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Utilizadores de bicicletas partilhadas de Barcelos percorreram 17.273 quilómetros

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© CM Barcelos
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Um ano após o seu arranque, o sistema de bicicletas partilhadas de Barcelos, o Tuba Bike, registou 14.394 alugueres e 17.273 quilómetros percorridos.

Promovido pela Câmara de Barcelos e operacionalizado pela Transdev, o Tuba Bike integra o sistema de mobilidade suave e sustentável do Município, colocando à disposição dos barcelenses 200 bicicletas em 40 pontos de partilha espalhados pela zona urbana e, também, ao longo de todos os troços da ciclovia.

O balanço deste primeiro ano de atividade foi ontem divulgado pela Transdev e aponta para “uma utilização diária solidificada deste sistema de bicicletas partilhadas”.

O serviço Tuba Bike pode ser utilizado mediante um passe anual de 30 euros, um passe mensal de cinco euros ou um passe diário de dois euros.

Tanto a requisição dos passes como a gestão de utilização das bicicletas são feitas através do recurso a uma aplicação que pode ser descarregada no telemóvel dos interessados. O serviço está disponível todos os dias, no período das 07:00 às 21:00 (horário entre 1 de outubro e 31 de maio).

De acordo com o balanço apresentado pela Transdev, aos 17.273 quilómetros percorridos correspondem 849.246 calorias queimadas pelo total dos utilizadores das bicicletas Tuba Bike.

Braga: Daniel Pinto quer potenciar parcerias de escolas profissionais com Junta de Freguesia

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© Juntos por São Vicente
© Juntos por São Vicente

A coligação Juntos por Braga candidata à freguesia de São Vicente, liderada por Daniel Pinto, visitou recentemente as escolas profissionais ESPROMINHO e TRIFORMIS, sediadas na freguesia de São Vicente.

A iniciativa teve como objetivo “reforçar o diálogo com a comunidade educativa e conhecer de perto o trabalho que ambas as instituições desenvolvem na formação de jovens e adultos”.

Durante a visita, Daniel Pinto destacou “o papel central das escolas profissionais no desenvolvimento social e económico da freguesia”. “A ESPROMINHO e a TRIFORMIS são duas instituições de referência na formação profissional, com provas dadas na capacitação de jovens e na preparação para o mercado de trabalho. Acreditamos que estas duas instituições são essenciais para a oferta educativa da nossa freguesia”, disse.

A equipa dos Juntos por Braga teve a oportunidade de “visitar as instalações, contactar e perceber as valências oferecidas pelos diversos cursos técnico-profissionais”. “Entre os temas discutidos estiveram a necessidade de reforçar a articulação entre a Junta de Freguesia e as instituições de ensino, a importância da formação para combater a exclusão social e o papel das escolas na fixação de talento jovem na freguesia. Para nós a educação é o futuro da nossa freguesia e acreditamos que no próximo mandato podemos ter parcerias que potenciem o papel da Junta de Freguesia juntos destes jovens, mas também que estas escolas possam ainda estar mais envolvidas com a comunidade”, acrescenta.

Guimarães com candidaturas abertas para o Mercado de Natal

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© CM Guimarães
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O Município de Guimarães anunciou a abertura das candidaturas para o Mercado de Natal 2025, que decorrerá entre 30 de novembro e 24 de dezembro, no Jardim da Alameda de São Dâmaso, integrado na programação Guimarães Cidade Natal.

A iniciativa pretende “recriar o ambiente natalício com decoração, animação e espaços de comercialização de produtos, oferecendo aos visitantes uma experiência imersiva e festiva”.

A participação é gratuita e está aberta a associações, coletividades e entidades privadas, que poderão candidatar-se com propostas nas áreas de artesanato, têxteis, alimentação (sem confeção no local ou com preparação limitada), bebidas, produtos infantis, livros e papelaria, decoração, entre outros. Os stands disponibilizados terão estrutura em madeira, com balcão e pré-instalação elétrica, medindo cerca de 2,40m x 2,40m.

As candidaturas devem ser apresentadas até 24 de outubro, em formulário próprio, através de correio eletrónico ([email protected]) ou presencialmente no Palácio Vila Flor – Divisão de Cultura, de terça a sexta-feira, entre as 10:00 e as 12:30 e das 14:00 às 17:00.

A seleção dos participantes será feita pela organização, tendo em conta a originalidade dos artigos, o enquadramento na época natalícia e preocupações ambientais. Os resultados serão comunicados até 14 de novembro.

O Mercado de Natal funcionará em diferentes horários, ajustados à época, com abertura oficial no dia 30 de novembro, das 18:00 às 23:00, prolongando-se até às 13:00 do dia 24 de dezembro.

As normas e ficha de inscrição estão disponíveis aqui.

Academia Allegro de Braga de luto pela morte do artista Diogo Rosas

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© Diogo Rosas
© Diogo Rosas

A Academia Allegro de Braga está de luto pela morte do ator e professor Diogo Rosas. O artista bracarense morreu esta terça-feira aos 32 anos.

“O nosso Di partiu. E do tanto que lhe devemos por estes anos e que ainda havemos de contar. Chegamos aqui carregados de dor, mas cientes do privilégio que foi conhecer, trabalhar e viver o teatro musical com esta alma genial que nos deixa hoje. Cedo demais. Os nossos corações estão contigo, Di. Não importa a dimensão. Do imenso amor que te temos. Obrigado”, pode ler-se na publicação da Academia Allegro.

Ainda não é conhecida a data das cerimónias fúnebres de Diogo Rosas.

À família enlutada, a Braga TV apresenta as mais sinceras condolências.

Braga: Iniciativa Liberal destaca que obras no Nó de Infias terão “impacto significativo” na circulação de autocarros

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© IL
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A Iniciativa Liberal de São Vicente, acompanhada por Rui Rocha, candidato à Câmara Municipal de Braga, e por Bruno Machado, deputado municipal, realizou esta semana uma visita à Central Coordenadora de Transportes de Braga.

Durante a visita, a comitiva teve “oportunidade de observar de perto o funcionamento e a coordenação do sistema de transportes da cidade, debatendo soluções para o futuro da mobilidade em Braga”. No contacto com funcionários e utilizadores dos serviços, “foram recolhidas opiniões e sugestões sobre a qualidade e o funcionamento do transporte público”.

Tiago do Val, candidato da Iniciativa Liberal à Junta de Freguesia de São Vicente, destacou que “as obras no Nó de Infias terão um impacto significativo na circulação de autocarros e de pessoas, afetando diretamente o dia a dia além das ditas operações da Central de Camionagem. Este é um alerta importante para que se tomem medidas atempadas e se minimize o transtorno para quem depende destes serviços diariamente”.

“A visita serviu também para sublinhar a necessidade de pensar e executar um plano de modernização da Central de Camionagem, incluindo novas instalações. Trata-se de uma das maiores portas de entrada da cidade de Braga, e é fundamental que esteja preparada para receber cidadãos e visitantes de forma eficiente, segura e confortável”, concluiu Tiago do Val.

Homem vai para a prisão após agredir pais idosos em Braga

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DR
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A GNR deteve um homem de 31 anos por violência doméstica, no concelho de Braga. Após denúncia, os militares deslocaram-se ao local, onde realizaram diligências policiais que permitiram apurar que o suspeito exercia violência física e psicológica sobre os seus pais, um homem de 71 anos e uma mulher de 78 anos.

A ação culminou na detenção do suspeito em flagrante delito, tendo a GNR confirmado que “já se encontrava em curso uma investigação pela prática do mesmo ilícito”.

O detido foi presente ao Tribunal Judicial de Braga, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

Braga: Palmira Maciel quer instalar creche na antiga pré-primária de Lamaçães

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© Somos Braga
© Somos Braga

A candidatura do Partido Socialista à Assembleia da União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães, em Braga, foi formalmente apresentada na EB de Nogueira. A lista é encabeçada por Palmira Maciel, ex-vereadora da Câmara Municipal de Braga e deputada à Assembleia da República, escolhida pelos militantes socialistas após José Pinto Matos, atual presidente, ter decidido não se recandidatar por motivos pessoais, depois da vitória alcançada em 2021.

Sob o lema “Somos Nogueira, Fraião e Lamaçães”, Palmira Maciel apresentou a equipa composta por Rui Ramos, Isabel Cunha, António Carvalho, Marina Ribeiro, Ana Margarida Carvalho, Luís Teixeira, Suzana Leite, Luís Fernandes, Inês Fernandes, Carlos Ferreira, Raquel Andrade e André Matos. A lista de suplentes integra Costa Guimarães, Diana Matos, Samuel Martins, Sandra Fernandes, José Rodrigues, Ana Gonçalves, António Faria, Daniela Gomes, Manuel Machado, Joana Machado, Luís Peixoto Alves, Emília Faria, António Monteiro e Rafaela Barbosa.

A sessão contou com as intervenções de Pinto de Matos, Ana Cristina Braga, Inês Fernandes, Liliana Pereira, Pedro Sousa e António Braga.

Palmira Maciel destacou algumas das prioridades do programa eleitoral, pretendendo “a instalação de uma creche na antiga pré-primária de Lamaçães, com projeto já elaborado, a criação de um centro de associativismo no edifício da Junta de Fraião, a requalificação da Piscina de Nogueira e do espaço Viva o Local, em Lamaçães, bem como a implementação de um percurso pedonal sinalizado que ligue os três territórios da União”.

A candidata reforçou “a continuidade na aposta na educação, na cultura e na modernização administrativa”.

Nas últimas semanas, Palmira Maciel e a sua equipa têm realizado diversas visitas a instituições e coletividades locais com o objetivo de “ouvir as suas necessidades e aspirações”. Segundo a candidata, “esses momentos de diálogo permitiram reforçar a convicção de que o desenvolvimento da freguesia faz-se em conjunto com quem nela trabalha todos os dias”.

João Rodrigues: “Queremos apostar na mobilidade, habitação e qualidade de vida das pessoas”

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© Angélica Antunes
© Angélica Antunes

O concelho de Braga prepara-se para ir a eleições e eleger o seu terceiro presidente em democracia. João Rodrigues é o candidato da coligação Juntos por Braga (PSD, CDS e PPM) à Câmara Municipal. Tem 37 anos, é licenciado em Direito e mestre em Direito dos Negócios e da Empresa. Advogado de profissão, é vereador na Autarquia bracarense desde 2017, assumindo atualmente o pelouro do Urbanismo.

O que motivou a sua candidatura à Câmara Municipal de Braga?

Motivou-me a experiência, a vontade pessoal e o saber de ter um projeto para a cidade que nós temos. Um projeto que começou há 12 anos, um projeto que levou esta cidade a crescer como não crescia há muitos anos, a ter um dinamismo e uma posição mesmo no panorama nacional, ibérico e até na Europa que não tinha, mas também com a noção de que há questões a resolver e estou preparado para as resolver. Temos um projeto, temos um histórico e é essa a principal razão.

Que balanço faz destes 12 anos da coligação Juntos por Braga à frente da Câmara Municipal?

É bastante positivo. Basta olhar para a Braga de 2013 e para a Braga de hoje. Embora haja quem nos queira convencer de que Braga está pior do que estava, isso é absolutamente refutável. Nós éramos uma cidade em 2013 que perdia pessoas todos os dias, que tinha deixado de ser a cidade mais jovem do país, que batia recordes de insolvências. Uma grande discussão na altura era que escolas é que havíamos de fechar, que é que havíamos de fazer aos alunos da Universidade de Minho que terminavam os seus cursos e a sua formação e tinham que mudar de cidade porque não encontravam cá empregos condizentes.

Tínhamos uma Câmara Municipal, enquanto instituição, que era uma Câmara muito mais fechada, quer na relação com a população em geral, quer na relação com outras entidades. Basta perguntar, por exemplo, às universidades qual era a relação que existia e a que existe. Hoje, felizmente, temos uma cidade que é o oposto disso. Temos uma cidade dinâmica, temos a cidade que mais cresceu nos últimos anos, temos uma cidade que era a 16.ª ou a 17.ª mais exportadora do país e passou a ser a 3.ª. Hoje, a discussão não é como é que fixamos os estudantes da Universidade de Minho, é como conseguimos fixar aqueles que ficam e que querem vir de fora porque há oferta de emprego e emprego mais qualificado.

Nós nos últimos 10 anos, tivemos mais de 30 mil postos de trabalho em Braga, emprego mais qualificado, que dá mais rendimento às famílias e, portanto, as pessoas podem viver melhor em Braga. Agora, isso não significa que seja tudo bem feito ou que não haja mais nada a fazer. Aliás, se eu achasse que não havia mais nada a fazer, não era candidato à Câmara. Há coisas novas a fazer. Temos que olhar para a qualidade de vida das pessoas, não nos bastam os números, não nos basta estar em primeiro lugar nos tops e nos rankings. É muito importante que consigamos que esses sucessos se materializem em qualidade de vida para as pessoas.

Na sua ótica, quais as principais necessidades do concelho? Quais são os principais problemas que Braga enfrenta atualmente e como os pretende resolver?

Na minha opinião, há três grandes áreas onde devemos investir: a questão da mobilidade e, para mim, a maior prioridade de todas. Se me pedissem uma só, era a construção da circular rodoviário externa de Braga, que é um projeto que já está em projeto na Câmara Municipal, um projeto que eu próprio, graças à experiência, enquanto liderei. Eu sei onde é que ela começa, para onde é que ela passa e onde é que ela termina.

A questão da habitação e, aí, a minha própria experiência, também julgo que, falo por mim, porque nós somos a Câmara Municipal do país que vai ter mais capacidade construtiva. Dentro de um ou dois meses, vamos passar a ter mais de 30% da área que tínhamos até agora e nós precisamos de oferta para responder à procura. Isto é muito simples. Não é preciso entrar com grandes devaneios se a oferta é pública ou se é privada. É preciso mais oferta e nós, sobre isso, julgo que estamos conversados também.

Depois, é preciso qualificar a cidade, com espaços verdes, com equipamentos, dar respostas ao nível das creches, dar respostas ao nível dos centros de dia e, olhar para aquilo que é Braga hoje, e ter uma resposta adequada àquelas que são as necessidades das pessoas. Repito: trânsito, habitação e qualidade de vida.

Caso for eleito, o que pretende mudar no concelho nos próximos quatro anos?

Pretendo fazer muita coisa e fazer desta a melhor cidade do país para se viver. Era aquilo que eu dizia, era capitalizar as boas coisas que temos feito, melhorar muito do que temos feito e fazer coisas novas, porque não tem só que se melhorar aquilo que está bem, nem manter aquilo que está bem. Temos que fazer coisas novas. O Parque da Cidade é algo que nós já decidimos que vai ter que acontecer e que já está definido, ou seja, já resolvemos para que isso aconteça.

O Parque da Rodovia é um excelente exemplo do que se fez nos últimos 12 anos e é algo que é facilmente replicável noutras zonas da cidade e queremos fazer também. Mas depois, olhar para o pormenor, olhar para os passeios, olhar para a iluminação, olhar para as funções de segurança, olhar para os espaços verdes, para os jardins e, repito, fazer desta uma cidade melhor.

Quais as propostas do seu partido para os mais jovens?

Para começar, uma cidade que quer ter jovens e nós, felizmente, como disse no início, voltamos a ser a cidade mais jovem de Portugal e não é por acaso. Hoje há condições para os jovens cá ficarem, há empregos qualificados e continuamos a ser a segunda capital distrital onde a taxa de esforço para se ter acesso à habitação é menor. Entre aquilo que as pessoas ganham e aquilo que as pessoas pagam, só em Viseu é que é mais barato, mas não vamos comparar Viseu a Braga.

Eu acho que Braga tem hoje um conjunto de oportunidades que devemos potenciar, mas repito, para mim o maior problema dos jovens neste momento é a capacidade de se emanciparem, de saírem de casa dos pais, de poderem ter uma vida própria, independente, e isso só se consegue logo desde o início tendo habitação e tendo habitação a custos acessíveis e que os jovens possam suportar. E por isso é que eu digo: mobilidade, habitação e qualidade de vida.

E para os seniores? Existem propostas?

Hoje em Braga uma pessoa com mais de 65 anos já tem transporte público gratuito e tem medicamentos grátis. O Balcão Único vai à casa das pessoas, temos a Academia Sénior, temos um grande número de programas na área da saúde, na área da ocupação de tempos livres, na área da formação, na área do apoio da saúde de refúgio, nós temos tratamentos, perdoem-me pela expressão, mas temos programas da ponta dos pés à ponta da cabeça.

Há muitas mais coisas que podemos fazer e nós temos noção de que temos mais crianças mas também temos pessoas mais velhas e que o envelhecimento pode ser feito de diversas formas com o envelhecimento ativo, com qualidade e onde a cidade seja amiga das pessoas mais velhas.

Nas várias medidas que nós temos no nosso programa eleitoral que vai ser apresentado agora são os centros de saúde de proximidade. Nós temos capacidade de estabelecer uma rede de centros de saúde de proximidade que faz com que, por exemplo, as pessoas não tenham tanta necessidade de fazerem grandes deslocações para terem uma consulta ou para terem um atestado.

Há muitos serviços no próprio Balcão Único da Câmara Municipal e há muita gente que não tem noção disto. A Câmara vai à casa das pessoas e o trabalho da Câmara também passa por aí, por comunicar melhor. Não significa necessariamente comunicar muito, é comunicar melhor.

Que mensagem quer deixar aos eleitores do concelho de Braga?

Eu acho que é muito fácil perceber que no dia 13, das duas uma, ou eu ou António Braga, um de nós vai-se apresentar à Câmara Municipal. Ou a coligação Juntos por Braga ou o Partido Socialista. Um de nós vai ganhar as eleições e não vale a pena ter ilusões. Qualquer voto que não seja em mim, e mesmo que não seja em António Braga, são votos que favorecem naturalmente António Braga e isso está nos livros, está na Ciência Política, está explicado.

Eu acho que aquilo que os bracarenses têm que perceber é se querem uma cidade como a que tínhamos em 2013, com tudo aquilo que eu disse anteriormente, ou se querem que a cidade continue nesta senda de desenvolvimento que tem sofrido nos últimos anos, que se iniciou com Ricardo Rio em 2013, e que agora nós queremos melhorar, queremos qualificar.

Para isso, eu estou preparado e sei o que quero fazer para isso. Tenho uma equipa preparada e há um pormenor muito interessante que eu julgo que também é importante as pessoas perceberem. Mais de 90% dos nossos candidatos, nós temos mais de 800 em todo o concelho. São pessoas independentes, sem qualquer filiação partidária e estão aqui, foram escolhidas e foram convidadas pelas suas competências.

Não há problema nenhum em serem militantes de partidos, mas este projeto é um projeto aberto, é um projeto que se caracteriza por ser um projeto aberto há mais de 20 anos e que nos levou até aqui. Eu acho muito sinceramente se os bracarenses pararem para pensar e para perceber a cidade que tínhamos e a que temos, e, sobretudo, se olharem para o nosso programa para a cidade que queremos ter, a opção certa e a única opção que têm neste momento é a nossa candidatura.

Coligação Juntos Por Braga dá início à campanha na freguesia de Lamas

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© Juntos por Braga
© Juntos por Braga

Os Juntos Por Braga deram início à sua campanha eleitoral em Lamas. A coligação destacou “a importância de todas as freguesias do concelho, independentemente da sua dimensão”.

“Com cerca de 850 habitantes, Lamas é a freguesia mais pequena do concelho de Braga, a nível territorial e populacional, e a quarta mais pequena a nível nacional em termos de território, mas com uma identidade forte e um papel relevante no futuro do município”, refere a coligação.

Acompanhado por José Carlos Ferreira, candidato independente à Junta de Freguesia de Lamas pelo movimento “Mais Lamas”, apoiado pela coligação Juntos Por Braga, João Rodrigues, candidato à presidência da Câmara Municipal de Braga, reforçou “a ideia central da candidatura”.

“Para nós, não há bracarenses de primeira ou de segunda. Ao contrário de todos os outros, com excepção da CDU, a coligação Juntos Por Braga considera que todas as freguesias têm o mesmo peso para o futuro do concelho, todos os cidadãos contam e por isso temos candidaturas ou apoiamos candidatos em todo o território”, disse o candidato.

João Rodrigues afirmou ainda ter “muito orgulho em contar com o apoio de José Carlos Ferreira, que é um autarca de referência em Braga e que muito tem dado à população de Lamas”.

Ao longo da tarde, a coligação, acompanhada pela equipa do “Mais Lamas” visitou habitantes, empresários e instituições para “ouvir de perto as suas preocupações, sugestões e contributos para o futuro”. “Foram também apresentados os programas eleitorais para o concelho e para a freguesia, construídos com base na proximidade, participação e no compromisso de responder de forma real e concreta aos desafios locais”, acrescenta.

“Escolhemos Lamas porque aqui, como em todo o concelho, vivem bracarenses que merecem ser ouvidos, respeitados e envolvidos. Não há freguesias pequenas quando o compromisso é grande: fazer de Braga um concelho cada vez mais coeso, equilibrado e inclusivo”, sublinhou João Rodrigues, recordando que a coligação Juntos Por Braga apresenta candidaturas às 37 freguesias do concelho.

“Juntos, verdadeiramente com todas as freguesias, vamos fazer de Braga o melhor concelho para se viver em Portugal”, finalizou.

O quotidiano pintado em nova exposição na Casa dos Coimbras em Braga

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© Miranda Brito
© Miranda Brito

A Casa dos Coimbras, em Braga, vai acolher a exposição de pintura “Fragmentos de Retalhos”, do artista Miranda Brito, uma coleção que olha para o quotidiano, os problemas sociais e tantos outros temas que tocam o ser humano. A inauguração acontece no próximo sábado, 4 de outubro, às 17:00.  

“Tenho obras que abordam a depressão, o aborto e outros acontecimentos que surgem na vida das pessoas. No caso do aborto, por exemplo, tem a ver com a mulher e a forma como é castigada por isso. Cada história é contada através de cor e de traços e cada pessoa vai olhar de forma diferente para os temas”, descreve o artista de 59 anos, natural de Angola, mas a viver em Setúbal desde os nove anos. 

Para Santiago Belacqua, curador artístico da exposição, “Miranda Brito retrata sobre tela realidades visíveis ou imaginadas pela convivência que o inspira. São fragmentos de retalhos de humanidade e de esperança, de desalento e de revolta contra os perigos iminentes que sentimos”.

Em cerca de 20 obras que estarão em exposição, “o artista mostra-nos, na sua linguagem a cores e na versatilidade dos temas, que a vida é o maior valor a proteger e que está ao nosso alcance”, acrescenta Belacqua.

Recorde-se que esta não é a primeira vez que a Casa dos Coimbras recebe o trabalho de Miranda Brito. Recentemente, o artista – que divide a paixão pela pintura com a profissão de serralheiro de moldes – fez parte da exposição coletiva internacional “Caminhos de Esperança”.  

A mostra “Fragmentos de Retalhos” estará patente até 30 de outubro. Pode ser visitada todos os dias, entre as 09:30 e as 12:00 e entre as 15:00 e as 18:30.