A Cávado Mobilidade, rede de transportes públicos ao serviço das populações daquela região, associa-se à celebração do Natal com um autocarro especialmente decorado, que irá circular por diferentes pontos da região ao longo do mês de dezembro.
Numa fase inicial, esta viatura decorada realizava apenas serviço de transporte escolar, mas agora passa agora a integrar também a operação regular, levando o espírito natalício a um público mais alargado. Com luzes, cores e elementos típicos da época, o autocarro transforma as viagens do dia a dia em momentos mais acolhedores, surpreendendo passageiros e a comunidade em geral.
A decoração resulta do envolvimento e da criatividade das equipas locais da Cávado Mobilidade, refletindo um esforço coletivo para levar a magia do Natal aos concelhos servidos pela rede e reforçar a proximidade com a comunidade.
Para além do impacto visual, esta iniciativa sublinha o compromisso da Cávado Mobilidade em “estar presente no quotidiano das populações, promovendo um serviço de transporte público que assume também um papel social e comunitário, especialmente relevante numa época associada à partilha, à proximidade e ao cuidado com o outro”.
Nesta época natalícia a Cávado Mobilidade reforça também “a importância do transporte público como uma opção segura, sustentável e acessível, capaz de ligar pessoas e territórios, contribuindo para uma mobilidade mais consciente e para comunidades mais próximas”.
O Rio Ave FC é o adversário do SC Braga nos quartos de final da Taça de Portugal Feminina.
O embate irá decorrer no fim de semana de 17 e 18 de janeiro. Em caso de vitória, as Gverreiras do Minho defrontam o vencedor do jogo entre o SCU Torreense e Valadares Gaia.
O executivo da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão analisa amanhã, em reunião ordinária, a atualização da fatura ambiental aplicada aos famalicenses no ano de 2026.
No próximo ano, e no que diz respeito ao serviço de abastecimento de água, a autarquia liderada por Mário Passos opta, mais uma vez, por não refletir na fatura da grande maioria das famílias do concelho (1.º e 2.º escolões das tarifas variáveis) o aumento imposto pelas Águas do Norte, aplicando a atualização da tarifa à taxa de inflação apenas aos grandes consumidores de água (3.º e 4.º escalões das tarifas variáveis).
“Em 2026, os famalicenses vão apenas ver refletida na sua fatura ambiental a atualização das tarifas do tratamento das águas residuais que, recorde-se, é calculada em função do consumo de água, e da recolha de resíduos sólidos. Quanto ao serviço de tratamento das águas residuais propõe-se que a tarifa seja atualizada à taxa de 2.1% para os 1.º e 2.º escalões e à taxa de 4% para o 3.º escalão e seguintes. No caso da recolha de resíduos sólidos, a proposta do executivo municipal prevê uma atualização da tarifa em cerca de 20%, num ano em que a autarquia passará a pagar mais 120% pela prestação do serviço, em virtude da entrada em vigor, no dia 1 de março, do novo contrato de recolha de resíduos que prevê que o município passe a pagar à entidade prestadora 59.68 euros por cada tonelada de resíduos recolhida, ao invés dos atuais 27 euros”, refere a Autarquia.
A atualização destas três tarifas representará, em média, um aumento na ordem dos 4% da fatura ambiental dos famalicenses. Veja-se um exemplo prático: uma família de quatro pessoas com tarifa familiar e um consumo médio mensal de 12 metros cúbicos, passará de uma fatura de 32,22 euros para uma fatura de 33,79 euros em 2026.
“Mesmo com esta atualização, Famalicão mantém-se na lista dos concelhos da região com as tarifas mais baixas, uma vez que estes aumentos não se repercutem direta e proporcionalmente no valor final da fatura ambiental dos famalicenses. A tarifa social não sofrerá qualquer atualização em 2026, mantendo-se inalterado o apoio do município às famílias mais vulneráveis do concelho. Quanto à Taxa de Recursos Hídricos (TRH) e à Taxa de Gestão de Resíduos (TGR) – verbas entregues diretamente ao Estado e repercutidas obrigatoriamente aos munícipes – apenas a TRH sofrerá atualização de acordo com o fornecedor de água”, explica o Município.
Vincando a valorização e o reconhecimento da “importância do património cultural na afirmação e desenvolvimento estrutural do concelho”, o Município de Vila Verde assinalou, esta terça-feira, os aniversários da criação da Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela e do lançamento do Boletim Cultural.
“É um marco na vida cultural do concelho, que está a comemorar os 170 anos da sua fundação”, afirmou a presidente da Câmara, Júlia Rodrigues Fernandes, destacando “a feliz conjugação da tripla comemoração”, que reforça “a marca identitária do concelho onde a história e o passado consolidam a projeção de um futuro sustentado e com qualidade”.
A juntar à celebração dos 30 anos da Biblioteca Municipal, foi apresentada a vigésima edição anual do Boletim Cultural, que desta vez presta homenagem a mais de duas dezenas de autores literários, “do presente e do passado”, com especial ênfase para a poesia.
“É um dia de memória, dos que nos precederam e lançaram a semente, e um dia de futuro, com uma nova identidade visual”, afirmou Júlia Rodrigues Fernandes, referindo-se às novas imagens criadas para a Biblioteca e para o Boletim – aos quais apelidou de “pilares e promotores da cultura e do saber no concelho”.
O programa comemorativo estendeu-se até noite, culminando com a sessão de declamação de poemas e apresentação do Boletim Cultural, que decorreu no salão nobre do Município.
Na Biblioteca, o programa incluiu, durante o dia, a apresentação da obra “Amigos improváveis”, a leitura por Casimira Faria de um conto especialmente concebido para os leitores mais velhos e um encontro aberto à comunidade, reunindo várias gerações. Foi prestada homenagem ao fundador, José da Mota Alves, e inaugurada a exposição “30 anos / 30 autores”.
Júlia Rodrigues Fernandes voltou a destacar a importância dos criadores e autores locais, salientando o “contributo decisivo de Mota Alves para a concretização do projeto”.
Ao longo da sessão foi igualmente recordado o papel determinante do patrono Professor Machado Vilela, que em 1986 doou o seu espólio bibliográfico, dando origem ao principal espaço de leitura e cultura do concelho.
Durante a sua intervenção a diretora da Biblioteca Municipal, Manuela Barreto Nunes, apresentou a nova imagem institucional da biblioteca e o novo cartão de leitor, sublinhando que esta renovação traduz uma aposta na modernização, na proximidade com os utilizadores e na valorização de um espaço que cruza memória, património e futuro.
O fundador José da Mota Alves recordou episódios do processo de criação da biblioteca, que descreveu como um projeto exigente, marcado pelo empenho e resiliência de todos os que contribuíram para a sua concretização. O momento ficou também marcado pelo reencontro das chamadas “meninas da biblioteca”, que participaram ativamente na construção do espaço há 30 anos.
Na apresentação pública do Boletim Cultural, nº 20, Fernando Pinheiro assumiu a explanação da obra, coordenada pelo historiador e escritor vilaverdense Aurélio Oliveira. A presidente da Câmara destacou a forte tradição literária de Vila Verde, “terra de muitos autores” e que “valoriza e homenageia os seus talentos”.
“Publicar é um ato de coragem e que devemos acarinhar como partilha de conhecimentos e saberes, com impacto determinante no desenvolvimento estrutural e sustentado do território e da população”, apontou Júlia Rodrigues Fernandes, desafiando “autores de todas as idades” para “continuarem a deixar o seu legado como marca identitária do concelho”.
A Tun’Obebes – Tuna Feminina de Engenharia da Universidade do Minho (UMinho) assinalou um momento histórico com o lançamento do seu primeiro CD, em Guimarães.
“Este marco representa não só a afirmação da sua identidade musical e cultural, mas também o culminar de um trabalho coletivo que une várias gerações de tunantes, ao longo de mais de três décadas de história”, refere a Câmara de Guimarães.
Com mais de 30 anos de existência, a Tun’Obebes é, segundo a Autarquia, “uma instituição profundamente enraizada na tradição académica e cultural vimaranense”. “É a única tuna feminina do concelho, levando com orgulho o nome de Guimarães e da Universidade do Minho além-fronteiras, com atuações de norte a sul do país e no estrangeiro. Mais do que representar a academia, a Tun’Obebes representa Guimarães. Através da música, do traje, da irreverência e da tradição, inspira jovens de diferentes origens a valorizar a cultura local. Em muitos contextos, é a primeira imagem do espírito vimaranense para estudantes, famílias e comunidades — uma imagem viva, artística e genuinamente cultural, que deixa marca por onde passa”, acrescenta.
No passado 20 de setembro, a Tuna lançou o primeiro videoclipe de um tema original, que já ultrapassou as 27 mil visualizações nas redes sociais do Município de Guimarães. “Um verdadeiro vislumbre da experiência de estudar em Guimarães e na Universidade do Minho”, finalizou.
A Orquestra Filarmónica de Braga vai dar o seu Concerto de Natal “The Magical Christmas” no dia 19 de dezembro, às 21:30, na tenda natalícia instalada na Avenida Central.
A orquestra convidou este ano a Academia “Allegro” de Braga, que se junta com os seus alunos, jovens e talentosos, solistas e o seu coro infantil para protagonizar uma viagem ao mundo musical.
No espetáculo serão interpretados os mais belos temas de natal e temas de conhecidos musicais que levam magia a esta época de confraternização, amizade e partilha.
“Grandes temas de Natal instrumentais e grandes temas intemporais acompanhados por lindas vozes solistas que nos irão envolver no espírito natalício”, refere o maestro Filipe Cunha, que irá dirigir o concerto.
O entrançado de palha de Fafe foi promovido numa ação cultural realizada na Galeria de Artes Certificadas, na Rua das Flores, no Porto, reunindo artesãs certificadas, responsáveis institucionais e público visitante, num momento de valorização de um saber-fazer tradicional integrado no domínio do Património Cultural Imaterial.
Enquadrada na recente certificação do entrançado de palha, a iniciativa deu visibilidade a uma prática cultural enraizada na comunidade e transmitida de geração em geração. Assente numa matéria-prima humilde e sustentável, este saber-fazer expressa identidade, memória coletiva e continuidade cultural, valorizando os conhecimentos, os gestos e as técnicas que ligam passado, presente e futuro.
Durante a manhã, seis artesãs certificadas realizaram demonstrações ao vivo, permitindo ao público acompanhar de perto o processo artesanal e a riqueza técnica do entrançado de palha. A apresentação num espaço cultural de forte projeção urbana e turística contribuiu para aproximar este património imaterial de novos públicos, reforçando a sua valorização cultural e o seu potencial no contexto do turismo cultural.
A ação contou com a presença da vereadora da Cultura, Paula Nogueira, do chefe de Divisão de Cultura e Turismo, Vítor Marques, e de representantes da entidade certificadora, entre outros responsáveis institucionais. Foram ainda recolhidos testemunhos das artesãs e de visitantes, sublinhando a importância da preservação e valorização dos saberes tradicionais.
Os vereadores da oposição da Câmara Municipal de Braga, eleitos pelo Amar e Servir Braga, Partido Socialista, Iniciativa Liberal e CHEGA convocaram uma reunião extraordinária para discutir o PDM.
Em comunicado enviado à Braga TV, o movimento independente Amar e Servir Braga, o Partido Socialista e a Iniciativa Liberalconsideram ser “necessário” o Executivo prestar um esclarecimento sobre a aprovação do Plano Diretor Municipal.
Também o CHEGA, através do seu vereador eleito Filipe Aguiar, subscreveu igualmente o requerimento apresentado ao presidente da Câmara Municipal de Braga para a convocação da reunião extraordinária com vista à obtenção de esclarecimentos e à promoção de maior diálogo sobre a aprovação do PDM.
Em comunicado assinado pelo Amar e Servir Braga, PS e IL, o vereadores recordam que João Rodrigues anunciou que o PDM seria aprovado no primeiro trimestre de 2026, pelo que os vereadores afirmam ter enviado um e-mail ao presidente da Autarquia a solicitar uma reunião para que “pudessem ser prestadas todas as explicações, informações e esclarecimentos sobre o PDM”.
“Com a informação que tínhamos, sugerimos que a reunião se realizasse nos dias 19 ou 22 de dezembro. Isto permitia ter tempo para uma primeira reunião onde recolhêssemos informação que pudesse ser trabalhada até à reunião no primeiro trimestre de 2026. Após esse e-mail, recebemos as convocatórias para as Assembleias Municipais, que coincidiam com essas datas, e enviamos sugestão de quatro novas datas ao Sr. Presidente (22, 23, 29 ou 30 de dezembro). Perante a hipótese de seis datas distintas propostas por 6 dos 11 vereadores, o Sr. Presidente decide convocar uma reunião de trabalho para sábado, dia 20, às 16:00. Estando em época natalícia, as agendas estão comprometidas e é ainda mais difícil conciliar datas com as agendas apertadas. Daí que tenhamos sugerido quatro datas distintas que conseguíamos conciliar os 6 dos 11 vereadores”, explicam os vereadores.
No entanto, sublinham que foi com “espanto” que tomaram conhecimento de que “a aprovação do PDM constará da Ordem de Trabalhos (OT) da reunião de segunda-feira, no dia 22″. “Os vereadores ainda não receberam a Ordem de Trabalhos da mesma reunião”, reclamam.
“Não é em dois dias que se informa e se decide sobre as dúvidas e questões que se pretendem esclarecidas sobre o PDM. Não há condições para que esta votação seja realizada no dia 22 e, por isso, tomamos já diligências junto do Sr. Presidente, apelando ao seu bom senso, para que o mesmo não coloque na OT desta reunião este assunto. O PDM é um plano demasiado sério para o futuro do concelho de Braga, e por isso não pode a sua aprovação ser feita de forma atabalhoada, em cima do joelho, sem procurar compromissos com os vereadores. O Sr. Presidente não reuniu uma única vez desde a tomada de posse com os seis vereadores para discutir esta e outras matérias de forma aprofundada. Não nos parece prudente levar a reunião de Câmara o PDM, sem que haja discussão prévia, reuniões prévias e conversas sobre a matéria”, defendem.
Por considerarem ser “uma matéria demasiado importante para o concelho de Braga”, os seis vereadores requereram, nos termos do regimento em vigor, a marcação de uma reunião extraordinária de Executivo Municipal para o dia 12 de janeiro às 09:30, com o ponto único da ordem de trabalhos a ser o Plano Diretor Municipal.
“Esta reunião deverá acontecer com o pressuposto de existir, numa das datas que sugerimos, uma reunião de apresentação e esclarecimento do PDM, permitindo assim aos vereadores eleitos ter três semanas para se debruçarem sobre a matéria, já com os esclarecimentos prestados. Este é o calendário responsável para quem quer ver o PDM aprovado. Para bem do concelho de Braga, o Sr. Presidente deverá sempre recordar-se que fomos os 11 eleitos e que deve procurar encontrar pontes e diálogos com base no respeito e com bom senso. Da nossa parte estamos disponíveis para o diálogo efetivo, aprofundado e responsável, que até à data ainda não aconteceu”, finalizaram.
O partido CHEGA, através do seu vereador eleito Filipe Aguiar, subscreveu igualmente o requerimento apresentado ao Presidente da Câmara Municipal de Braga para a convocação de uma reunião extraordinária do Executivo Municipal, com vista à obtenção de esclarecimentos e à promoção de maior diálogo sobre a aprovação do Plano Diretor Municipal (PDM).
O Município de Braga apresentou, hoje, na Quinta Pedagógica, o livro “Braga Natural”, obra que reúne fotografias de João Ferreira e textos de Daniel Santos, contando com o prefácio do professor Hernâni Varanda Gerós, e oferece um retrato abrangente dos ecossistemas do concelho e dos seus habitats mais característicos.
Durante a sessão de apresentação, o vice-presidente da Câmara Municipal, Altino Bessa, destacou que “este livro não é apenas uma celebração da natureza, mas também um instrumento estratégico de política ambiental”. Sublinhou que “a obra convida os bracarenses a explorar os recantos mais selvagens do concelho e reforça o compromisso da autarquia com a educação ambiental”.
“Estamos perante um livro que constrói um retrato abrangente dos ecossistemas do concelho, dando a conhecer alguns dos seres vivos mais emblemáticos e demonstrando o caminho que escolhemos para o futuro”, acrescentou
Altino Bessa salientou ainda “a importância de registar fisicamente este conhecimento, para além de debater o tema”. “É importante que, para além de debater este tema, exista um registo físico que permita preservar esta informação”, referiu, sublinhando “o valor duradouro da obra enquanto recurso cultural e educativo”.
O vice-presidente enfatizou também a continuidade editorial do projeto, que surge na sequência do livro Bichos de Braga. O objetivo é “criar uma verdadeira coletânea sobre o Ambiente, consolidando uma visão estratégica de Braga enquanto cidade que preserva, educa, envolve e inspira os seus cidadãos”.
Segundo Altino Bessa, a política ambiental “não se faz apenas com regulamentos; faz-se com conhecimento, cultura e participação ativa dos cidadãos», e esta série editorial representa também uma marca identitária da política municipal, promovendo uma cidadania consciente e ativa na proteção do património natural”.
O livro “Braga Natural” já se encontra disponível em todas as bibliotecas escolares do Município e pode ser adquirido no Posto de Turismo e na Livraria Centésima Página.
Guimarães integra a lista de quinze cidades europeias de doze países escolhidas para participar na sétima edição do programa Rapid Applications for Transport (RAPTOR), promovido pela EIT Urban Mobility, iniciativa do Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT).
Guimarães é a única cidade portuguesa envolvida no projeto, que funciona com base em desafios autopropostos, com o objetivo de promover a identificação rápida de problemas específicos de mobilidade urbana e o desenvolvimento e teste acelerado de soluções inovadoras.
Cada uma das 15 cidades participantes definiu um desafio próprio. No caso de Guimarães, a proposta apresentada centra-se na otimização e eliminação de emissões da cadeia de micrologística associada ao Mercado Municipal. O período de implementação terá a duração de seis meses, estando também previsto um financiamento de 60 mil euros.
“A zona envolvente ao Mercado Municipal de Guimarães enfrenta problemas de congestionamento e emissões associados à grande procura e à multiplicidade de entregas efetuadas por veículos particulares e sem coordenação entre si. No total, cerca de 180 fornecedores abastecem os restaurantes locais com produtos frescos, mas a falta de um sistema consolidado reduz a eficiência e a sustentabilidade. Além disso, os picos matinais agravam o trânsito, pois os fornecedores circulam em simultâneo com as outras pessoas”, refere a Câmara Municipal.
Para responder a este desafio, o Município pretende “implementar e operacionalizar um serviço de entregas consolidadas e coordenadas, recorrendo veículos elétricos, promovendo, assim, cadeias de micrologística mais eficientes e sustentáveis”.
“Isto permitirá eliminar emissões, contribuindo para o objetivo do projeto ‘Bairro C: Compromisso de Carbono Zero’. O objetivo é claro: coordenar as entregas de produtos frescos através de um serviço de micrologística 100% elétrico, melhorando a eficiência operacional, reduzindo o tráfego e reforçando o compromisso de Guimarães com a mobilidade sustentável e a neutralidade climática”, acrescenta.
“A participação de Guimarães no programa RAPTOR reforça o nosso compromisso com soluções de mobilidade mais eficientes e sustentáveis. Com este projeto-piloto de micrologística totalmente elétrica, damos mais um passo decisivo para reduzir emissões, otimizar entregas e tornar o Mercado Municipal um exemplo de inovação com impacto real”, sublinha Vânia Dias da Silva, vereadora da Mobilidade da Câmara Municipal de Guimarães. “Esta iniciativa integra-se plenamente no nosso caminho para a neutralidade carbónica e reforça o papel de Guimarães como laboratório vivo de soluções de mobilidade sustentável”, conclui.