500 alunos das escolas de Barcelos vão participar, no próximo dia 14 de janeiro, no Corta-Mato escolar concelhio, a realizar no Parque da Cidade.
A iniciativa, organizada pelo Município de Barcelos, resulta de uma proposta dos pelouros da Educação e do Desporto da Câmara Municipal, em estreita cooperação com os Agrupamentos de Escolas do concelho, e visa a preparação para o Corta-Mato escolar distrital.
A prova, com início às 09:30, conta com a participação dos Agrupamentos de Escolas e Escola Não Agrupada: Alcaides de Faria (AE Manhente + Escola Secundária Alcaides de Faria); Barcelos (AE Abel Varzim + Escola Secundária de Barcelos); Fragoso; Gonçalo Nunes; Rosa Ramalho; Vale D’Este; Vale do Tamel e Escola Secundária de Barcelinhos.
Numa jornada que, além da vertente desportiva, visa também promover a confraternização e o convívio entre os mais novos, as provas destinam-se aos escalões de juniores sub-21, juvenis sub-18, iniciados sub-15, infantis B e infantis A, masculinos e femininos.
No final do evento, haverá entrega de prémios individual e um troféu para o Agrupamento/Escola com melhores classificações no somatório das provas.
A Irmandade do Mártir São Vicente, em Braga, procura novos irmãos que queiram associar-se a esta instituição religiosa.
Os interessados poderão efetuar as suas inscrições na sacristia da Igreja Paroquial.
“A Irmandade do Mártir São Vicente dirige um convite a todos os fiéis que desejem integrar esta secular instituição, fundada na fé, na devoção ao seu santo padroeiro e no compromisso cristão. Ser irmão da Irmandade é participar na preservação das tradições, na vivência espiritual e no testemunho de serviço que nos foi legado ao longo das gerações. Todos os que sintam este apelo são convidados a inscrever-se como irmãos da Irmandade do Mártir São Vicente. São Vicente, interceda por todos”, convidou a direção.
Recorde-se que as festas de São Vicente realizam-se neste mês de janeiro.
Após a inauguração oficial de Guimarães 26 – Capital Verde Europeia na sexta-feira, a cidade continua a celebrar a sustentabilidade no fim de semana.
No sábado, dia 10 de janeiro, a partir das 10:30, o Município propõe um programa descentralizado com 26 atividades gratuitas, distribuídas por vários pontos do concelho.
Performances de dança no espaço público, atuações de bandas e grupos corais locais, recitais de poesia, oficinas de mobilidade suave – como a Educabicla – e um showcooking com o chef António Loureiro, no Mercado Municipal, são apenas algumas das sugestões que convidam a comunidade a viver a Capital Verde Europeia no espaço público.
Além disso, ao longo do dia, a “Cantarinha”, mascote da Capital Verde Europeia, irá percorrer as ruas de Guimarães, promovendo momentos de interação e sensibilização ambiental com o público, num ambiente festivo e familiar que visa unir gerações em torno do futuro climático da cidade.
Com o objetivo de promover uma mobilidade mais sustentável, reduzir a utilização do automóvel individual e facilitar o acesso do público às diferentes iniciativas, o município assegura ainda uma operação especial da Guimabus. Nesse sentido, a operadora irá assegurar o funcionamento das linhas com término no centro da cidade, nomeadamente no Campo da Feira e em S. Gonçalo. Os horários de volta serão às 20:00, 21:00 e 22:00 e o regresso será feito às 23:30, 00:30 e 01:30.
O objetivo desta programação é “reforçar o compromisso de Guimarães com a ecocidadania e o envolvimento local, convidando a cidade e os visitantes a celebrar, participar e projetar o futuro a partir da cultura, da comunidade e da sustentabilidade”.
Rui Rocha, vereador da Iniciativa Liberal à Câmara Municipal de Braga, reagiu ao convite do presidente João Rodrigues ao convidar a oposição a contribuir para o Plano e Orçamento de 2026.
“Ouvir os vereadores da oposição é uma obrigação legal que está na Constituição”, disse Rui Rocha, reforçando que o presidente do Município bracarense “tem que cumprir na elaboração do Plano e Orçamento Municipal de 2026”.
O vereador pediu ainda ao presidente para “responder a tempo aos requerimentos e aos pedidos de informação dos vereadores da oposição” e “assegurar que têm um gabinete para poderem receber os munícipes, o que também é uma obrigação”.
A freguesia de Abade do Neiva, em Barcelos, vai festejar Santo Amaro de 15 a 25 de janeiro.
As festividades contarão com celebrações religiosas e animação musical. A Comissão de Festas convida a comunidade e visitantes para participar nestas festas.
Programa
15 de janeiro (quinta-feira)
08:00 – Alvorada e música gravada
19:00 – Eucaristia solene
17 de janeiro (sábado)
08:00 – Alvorada e música gravada
15:00 – Encontro de concertinas
18 de janeiro (domingo)
08:00 – Alvorada e música gravada
10:00 – Eucaristia solene em honra de Santo Amaro
15:00 – Atos religiosos, seguida da majestosa procissão
De acordo com o PS, os documentos do processo de elaboração e aprovação do Regimento da Assembleia de Freguesia e do Regulamento da Transmissão Multimédia das Sessões da Assembleia de Freguesia “não foram elaborados em comissão especificamente convocada para o efeito”. Em resposta, a Mesa da Assembleia de Freguesia, composta pelo presidente Jorge Reis e pelos secretários Jéssica Augusto e Hugo Viana, “a Mesa atuou com total transparência, abertura e respeito institucional”.
“A 10 de dezembro, a Mesa remeteu antecipadamente às bancadas a proposta dos respetivos regulamentos, solicitando contributos e comentários prévios. Essa proposta mereceu, ainda antes da convocatória, comentários e sugestões da Coligação Juntos por Braga, da Iniciativa Liberal e do Chega, os quais foram analisados e ponderados. Não tendo sido recebidos outros contributos até essa data, a documentação foi formalmente enviada com a convocatória da Assembleia, a 22 de dezembro. A bancada do PS apenas fez chegar os seus comentários no domingo anterior à reunião (28 de dezembro, às 11h00), dos dias antes da Assembleia de Freguesia e 18 dias depois da mesa ter enviado a primeira versão, em formato PDF. A Mesa solicitou o envio dos documentos em formato editável, de modo a permitir uma integração rigorosa das propostas, o que não veio a acontecer. Ainda assim, e apesar dessa limitação, a Mesa procedeu – em pouquíssimo tempo útil – à integração das propostas de alteração que considerou pertinentes, incluindo as correções legais assinaladas pelo PS. Concluída a análise, a Mesa remeteu aos membros da Assembleia duas versões do documento: Versão 1 – com as propostas do PS integradas e devidamente assinaladas no documento; Versão 2 – versão final limpa, com a mesma formatação do restante regimento, de forma a levar a votação o documento”, explica a Mesa da Assembleia de Freguesia de Nogueira, Fraião e Lamaçães.
A Mesa destaca que “os documentos em causa foram disponibilizados aos membros da Assembleia dentro dos prazos legalmente exigidos, sendo que tanto o Regimento como o Regulamento seguem enquadramentos comuns a outras assembleias de freguesia, não contendo matérias excecionais que impedissem a sua análise consciente e informada”.
Sobre a votação dos documentos, a Mesa afirma que “o ponto foi legitimamente submetido a votação, atendendo a que o regimento anterior apresentava lacunas que exigiam correção urgente, sem prejuízo de, no futuro, poder ser promovida uma revisão mais ampla desses mesmos instrumentos, em sede própria, através da marcação de uma Sessão Extraordinária, tal como foi proposto pela Iniciativa Liberal”.
“A constituição de comissões para apreciação prévia de regulamentos não é legalmente obrigatória, já a apreciação e votação em plenário constitui um mecanismo democrático plenamente válido e legal”, sustenta ainda.
A Mesa rejeitou “liminarmente” a acusação de “falta de democracia”, onde afirma que solicitou contributos a todas as bancadas “com a devida antecedência”; analisou e integrou propostas, “mesmo quando estas chegaram fora do prazo inicialmente definido”; e afirma ter atuado “sempre com o objetivo de garantir o regular funcionamento da Assembleia e o respeito pelas normas legais”.
“A Mesa não pretende, nem pretendeu, limitar o direito de intervenção de qualquer eleito neste processo de auscultação para a construção do Regimento e do Regulamento de Streaming, Já a proposta de revisão dos documentos apresentada pelos eleitos do PS defendia, por exemplo, que os membros da Mesa apenas poderiam intervir no período da ordem do dia mediante aprovação unânime da Assembleia, o que configuraria, na prática, a exclusão do direito de intervenção do partido com apenas um representante que integra a Mesa (Chega), o que seria, isso sim, profundamente antidemocrático. As sessões em streaming ficariam também disponíveis apenas até um máximo de 8 dias, ao passo que o aprovado no Regimento menciona um período mínimo de 2 anos”, reforça.
Sobre o comportamento em plenário, a Mesa diz que “não pode deixar de registar que o comportamento da bancada do PS, em sede de Assembleia de Freguesia, foi altamente reprovável, tendo-se assistido a uma postura de desrespeito institucional, em particular para com o Presidente da Mesa, incluindo insultos proferidos em pleno plenário, incompatíveis com a dignidade do órgão e com os valores democráticos que todos dizem defender”.
“A Mesa da Assembleia rejeita, por isso, qualquer alegação de falta de democracia, transparência ou respeito institucional. A discordância política é legítima e faz parte do funcionamento democrático, mas não deve ser confundida com irregularidades processuais. A Mesa continuará a exercer as suas funções com imparcialidade, responsabilidade e respeito pelas regras democráticas, garantindo o direito à participação de todas as bancadas, mas exigindo, em igual medida, respeito institucional e elevação no debate político. A democracia constrói-se com diálogo, sim — mas também com verdade, responsabilidade e respeito mútuo”, finalizou.
A vereadora da Educação da Câmara de Braga, Hortense Santos, marcou presença na Escola EB 2,3 Francisco Sanches, no âmbito das eleições do Orçamento Participativo Escolar, iniciativa que promove a participação ativa dos alunos na definição de projetos para as suas escolas.
Durante a visita, a vereadora destacou que é “inspirador ver os jovens tão envolvidos e comprometidos com o futuro da sua escola, reforçando que este projeto mostra como a cidadania começa dentro da própria comunidade educativa”.
Hoje, decorreram as eleições para votação dos projetos apresentados, permitindo aos alunos escolherem as iniciativas que consideram prioritárias para a sua escola, numa experiência prática de participação democrática.
No Orçamento Participativo Escolar já foram apresentados 24 projetos, dos quais 20 foram considerados elegíveis; 12 projetos foram submetidos à votação hoje; quase metade das escolas EB 2,3 apresentou mais do que um projeto; 300 alunos participaram nas sessões de apresentação do programa; 220 alunos estiveram diretamente envolvidos no desenvolvimento dos projetos.
“O Orçamento Participativo Escolas constitui um importante instrumento de promoção da democracia participativa, incentivando os jovens a contribuir de forma ativa para a melhoria do ambiente escolar e para a construção de uma comunidade educativa mais dinâmica e inclusiva”, refere a Câmara de Braga.
A 35.ª Feira do Fumeiro está de regresso a Montalegre de 22 a 25 de janeiro. O anúncio foi efetuado pelo Município que convida a população a fazer uma visita à capital do Barroso.
“De 22 a 25 de janeiro, Montalegre celebra uma das mais autênticas tradições gastronómicas. A Feira do Fumeiro celebra a tradição, o saber-fazer ancestral e a excelência dos produtos locais, num encontro único entre produtores, visitantes e amantes da boa gastronomia.”, referiu a Autarquia.
O distrito de Braga vai estar esta quinta-feira sob aviso amarelo por causa da previsão de chuva forte, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O aviso vigorará entre as 17:00 e as 21:00 devido à precipitação, por vezes forte.
Jenny Santos, do movimento independente Amar e Servir Real, Dume e Semelhe, apelou à comunidade para participar nas Assembleias de Freguesia.
De acordo com Jenny Santos, “irá haver uma geringonça entre o PS e a coligação Juntos Por Braga”. “Na última Assembleia de Freguesia, que decorreu a 30 de dezembro, omitiram fatos na Ata 1, como por exemplo, a intervenção do membro eleito pelos Juntos por Braga, Filipe Pinheiro”, referiu.
A membro da Assembleia alertou ainda que “a ata teve votos a favor do Partido Socialista e teve a abstenção dos Juntos por Braga, sabendo eles, por exemplo, que fizeram aquela intervenção e todos que estavam naquela sala perceberam que não houve verdade naquele momento, não houve verdade nem nos votos a favor e nem na abstenção”.
Jenny Santos sublinhou ainda que o Executivo “mostrou que não está preparado para dialogar” e daí ter convidado a população para comparecer às Assembleias de Freguesia para “verificar o que está a acontecer na União de Freguesias”.