temos essa visão. Achamos que a gestão de Ricardo Rio trouxe grandes problemas. A cidade já os tinha, mas ele agravou esses problemas. Posso dar como exemplo a mobilidade, o caso do Nó de Infias que já era uma zona altamente problemática na cidade. O que é que este Executivo fez? Autorizou lá a instalação de uma grande superfície, autorizou a instalação de uma cadeia de fast food. Então ali, numa zona que já era problemática, foi-se agravar o fluxo de trânsito naquela zona.

Na habitação é a mesma coisa, não se fez rigorosamente nada. A BragaHabit, deste nome a habitação pública digna não existe. O que há é habitação social e é uma percentagem diminuta, menos de 1% da habitação em Braga é que é do Município e é exclusivamente habitação social. Não houve qualquer nova construção, não houve qualquer nova infraestrutura. Nestes 12 anos de gestão de Ricardo Rio, não houve rigorosamente nada que tivesse sido feito de raiz aqui na cidade. Ele também herdou alguns problemas que já vinham de trás, mas há uma coisa que temos de reconhecer com alguma necessidade intelectual, é que Mesquita Machado deixou obra na cidade. Ricardo Rio não deixa rigorosamente nada. Deixa um rio de eventos e um rio de promessas. É o que ele nos deixa.

Na sua ótica, quais as principais necessidades do concelho? Quais são os principais problemas que Braga enfrenta atualmente e como os pretende resolver?

Na nossa ótica, temos quatro áreas que necessitam de uma intervenção urgente: habitação, mobilidade, património e cultura.

Braga candidatou-se à Capital Europeia da Cultura, não ganhou e ficou como Capital Portuguesa da Cultura. O que é que Braga Capital Portuguesa da Cultura deixa à cidade? Rigorosamente nada. Houve um conjunto de eventos, alguns com alguma qualidade, outros com uma qualidade muito discutida, fundamentalmente para a fruição das pessoas. Ricardo Rio, enquanto presidente da Câmara, também tinha o Pelouro da Cultura, e até hoje não se viu um caminho. Houve aqui algumas coisas, anedóticas quase, como por exemplo a substituição da estátua de D. João Peculiar, que foi uma figura fundamental na independência de Portugal, pela de um outro clérigo que esteve ligado a tudo o que eram os movimentos mais decrépitos e retrógrados da igreja, um homem que é efetivamente uma força de resistência à democracia e à liberdade.

Na mobilidade, há pouco dei o exemplo do Nó de Infias, mas temos o caso do BRT. Braga é uma cidade bimilenar, com ruas estreitas e sinuosas, e querem instalar um BRT? Os BRT são autocarros pesados, grandes, que precisam de vias dedicadas e nós não temos essa capacidade em Braga. O BRT foi criado a pensar em áreas onde havia espaço, como na América do Sul, Austrália, Nova Zelândia, países que eram praticamente virgens em termos de áreas, portanto podia-se fazer o que se quisesse. O BRT, para nós, não é uma solução, é um desastre aqui para o interior da cidade. O que nós precisávamos era de uma boa frota. Temos o exemplo de Guimarães que, a partir deste ano, vai ter uma frota exclusivamente verde. Nós aqui o que precisávamos era efetivamente de aumentar a frota, aumentar as carreiras, aumentar a frequência e aumentar a pontualidade. Para isso, precisávamos de ter autocarros ágeis que se pudessem mover no centro da cidade e servirem a população. Temos excelentes técnicos aqui na Universidade de Minho que nos podem ajudar a resolver o problema da mobilidade porque as soluções têm de ser técnicas, as opções são políticas, mas as soluções são técnicas.

Relativamente à habitação, defendemos sobretudo a habitação pública. Para nós, o problema da habitação passa, neste caso, pela Câmara. Ter um conjunto de fogos, que seja um número significativo de apartamentos e de casas, baixar os preços e ter quantidade suficiente para poder intervir no mercado. Ora, se a Câmara tiver três ou quatro apartamentos, não consegue entrar no jogo do mercado. Tem de ter um número suficiente de apartamentos que permita fazer baixar os preços.

Outra coisa que temos também de regular é a questão do alojamento local porque isso vai libertar casas. Temos como exemplo os alojamentos pastorais e as residências universitárias. No caso da Confiança, estão a fazer uma residência quase obrigados porque não a queriam fazer. Queriam dá-las ao privado, mas como os privados não se entenderam entre eles, a Câmara avançou com a construção da residência através do PRR. Para nós, a Confiança nunca teria sido uma opção para residência. Não é que nós estejamos contra as residências, não. Achamos que a Câmara tem de fazer residências universitárias até porque, ao ter uma oferta a nível de património, nós vamos libertar casas que são ocupadas neste momento por estudantes e vamos libertar essas casas para as famílias.

Outro aspeto que nós pensamos que é urgente intervir é a questão do património, quer do património natural, quer do património cultural. Este presidente, quando tomou posse, disse que no dia a seguir ia resolver o problema do Eco Parque das Sete Fontes. Está praticamente igual quando ele tomou posse. E já lá vão 12 anos. Outro projeto deles era ligar os parques do Picoto com o das Camélias e com o Parque da Ponte. Também está tudo exatamente igual. Agora, o candidato da coligação promete fazer tudo. Durante 12 anos não fizeram nada, mas agora vão fazer tudo.

Na área patrimonial, além do património natural, nós temos que ter aqui um plano de arborização da cidade. O que este Executivo fez foi pôr em marcha um plano de desarborização. Nós defendemos a criação de veredas pela cidade, veredas que liguem os parques da cidade através de veredas verdes.

No património cultural há duas obras que para nós são emblemáticas e que têm que ser urgentemente intervencionadas: as Convertidas e o 1.º de Maio. Como é possível deixar degradar-se o 1.º de Maio ao ponto que ele está degradado, sendo um monumento nacional? As Convertidas poderão cair qualquer dia porque no hotel que fizeram ao lado, havia vigamentos que eram comuns e que foram cortados. A geometria do edifício foi alterada exatamente pelo corte dessas vigas. Portanto, aquele edifício dá-me a sensação que há ali riscos em termos de segurança e que pode qualquer dia acontecer um desastre.

Caso for eleito, o que pretende mudar no concelho nos próximos quatro anos?

Nós temos propostas muito claras relativamente à habitação. Queremos estabelecer parcerias com cooperativas de habitação para que possamos construir rapidamente. Nós temos pensado que o movimento cooperativo pode dar uma ajuda muito importante na questão da habitação.

Estive já reunido com uma cooperativa multissetorial que há aqui em Braga, mas que tem também uma vertente na área da habitação. Eles têm um projeto aprovado desde 2021, com o acordo financeiro já estabelecido, e ainda não veio a verba. Estão há quatro anos à espera das verbas. Isso é impensável. Claro que tem a ver com o Governo Central, não é exclusivamente um problema da Câmara Municipal, mas é evidente que com esse tipo de políticas não há habitação possível. Se as verbas são constantemente cativadas pelo Governo Central ou pelo Poder Local, não há políticas que resistam. Vejam, por exemplo, os Orçamentos Participativos onde a maior parte ainda está por executar. Que confiança é que tem um munícipe que quer participar na sua cidade, que quer participar com projetos que são aprovados nos Orçamentos Participativos e depois não são executados? Isso é uma enorme falta de respeito pelos munícipes. É andar aqui a brincar às políticas e com uma total desconsideração pelos munícipes de Braga. Nós temos que ter uma política completamente diferente, uma política transparente. A Câmara tem de estar aberta aos munícipes, tem de ser completamente transparente na sua administração.

Portanto, para nós, a habitação seria logo a primeira área de intervenção. As nossas propostas, pensamos que é possível construir durante os quatro anos. Não vou dizer se são 100 mil, se são 10 mil, se são 50 mil. Temos de inventariar o património municipal. Ninguém sabe quantas casas tem a Câmara que estão devolutas, que estão degradadas e quantas casas tem o poder central que estão devolutas e que estão degradadas.

Nós podemos reconstruir, podemos adaptar a habitação. A Câmara pode ser parceira de cooperativas. Há muitas soluções de cooperativas que não passam necessariamente pela propriedade. Nós temos imensos exemplos na Europa fora em que se podem estabelecer parcerias com o poder local e o poder central. Este é um aspeto muito importante porque muitas vezes a degradação das cidades, dos edifícios, passa exatamente por essa questão que é a propriedade. Nós não somos contra a propriedade mas podemos ter soluções em que as pessoas tenham o usufruto, tenham a fruição, isto é, podem ter a garantia de uma habitação, sem necessariamente serem proprietários da habitação porque nós pensamos que há muita gente que compra a casa exatamente por isso. Compram casa porque sabem que é uma garantia de que não os vão pôr na rua, nem vem o senhorio num dia mal-humorado e aumentar a renda a 100%. Portanto, isto seria efetivamente para estabelecer alguma segurança às pessoas e às famílias. Claro que uma Câmara que tem 40%, 50% ou 60% de habitação pública pode intervir no mercado e controlar os preços, mas para isso é preciso ter habitação pública, ter um número suficiente de fogos que permita essa intervenção.

Outra área é a questão da mobilidade. Nós temos de ter um plano de mobilidade não só para os problemas da cidade, mas também nas zonas limítrofes. Muitos dos problemas que se vivem hoje na cidade em termos de mobilidade não são problemas da cidade, são problemas de milhares de carros que entram na cidade vindos das zonas limítrofes. Nós sabemos que hoje a cidade de Braga, felizmente, é uma cidade atrativa para muitas pessoas, porque têm aqui os empregos, mas são pessoas que vêm de fora e que tornam o problema do trânsito mais caótico.

Portanto, para termos uma solução de mobilidade temos de integrar, temos de ter essa visão holística das soluções de mobilidade. Por exemplo, é necessário fazer a ligação Braga-Guimarães através da ferrovia, uma ligação que nunca foi feita. Daí defendemos a urgência de repensar a ferrovia em Portugal, de tornarmos o quadrilátero, de ter aqui uma solução de ferrovia para o quadrilátero, exatamente para libertar e assim as pessoas que vêm de fora escusam de trazer o carro porque têm essa mobilidade. Temos, por exemplo, o exemplo da ferrovia entre Braga e Porto. Pode ser melhorada? Pode. Mas há muita gente que vai trabalhar para Porto ou que vem do Porto trabalhar para Braga e que usa a ferrovia, porque tem essa solução, já não precisa levar o carro. Se nós tivermos uma solução de ferrovia com Braga e com as regiões limítrofes, temos também a certeza de que muito do trânsito que chega todos os dias a Braga vai deixar de chegar. Isto vai libertar efetivamente o centro da cidade, vai libertar o casco urbano de carros.

Quais as propostas do seu partido para os mais jovens?

Nós sabemos que os jovens têm aqui uma cidade de futuro. Esta é uma cidade jovem com muitas potencialidades. O nosso slogan é exatamente Braga Livre Construir Futuro. Nós acreditamos que é possível fazer diferente com os jovens. Agora, as políticas de juventude são políticas. Nós entendemos as pessoas como pessoas. Nós não temos essa visão da causa. Portanto, a nossa visão é uma visão integrada de políticas. Nós achamos que os jovens, tal como os idosos ou como os adultos, são pessoas como todos. Portanto, têm que ser integradas efetivamente numa política de habitação, numa política de desporto, sem estarmos a criar guetos etários. Isto para nós não faz sentido. As pessoas são pessoas e temos de integrá-las. As nossas políticas têm de ser coesas e integrar todos esses aspectos da sociedade, porque a sociedade não é estanque.

As nossas comunidades podem ter mais jovens, mas essas pessoas têm de estar integradas num todo que é um todo social. Claro que para os jovens nós sabemos que os jovens têm determinados anseios em algumas coisas que podem ser diferentes do resto da população, mas nós temos efetivamente de construir essas políticas com os munícipes, temos de construir essas políticas com os cidadãos. Por exemplo, na área da cultura, nós temos o cartão quadrilátero cultural e podemos abrir esse cartão de uma outra forma aos jovens, nomeadamente aos estudantes. Por exemplo, podemos fazer com que a anuidade seja menos para os estudantes ou até gratuitas. E podemos abrir esse cartão a museus para que os nossos jovens possam também conhecer a história da sua cidade, ter uma ligação maior aos seus locais. Podemos construir essa ligação às escolas, aos jovens, através desse movimento, através de um movimento cultural. A Casa da Criação é uma das nossas primeiras bandeiras, uma das nossas primeiras propostas e queremos muito que vá para a frente.

E para os seniores? Existem propostas?

Os seniores vão um pouco no mesmo sentido. Nós também sabemos que as pessoas mais velhas têm outro tipo de necessidades. Temos de ter uma rede de apoio domiciliário. Temos de ter um suporte para as pessoas mais fragilizadas em termos, por exemplo, de habitação. Nós sabemos que há muitas pessoas que vivem em casas aqui no centro histórico, e que estão degradadas, casas que estão insalubres. Nós temos de ter uma política de apoio a essas pessoas, a essas populações mais frágeis. Precisamos também de ter uma intervenção, de melhorar a eficiência energética de construção. Nós propusemos na Assembleia da República o programa 3C, Casa Conforto e Clima, que foi aprovado e que está em vigor, e iremos propor também a nível municipal. Este programa visa tornar as casas mais eficientes do ponto de vista energético, para também dar outro conforto às populações, sobretudo às populações mais velhas.

Que mensagem quer deixar aos eleitores do concelho de Braga?

A mensagem que lhes deixo é que confiem em nós. Nós temos propostas, nós acreditamos nas nossas propostas, acreditamos que podemos construir a cidade de uma maneira diferente. Acreditamos que é possível viver de outra maneira, acreditamos que é possível fazer as coisas de outra maneira. Temos essas propostas e acreditamos que depende dos munícipes para construir cidade, porque nós queremos construir a cidade, não é apenas com ideias nossas, nós queremos construir uma cidade em conjunto com os munícipes.

É por isso que nós acreditamos nas comunidades, acreditamos no cooperativismo, acreditamos na solidariedade, porque achamos que a melhor maneira de construir uma vida saudável para todos é todos contribuírem para a construção da cidade, que queremos que seja uma cidade futura e aberta para o futuro.

Iniciativa Liberal reuniu com Direção do Agrupamento de Escolas de Barcelos

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© IL
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A Iniciativa Liberal Barcelos reuniu com a Direção do Agrupamento de Escolas de Barcelos, liderada pelo professor Jorge Saleiro, na Escola Secundária de Barcelos, num encontro que contou com a cabeça de lista à Câmara Municipal, Magda Ferro, e os candidatos à Assembleia Municipal Luís Rosa e João Martins.

“Em cima da mesa estiveram temas como a autonomia das escolas na gestão de recursos, os desafios das infraestruturas e do corpo docente e a promoção da diversidade pedagógica”, referem os candidatos.

Para os candidatos às autárquicas, “dar mais liberdade e autonomia às escolas é essencial para responder melhor às necessidades locais e garantir uma educação inovadora e de qualidade”.

Vila Verde: Soutelo vai festejar São Miguel com muita animação musical

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© Sétima Vaga
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A comunidade de Soutelo, em Vila Verde, prepara-se para receber as festas em honra de São Miguel que decorrem a 28 e 29 de setembro.

As festividades contarão com uma Eucaristia em honra do Padroeiro, a tradicional sardinha de São Miguel e animação musical a cargo dos Amigos das Concertinas de Loureira, do grupo Sétima Vaga e dos Amigos das Concertinas de Palmeira.

Um grupo de voluntários da terra uniu-se para realizar estas festividades e dar continuidade às tradições de Soutelo.

Programa

28 de setembro (domingo)

  • 15:00 – Amigos das Concertinas da Loureira
  • 16:00 – Grupo Sétima Vaga

29 de setembro (segunda-feira)

  • Dia do Padroeiro
  • 20:00 – Eucaristia em honra de São Miguel
  • Seguindo-se a tradicional sardinhada
  • Animação musical a cargo dos Amigos das Concertinas de Palmeira

Braga: Militares da GNR feridos após combaterem incêndio numa casa em Gualtar

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© GNR
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Dois militares da GNR ficaram feridos após terem combatido um incêndio urbano na freguesia de Gualtar, em Braga.

Em comunicado, a GNR explica que “na sequência de um alerta, os militares da Guarda deslocaram-se de imediato para o local, onde confirmaram a existência de um incêndio na parte superior de uma residência. De imediato foram acionados para o local os Bombeiros Sapadores de Braga, contudo, perante o perigo iminente para os residentes da parte inferior da habitação, os militares da GNR atuaram rapidamente, introduzindo-se na residência e, com recurso a uma mangueira, conseguiram extinguir o incêndio”.

Os militares da Guarda foram encaminhados para uma unidade hospitalar, onde receberam tratamento hospitalar por inalação de monóxido de carbono.

Associação Cupio Musicorum homenageia Braga com concerto e CD

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© Associação Cupio Musicorum
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A Associação Cupio Musicorum apresenta, no dia 17 de outubro, às 21:30, no Auditório Vita, o projeto “Homenagem a Braga – a música Filarmónica ao serviço da cidade”. Será um momento cultural ímpar que alia a emoção da música ao vivo ao lançamento de um CD.

Esta iniciativa tem como objetivo “valorizar e recuperar o património cultural ligado à música, reunindo obras dos séculos XIX e XX que celebram a identidade e a história de Braga”. Ao revisitar este legado, a Cupio Musicorum promove “uma reflexão sobre a importância da música filarmónica enquanto expressão artística, comunitária e identitária”.

Em palco estará a Orquestra de Sopros Musicorum, sob a direção do maestro Tiago Brás, que dará vida a esta criação. O programa inclui composições dedicadas à cidade, evocando memórias e tradições que fazem parte do imaginário bracarense. Agora, reinterpretadas com uma nova vitalidade.

Esta produção conta com o apoio de várias instituições locais, bem como da Direção-Geral das Artes, da República Portuguesa, da Câmara Municipal de Braga, do Sporting Clube de Braga, dos Bombeiros Voluntários de Braga, da Oficina S. José e do Colégio de São Caetano.

O evento tem entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete até à lotação da sala. Os bilhetes encontram-se disponíveis para reserva no site ou na bilheteira do Espaço Vita.

Carlos Vicens: “Estou convencido de que a equipa vai estar forte e unida”

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© SC Braga
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O SC Braga recebe esta quarta-feira, às 20:00, o Feyenoord, em jogo a contar para a primeira jornada da Fase de Liga da Liga Europa. Na antevisão, Carlos Vicens destacou a “qualidade” do adversário, mas reforçou a “confiança no grupo e no processo da equipa”, demonstrando ambição de “começar esta fase da competição com uma boa exibição”.

“Um rival que começou a temporada muito bem, que não nos vai fazer a vida fácil, também com uma história grande na Europa. Porém, estamos focados no processo. Os jogadores continuam a melhorar e estou convencido de que a equipa vai estar forte, unida e sem dar uma bola como perdida”, disse o treinador.

“Temos de estar preparados para os desafios que vão surgir, pois o Feyenoord sabe o que fazer em vários momentos. Nesse sentido não é diferente, porque temos de nos preparar como em todos os outros jogos. A equipa tem de estar unida e superar momentos em que não tenhamos a bola, transmitir energia para as bancadas, para que os adeptos também nos ajudem. Pretendemos entrar com ambição e confiança para começar bem esta competição”, finalizou Carlos Vicens.

Braga: Cláudio Machado quer criar centro de dia para seniores em Espinho

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© Juntos por Braga
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A coligação “Juntos Por Braga” apresentou oficialmente Cláudio Machado como candidato à presidência da Junta de Freguesia de Espinho, numa sessão que contou com João Rodrigues, candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga.

“O Cláudio conhece a freguesia, as suas pessoas, as prioridades e sabe ao que vem. É o candidato certo para devolver a Espinho a força e a ambição que merece. Espinho tem de recuperar o comboio do desenvolvimento que muitas freguesias apanharam desde 2013. Chegou a hora da freguesia sentir o diferencial da coligação. A população vai ficar melhor servida e eu não tenho dúvidas de que fizemos a escolha certa com o Cláudio”, afirmou João Rodrigues.

“Eu quero estar próximo das pessoas, eu quero conhecer a realidade das pessoas e que todos tenham consciência da transformação dos últimos 12 anos. Se antes os estudantes da Universidade do Minho tinham de sair da cidade ou até do país para emigrar, hoje encontram cá oportunidades e muitos vêm de propósito para Braga para aqui construírem o seu futuro”, acrescentou.

Na sua intervenção, Cláudio Machado agradeceu destacou “a dedicação, proximidade e compromisso da sua equipa”. “Queremos trazer uma nova força e soluções concretas para problemas que se arrastam há demasiado tempo. Espinho merece mais justiça, mais dinamismo e a atenção e o investimento que há muito lhe faltam”, diisse.

O candidato apontou como prioridades “a revisão do projeto do Centro Cívico e a instalação de um centro de dia para apoiar a população sénior, a criação de soluções de habitação para fixar famílias e travar o abandono da freguesia, a conclusão da rede de saneamento básico, o alargamento e requalificação do cemitério e a melhoria de equipamentos públicos”.

Cláudio Machado anunciou ainda a intenção de “reforçar o apoio social, através de serviços de enfermagem à população sénior e campanhas de sensibilização em parceria com a GNR”.

“Este é um plano ambicioso mas realista, feito a pensar nas pessoas e nas suas necessidades. Juntos, seremos interventivos, reivindicativos e vamos colocar Espinho em novos patamares de desenvolvimento. Queremos que esta terra seja um orgulho para quem cá vive”, concluiu o candidato.

Sub-23: SC Braga e Famalicão empatam por 1-1

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© SC Braga
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Os Sub-23 do SC Braga empataram frente ao FC Famalicão por 1-1, em jogo da quinta jornada da Liga Revelação.

O FC Famalicão inaugurou o marcador por intermédio de Rudi Almeida (7′). O SC Braga igualou aos 29 minutos com Luisinho a converter uma grande penalidade.

O SC Braga segue no terceiro lugar com oito pontos e o FC Famalicão, quarto, soma sete pontos.

Braga: João Vieira apresentou recandidatura à Junta de Freguesia de Gualtar

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© PS
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João Vieira apresentou publicamente a sua recandidatura à Junta de Freguesia de Gualtar, em Braga, pelo Partido Socialista, no âmbito das Autárquicas de 12 de outubro.

O arranque da sessão ficou a cargo de Sérgio André Pereira, da Juventude Socialista, que enalteceu “a força, a criatividade e a determinação dos jovens gualtarenses”, destacando “a enorme dinâmica cultural, as atividades multifacetadas e o envolvimento ativo da juventude em todos os domínios da vida comunitária”.

Entre a intervenção de Isabel Carvalhais e a de Sérgio André Pereira, João Nogueira tomou a palavra e reforçou “a confiança” na recandidatura.

Já Isabel Carvalhais, presidente da Comissão de Honra, destacou o manifesto “Prestar Contas” e reforçou “a importância do trabalho incansável da equipa de João Vieira na defesa dos interesses da freguesia”.

João Vieira, que apresentou formalmente os 33 elementos da sua lista, evidenciou “a pluralidade, a dedicação e a paixão de cada candidato pelo futuro da freguesia”, destacando “o Jardim de Infância, a Creche, o Lar, a EB1, as Hortas, os Trilhos, os CTT, o Espaço Cidadão e o Balcão Único”. Salientou “o trabalho desenvolvido nas áreas sociais, na educação e na valorização dos espaços verdes”.

A encerrar, António Braga, candidato à Câmara Municipal, garantiu “a requalificação da N103, a construção do Campo de Futebol e do Parque de Merendas”. Sublinhou que “Gualtar, a freguesia que mais cresceu nos últimos anos, merece receber o apoio necessário para o seu desenvolvimento, garantindo que os gualtarenses não terão de percorrer gabinete após gabinete para reivindicar o que é seu por direito”.