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Presidente da República felicita medalhados portugueses dos Europeus de Canoagem

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© Federação Portuguesa de Canoagem

O Presidente da República felicitou os canoístas portugueses pelos resultados alcançados nos Campeonatos da Europa de Canoagem e Paracanoagem, disputados em Montemor-o-Velho, considerando que as prestações dos atletas voltaram a colocar Portugal entre as principais potências europeias da modalidade.

Numa mensagem divulgada este domingo, Marcelo Rebelo de Sousa destacou as conquistas de Norberto Mourão, campeão europeu em VL2 200 metros, e de Messias Baptista, que arrecadou a medalha de prata em K1 200 metros.

Uma referência especial foi dirigida a Fernando Pimenta, que encerrou a competição com duas medalhas. O atleta português conquistou o ouro em K1 5000 metros e o bronze em K1 1000 metros, reforçando um dos mais notáveis palmarés da canoagem nacional.

Na mesma mensagem, o Chefe de Estado salientou ainda o esforço realizado para recuperar o Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho, que tinha sido parcialmente afetado pelo recente comboio de tempestades. Marcelo considerou que a rápida intervenção permitiu garantir a realização da competição em condições de excelência, destacando a cooperação entre as várias entidades envolvidas.

O Presidente da República deixou igualmente uma palavra de reconhecimento à Federação Portuguesa de Canoagem, à Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, aos clubes, treinadores, voluntários e restantes elementos da comitiva portuguesa, pelo contributo para o sucesso organizativo do evento e pelos resultados alcançados.

Portugal encerrou os Campeonatos da Europa com quatro medalhas, duas de ouro, uma de prata e uma de bronze, confirmando o bom momento da canoagem nacional no panorama internacional.

Cavalos selvagens avistados em Ferreiros na Póvoa de Lanhoso

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© Sandra Antunes
© Sandra Antunes

Um grupo de cavalos selvagens foi avistado na freguesia de Ferreiros, na Póvoa de Lanhoso, junto à via de circulação da Rua do Carvalho, despertando a atenção de quem passava pelo local.

A presença destes animais proporcionou um cenário de beleza natural. Calmos e serenos, os cavalos deixaram-se apreciar, fotografar e filmar, oferecendo momentos únicos de contacto com a natureza.

O avistamento constituiu uma imagem marcante da riqueza paisagística e da fauna existente na região, encantando moradores e visitantes que tiveram a oportunidade de testemunhar a cena.

Na região de Póvoa de Lanhoso, os chamados “cavalos selvagens” pertencem, na sua maioria, à raça Garrana.

SC Braga conquista Taça Nacional Sub-13 e revalida o título

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© SC Braga
© SC Braga

A equipa feminina Sub-13 do SC Braga conquistou a Taça Nacional da categoria, assegurando a revalidação do título a uma jornada do final da fase decisiva da competição.

As jovens arsenalistas confirmaram a conquista este domingo ao vencerem o SL Benfica por 2-1, no Campo Pupilos do Exército, em jogo referente à segunda jornada da fase final. O triunfo permitiu às Gverreiras garantir matematicamente o primeiro lugar e celebrar antecipadamente mais um título nacional para a formação bracarense.

A conquista reforça o destaque do SC Braga no futebol feminino de formação, premiando o trabalho desenvolvido ao longo da época e o crescimento contínuo das jovens atletas do clube.

Apesar de já terem assegurado o troféu, as Sub-13 do SC Braga ainda têm pela frente a última jornada da competição, marcada para o próximo sábado, dia 20 de junho, frente à Académica CCMI Leiria, no Parque de Jogos de Soutocico. No final do encontro, as Gverreiras receberão oficialmente a Taça Nacional, encerrando uma temporada marcada pelo sucesso desportivo.

Bravos da Boa Luz celebraram 1.º aniversário da Feira de Velharias e Usados em Braga

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© A.C.R Os Bravos da Boa Luz
© A.C.R Os Bravos da Boa Luz

A Associação Bravos da Boa Luz assinalou este sábado o 1º aniversário da Feira de Velharias, Usados, Vintage, Antiguidades e Colecionismo, realizada mensalmente no Jardim do Campo das Hortas, em Braga.

A comemoração ficou marcada pelo cantar dos parabéns, pelo corte do bolo de aniversário, por momentos de convívio e animação musical, num ambiente de grande confraternização entre expositores, visitantes e membros da associação.

A organização aproveitou a ocasião para agradecer a todos os que contribuíram para o sucesso da iniciativa ao longo deste primeiro ano, destacando o apoio dos participantes e do público que tem dado vida a este espaço dedicado às velharias, antiguidades, artigos vintage, colecionismo e muito mais.

A celebração decorreu em pleno Dia de Santo António, reforçando o espírito de união e partilha que tem caracterizado esta feira desde a sua criação.

A Associação Bravos da Boa Luz deixou ainda uma palavra de reconhecimento à equipa responsável pela organização, sublinhando o trabalho desenvolvido ao longo deste primeiro ano de atividade.

Coragem, essa palavra esquecida

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© Marta Cerqueira Gonçalves
© Marta Cerqueira Gonçalves

Há manhãs em que a política parece começar muito antes das reuniões formais. Começa na rua, no café, na praça, no cumprimento rápido entre pessoas que se conhecem há anos e que, mesmo sem o dizerem, carregam consigo opiniões sobre o que está bem e o que está por fazer.

É nesse quotidiano discreto que muitas vezes se forma a verdadeira perceção da vida pública. Antes das atas, antes das intervenções, antes dos discursos.

Durante muitos anos observei este mundo como cidadã. Acompanhava as notícias locais, assistia às discussões públicas, concordava com algumas decisões, discordava de outras e, como tantos, perguntava-me porque demoravam tanto certas mudanças que pareciam tão evidentes. Via a praça, mas via-a de fora.

A vida levou-me entretanto por diferentes caminhos profissionais. A advocacia ensinou-me que a realidade raramente cabe numa única versão dos factos. A auditoria habituou-me a procurar as causas para lá das aparências. Mais recentemente, o exercício de funções como membro da assembleia municipal permitiu-me entrar nesse espaço que antes observava à distância. E foi nessa passagem que comecei a reparar numa ausência que me inquieta.

Contrariamente ao que tantas vezes se diz, não me parece que faltem ideias na política. Em muitos casos, os problemas são conhecidos, as necessidades estão identificadas e as soluções são discutidas. O que frequentemente parece faltar é outra coisa: coragem.

Não a coragem dos grandes acontecimentos que entram nos livros de História. Nem a dos gestos que se tornam símbolos. Refiro-me à coragem discreta dos dias comuns. À coragem de dizer aquilo em que se acredita quando seria mais confortável permanecer em silêncio. À coragem de assumir uma posição quando todos aguardam para ver qual será o sentido dominante. À coragem de decidir.

Vivemos num tempo curioso. Nunca tivemos tantos meios para comunicar e, no entanto, parece existir um receio crescente de errar em público. Cada palavra é escrutinada. Cada opinião é julgada em tempo imediato. Cada decisão é comentada antes mesmo de produzir efeitos.

Talvez por isso a prudência, que é uma virtude necessária, se confunda tantas vezes com medo. A prudência ajuda-nos a pensar antes de agir. O medo impede-nos de agir depois de pensar.

Ao longo destes meses, tenho observado situações em que todos reconhecem a existência de um problema, em que todos o identificam com clareza, mas em que poucos estão dispostos a promover a sua resolução. Não por falta de capacidade, mas porque decidir implica exposição. Implica crítica. Implica o risco de desagrado.

E é precisamente nesse ponto que a coragem se torna essencial.

Os cidadãos percebem isto com uma clareza muitas vezes silenciosa. Talvez não o verbalizem desta forma, mas reconhecem quando alguém fala por convicção e quando fala por conveniência. Reconhecem quando uma decisão nasce de uma ideia assumida e quando nasce apenas da necessidade de evitar conflito. E é nessa perceção, discreta mas constante, que se constrói ou se fragiliza a confiança nas instituições.

A democracia não exige perfeição. Exige autenticidade. Exige coerência. Exige responsabilidade. Exige, sobretudo, a capacidade de assumir escolhas e responder por elas.

Continuo a acreditar profundamente na política local. É nela que a democracia ganha corpo e proximidade. É nela que os problemas deixam de ser abstratos e passam a ter rosto, nome e lugar. É nela que as decisões se refletem na rua onde vivemos, na escola, na associação da nossa terra ou no quotidiano das nossas comunidades.

Talvez seja por isso que a coragem aqui assume um peso particular. Não a coragem ruidosa dos discursos, mas a coragem tranquila de quem escuta, de quem discorda com respeito, de quem admite quando erra e de quem decide quando é mais fácil não decidir.

Porque as comunidades não avançam apenas com ideias. Avançam quando existe a coragem necessária para transformar convicções em ação. E talvez seja dessa coragem discreta, tantas vezes invisível mas essencial, que mais precisamos na vida pública dos nossos dias.

Fernando Pimenta é Campeão da Europa em K1 5000 metros

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© Federação Portuguesa de Canoagem
© Federação Portuguesa de Canoagem

Fernando Pimenta voltou a confirmar o seu estatuto como uma das maiores figuras da canoagem europeia ao sagrar-se, este domingo, campeão da Europa de K1 5.000 metros, em Montemor-o-Velho. O atleta português conquistou o terceiro título continental consecutivo nesta distância e o quinto da sua carreira.

Numa prova marcada pelo equilíbrio e pela intensidade até aos metros finais, Pimenta lançou um forte sprint na fase decisiva, resistindo à pressão dos adversários para cortar a meta em 21.09,116 minutos. O português terminou à frente do norueguês Jon Vold, segundo classificado, e do dinamarquês Mads Pedersen, que completou o pódio.

Com esta vitória, Fernando Pimenta reforça um impressionante palmarés europeu nos 5.000 metros, distância em que já havia conquistado os títulos de 2016, 2022, 2024 e 2025, somando ainda várias medalhas de prata e bronze ao longo da carreira.

O canoísta de Ponte de Lima encerra assim os Campeonatos da Europa com duas medalhas, depois de ter alcançado no sábado o bronze na prova olímpica de K1 1.000 metros.

Portugal terminou a competição com um total de quatro medalhas: duas de ouro, uma de prata e uma de bronze, confirmando o bom momento da canoagem nacional no panorama internacional.

Menina de 12 anos morre após atropelamento em Vila Verde

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DR
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Nicole Santos, de 12 anos, morreu este domingo, no Hospital de São João, no Porto, na sequência das graves lesões sofridas após ter sido atropelada na sexta-feira em Parada de Gatim, no concelho de Vila Verde.

A menina estava internada na Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos desde o dia do acidente, tendo sido inicialmente assistida no local e transportada em estado grave para o Hospital de Braga, antes de ser transferida para a unidade hospitalar do Porto, onde acabou por não resistir.

O acidente ocorreu na manhã de sexta-feira. Nicole tinha sido deixada pelo pai na paragem de autocarro na Avenida de Palmaz e chegou a entrar no transporte, mas voltou a sair ao aperceber-se de que tinha deixado uma garrafa de água na paragem. Ao atravessar a estrada, numa zona sem passadeira, foi colhida por uma carrinha de mercadorias.

A vítima sofreu uma paragem cardiorrespiratória no local, tendo sido assistida por um popular e posteriormente pelos meios de emergência, que conseguiram reverter a situação antes do transporte para o hospital.

A notícia da morte gerou profunda consternação na freguesia de Parada de Gatim e em todo o concelho de Vila Verde, onde a comunidade se tinha mobilizado nos últimos dias em correntes de oração pela recuperação da criança.

Nas redes sociais multiplicam-se as mensagens de pesar e solidariedade dirigidas à família, num ambiente de choque e tristeza generalizada.

À família e amigos a Braga TV endereça as mais sinceras condolências.

Concerto de São João leva música tradicional minhota ao coração de Braga

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© Orquestra de Cordofones Tradicionais do Minho
© Orquestra de Cordofones Tradicionais do Minho

Braga vai acolher mais uma celebração inserida nas Festas de São João com um concerto dedicado à música tradicional portuguesa. A Orquestra de Cordofones Tradicionais do Minho sobe ao palco no dia 18 de junho, pelas 21:30, na Avenida Central, no centro da cidade.

O espetáculo integra a programação oficial das festividades sanjoaninas e promete uma noite dedicada à identidade cultural minhota, com destaque para os instrumentos de corda típicos da região. A direção musical e artística estará a cargo do maestro Jorge Castro, responsável pela condução do concerto.

Sob o lema de valorização da tradição, o evento pretende aproximar o público da herança musical do Minho, num ambiente festivo que caracteriza as celebrações de São João em Braga. A entrada será livre, permitindo o acesso gratuito a residentes e visitantes.

O concerto insere-se no espírito das Festas de São João de Braga, que anualmente transformam a cidade num palco de cultura, música e convívio, reforçando a importância das tradições populares no panorama cultural português.

Esposende recebe doação de obras de Henrique Medina e reforça ligação ao legado do pintor

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© CM Esposende
© CM Esposende

O Município de Esposende recebeu a doação de um conjunto de obras e elementos bibliográficos do mestre pintor Henrique Medina, reforçando o património cultural e artístico do concelho e aprofundando a ligação à memória do artista.

A doação foi formalizada na Escola Secundária Henrique Medina e resulta da iniciativa de Maria Anabela Cardoso Medina Martins e Maria Paula Cardoso Medina Martins Marques, familiares do pintor. O conjunto passa agora a integrar a coleção de Arte do Museu Municipal de Esposende e o espólio associado ao estabelecimento de ensino que homenageia o artista.

Entre as peças doadas encontra-se o óleo sobre tela “A Romã” (1972), duas litografias assinadas e numeradas — “Moinhos do Minho” e “No Minante” —, bem como um conjunto bibliográfico composto por obras dedicadas à vida e carreira do pintor. Integra ainda o acervo uma medalha em bronze evocativa do centenário de Henrique Medina.

Na cerimónia, o vice-presidente da Câmara Municipal de Esposende, Aurélio Neiva, sublinhou a importância do momento para o concelho, destacando a valorização da memória e da identidade coletiva. O autarca considerou a doação um legado de elevado valor artístico e educativo, reforçando a ligação da comunidade escolar ao patrono da instituição.

Também o diretor da Escola Secundária Henrique Medina, Jorge Silva, destacou o impacto da incorporação das obras no quotidiano escolar, defendendo que estas deverão assumir um lugar de destaque no espaço educativo e contribuir para o estudo do percurso do artista nas áreas da História e das Artes.

Em representação das doadoras, António Isolino Loureiro salientou a importância de aproximar os jovens da obra de Henrique Medina, sublinhando o seu contributo como um dos mais relevantes retratistas portugueses do século XX e a sua ligação ao território minhoto.

Henrique Medina manteve uma relação próxima com Esposende, onde residiu no lugar de Góios, tendo a paisagem local servido de inspiração para várias das suas obras. O Município já integra no seu espólio a pintura “Maria José Consuelo” (1964), também da autoria do artista.

Maestro Giovanni Pompeo atua pela primeira vez em Braga em concerto de entrada livre

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© PinPhoto
© PinPhoto

O maestro italiano Giovanni Pompeo atua pela primeira vez em Braga no próximo domingo, dia 21 de junho, num concerto integrado na temporada 2026 do projeto “Clássicos ao Domingo”, que terá lugar no Salão Medieval da Reitoria da Universidade do Minho, no Largo do Paço.

O espetáculo está marcado para as 12:00 e encerra o ciclo de primavera do projeto musical, contando com entrada livre, limitada à lotação do espaço. As portas abrem às 11:30 e não é necessária reserva prévia.

Com um percurso internacional, Giovanni Pompeo já dirigiu em algumas das mais prestigiadas salas de concerto do mundo, como o Carnegie Hall, em Nova Iorque, o Musikverein, em Viena, e o Smetana Hall, na República Checa. A sua presença em Braga resulta de um convite da Orquestra Filarmónica de Braga, que promove o concerto.

O programa inclui obras de compositores como Otto Respighi e Victor Herbert, num repertório pensado para um momento de partilha musical em ambiente intimista e histórico.

Este será o quarto concerto da temporada 2026 do ciclo “Clássicos ao Domingo”, que continua a afirmar-se como uma iniciativa regular de divulgação da música erudita na cidade de Braga.