A Câmara Municipal de Guimarães apresenta, no dia 1 de dezembro, no Teatro Jordão, a estreia pública do documentário realizado durante a edição de 2024 das Festas Nicolinas no âmbito da revisão da ficha do Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.
A sessão terá início às 15:00, com repetição às 17:00, e contará com intervenções da vereadora Isabel Ferreira, dos autores Whale’s Mouth, Nuno Meneses, da realizadora Gabriela Nashe, e do Presidente da Comissão de Festas Nicolinas, seguindo-se a exibição do filme, com 62 minutos de duração.
A realização deste documentário teve origem na atualização dos registos audiovisuais necessários à instrução do pedido de inventariação, aproveitando-se a edição de 2024 para reunir um vasto e rigoroso conjunto de imagens e fotografias, assim como registos do arquivo da Associação dos Antigos Estudantes do Liceu de Guimarães – Velhos Nicolinos, e que captam, de forma integral, todos os números Nicolinos.
Contando com o trabalho de uma equipa especializada, tornou-se evidente a oportunidade de transformar o levantamento técnico num filme que transcendesse o mero registo factual, oferecendo um retrato mais profundo, vivido e contextualizado desta celebração emblemática da identidade vimaranense.
O documentário conjuga, assim, imagens recolhidas em 2024 com fotografias e vídeos de arquivo, integrando ainda entrevistas a personalidades decisivas para a compreensão histórica, científica e vivencial das Festas Nicolinas, entre as quais Amaro das Neves, Fernando Capela Miguel, J. Y. Durand, Miguel Bastos, José Ribeiro e Marta Nuno.
O resultado é um testemunho abrangente que preserva a memória da festa, reforça o seu valor patrimonial e contribui para a sua transmissão às gerações futuras.
O Centro Social Vale do Homem, em Vila Verde, foi novamente distinguido com a Marca Entidade Empregadora Inclusiva 2025, numa cerimónia pública realizada em Évora, que reuniu organizações de todo o país reconhecidas pelas suas boas práticas na promoção da inclusão no mercado de trabalho.
O Centro Social Vale do Homem esteve representado pelo presidente da Direção, Jorge Pereira, e pela Diretora de Serviços, Zélia Lopes. A distinção, atribuída pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), reconhece entidades que se destacam na integração profissional de pessoas com deficiência, valorizando políticas inclusivas, oportunidades de emprego, formação adaptada e ambientes de trabalho acessíveis.
Jorge Pereira destacou a importância deste reconhecimento. “A inclusão não é um projeto, é a nossa forma de estar. Receber novamente a Marca Entidade Empregadora Inclusiva é, acima de tudo, a confirmação de que a inclusão não é um projeto momentâneo para o CSVH — é a nossa forma de estar. Trabalhamos diariamente para garantir que cada pessoa tem espaço, voz e oportunidades reais dentro da nossa instituição e na comunidade”, disse.
O presidente sublinhou ainda o papel das equipas e parceiros na concretização deste trabalho. “Este prémio é de todos os colaboradores, utentes e famílias que constroem connosco um caminho de respeito, dignidade e participação plena. Vamos continuar a investir em respostas inovadoras, formação e criação de emprego, reforçando o compromisso de que ninguém fica para trás”, acrescentou.
“O Centro Social Vale do Homem mantém um compromisso contínuo com a inclusão, numa atuação sólida e contínua na área da inclusão, promovendo: políticas de inclusão e não discriminação, assente na igualdade de tratamento e oportunidades, sem discriminação por motivos de raça, etnia, género, orientação sexual, idade, deficiência, religião ou convicções; promoção de um ambiente de trabalho inclusivo, combatendo todas as formas de preconceito; integração ativa de trabalhadores com deficiência, participando ativamente em redes e grupos de trabalho municipais e nacionais ligados à inclusão. Neste sentido, desenvolve diversas respostas dedicadas à autonomia, capacitação e integração, nomeadamente através do Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI); Serviço de Apoio Domiciliário para pessoas com deficiência; Residência de Autonomização e Inclusão (abertura prevista para o 2.o semestre de 2025); Empresa de Inclusão, com atividades de lavandaria, costura, cozinha e horticultura e Museu Rosa Pinheiro, em Barcelos, operado por trabalhadores com deficiência”, reforça.
Além destas respostas, o CSVH dinamiza atividades recreativas, culturais e educativas que reforçam a participação social e o envolvimento comunitário.
O Município de Esposende, em parceria com a empresa municipal Esposende Ambiente, dinamizou, entre 17 e 23 de novembro, a 15.ª edição da Semana da Floresta Autóctone. A iniciativa envolveu mais de 800 participantes e teve como objetivo “reforçar a sensibilização da comunidade para a importância da preservação da floresta nativa”.
As atividades arrancaram no Centro de Educação Ambiental, com a realização de dez sessões do Bingo Ambiental. Mais de 200 crianças e seniores dos Jardins de Infância de Belinho e Cepães e do Centro de Intervenção Cultural e Social de Palmeira de Faro participaram nesta ação, que adapta o tradicional jogo de Bingo às espécies florísticas e faunísticas presentes nas florestas.
Ao longo da semana, a ação “Os Sapadores vão à Escola” levou o Gabinete Técnico Florestal e os Sapadores Florestais aos estabelecimentos de ensino do concelho. Em sete sessões, que envolveram cerca de 400 alunos, foram abordados temas como a importância da floresta autóctone, os tipos de floresta, os múltiplos usos dos ecossistemas e as principais tarefas desempenhadas pelos sapadores florestais. A componente prática permitiu aos estudantes conhecer de perto ferramentas e equipamentos utilizados no terreno.
Os alunos da Escola Básica de Vila Chã participaram na atividade “Visita ao Arboreto Florestal”, onde puderam observar diversas espécies nativas e aprender a identificar características fundamentais da flora portuguesa.
Na Escola Básica de Apúlia, mais de 60 alunos do 1.º ciclo assistiram à palestra “Conversas sobre a Floresta”, dinamizada pelo fotógrafo de natureza Carlos Palma Rio. A sessão destacou a biodiversidade da região, através de imagens, relatos de campo e reflexões sobre conservação ambiental.
A iniciativa encerrou com o workshop “Hoje é dia de: Esculturas Vivas”, orientado por Ester Monteiro e Joana Vale. Nesta atividade, os participantes exploraram a interligação entre arte e natureza, criando esculturas de barro que incorporam sementes, capazes de germinar ao longo do tempo.
A Semana da Floresta Autóctone integrou as celebrações do Dia Internacional da Floresta Autóctone, assinalado a 23 de novembro.
Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República, vai receber os campeões do mundo após a conquista do título mundial no Campeonato do Mundo Sub-17 FIFA 2025, disputado em Doha, no Catar.
“Foi com grande entusiasmo e emoção que o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa acompanhou a trajetória vitoriosa da nossa Seleção Nacional de Sub-17. Após o título europeu conquistado em junho passado, os nossos jovens continuaram a deixar em campo uma imagem de muita entrega e trabalho, que permitiu trazer para Portugal o ambicionado troféu mundial e deixar-nos com a certeza de que veremos mais conquistas destes jogadores no seu auspicioso futuro”, pode ler-se no site da Presidência da República Portuguesa.
O Presidente da República felicitou “calorosamente a equipa técnica, o Presidente Pedro Proença e os dirigentes da Federação Portuguesa de Futebol pelo trabalho desenvolvido e a aposta efetuada na formação destes desportistas”.
A receção do Chefe de Estado será este sábado ao início da tarde.
A Semana da Floresta Autóctone de Vila Verde chegou hoje ao fim com uma ação de sensibilização dedicada ao controlo de plantas invasoras realizada junto ao Rio Homem, na zona da Malheira. A iniciativa contou com a presença do vereador do Ambiente, Carlos Tiago Alves, e foi dinamizada pelos professores e alunos do projeto Eco-Escola da Escola Básica de Vila Verde.
Durante a ação, o vereador Carlos Tiago Alves sublinhou “a importância da manutenção e proteção dos habitats locais”, destacando que intervenções como esta “são essenciais porque promovem a preservação da biodiversidade, garantem o equilíbrio ecológico e contribuem para a saúde dos ecossistemas ribeirinhos, fundamentais para a fauna, a flora e a qualidade da água”.
Ao longo da semana, escolas, associações e a população em geral envolveram-se em diversas atividades práticas e educativas, reforçando a relevância das espécies autóctones na preservação da biodiversidade e no equilíbrio dos ecossistemas locais.
Sob o lema “Cuidar hoje para preservar o amanhã”, o programa integrou um conjunto diversificado de ações que procuraram fortalecer o compromisso coletivo com a proteção e regeneração do património natural do concelho.
No início da semana, os alunos da Escola Básica de Prado participaram numa plantação de árvores autóctones no espaço exterior da escola, promovendo o contacto direto com a natureza e o sentido de responsabilidade ambiental. Esta ação foi assinalada pela área disciplinar Cidadania, sob coordenação da professora Maria João Fernandes. Para assinalar o momento estiveram presentes o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Manuel Lopes, e o vereadores da Proteção Civil, Patrício Araújo, bem como o Diretor do Agrupamento de Escolas de Prado, Luís Martins. Os técnicos do Equipa Municipal de Intervenção Florestal ajudaram na plantação das árvores autócnes.
No dia seguinte, a Câmara Municipal de Vila Verde proporcionou aos alunos da Escola Básica de Barbudo uma visita ao Planetário Imersivo e ao Centro de Ciência Viva de Braga. Durante esta atividade, as crianças participaram na oficina “Porque é que as folhas mudam de cor?”, uma experiência educativa e criativa que estimulou a sua curiosidade através de atividades práticas. A iniciativa valorizou o ensino das ciências e contribuiu para o desenvolvimento da literacia científica dos alunos, permitindo-lhes consolidar conhecimentos de forma mais significativa sobre a floresta autóctone.
Posteriormente, os alunos da Escola Básica de Oleiros assistiram a uma demonstração de meios de proteção da floresta, aprendendo sobre técnicas e equipamentos utilizados na prevenção e combate a incêndios florestais, uma demonstração que reforça a mensagem sobre a importância da prevenção e da segurança ambiental. O vereador da Proteção Civil, Patrício Araújo, marcou presença nesta ação e referiu que “a realização de demonstrações de meios de combate a incêndios dirigidas a crianças desempenha um papel fundamental na educação para a segurança e na prevenção de riscos. Este tipo de atividade promove a literacia em segurança, pois as crianças aprendem, de forma simples e adaptada à sua idade, como funcionam os equipamentos e quais os procedimentos básicos em situações de incêndio”.
As atividades incluíram ainda o teatro educativo “Não Deites Tudo Por Água Abaixo”, apresentado na Escola Básica da Lage, em colaboração com as Águas do Norte. O Vereador do Ambiente, Carlos Tiago Alves, marcou presença e destacou a relevância do teatro como ferramenta de sensibilização ambiental junto dos mais jovens. O vereador destacou “Esta iniciativas constituem uma oportunidade para envolver toda a comunidade, especialmente os mais novos, na defesa do território e na promoção de uma cultura ambiental sustentável, reforçando o papel das escolas, das famílias e das instituições na preservação dos recursos naturais.”
A Semana continuou com a participação dos alunos da Escola Básica de Freiriz no Programa 5 do dia, no Mercado Abastecedor da Região de Braga (MARB), envolvendo a comunidade na promoção de práticas sustentáveis no dia a dia, uma atividade que realçando a importância da ligação entre escolas e comunidade na construção de hábitos sustentáveis.
No balanço sobre esta iniciativa a presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, Júlia Rodrigues Fernandes, sublinha que “esta semana é um exemplo do trabalho conjunto entre autarquia, escolas e comunidade, em prol de um concelho mais verde, consciente e sustentável. A preservação das florestas autóctones é um compromisso de todos e uma prioridade para o futuro ambiental de Vila Verde.” A autarca salienta ainda “A Semana da Floresta Autóctone tem como missão proteger o nosso território, a nossa identidade e o futuro das próximas gerações. Cada árvore plantada, cada ação de sensibilização e cada gesto de preservação é uma semente para o futuro”.
A Semana da Floresta Autóctone de Vila Verde contou com a colaboração das escolas do concelho, juntas de freguesia, associações locais e parceiros institucionais, integrando-se nos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) e nas políticas municipais de educação ambiental e valorização do património natural.
O Colégio Arautos do Evangelho, em Guimarães, inaugurou um presépio com som, luz e movimento num momento especial de fé e união.
O evento contou com a presença da comunidade escolar, professores, alunos e familiares, bem como Vânia Silva, vereadora da Câmara Municipal de Guimarães, e Carla Fonseca, diretora do Colégio.
Os participantes tiveram a oportunidade de assistir à primeira sessão do presépio que emocionou todos pela sua “beleza e mensagem espiritual”. O presépio foi abençoado pelo Padre Masahaki, capelão da comunidade dos Arautos em Guimarães.
No seu discurso, Vânia Silva destacou “a importância do presépio como símbolo de partilha, esperança e comunhão”, reforçando “os valores transmitidos nesta quadra natalícia a todas as famílias”.
O Hospital de Braga vai ter um novo circuito para utentes com cirurgia de ambulatório a partir de 2 de dezembro.
Os utentes com pequenas cirurgias de ambulatório agendadas passarão a seguir um novo circuito de acesso, decorrente da entrada em funcionamento do Bloco Operatório de Ambulatório (BPA).
O BPA constitui uma nova área dedicada à pequena cirurgia e funcionará, no Piso 1, junto à Entrada da Medicina Legal e ao Serviço de Urgência de Pediatria. É nesse local que, a partir de dia, os utentes deverão realizar a admissão para o respetivo ato cirúrgico.
Com esta alteração, os utentes que até agora acediam ao hospital pela entrada principal para este tipo de procedimentos devem passar a utilizar o piso exterior, na zona contígua ao Serviço de Urgência Pediátrica.
A modificação decorre do arranque da obra de criação da Sala Híbrida do Bloco Operatório do Hospital de Braga, também com início a 1 de dezembro, com uma duração prevista de oito meses. A nova sala, de carácter híbrido, permitirá “reforçar a capacidade cirúrgica da instituição, oferecendo melhores condições para procedimentos de elevada complexidade e contribuindo para a expansão da atividade assistencial”.
A ULS Braga deixou o apelo à “compreensão de todos os utentes com procedimentos de pequenas cirurgias agendados para estas orientações de acesso, de forma a garantir um percurso seguro, organizado e ajustado às necessidades assistenciais durante este período de transição”. Sugere, ainda, que “os utentes em questão, procurem deslocar-se ao Hospital de forma atempada, para evitar atrasos que a mudança do circuito possa causar”.
A chuva está de regresso este sábado ao distrito de Braga, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
No domingo o sol voltará a brilhar, mas na segunda e terça-feira a previsão é novamente de chuva. Na quarta prevê-se céu parcialmente nublado e a partir de quinta espera-se chuva ou aguaceiros.
As temperaturas máximas vão descer para os 13º e as mínimas para 1º.
A GNR deteve um homem de 82 anos, por danos contra a natureza, por meios e processos proibidos, na freguesia de Gualtar, no concelho de Braga.
No âmbito de uma ação de patrulhamento ambiental, os elementos do SEPNA detetaram a presença de engenhos, nomeadamente armadilhas e chamarizes, para a captura ilegal de aves autóctones, numa zona agrícola de Gualtar.
Na sequência da ação, a GNR fez diligências policiais que culminaram na identificação e detenção do suspeito, bem como na apreensão de quatro gaiolas (armadilhas), uma transportadora em madeira, um dispositivo sonoro de chamariz, duas pen drives, 13 pintassilgos (Carduelis carduelis), dois verdilhões (Chloris chloris); e um lugre (Spinus spinus).
Os exemplares e as gaiolas foram entregues ao Centro de Recuperação de Fauna Selvagem do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.
O detido foi constituído arguido, e será presente no Tribunal Judicial de Braga, para aplicação das medidas de coação.
A Universidade do Minho (UMinho) atribuiu o estatuto de spin-off (jovem empresa académica) à PhotoUP e à NeuroMech Systems, reforçando a aposta na transferência do conhecimento e num ecossistema de inovação com impacto económico e social para o país. A UMinho tem agora 51 spin-offs ativas nas mais diversas áreas, quase metade delas integradas desde 2017.
A PhotoUP desenvolve tecnologias biológicas baseadas em microalgas para purificar biogás, convertendo-o em gás natural renovável (biometano) e em biomassa de elevado valor comercial para os setores da aquacultura e biofertilizantes. Esta abordagem permite transformar correntes de gases com efeito de estufa em energia renovável e criar cadeias de valor suplementares, contribuindo para uma transição energética mais sustentável. A empresa é constituída por Leandro Madureira, Pedro Geada, Daniel Madalena, Maria Silva, Salomé Duarte e Filipe Maciel. Conta com a mentoria dos professores José António Teixeira, Alcina Pereira e António Vicente, do Departamento de Engenharia Biológica da Escola de Engenharia. O projeto está enquadrado no Centro de Engenharia Biológica (CEB), dirigido por Nuno Cerca, e já venceu os prémios SpinUM e GreenTech Challenge’25.
A NeuroMech Systems combina competências da física e da fisioterapia para desenvolver soluções tecnológicas aplicadas ao setor da saúde, centradas na monitorização funcional e na melhoria da prática clínica. A empresa é composta por Cláudia Lopes e Nelson Azevedo, contando com a mentoria de Filipe Vaz, do Departamento de Física da Escola de Ciências, e de Paula Encarnação, da Escola Superior de Enfermagem. O projeto está integrado no Centro de Física das Universidades do Minho e Porto, dirigido por António Onofre.
A TecMinho, interface universidade-empresa da UMinho, presidida por Paulo Ramísio, foi determinante a acompanhar o desenvolvimento das duas novas ideias de negócio. Ambas as equipas têm participado no programa TecMinho Incubation HUB, tendo apoio na validação do modelo de negócio, na estruturação da proposta de valor, na análise de mercado e no processo formal de atribuição do estatuto pela UMinho.
Na sessão de reconhecimento, Sandra Paiva, Vice-Reitora para a Investigação e Inovação, salientou que as novas spin-offs demonstram a capacidade da UMinho para transformar conhecimento científico em soluções concretas para a sociedade: “A determinação das duas equipas é um exemplo claro da vitalidade do nosso ecossistema de inovação; temos um profundo orgulho em acolhê-las e apoiá-las no seu percurso de crescimento, reforçando a nossa missão de promover investigação de excelência com impacto real no território”.