A CP – Comboios de Portugal vai reforçar a oferta dos serviços Urbanos do Porto e de Lisboa durante as celebrações da Passagem de Ano 2025/2026, para responder ao aumento da procura associado aos grandes eventos festivos nas principais cidades do país, que atraem milhares de pessoas.
A medida visa “facilitar o acesso mais fácil e seguro às zonas centrais onde decorrem os festejos – desde concertos a fogo-de-artifício -, como a Avenida dos Aliados, no Porto, e a Praça do Comércio, em Lisboa, promovendo, simultaneamente, a mobilidade verde e a sustentabilidade ambiental”.
Nos Urbanos do Porto os ajustes vão permitir o reforço em serviços regulares e ainda a realização de 14 comboios especiais. No total, entre as 20:00 do dia 31 de dezembro e as 08:00 do dia 1 de janeiro, serão disponibilizados mais 19.500 lugares face à oferta regular.
Da mesma forma, nos Urbanos de Lisboa, todos os serviços regulares na Linha de Sintra (Sintra–Rossio) e na Linha de Cascais serão realizados em composição dupla a partir das 21:00 do dia 31 de dezembro de 2025. Haverá ainda reforço de oferta na madrugada de 1 de janeiro, com comboios especiais entre Rossio e Sintra (01:20, 01:40, 02:00, 02:20, 02:40, 03:00, 04:00 e 05:00); entre Cais do Sodré e Cascais (02:00, 03:00 e 04:00); e entre Cascais e Cais do Sodré (02:00), todos em composição dupla e com paragem em todas as estações. A par disso, as obras de modernização da Linha de Cascais estarão suspensas até 4 de janeiro de 2026. Ao todo, estarão disponíveis mais 20.700 lugares que na oferta regular.
Esta operação especial da CP visa “contribuir para uma mobilidade segura e sustentável, oferecendo uma alternativa ecológica ao transporte individual e permitindo aos passageiros evitar o trânsito intenso, as dificuldades de estacionamento nas zonas centrais, bem como regressar a casa em segurança, em horários alargados”.
A proposta da terceira revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) foi aprovada esta segunda-feira em Reunião de Câmara Extraordinária com os votos favoráveis da coligação Juntos por Braga, da vereadora Catarina Miranda e do CHEGA.
Após o voto contra na reunião do passado dia 22 de dezembro, o movimento independente Amar e Servir Braga, o Partido Socialista e a Iniciativa Liberal abstiveram-se.
Após o encerramento de algumas lojas comerciais de marcas reconhecidas no centro histórico de Braga, Daniel Vilaça, presidente da Associação Empresarial de Braga, reafirmou “a vitalidade” do centro da cidade, sublinhando que “a narrativa de decadência que tem circulado não corresponde à realidade”.
Segundo o líder associativo, “o centro histórico de Braga continua a ser um espaço vibrante, com forte identidade comercial e cultural, assumindo-se como um verdadeiro património vivo”. Ainda assim, Daniel Vilaça reconhece que “o comércio enfrenta desafios sérios, identificando o aumento contínuo das rendas comerciais como o principal fator de pressão sobre a diversidade e a sustentabilidade das lojas no coração da cidade”.
“O centro histórico de Braga é um património vivo, marcado pela maior zona pedonal do país e por uma dinâmica urbana onde tradição, comércio, cultura e vida social se cruzam diariamente”, afirma.
Para o presidente da AEB, “o encerramento de algumas lojas não pode ser analisado de forma isolada, sob pena de gerar perceções negativas que ignoram o contexto mais amplo”.
Daniel Vilaça lembra que “os desafios enfrentados pelo comércio tradicional não são exclusivos de Braga”. “A mudança dos hábitos de consumo, o crescimento do comércio online e a reestruturação estratégica de grandes marcas são fenómenos globais que afetam centros históricos em todo o mundo. Não podemos vender hoje como vendíamos há 10 ou 20 anos”, reforça, sublinhando que “a adaptação e a inovação são essenciais para garantir a competitividade do comércio local”.
Apesar deste enquadramento global, Daniel Vilaça é claro ao apontar que “o maior entrave ao desenvolvimento do comércio no centro histórico são as rendas comerciais extremamente elevadas e em constante crescimento”. “Em zonas como a Rua do Souto, os valores podem atingir entre sete e oito mil euros mensais, criando uma pressão especulativa que ameaça a diversidade comercial. Este é o maior entrave ao desenvolvimento do comércio no centro histórico de Braga. A especulação imobiliária está a afastar comerciantes e a limitar a renovação do tecido comercial”, alerta.
Para mitigar estes efeitos, Daniel Vilaça explica que “a AEB tem trabalhado em estreita articulação com a Câmara Municipal de Braga, apresentando propostas concretas que visam reforçar a atratividade do centro histórico, apoiar os comerciantes e promover a renovação do tecido comercial”.
Entre as medidas em cima da mesa destacam-se o “programa de estacionamento gratuito durante duas horas para compras superiores a 20 euros, incentivando a circulação de clientes; a promoção de uma campanha regional de meios da marca “Centro Braga – Soa a Comércio com História”, com o objetivo de reforçar a identidade do centro histórico e do seu comércio e atrair mais consumidores; a aposta reforçada na dinamização de eventos culturais, experiências gastronómicas e rotas temáticas, que aumentem o fluxo de visitantes e prolonguem o tempo de permanência no centro; a promoção de um programa de empreendedorismo no comércio, orientado para a criação de novos negócios, atração de conceitos diferenciadores e apoio à sucessão empresarial; e a criação de um sistema de incentivos municipais para a modernização das lojas históricas, permitindo preservar a identidade do comércio tradicional, ao mesmo tempo que se promove a sua adaptação às novas exigências dos consumidores”.
O presidente da AEB sublinha ainda que “Braga dispõe de vários parques de estacionamento no próprio centro da cidade”, o que considera “uma vantagem competitiva relevante”. “O facto de termos estacionamento mesmo no coração da cidade torna o centro histórico mais atrativo, mais cómodo e de muito mais fácil acesso para quem quer fazer compras ou simplesmente usufruir da cidade”, disse.
Daniel Vilaça faz questão de valorizar o papel dos comerciantes bracarenses, que considera “um dos maiores trunfos da cidade”. “Braga tem todas as condições para oferecer um comércio com alma, personalidade e identidade própria. Isso deve-se aos nossos comerciantes, que são criativos, resilientes e capazes de se reinventar”, refere, apontando vários exemplos de sucesso no centro histórico.
O presidente da AEB sublinha igualmente o papel “decisivo” dos consumidores, lembrando que “cada compra feita no comércio local contribui para manter empregos, fortalecer a economia e preservar a dinâmica social e cultural da cidade. Nesse sentido, apela à união entre comerciantes, instituições e consumidores”.
“Em vez de alimentarmos narrativas negativas, precisamos de trabalhar juntos”, sublinha. “O centro histórico de Braga não está em declínio, mas sim num processo de transformação. Os desafios são reais — sobretudo ao nível das rendas —, mas existem soluções em curso e uma forte vontade de adaptação por parte dos comerciantes. O futuro do centro depende de políticas públicas inteligentes, da capacidade de inovação do comércio local e do compromisso coletivo de todos os bracarenses e visitantes”, finalizou.
Paulo Raimundo, secretário-geral do PCP, dirigiu hoje dirige palavras de “confiança e esperança” a todos os que trabalham em Portugal.
Na mensagem de ano novo, Paulo Raimundo lembrou também os que “por esse mundo fora, foram à procura da vida melhor que Portugal lhes negou”, lamentando que o país atravesse um “drama no acesso à habitação e à saúde e a falta de professores” e que haja “mês a mais para o salário”.
Disse que “a força de quem trabalhou uma vida inteira, a força do povo e a força de juventude e, acima de tudo, a força de quem produz a riqueza é uma “força imensa, tal como demonstrou a greve geral”.
“Juntos, rejeitaram o pacote laboral e afirmaram o caminho que se impõe: salários, direitos, dignidade, respeito. Que essa força imensa tome nas suas mãos os seus direitos e imponha de uma vez por todas a política ao seu serviço, tal como está inscrito na Constituição da República Portuguesa”, pediu, apelando ao voto em António Filipe nas Presidenciais de 2026.
Para Paulo Raimundo, “o atual momento exige trabalho, direitos, desenvolvimento, soberania, vida justa, progresso e paz e é por tudo isso que se deve lutar com toda a confiança e com toda a esperança”.
“O nosso problema não é falta de ânimo. O nosso problema não é falta de capacidade. O nosso problema não é falta de meios nem de recursos. O nosso problema é a falta de salários, é a falta de reformas, é a falta de creches, a falta de lares, a falta de acesso à saúde, a falta de médicos, a falta de professores, a falta de habitação”, acrescentou.
O líder do PCP criticou o “ramerrame da precariedade a que querem acrescentar mais o ramerrame dos baixos salários. “É a este ramerrame que é preciso dar resposta”, reforçou.
“É a força imensa dos trabalhadores, da juventude e do povo que já demonstrou e vai continuar a demonstrar que, se empenhada ao seu serviço, se empenhada pelos seus direitos, vai permitir uma vida melhor, sendo com essa confiança e com essa esperança que é enfrentado o novo ano”, finalizou Paulo Raimundo.
A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão aprovou, na última reunião do executivo, a atualização tarifária do serviço público de transporte regular de passageiros para 2026 que estabelece que os passes municipais, gerais e dos títulos pré-comprados mantenham o mesmo preço no próximo ano e a aplicação da Taxa de Atualização Tarifária, fixada em 2,28%, aos bilhetes simples. O novo tarifário entra em vigor a 1 de janeiro de 2026.
“O tarifário de 2026 mantém-se globalmente igual ao de 2025, registando um ajuste pontual nos bilhetes ocasionais. Desta forma, o município salvaguarda os utilizadores regulares de transporte público e promove a mobilidade sustentável, ao mesmo tempo que assegura o cumprimento do enquadramento legal em vigor”, refere a Autarquia.
O passe municipal Mobiave mantém assim o valor de 30 euros, o passe de rede geral para circular nos três concelhos da rede (Famalicão, Trofa e Santo Tirso) custa 40 euros. Mantém-se a gratuitidade para crianças e jovens até aos 23 anos. Para os munícipes com idade igual ou superior a 65 anos ou reformados, o passe municipal ou até três zonas tem o custo de 7,50 euros, enquanto o passe válido para toda a rede custa 10 euros. Os títulos pré-comprados mantêm-se em 1 euro até duas zonas e 1,50 euros a partir de três zonas. Apenas os bilhetes adquiridos a bordo sofrem atualização, com um aumento de 5 cêntimos, passando para 1,55 euros até duas zonas e 2,05 euros a partir de três zonas.
Mais do que luzes e presentes, o Natal é, acima de tudo, um tempo de partilha, cuidado e proximidade. Foi com este espírito que a Place Me, imobiliária de Braga, em parceria com o Grupo Edit Value, promoveu uma campanha solidária de Natal de apoio às Oficinas de São José, instituição bracarense que acolhe e acompanha órfãos e crianças em situação de vulnerabilidade social.
A iniciativa consistiu numa campanha interna de angariação de vestuário, calçado e brinquedos, envolvendo colaboradores e parceiros, com o objetivo de contribuir para o bem-estar das crianças e jovens apoiados pela instituição. Esta ação solidária procurou “reforçar os valores da solidariedade, do afeto e da responsabilidade social, especialmente relevantes nesta época festiva”.
Para além da recolha de donativos, a Place Me e o Grupo Edit Value prepararam também uma surpresa especial: uma ida ao cinema, proporcionando às crianças “um momento de alegria, convívio e partilha, que se traduziu em muitos sorrisos e memórias felizes”.
As Oficinas de São José são uma IPSS de referência em Braga, dedicada ao acolhimento e acompanhamento de crianças e jovens em risco, desempenhando um papel fundamental na comunidade local.
Para a Place Me, “esta iniciativa reflete a convicção de que o verdadeiro valor vai além dos imóveis”. “Acreditamos que o verdadeiro valor está nas pessoas e na forma como cuidamos da nossa comunidade. É nosso compromisso contribuir ativamente para um impacto positivo, promovendo ações que reforcem os laços humanos e a solidariedade”, sublinha Júlio Lima, CEO da empresa.
Esta campanha solidária de Natal reforça o compromisso da Place Me e do Grupo Edit Value com “a responsabilidade social, a proximidade à comunidade e a construção de um futuro mais inclusivo”.
Diego renovou contrato com o SC Braga até 2030, vínculo que inclui uma cláusula de rescisão fixada em 50 milhões de euros.
O internacional sub-21 por Portugal, de 20 anos, estreou-se na época passada pela equipa principal. Soma 29 jogos oficiais e representou as equipas de Sub-17, Sub-19, Sub-23 e a Equipa B dos Gverreiros.
O Município de Barcelos e a sociedade Martinsplace, S.A. formalizaram, no passado dia 24 de dezembro, o Acordo de Cedências e Urbanização para a execução do Plano de Pormenor do Centro Hospitalar de Barcelos.
A assinatura do acordo teve lugar no edifício dos Paços do Concelho, perante Notário, e foi firmada pelo presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Mário Constantino Lopes, e pelos representantes legais da sociedade Martinsplace, S.A., proprietária da denominada Quinta de Santa Maria. O momento contou, também, com a presença do vereador do Património, José Paulo Matias.
O acordo prevê a cedência ao domínio público municipal de uma área total de 156.930 metros quadrados destinada à construção do novo hospital, da Variante Poente e dos acessos ao complexo hospitalar, bem como à criação de espaços verdes e infraestruturas gerais.
Daquela área total, 90.948 metros quadrados correspondem a cedências urbanísticas antecipadas e 65.982 metros quadrados são objeto de cedência onerosa, pelo valor global de quatro milhões de euros, operação que mereceu já o visto favorável do Tribunal de Contas.
Segundo Mário Constantino Lopes, “com a assinatura deste acordo, o Município de Barcelos desbloqueou um processo que esteve demasiado tempo parado”.
“Assumimos a liderança, garantimos os terrenos, viabilizámos as acessibilidades e criámos as condições legais e urbanísticas necessárias para a construção do novo Centro Hospitalar de Barcelos. Fizemos aquilo que nos competia, com responsabilidade e sentido de interesse público”, sublinha.
Para Mário Constantino Lopes, “Barcelos está, desta forma, a cumprir a sua parte, pelo que o futuro hospital deixou de ser uma promessa e confirma-se como um compromisso real”.
No âmbito do acordo assinado, o Município de Barcelos assume a responsabilidade pela execução da Variante Poente e dos acessos ao hospital, incluindo as respetivas infraestruturas, enquanto a sociedade Martinsplace, S.A. ficará responsável pelas obras de urbanização nas áreas destinadas à construção previstas no Plano de Pormenor do Centro Hospitalar de Barcelos.
Segundo Mário Constantino Lopes, “este acordo resulta de um processo de planeamento e negociação, com enquadramento no Plano de Pormenor do Centro Hospitalar de Barcelos, e assegura uma solução de cooperação entre o interesse público e a iniciativa privada”.
“Para o Município de Barcelos, a formalização deste acordo representa um marco estratégico no reforço da resposta de saúde no concelho e na região, criando as condições legais, urbanísticas e patrimoniais indispensáveis à instalação de um equipamento hospitalar de referência, há muito ambicionado pela população”, acrescenta o autarca.
A proposta de aquisição dos terrenos destinados à construção do novo hospital foi aprovada, por unanimidade, em junho de 2024, pela Assembleia Municipal de Barcelos, poucos dias após a aprovação em reunião extraordinária do Executivo.
O novo Centro Hospitalar de Barcelos representa um investimento de 200 milhões de euros que “reforçará a proximidade, a qualidade e a capacidade de resposta dos cuidados de saúde prestados à população”.
Terá uma área de construção superior a 25 mil metros quadrados, com 218 camas para internamento, 30 gabinetes de consulta externa, seis salas de cirurgia (mais duas de reserva), 11 postos de hospital de dia e uma área de diagnóstico equipada com ressonância magnética, TAX, RX e ecografia.
A futura unidade hospitalar oferecerá um vasto conjunto de especialidades médicas e cirúrgicas, incluindo Medicina Interna, Pediatria, Cardiologia, Pneumologia, Psiquiatria, Cirurgia Geral, Ginecologia, Ortopedia, Oftalmologia e Urologia, entre outras. Estão igualmente previstas áreas dedicadas à formação, investigação e inovação tecnológica, nomeadamente através da telemonitorização e apoio domiciliário.
Três homens foram detidos pela PSP em Braga por condução sob o efeito do álcool. Os suspeitos têm 25, 33 e 35 anos a acusaram uma taxa de alcoolemia de 1,44, 1,681 e 2,584 g/l no sangue.
Também na cidade de Vila Nova de Famalicão foram detidos dois homens com 36 e 67 anos por conduzirem com uma taxa de alcoolemia de 2,368 e 1,70 g/l no sangue, e um condutor de 33 anos em Guimarães que acusou uma TAS de 1,405 g/l no sangue.
Os detidos foram notificados para comparecerem juntos dos respetivos Tribunais.
A equipa principal do SC Braga vai fazer um um treino aberto a todos os seus sócios e adeptos, na quarta-feira, dia 31, às 11:30, no Estádio Amélia Morais.
As portas do recinto abrem às 10:30 e o acesso é feito exclusivamente através da entrada principal do Estádio Amélia Morais.
A capacidade é limitada de 2500 pessoas, pelo que o clube aconselha que a entrada e permanência no recinto seja cumprida de forma “atempada e ordeira”.