Braga superou os 70% no Índice de Sustentabilidade Municipal, de acordo com um estudo conduzido pelo CESOP – Universidade Católica Portuguesa que avalia a implementação local da Agenda 2030 das Nações Unidas.
O Município obteve um índice global de 70,8 pontos, o valor mais elevado desde o início da iniciativa em 2018.
“Este desempenho confirma a trajetória de progresso sustentável que Braga tem registado nos últimos anos, depois de em 2020 apresentar 64,2 pontos. A evolução é igualmente evidenciada pelo Índice de Homogeneidade, que atesta um crescimento equilibrado nos diferentes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, demonstrando consistência na concretização das metas estabelecidas. O relatório destaca ainda a forte evolução registada no pilar das Parcerias, com resultados significativamente superiores aos de 2020, refletindo o trabalho desenvolvido no reforço da cooperação institucional e no envolvimento em redes de sustentabilidade. Ao mesmo tempo, consolida-se a posição de Braga como um dos municípios de referência nacional na prossecução dos compromissos da Agenda 2030”, refere a Câmara Municipal.
O ISM é uma iniciativa académica pioneira em Portugal que avalia, de forma comparada e transparente, o desempenho dos municípios no cumprimento da Agenda 2030 das Nações Unidas. Baseado em 159 indicadores que cobrem áreas sociais, económicas, ambientais e de governança, o ISM permite medir o grau de concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável a nível local, identificar áreas de maior progresso e de maior desafio, e fornecer às autarquias uma ferramenta prática para orientar políticas públicas mais eficazes e alinhadas com os compromissos globais.
A CDU, representada por João Baptista, candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga, juntamente com o primeiro candidato à Freguesia de Gualtar, Carlos Ribeiro, e outros membros da lista, fez uma visita e encontro com moradores de Gualtar para “auscultar os problemas concretos dos residentes nesta freguesia”.
De acordo com o partido, “entre as situações identificadas contam-se a rotunda na EN103, junto à Farmácia de Gualtar, em que os autocarros e pesados de mercadorias não conseguem dar a volta completa e têm que fazer inúmeras manobras para o conseguir”. “Esta rotunda nunca ficou bem implantada pelos serviços camarários e exige-se a reformulação da mesma”, refere.
“Junto à Escola EB 2/3 de Gualtar e pavilhão desportivo, há muito tempo que se aguarda pela construção de um cais de embarque para os autocarros (e agora o SchoolBus), na rua Óscar Dias Pereira, uma vez que, nas horas de inicio e fim de aulas esta via fica intransitável. A CDU contactou também com os moradores da rua Maria Júlia Queirós, onde se realizaram obras de requalificação da rua, nomeadamente a substituição das espécies arbóreas, que impediam o acesso às garagens e beneficiam dos passeios, que estavam intransitáveis, fruto das deformações provocadas pelas raízes das árvores que aí existiam”, acrescentou.
“Este melhoramento é resultado da persistência do eleito da CDU na Assembleia de Freguesia e do vereador da CDU na Câmara de Braga, que reivindicaram a realização urgente desta obra. Os moradores reconhecem que a acção insistente dos eleitos da CDU foi fundamental para a resolução deste problema concreto”, finalizou.
O concelho de Braga prepara-se para ir a eleições e eleger o seu terceiro presidente em democracia. Filipe Aguiar é o candidato do CHEGA à Câmara Municipal de Braga. Natural de Braga, tem 55 anos, lidera a concelhia do partido e é vice-presidente da estrutura distrital.
O que motivou a sua candidatura à Câmara Municipal de Braga?
O que motivou esta candidatura é ser uma candidatura por amor a Braga, tendo em conta que eu sou natural Braga e vivo em Braga desde sempre com algumas saídas pontuais para outras cidades europeias, mas, contudo, é a minha cidade. É a cidade que eu amo e essa foi a maior motivação.
Que balanço faz destes 12 anos da coligação Juntos por Braga à frente da Câmara Municipal?
O que sentimos é que houve realmente uma inércia enorme. As coisas não aconteceram, não há nenhuma obra de referência na cidade e todos os bracarenses sentem isso. O que nós pretendemos é fazer mais, fazer diferente, e, acima de tudo, ouvir os bracarenses e fazer uma gestão de proximidade que é isso que nos traz aqui nesta candidatura.
Na sua ótica, quais as principais necessidades do concelho? Quais são os principais problemas que Braga enfrenta atualmente e como os pretende resolver?
Nós temos aqui três problemas que são transversais ao país, mas em Braga mais acentuados que são a mobilidade, a habitação e a imigração descontrolada. São esses grandes temas que para nós são de extrema importância e que estamos muito atentos.
A imigração é um dos temas que parece que há algum preconceito em falar nele. Nós não temos preconceito absolutamente nenhum. Braga está a perder a identidade e, na verdade, nós temos de trazer essa identidade a Braga. Não somos contra a imigração, de todo. Queremos uma imigração controlada, regulada, e, acima de tudo, que os bracarenses não percam qualidade de vida com esse aumento exponencial da imigração.
Caso for eleito, o que pretende mudar no concelho nos próximos quatro anos?
Como lhe dizia, são estes três pontos que é resolver o problema da mobilidade, a habitação e a imigração descontrolada. Este problema da mobilidade só se resolve de uma vez por todas chamando o Governo Central e é gritante a disparidade que existe. Por exemplo, entre Braga e Porto, em termos dos valores do PRR para a mobilidade enquanto o Porto tem quase 550 milhões de euros, Braga tem pouco mais de 73 milhões. Portanto, isso é algo que nós não aceitamos. Braga tem que reivindicar mais, Braga tem que denunciar este centralismo que existe há 50 anos. Não podemos ficar calados. Temos de cada vez mais denunciá-lo e é isso que nos traz aqui.
Também a habitação é um problema grave em Braga. Não há soluções milagrosas de um dia para o outro, mas nós temos soluções a médio prazo para conseguir mitigar este problema.
Depois há a parte da segurança que também é um tema que nos preocupa bastante e desta imigração descontrolada porque com esta imigração descontrolada, eu vou-lhe dar um exemplo, ainda hoje tive conhecimento de que no Centro de Saúde de Gualtar foram inseridos para os médicos de família 350 imigrantes quando temos uma série de bracarenses à espera de médicos de família. Isto preocupa-nos bastante e esta situação da imigração connosco é algo que nos preocupa. Vamos tentar ter uma atenção especial e fazer uma fiscalização em parceria com as Juntas de Freguesia para perceber as Certidões de Habitação e saber qual o número que está afetado a cada casa. Nós vemos que é recorrente uma habitação que comporta cinco ou seis pessoas, ter 30 ou mais pessoas. Isso não é comportável e queremos ser fiscalizadores dessa situação para trazer qualidade de vida aos bracarenses, que é o que mais nos preocupa neste momento.
Quais as propostas do seu partido para os mais jovens?
Para os jovens, começamos por criar infraestruturas, nomeadamente aos jovens casais. Nós temos falado com os jovens casais e há um problema sério em termos de natalidade, que também ninguém fala porque preocupam-se muito com a imigração e depois a natalidade fica sempre para segundo plano.
Para nós, a natalidade também é uma prioridade e o que nós propomos é que, de uma forma generalizada, nas freguesias de Braga seja para criar mais berçários, criar infraestruturas de berçários e creches para que os jovens casais possam ter mais filhos, possam ter mais qualidade onde deixar os seus filhos e poderem ir para os seus locais de trabalho com as infraestruturas necessárias de suporte a esta situação.
E para os seniores? Existem propostas?
Os idosos também nos preocupam bastante porque ficam sempre em segundo plano. Uma cidade não pode ser futuro sem respeitar os seus idosos, daí que também é uma preocupação nossa fazer uma avaliação geral das 37 freguesias e conseguirmos as infraestruturas necessárias para que os idosos possam ter um local onde possam passar parte do seu tempo, que é uma das grandes dificuldades.
As famílias têm que ir para os seus trabalhos, não têm onde deixar os seus idosos e ficam em muitas situações precárias. Nós temos que criar um equilíbrio nessa área, nessas infraestruturas para que seja um suporte das famílias e os seus idosos possam ter situações condignas para passarem o seu dia com várias atividades.
Que mensagem quer deixar aos eleitores do concelho de Braga?
Quero dizer aos eleitores de Braga que esta é uma candidatura que não é elitista. No dia 12 de outubro confiem em nós para darmos um ímpeto diferente e, acima de tudo, que seja uma gestão de proximidade, que confiem em nós para cuidar da nossa cidade, do futuro dos nossos filhos e devolver a nossa identidade que está gradualmente a ser perdida. Comprometemo-nos com os bracarenses para trazer novamente a identidade a Braga.
O coração é o motor da nossa existência, uma orquestra de músculos e válvulas que trabalha incansavelmente para nos manter vivos. Funciona como um relógio que marca o compasso da vida; mas, ao contrário do relógio, basta um desequilíbrio para o coração perder o ritmo. E as escolhas que fazemos ao longo da vida inferem neste compasso. Por isso, programemos o alarme da prevenção, e deixemos de dar por garantido o ritmo pulsante do nosso coração.
Cerca de dois terços das mortes prematuras e um terço das doenças nos adultos associam-se a comportamentos que tiveram início na juventude, como o tabagismo, o sedentarismo, o consumo excessivo de álcool, uma alimentação pouco saudável ou mesmo o stress acumulado. Os números revelam que as doenças cardiovasculares continuam a ser a principal causa de morte, contabilizando cerca de 17,9 milhões de óbitos anualmente a nível mundial (32% de todas as mortes). Também em Portugal, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), estas doenças persistem como uma das principais causas de morte, representando 26,6% dos óbitos em 2022. Cada vez mais casos surgem em faixas etárias mais jovens, com um impacto de milhões de anos de vida perdidos. E mais ainda, cerca de 80% das doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais são preveníveis.
Esta realidade, que deve ser um grito de alerta para a população em geral, é também um desafio e uma responsabilidade acrescida para os profissionais de saúde. Neste âmbito, a American Heart Association propõe, em 2025, que as comemorações do Dia Mundial do Coração decorram sob o lema “Não perca o ritmo”.
Para o cidadão comum, a mensagem a reter é simples e objetiva: o ritmo da sua vida está literalmente nas suas mãos. Não é necessário começar a correr maratonas ou iniciar dietas altamente restritivas. A mudança começa devagar, com a tomada de decisões acertadas e conscientes: trocar o elevador pelas escadas, optar por comer uma peça de fruta em vez de um doce. A prática de atividade física regular, de intensidade moderada, acarreta benefícios claros na redução do risco cardiovascular ao reduzir o risco de doenças crónicas como a diabetes, mas também ao promover uma melhoria do bem-estar mental e controlo do peso. É importante aprender a abrandar e encontrar o nosso próprio ritmo, aquele que nos permite acalmar e ouvir o que nosso corpo nos diz.
Para os profissionais de saúde, este é um dia de reflexão sobre o papel desempenhado não só no tratamento, mas acima de tudo na prevenção das doenças cardiovasculares e da morbi-mortalidade que acarretam. É preciso assumir-se como agentes de mudança e desenvolver estratégias que capacitem os utentes a tomar decisões conscientes e mais saudáveis, com foco na prevenção, em alternativa ao foco na reação.
Para a comunidade e entidades governamentais: é necessário continuar a investir na criação de ambientes e políticas públicas que facilitem escolhas saudáveis e previnam doenças. Entre as estratégias com impacto comprovado na prevenção das doenças cardiovasculares destacam-se: campanhas de sensibilização sobre alimentação equilibrada, desde as escolas até aos locais de trabalho; promoção de atividade física nesses mesmos contextos; a regulamentação de publicidade e taxação de produtos pouco saudáveis. Quanto mais precoces forem estas intervenções, maior a sua eficácia.
O diagnóstico precoce e a literacia em saúde são as nossas melhores ferramentas. A saúde do nosso coração é um compromisso diário, uma responsabilidade partilhada. Não desperdicemos uma única batida. Vamos aproveitar este Dia Mundial do Coração para reajustar o nosso ritmo, reavaliar as nossas escolhas e para nos comprometermos com a saúde que nos dá vida.
Eduardo Oliveira, candidato do PS à Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, apresentou um projeto de “reconversão do centro urbano da cidade”, num investimento estimado de 10 milhões de euros, que inclui parque de estacionamento subterrâneo para 300 viaturas, zonas verdes, transformação da Casa Senador Sousa Fernandes num espaço cultural e abertura de cinema, em parceria com o Cineclube.
“O objetivo é claro: trazer de novo a dinâmica comercial e cultural ao centro da cidade, num verdadeiro espaço comercial ao ar livre, moderno, dinâmico e vibrante. Durante décadas, foi aqui que muitos famalicenses vinham fazer as suas compras. Mas hoje, fruto de um planeamento mal pensado ou, simplesmente, de desleixo, o nosso centro urbano tornou-se apenas uma memória”, refere Eduardo Oliveira.
“Onde antes havia árvores e calçada portuguesa, há agora pedra sem vida e de fraca qualidade. No verão, o calor sufoca. No inverno, a chuva desanima. Sem estacionamento, os clientes afastam-se. Os comerciantes perdem negócio. Os consumidores procuram alternativas nas zonas comerciais da periferia. O centro está abandonado. E até quem nos visita sente isso”, acrescenta.
O candidato diz que “o desenvolvimento económico é um dos eixos centrais da candidatura”. Nesse sentido, “a elaboração e implementação do Plano Estratégico Municipal de Desenvolvimento Económico é um instrumento orientador das prioridades e ações para o desenvolvimento sustentável, competitivo e inovador, ancorado nas competências distintivas e nos recursos singulares do território”.
“Este plano visa concretizar três grandes prioridades: gerar emprego qualificado, atrair investimento estruturante e fortalecer o tecido empresarial e o ecossistema de inovação. Uma das medidas passa por criar o Conselho Municipal Económico e Social, como espaço privilegiado de diálogo estratégico e participação plural, reunindo representantes dos setores empresarial, sindical, social, académico e institucional, com a missão de acompanhar, propor e avaliar políticas públicas que promovam o desenvolvimento sustentável, a coesão social e a competitividade do território”, acrescenta.
Também está na agenda do candidato “o desenvolvimento de uma rede de espaços de coworking vocacionada para freelancers, startups e empresas criativas, em articulação com o setor privado, fomentando o empreendedorismo e a inovação em contextos flexíveis e colaborativos; bem como o desenvolvimento de um programa de revitalização de espaços urbanos e patrimoniais subutilizados, transformando-os em polos de criatividade e inovação”.
Eduardo Oliveira pretende ainda “reforçar o Espaço Empresas (em parceria com o IAPMEI, enquanto balcão de apoio ao empresário) e implementar medidas de apoio ao acesso a mecanismos de financiamento”. Pretende também “promover práticas agrícolas biológicas, de conservação dos solos e da água e de redução do uso de agroquímicos, e apoiar a criação de selos de origem e qualidade para produtos agrícolas locais, promovendo a sua diferenciação e valorização no mercado”.
Os Bombeiros de Barcelinhos recebem o evento solidário ‘Galo Night Fire’ para angariação de fundos para os Soldados da Paz.
Esta iniciativa irá decorrer a 3, 4 e 5 de outubro e contará com muitos cantores e grupos conhecidos do público. Para adquirir as pulseiras, consulte a página dos Bombeiros de Barcelinhos aqui.
Programa
3 de outubro (sexta-feira)
A partir das 21:00:
Tuna Feminina do IPCA
Tuna Mista do IPCA
DJ’s Los Bravos
DJ Fábio Vasquez
4 de outubro (sábado)
A partir das 15:00:
M&M Miguel e Mickael
José Francisco
Mastiksoul
Jorge Amado
Micael Vingança
Johnny Abreu
Os Antikua
Siga a Farra
Victor Rodrigues
Jorge Loureiro
Leandro
Xavier
Mike da Gaita
DJ Lilas Cruz
DJ Pedro Vallez
Sérgio Rossi
5 de outubro (domingo)
A partir das 14:00:
Festival de Folclore com 20 Ranchos do Concelho de Barcelos
O Município de Fafe vai assinalar o 115.º aniversário da Implantação da República. A sessão solene evocativa da efeméride tem lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a partir das 10:00, e conta com a intervenção do presidente da Assembleia Municipal, Raúl Cunha, do reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro, sendo que o presidente da Câmara Municipal, Antero Barbosa, tem a seu cargo o encerramento da sessão.
Da sessão, inclui-se a entrega do Prémio Dr. Maximino de Matos a Joana Cristina Ferreira Mendes de Castro Bento.
Do programa faz parte ainda uma Corrida de Cavalos a Passo Travado, numa organização da CoFafe, que decorrerá nos terrenos adjacentes ao IEES , em Medelo, a partir das 14:30.
O programa reserva, como habitual, uma alvorada de morteiros às 09:00, o hastear da bandeira nacional no edifício dos Paços do Concelho, que acontecerá a par do desfile da Fanfarra do Agrupamento de Escuteiros nº 966 Medelo – Fafe e a interpretação do Hino Nacional pelo ensemble da Orquestra de Fafe.
As temperaturas máximas vão subir para os 31º em Braga, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Esta quinta-feira as máximas chegam aos 28º e na sexta aos 27º. No sábado está previsto alguma chuva fraca com os termómetros a rondarem os 24º. No domingo o sol voltará a brilhar, dia em que as temperaturas atingem os 31º. Na segunda e terça esperam-se máximas de 30º.
A coligação Juntos por Braga apresentou a recandidatura de Carlos Guimarães à presidência da União de Freguesias de Celeirós, Aveleda e Vimieiro. A iniciativa teve lugar nas três freguesias, com sessões realizadas nas respetivas instalações da autarquia local.
A apresentação da candidatura incluiu intervenções de Rita Marques, representante por Aveleda, e Flávio Ferreira, representante por Vimieiro, bem como do candidato à presidência da Câmara Municipal, João Rodrigues, do ministro da Educação, Ciência e Inovação e candidato à Assembleia Municipal, Fernando Alexandre, e do deputado da Assembleia da República, Joaquim Barbosa.
“Esta União de Freguesias tinha uma realidade muito diferente antes. Cumpria apenas 40% do que estava orçamentado, enquanto hoje cumpre mais de 90%. O Carlos é um presidente de Junta exemplar, próximo e incansável. Não podem desperdiçar uma liderança destas, que já provou capacidade, seriedade e resultados”, disse João Rodrigues.
O candidato à presidência da Câmara Municipal destacou “a importância estratégica da União de Freguesias para o concelho. “O Estado Central não paga um metro de estrada desde 2009, mas é visível o esforço e avanços que o município fez. Esta União de Freguesias vai crescer de forma significativa em habitação, com qualidade, espaços verdes e novos equipamentos sociais. A rotunda de Celeirós e os acessos viários têm de ser prioridade, porque a mobilidade é essencial para o desenvolvimento equilibrado”, acrescentou.
Na sessão em Celeirós, Fernando Alexandre destacou “a importância da ligação entre o trabalho autárquico e o desenvolvimento do concelho”, sublinhando que “a autarquia e as freguesias são fundamentais para aproximar a política da vida real das pessoas”.
Na sua intervenção, Carlos Guimarães sublinhou que é “pela população, pelas suas necessidades e sonhos” que se recandidata, reafirmando o compromisso de “continuar a servir com a mesma determinação de sempre”. “As conquistas que alcançámos não caíram do céu, são fruto do nosso trabalho. O nosso objetivo é claro: crescer, dinamizar e valorizar a União de Freguesias, com uma equipa próxima, disponível e ativa. Estivemos sempre presentes, lado a lado com as pessoas, não apenas em período eleitoral”, sustenou.
O candidato apresentou novas metas, destacando “a criação do Parque de Lazer e Merendas de Celeirós e a requalificação das Voltas da Macada, dando-lhes uma nova vida”. “Não somos de promessas, somos de certezas. O futuro constrói-se com continuidade, ambição e trabalho feito. A nossa missão é construir, em conjunto, uma freguesia ainda mais dinâmica, e não regressar ao passado”, finalizou.