A CDU, representada por João Baptista, candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga, juntamente com a primeira candidata à Junta de Freguesia de Lamas, Helena Alves, e outros membros da lista, fez uma visita a Lamas.
A iniciativa teve como objetivo “auscultar os problemas concretos dos residentes nesta freguesia”. “Na passagem superior sobre a A11, não existe continuidade do passeio num dos lados e, no passeio existente, o acesso é feito por escadas, inacessíveis a pessoas com mobilidade reduzida ou carrinhos de bebés, o que obriga estes cidadãos a andarem pela estrada EN309, correndo um grave risco de atropelamento. É necessário implementar medidas de acalmia da velocidade do tráfego, passando nomeadamente por semáforos com radar de velocidade e passadeira, de forma a reduzir o risco de atropelamento”, refere a CDU.
O partido afirma que “outra das queixas dos moradores da freguesia é a inundação da Ponte de Lamas, provocada pelas constantes cheias do rio, situação que provoca constrangimentos à circulação das pessoas”.
“O monumento mais emblemático da freguesia, a Mamoa de Lamas, encontra-se em muitas ocasiões vedado à fruição do público. A CDU propõe que esteja aberto durante o dia. As novas urbanizações de Lamas carecem de espaços verdes e de lazer para fruição de quem lá mora e de quem visita a freguesia”, finalizou o partido.
Devido às condições climatéricas adversas, o evento “Goodbye Summer | Noite do Vinil”, em Priscos, Braga, inicialmente agendado para o dia 27 de setembro, foi adiado para próximo dia 4 de outubro.
A iniciativa, de caráter solidária, terá lugar no Recinto do Presépio de Priscos, entre as 19:00 e as 00:00, e contará com a atuação dos DJs Guns e Nelly Deep, que vão animar a noite ao som dos maiores êxitos dos anos 80, 90 e 00.
A entrada tem o custo de 10 euros e inclui uma bebida. Para os menores de 15 anos, a entrada é gratuita, desde que acompanhados pelos pais.
No local estará disponível uma zona de alimentação, com pão com chouriço, bifanas e cachorros.
Os bilhetes podem ser adquiridos junto dos promotores ou no local (sujeito à lotação).
Toda a receita reverterá para as obras da Igreja de Priscos, contribuindo para a preservação do património local.
O concelho de Braga prepara-se para ir a eleições e eleger o seu terceiro presidente em democracia. Francisco Pimentel Torres concorre à Câmara Municipal de Braga pelo ADN – Alternativa Democrática Nacional. Tem 65 anos, é engenheiro e empresário.
O que motivou a sua candidatura à Câmara Municipal de Braga?
Boa tarde e obrigado à Braga TV pelo convite e por esta entrevista. O que me motivou foram essencialmente três motivos. O deparar com que Braga está pior do que estava. Este último executivo não fez nada, portanto preocupo-me com a cidade. O segundo foi a minha disponibilidade, visto que me apresentei há relativamente pouco tempo e que finalmente, depois de uma vida empresarial muito longa, tenho disponibilidade para me dedicar a uma coisa que sempre gostei, que é preocupar-me com Braga. E a terceira, que é redundante, mas é o amor que eu tenho pela cidade.
Que balanço faz destes 12 anos da coligação Juntos por Braga à frente da Câmara Municipal?
O balanço não pode ser positivo de modo nenhum. Enquanto Braga, nestes últimos 12 anos, não apresentou uma obra nova, não apresentou nada de novo na cidade e deixou tudo o que tinha nos seus programas eleitorais por fazer. Eu tenho duas páginas A4 escritas, cheias, das coisas que foram prometidas e não foram feitas.
Estamos a falar, por exemplo, das Sete Fontes, do Pavilhão Flávio Sá Leite, do São Geraldo, o Nó de Infias, a Circular de Braga, enfim, inúmeras coisas que não foram feitas. Portanto, Braga estagnou, Braga não se preparou para o crescimento que teve. Positivo, foi o marketing que o presidente da Câmara fez pelo Brasil, por vários lados, em que atraiu muita gente para Braga, mas que era previsível que Braga ia crescer e que, apesar desse marketing todo, não preparou as ferramentas, não preparou a cidade.
Na sua ótica, quais as principais necessidades do concelho? Quais são os principais problemas que Braga enfrenta atualmente e como os pretende resolver?
A maior necessidade que o conselho tem, neste momento, é a circular externa, a chamada Variante do Cávado. Sem ela, não conseguimos tirar o trânsito da cidade, não conseguimos resolver os problemas da mobilidade, portanto, os problemas de circulação automóvel, não conseguimos tirar daqui carros, não conseguimos tirar daqui esta confusão toda que se instalou em Braga. Uma cidade de acidentes, de ruas estreitas, que agora ainda querem piorar, e isso não é prioridade, com um BRT, uma ideia péssima, mas pronto, fundamentalmente, é essa circular.
Depois, também há que resolver alguns problemas de habitação. Habitação pública pode ser, mas o problema de habitação está muito ligado ao Estado Central, portanto, é um problema que, digamos, é nacional e que tem que ser resolvido através de PRRs, através do Governo Central, porque uma Autarquia sozinha, compreendo que não conseguirá fazer muita coisa nisso.
Caso for eleito, o que pretende mudar no concelho nos próximos quatro anos?
As primeiras coisas que pretendo fazer é ouvir os bracarenses, ouvir bem as necessidades dos bracarenses.
Aliás, a primeira linha do nosso programa é, realmente, fazer um levantamento da necessidade de creches, da necessidade de ATLs, portanto, para a juventude, e também de lares para a terceira idade, porque há uma grande carência nisso. E, obviamente, fazer consensos também com outros vereadores que alinhem nas nossas políticas e nos deixem, digamos, nos facilitem a governação de uma Autarquia que há de ser a maior do país.
Quais as propostas do seu partido para os mais jovens?
Portugal tem um problema grave de natalidade. É preciso dar condições. As cidades precisam dar condições aos jovens, aos jovens para ter filhos, aos jovens para terem onde pôr os filhos, aos jovens para fazer a sua vida profissional, e isso passa por ter uma cidade que tenha transportes bons, que tenha transportes pontuais, frequentes, coisa que os TUB não tem. Os TUB, permita-me a franqueza, devem ser os transportes urbanos mais mal geridos do mundo, não digo do país, nem no terceiro mundo há coisa tão má.
É preciso ter transportes, é preciso ter creches, é preciso ter muitos sítios e muitas facilidades para que os jovens, casais principalmente, que estudam e que venham estudar para Braga, fiquem por cá, façam crescer a cidade e façam desenvolver a cidade.
E para os seniores? Existem propostas?
Para os seniores é a mesma coisa. Os seniores neste país estão muito abandonados. Os jovens, hoje em dia, saem muito tarde da casa dos pais e depois não voltam. Quer dizer, quando os pais estão velhinhos, vão para um lar. Portanto, é preciso arranjar mais centros de dia, centros de lazer, atividades para os seniores, desportos para os seniores, é preciso toda uma preocupação com os seniores, porque realmente a nossa população está envelhecida.
Que mensagem quer deixar aos eleitores do concelho de Braga?
Eu espero que os eleitores comecem a deixar de votar nos partidos tradicionais. Os partidos tradicionais levam-nos há 50 anos a esta desgraça. Não desenvolveram prática, o país cresceu muito menos do que havia de ter crescido, o país está uma desgraça, as cidades estão sem abrigos, o nosso presidente da República, no primeiro mandato, disse que ia acabar com os sem-abrigos até hoje, mas isso a gente já o conhece. Fala, fala, fala, mas não diz nada, e espero que deixem de votar nestes PS, PSD, IL, CHEGA, e comecem a votar em pessoas, principalmente nas Autarquias. Comecem a votar em quem pode fazer a diferença.
O Multiusos da Junta de Freguesia de Merelim São Paio recebeu a apresentação de Nuno Paiva como candidato da coligação Juntos por Braga à presidência da União de Freguesias de Merelim São Paio, Panóias e Parada de Tibães. O encontro contou com a presença de João Rodrigues, candidato à presidência da Câmara Municipal.
“O Nuno é uma pessoa com muita coragem, tal como todos os membros da sua equipa, e tem uma enorme capacidade de trabalho. Esta União de Freguesias tem um potencial extraordinário, mas não foi gerida com a qualidade que merecia nos últimos quatro anos. Precisa de um novo rumo e de uma gestão orientada para as pessoas e para o território. A equipa do Nuno está pronta para trazer esse futuro”, disse João Rodrigues.
O candidato à Câmara destacou “o potencial do território e a importância da renovação”. “Esta União de Freguesias precisa de mais e melhor, precisa de uma equipa capaz de apanhar o comboio do desenvolvimento que começou em 2013 e que já trouxe resultados visíveis na maioria das freguesias. Das dez candidaturas à Câmara Municipal, apenas a nossa e mais uma apresentam listas às 37 freguesias do concelho. Para nós, não há bracarenses de primeira ou de segunda, nem freguesias mais ou menos importantes. A nossa prioridade é simples: melhorar a qualidade de vida de toda a comunidade, sem exceção”, reforçou João Rodrigues.
Por sua vez, Nuno Paiva destacou “a ligação à terra e o sentido de responsabilidade desta candidatura”. “Acredito que juntos podemos fazer mais e melhor. Há desafios pela frente, mas temos a força, a união e a criatividade necessárias para os ultrapassar. Queremos construir uma freguesia ainda mais forte e orgulhosa da sua identidade”, referiu.
O candidato garantiu que a sua candidatura “vai basear-se em proximidade e transparência, colocando as pessoas sempre em primeiro lugar, em desenvolvimento e qualidade de vida, garantindo melhores condições para a população, e em cultura, juventude e solidariedade, como motores de coesão social”.
Os Juntos por Guimarães acusaram o Partido Socialista de copiar as propostas da coligação, no âmbito das Autárquicas de 12 de outubro.
“A duas semanas das eleições autárquicas, assistimos ao Partido Socialista a recorrer à mais pura estratégia de plágio político, tentando confundir os vimaranenses ao apresentar medidas para a mobilidade que a coligação Juntos por Guimarães já apresentou há dois anos. O PS sempre foi contra à nossa proposta de tornar gratuitos os passes para crianças e jovens até aos 25 anos e para os vimaranenses com mais de 65 anos. O PS vem agora a reboque, mas a nossa candidatura vai muito mais longe: nós vamos garantir transportes públicos gratuitos para todos os vimaranenses”, refere a coligação.
A coligação acrescenta que propõe “uma revolução na mobilidade no concelho, prevendo, entre muitas outras medidas, a gratuidade dos transportes públicos para todos, como forma de promover a mobilidade sustentável e apoiar as famílias vimaranenses. Não defendemos apenas, como o PS, a gratuitidade exclusiva para jovens estudantes e para cidadãos com mais de 65 anos. Queremos e vamos estender esta medida para todos”.
A coligação sustenta que “este ‘copy-paste’ do PS não é apenas uma coincidência: é mais um sinal de desespero e de desorientação de quem sente que Guimarães vai mudar no próximo dia 12 de outubro. A cópia descarada das nossas medidas revela não apenas a falta de visão, mas também um profundo desrespeito pelos cidadãos, que merecem propostas genuínas e não réplicas de um programa construído com trabalho, rigor e atenção às necessidades reais da população. A coligação Juntos por Guimarães tem apresentado soluções concretas e estruturadas para transformar a mobilidade no concelho: desde o aumento da cobertura para servir todas as freguesias, o aumento dos horários para incluírem transportes noturnos e ao fim de semana e, acima de tudo, a gratuidade dos mesmos. Este é o verdadeiro projeto para o futuro de Guimarães”.
A ilustradora Iolanda Guimarães vai assinalar o quinto aniversário do projeto i.lus.tra.me com uma série de workshops criativos de ilustração, escrita e diálogo final sobre a temática “O poder da criatividade no nosso dia a dia”, com uma psicóloga clínica.
A iniciativa terá lugar no dia 2 de novembro, nos Moinhos da Tojeira, em Sobreposta, finalizando com um bolo de aniversário e lanche.
A participação nos workshops requerem inscrição e pagamento , enquanto que a conversa final e lanche/bolo será aberto ao público em geral.
As inscrições terminam a 15 de outubro e podem ser feitas aqui.
Filipe de Oliveira, candidato à Câmara Municipal de Vieira do Minho, propõe um seguro municipal de saúde gratuito.
Considerando que “a questão da saúde tem sido um problema em Vieira do Minho”, este seguro de saúde gratuito “é uma medida complementar ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) que continuará a ser Resposta Principal de Saúde e uma das bandeiras do Partido Socialista”.
“Este seguro de saúde gratuito, para os residentes no concelho de Vieira do Minho, agiliza o acesso e comparticipa as despesas em consultas, exames e tratamentos, sempre que o SNS não der resposta, em tempo útil”, refere o candidato.
Filipe de Oliveira, sustenta que, “apesar do alcance esperado com esta medida, e de reconhecer que os profissionais de saúde, em exercício, têm dado o seu melhor, continuará a pugnar para que o Centro de Saúde seja dotado de uma Unidade de Saúde Familiar (USF), em lugar da atual Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) e para que o Serviço de Atendimento Permanente (SAP) venha a ser reposto”.
Antecipa também que, ao longo da Campanha Eleitoral, irá destacar “todas as medidas que integram o grupo de 12 bandeiras do Partido Socialista, entre as mais de 300 medidas que compõem o Programa Eleitoral da sua candidatura”.
A GNR deteve um homem de 53 anos por posse de arma proibida e ameaças com recurso a arma de fogo, no concelho de Amares.
“No âmbito de uma denúncia por ameaça com recurso a arma de fogo, junto de um estabelecimento comercial localizado naquele concelho, os militares da Guarda desenvolveram diligências policiais que permitiram identificar e localizar o suspeito. No decorrer da ação, foi realizada uma busca domiciliária que culminou na constituição do suspeito como arguido e na apreensão de uma carabina, acompanhada de dezenas de munições”, referiu a GNR.
No mesmo dia, na sequência de uma nova denúncia pela prática do mesmo ilícito, os militares da Guarda deslocaram-se ao local, onde intercetaram novamente o mesmo suspeito. A ação resultou na sua detenção em flagrante e na apreensão de uma arma de fogo e de um bastão.
O detido foi constituído arguido e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Amares.
A transparência na gestão pública é, hoje, um dos temas mais discutidos na política autárquica. Num contexto em que a confiança dos cidadãos nas instituições locais se encontra frequentemente fragilizada, a clareza na utilização dos recursos públicos e a abertura dos processos de decisão são entendidas como elementos fundamentais para reforçar a legitimidade democrática.
Em Barcelos, a Iniciativa Liberal assumiu a transparência como uma das bandeiras centrais da sua candidatura às eleições autárquicas de 2025, encabeçada por Magda Ferro. A proposta liberal parte de uma premissa clara: uma autarquia deve ser gerida com os mesmos princípios de rigor, eficiência e responsabilidade que se exigem a qualquer entidade que administra recursos de terceiros.
De acordo com a visão apresentada, a transparência não pode ser confundida com mera formalidade administrativa. Não basta disponibilizar relatórios extensos ou documentos de difícil interpretação. O objetivo é garantir que a informação é simples, acessível e útil para todos os cidadãos, permitindo que o escrutínio seja efetivo.
Entre as medidas propostas destacam-se:
A publicação online de todos os contratos, adjudicações e protocolos celebrados pela autarquia, em formato claro e de fácil consulta.
A implementação de orçamentos participativos com carácter efetivo, onde os munícipes possam decidir diretamente sobre parte dos investimentos municipais.
A simplificação de processos internos, de forma a reduzir burocracia e assegurar que a transparência se traduz em ganhos concretos de eficiência.
A prestação regular de contas, não apenas através de indicadores financeiros, mas também com a explicação dos resultados obtidos e do impacto das medidas implementadas.
Esta abordagem insere-se numa lógica liberal mais ampla, que defende a limitação do poder político, a responsabilização dos decisores e a valorização do escrutínio público. Para a candidatura da Iniciativa Liberal em Barcelos, a transparência não é apenas um valor ético, mas também uma condição essencial para a boa gestão e para a criação de um ambiente de maior confiança entre autarquia e cidadãos.
Num município tradicionalmente governado pela alternância entre PS e PSD, a aposta liberal surge como uma proposta diferenciadora, procurando responder à crescente exigência dos eleitores em relação à clareza das políticas públicas. A transparência, neste contexto, assume-se não apenas como um compromisso eleitoral, mas como um pilar estrutural de governação que pretende marcar a diferença em Barcelos.