O Município de Barcelos promove, no próximo sábado, 21 de fevereiro, entre as 15:00 e as 18:00, uma Feira de Adoção Animal, no Parque da Cidade.
A feira será composta por cães e gatos que se encontram atualmente no CROA – Centro de Recolha Oficial de Animais de Barcelos, em Gamil.
Esta ação de incentivo à adoção animal visa também sensibilizar para o bem-estar dos animais de companhia e para a adoção responsável. “Cada animal retirado da rua resulta numa ação efetiva de saúde e bem-estar dos caninos e felídeos e, ao mesmo tempo, salvaguarda a saúde pública, a segurança e a tranquilidade das populações. Esta iniciativa visa promover a adoção de animais, incentivando a população a acolher, de forma responsável, esses animais recolhidos das ruas, que serão entregues depois de devidamente esterilizados, vacinados e com microchip. Venha conhecer, adotar e fazer a diferença na vida de um amigo de quatro patas”, refere a Câmara de Barcelos.
Guimarães recebe, no dia 10 de março, às 09:00, no Teatro Jordão, a conferência internacional Green Horizons – Shaping the Modern Age evento integrado nas celebrações de Guimarães 26 – Capital Verde Europeia.
A iniciativa consolida o papel da cidade na promoção da sustentabilidade, da inovação e do turismo científico, afirmando Guimarães como “um território de referência nas áreas da economia circular, bioenergia, ecossistemas urbanos e políticas ambientais”.
Promovido pelo CVR – Centro para a Valorização de Resíduos, em parceria com o PIEP – Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros e o Laboratório da Paisagem, o Green Horizons combina ciência, território e comunidade, destacando Guimarães e Portugal no panorama internacional da transição ecológica e da inovação sustentável.
O evento irá reunir especialistas, investigadores, empresas e decisores políticos para debater soluções concretas para os principais desafios ambientais do século XXI. Entre as presenças confirmadas destacam-se o secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, o presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, a presidente do Conselho de Administração da CVR, Cândida Vilarinho.
A coordenadora da Estrutura de Missão Guimarães 2030, Isabel Loureiro, o subsecretário-geral da ONU, Jorge Moreira da Silva, o ex-ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Matos Fernandes, e a cientista Rosa Vásquez Espinoza também vão protagonizar as sessões.
O programa integra conferências, visitas técnicas ao CVR, PIEP e Laboratório da Paisagem, experiências imersivas, circuitos de sustentabilidade e atividades culturais, promovendo aprendizagem, networking e inovação. O Green Horizons assume ainda um forte compromisso com a sustentabilidade operacional, implementando práticas responsáveis de gestão de resíduos, mobilidade sustentável, alimentação consciente e monitorização ambiental.
A Pastoral Juvenil do Arciprestado de Fafe vai promover um painel de reflexão dedicado ao tema “Jovens e Igreja: que caminhos, que possibilidades, que esperança?”.
O encontro terá lugar no auditório da Escola EB 2/3 Prof. Carlos Teixeira, em Fafe, no sábado, 21 de fevereiro, pelas 21:15 e contará com a participação de Pedro Carvalho, diretor do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil, e do Pe. Samuel Beirão, um dos coordenadores do estudo “Escutar para Acompanhar”, que proporcionarão aos participantes “uma conversa aberta e inspiradora”.
O encontro pretende “ser um espaço de escuta, diálogo e partilha, num tempo marcado por múltiplas vozes e escolhas que desafiam os jovens a procurar sentido, pertença e propósito”.
“A proposta parte de uma visão de Igreja próxima dos jovens: não como imposição, mas como casa; não como peso, mas como apoio; não como resposta fechada, mas como companheira de caminho”, refere a organização.
A entrada é livre e recomendada a todos os que “desejem refletir sobre o papel da Igreja na vida dos jovens e os caminhos possíveis para o futuro”.
Nos dias de hoje, o desejo de maternidade não precisa estar condicionado à existência de uma relação amorosa. Além de casais, há mulheres que sonham ser mães, movidas por um projeto de vida que não espera pela coincidência de um encontro romântico. Alexandra Grade Silva, psicóloga clínica da Ferticentro, confirma que estas mulheres “têm, muitas vezes, entre 38 e 45 anos, recorrendo à Procriação Medicamente Assistida (PMA) mais tarde do que mulheres que estão em casal. Com frequência, apresentam formação superior, uma carreira profissional estável e independência financeira, o que lhes confere maior autonomia na tomada de decisão.”
De acordo com a especialista, no geral, “já viveram relações longas e, nalgum momento da sua vida, idealizaram constituir uma família tradicional com dois progenitores, mas não encontraram um parceiro compatível com este projeto”. No entanto, o “desejo profundo e duradouro de maternidade” acaba por ser superior à expectativa de encontrar o parceiro ideal, “sobretudo perante a perceção do avanço da idade e da diminuição do tempo fértil”, conclui.
Para quem decide avançar para a maternidade independente, o processo é mais acessível do que se pensa. Entre a primeira consulta e o início do tratamento passam geralmente quatro a oito semanas, tempo para fazer exames, definir o tratamento e preparar tudo com segurança, esclarece Carolina Coimbra, Médica Ginecologista e Obstetra da Ferticentro.
Para estas mulheres, “as opções incluem a inseminação intrauterina com recurso a dador de esperma, fertilização in vitro (FIV) com esperma doado, dupla doação (óvulos e esperma, para criação de embriões), bem como transferência de embriões doados (criados previamente para outro casal, que decide altruisticamente doá-los).”
São tratamentos que, refere a médica, têm taxas de sucesso que “tendem a ser semelhantes ou ligeiramente superiores às observadas em casais heterossexuais”, isto porque, “tendo em conta que estes tratamentos implicam necessariamente o recurso a dador de esperma, o sucesso do processo de maternidade independente depende sobretudo de fatores femininos. O esperma doado é sujeito a uma seleção rigorosa, reduzindo a variabilidade associada ao contributo masculino”.
Questões emocionais, dúvidas práticas e desafios sociais
A maternidade independente faz-se acompanhar de dúvidas, incertezas e receios, sendo os mais frequentes, de acordo com Alexandra Grade Silva, os “de natureza emocional, mais do que propriamente prática. Muitas mulheres experienciam sentimentos de autoculpabilização, diminuição da autoestima e comparação com pares com percursos considerados mais tradicionais”.
Há ainda dúvidas sobre a própria capacidade pessoal, “se conseguirão cuidar de um filho a solo e corresponder a todas as exigências da parentalidade”, com uma preocupação virada também para a rede de apoio, “ou a perceção da sua eventual fragilidade, existindo alguma incerteza quanto ao apoio real que os familiares e amigos estão dispostos a dar no quotidiano e em momentos de maior necessidade”.
Carolina Coimbra não tem dúvidas que “a maternidade independente é, muitas vezes, uma resposta pragmática às circunstâncias da vida, mas também uma decisão deliberada e empoderadora, que legitima novos modelos familiares. Os estudos mostram, de forma consistente, que as mães solteiras, por opção, beneficiam de redes de apoio social relevantes, nomeadamente de familiares e amigos”.
De acordo com a especialista, “a evidência científica sugere que a maternidade independente através de técnicas de reprodução assistida está associada a dinâmicas familiares positivas. A ausência de um segundo progenitor não parece prejudicar a qualidade da relação mãe–filho nem comprometer o desenvolvimento infantil. Pelo contrário, a intencionalidade desta autonomia reprodutiva, aliada a elevados níveis de compromisso e preparação materna, bem como o apoio da rede social, são determinantemente importantes para os bons desfechos destas estruturas familiares”.
Trata-se, acrescenta Alexandra Grade Silva, de “um projeto de vida legítimo e profundamente pessoal”, mas um caminho que não tem de ser percorrido sozinho. “Procurar acompanhamento médico e psicológico, conversar com outras mulheres que já passaram por experiências semelhantes e envolver familiares e amigos pode fazer uma grande diferença. Mais do que a estrutura familiar, o que mais contribui para o bem-estar de uma criança é a qualidade das relações, o afeto, a estabilidade e o ambiente emocional seguro. A família pode assumir diferentes formas e todas podem ser válidas quando há amor, responsabilidade e segurança”.
A fadiga, a reabilitação oncológica e cardíaca, a prática de desporto em idade pediátrica estão entre as temáticas a abordar por cerca de 500 médicos fisiatras que participam, entre 26 e 28 de fevereiro, no XXVI Congresso Anual da Sociedade Portuguesa de Medicina Física e de Reabilitação (SPMFR), no Hotel Meliá, em Braga.
“A nova era da Reabilitação” será o tema central, destacando “o papel essencial desta especialidade médica na melhoria da funcionalidade e na reabilitação de pessoas com condições incapacitantes”.
“A Medicina Física e de Reabilitação é essencial em inúmeros momentos, nomeadamente na recuperação pós-AVC, após um acidente de viação, uma queda, ou na reabilitação de diversas doenças crónicas”, razão pela qual a SPMFR defende “a adoção de um Plano Nacional de Reabilitação, que assegure o acesso dos doentes aos cuidados necessários, garantindo-lhes o apoio de equipas multiprofissionais”.
De acordo com o diagnóstico feito pelos médicos fisiatras, “há uma carência generalizada de recursos nesta área nos cuidados de saúde primários que é importante inverter, afetando a continuidade da reabilitação para quem sofreu um AVC, um trauma, entre outras situações de doença”.
Também se registam assimetrias regionais que dificultam o acesso dos doentes. Segundo os últimos dados da ERS, apresentados esta semana, esta realidade agravou-se entre 2022 e 2025. Em cerca de um terço dos municípios de Portugal continental (84, no total) não existe este serviço. Só no Alentejo são 27 – este número representa 57% dos concelhos, fazendo desta a região de saúde com maior número de concelhos sem estes estabelecimentos. Em contraste, é em Lisboa e Vale do Tejo (Lisboa, com 68 unidades) e no Norte (Porto, com 32 unidades) que existe maior oferta.
“Estas assimetrias prejudicam os doentes e a sua reabilitação. A Medicina Física e de Reabilitação deve acompanhar toda a cadeia de cuidados do doente, desde o primeiro dia de entrada do doente, seja por um AVC, um acidente ou outra situação aguda ou crónica, e tem de acompanhá-lo e estar nos centros especializados de reabilitação, na rede nacional de cuidados continuados integrados e também nas estruturas da comunidade”, refere o presidente da SPMFR, Renato Nunes.
É para cumprir esses objetivos que a SPMFR definiu o Plano Nacional de Reabilitação, que vem sendo apresentado e discutido junto das autoridades nacionais na área da saúde há já mais de um ano. “A reabilitação é um direito fundamental das pessoas, é obrigatório que ela se torne uma prioridade de saúde pública, assumindo a linha da frente nos cuidados de saúde”, sublinha Renato Nunes.
Daí a atualidade do tema do congresso “A nova era da Reabilitação”, que contará com a presença de especialistas nacionais e internacionais e que dará a conhecer as mais recentes abordagens para o coração geriátrico, a dor pélvica crónica, as perturbações funcionais do movimento, o doente crítico e internamento em cuidados intensivos, entre muitos outras temáticas.
O congresso pretende também reforçar a ligação entre diferentes gerações de fisiatras, através da participação ativa dos médicos internos da SPMFR, promovendo o diálogo entre a MFR e outras especialidades, como a Ortopedia, Medicina Desportiva, Reumatologia, Neurologia e Medicina Intensiva.
O programa completo do congresso está disponível aqui.
Nádia Bravo e Patrícia Morais, jogadoras do SC Braga, foram chamadas à Seleção Nacional Feminina para os dois primeiros jogos de qualificação para o Campeonato do Mundo de 2027.
Portugal joga frente à Finlândia no dia 3 de março, às 18:45, no Estádio do FC Vizela, e no dia 7 de março, pelas 16:00, enfrenta a Eslováquia, no Estádio Cidade de Barcelos.
Novos jogadores de casinos online geralmente se concentram nos formatos mais simples e diretos, escolhendo jogos com mecânicas intuitivas, barreiras de entrada mínimas e visuais vibrantes. A plataforma 289win atrai sua atenção, pois oferece um início fácil, gráficos de alta qualidade e jogabilidade consistente. No Brasil, novos jogadores priorizam a acessibilidade, a jogabilidade em dispositivos móveis e a capacidade de entender rapidamente as regras, portanto, suas escolhas geralmente se baseiam na simplicidade, no dinamismo e na sensação de controle sobre o jogo.
O que influencia as escolhas dos novatos?
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Critérios-chave para a seleção de jogos enquanto novato na matéria
Antes de considerar categorias específicas, é importante destacar as principais características que mais atraem novos jogadores.
Regras simples, sem sobrecarga de informações;
Design vibrante e interface intuitiva;
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Esses recursos permitem que os novos jogadores se sintam confiantes e dominem gradualmente o ambiente de jogo.
Categorias de jogos mais populares entre novatos
Novos jogadores raramente começam com jogos que exigem estratégias complexas. Eles preferem formatos fáceis e dinâmicos, onde o resultado é imediatamente visível e o processo é claro desde os primeiros segundos, garantindo uma adaptação confortável, sem estresse desnecessário, e permitindo que aprendam gradualmente a mecânica básica do jogo.
Jogos mais escolhidos por novos jogadores
Para entender melhor as tendências, vale a pena destacar as categorias mais populares que tradicionalmente atraem novos jogadores, nomeadamente:
Caça-níqueis clássicos. Rolos simples, um número mínimo de símbolos e um ritmo acelerado são o ponto de partida ideal.
Caça-níqueis de vídeo com bônus. Mecânica simples, visuais atraentes e rodadas de bônus adicionam interesse extra aos novos jogadores.
Jogos Crash. O formato de jackpot progressivo é intuitivo e as rodadas são jogadas em segundos.
Minijogos e jogos de arcade. Ações claras e a ausência de regras complexas os tornam convenientes para um início rápido.
Jogos ao vivo fáceis. Por exemplo, jogos de roleta com apostas simples e alto engajamento.
Essas categorias proporcionam aos novos jogadores uma experiência de jogo fácil, compreensível e emocionalmente vibrante, os ajudando a pegar o jeito rapidamente e a se sentirem confiantes durante suas primeiras sessões.
Por que os jogos da Pragmatic Play são frequentemente a primeira escolha?
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No Brasil, os jogos da Pragmatic Play são particularmente populares graças à sua adaptação para dispositivos móveis, regras simples e bônus bem elaborados, que são ideais para quem está começando no setor.
Como novatos dominam as mecânicas do jogo?
Novos jogadores geralmente aprendem jogando jogos simples, observando os resultados e se adaptando gradualmente. Mecânicas como multiplicadores, rodadas grátis e reprodução automática facilitam a compreensão de como um caça-níquel funciona. No Brasil, muitos usuários começam com modos de demonstração, uma maneira segura de praticar antes de apostar dinheiro real.
Por que jogar em dispositivos móveis é importante?
A maioria dos novos jogadores no Brasil joga em smartphones, então uma interface simples e velocidade de carregamento são fatores críticos. Caça-níqueis, jogos de arcade e jogos de crash para dispositivos móveis são ideais para sessões de jogo curtas, em movimento, na fila ou em casa. Controles intuitivos e um formato vertical tornam esses jogos extremamente acessíveis, mesmo para quem está aprendendo o básico.
As preferências dos novatos mudarão?
À medida que sua experiência aumenta, os jogadores geralmente migram para formatos mais complexos, jogos de estratégia, caça-níqueis de vídeo avançados ou shows ao vivo, no entanto, caça-níqueis e jogos de arcade simples continuam sendo um ponto de partida universal.
No Brasil, a demanda por jogos fáceis de jogar permanecerá, mas se expandirá com mecânicas híbridas, elementos de história e personalização aprimorada, adaptada para o estilo de todo o jogador.
Conclusão
Acreditamos que a escolha de jogos por parte dos novos jogadores no Brasil continuará sendo moldada pela simplicidade, conveniência e uma experiência visual vibrante. Plataformas com conteúdo de alta qualidade ajudarão os novos jogadores a se adaptarem mais rapidamente, a se divertirem e a desenvolverem confiança no jogo.
O Galo de Barcelos, na sua experiência imersiva de modelagem e pintura, foi distinguido como ‘Melhor Experiência de Turismo Criativo’ pelo júri internacional, no âmbito da 13.ª World Creative Tourism Awards, prémios internacionais de referência no turismo criativo.
A distinção resulta da candidatura apresentada pelo Município de Barcelos, através da Casa da Criatividade, na categoria de melhor experiência de turismo criativo.
O reconhecimento desta experiência reforça a projeção de Barcelos como “destino de referência no turismo criativo, valorizando os elementos culturais e artesanais que caracterizam a identidade do concelho”. Destaca, igualmente, “o papel do turismo criativo na sustentabilidade e preservação do artesanato tradicional, contribuindo para a continuidade e dinamização dos ofícios locais”.
O prémio foi entregue ao vereador do pelouro do Turismo, Pedro Miguel Ferreira, durante a FITUR – Feira Internacional de Turismo, que decorreu em Madrid entre 21 e 25 de janeiro.
A edição 2026 contou com a participação de 223 candidaturas de 28 países, avaliadas por um júri internacional de especialistas em marketing turístico e economia criativa. O prémio reconhece experiências que adotam a criatividade como eixo central do desenvolvimento cultural, social e económico dos territórios, promovendo vivências autênticas, participativas e regenerativas.
O Município de Guimarães está a intensificar a divulgação do Projeto Radar Social, um projeto piloto de intervenção social em execução até 31 de março, que pretende identificar, em articulação com a comunidade, situações de vulnerabilidade, pobreza, exclusão social ou discriminação, promovendo respostas adequadas e articuladas com a rede de parceiros locais
Dirigido a todas as pessoas, famílias e grupos em situação de vulnerabilidade ou risco social, o Radar Social permite que qualquer cidadão possa sinalizar uma situação, reforçando o papel ativo da comunidade na promoção de uma sociedade mais solidária e coesa.
O Projeto Radar Social tem como principais objetivos referenciar pessoas ou famílias em situação de vulnerabilidade social; avaliar, de forma preliminar e prospetiva, a situação sociofamiliar; informar e orientar, assegurando o encaminhamento para os serviços adequados (Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social ou parceiros da Rede Social); e ativar diretamente a rede de recursos locais sempre que se verifique necessidade de intervenção.
O projeto é acompanhado por uma equipa multidisciplinar de técnicos especializados do Município de Guimarães, das áreas de Estatística, Psicologia, Serviço Social e Sociologia, garantindo uma abordagem integrada, qualificada e de proximidade.
O Município de Guimarães apela à participação ativa de toda a comunidade. “Identificar é o primeiro passo para agir. Até 31 de março de 2026, todos podem contribuir para fortalecer a rede de proteção social e promover respostas mais rápidas e eficazes às necessidades identificadas no território”, disse a Autarquia.
A Câmara disponibiliza os seguintes contactos: e-mail [email protected] e telefone 253 421 255.