Início Site Página 495

Conheça os números do Euromilhões

0
© Raquelsfranca
© Raquelsfranca

Os números do Euromilhões de hoje já são conhecidos. A chave é composta pelos números  11 – 18 – 19 – 22 – 50 e pelas estrelas 1 e 11.

Em jogo está um primeiro prémio de 87 milhões de euros.

O último sorteio, que tinha um prémio de 77 milhões não teve totalistas.

Para mais informações, consulte o site dos Jogos Santa Casa.

Liga divulga horários de mais duas jornadas

0
© SC Braga
© SC Braga

Estão definidos os horários das partidas referentes às jornadas 20 e 21 da Liga Portugal Betclic.

Duelo entre vizinhos do Minho, Vitória SC e Moreirense FC, marca o arranque da 20.ª ronda, marcado para 30 de janeiro, sexta-feira, a partir das 20.45 horas. No sábado mais três jogos, destacando-se novo encontro entre equipas do mesmo distrito: o FC Alverca recebe o Estrela Amadora pelas 20:30.

Para domingo também três jogos no programa, com o Gil Vicente FC a receber o FC Famalicão às 15:30, seguido do Sporting CP – CD Nacional e do CD Tondela – SL Benfica, isto devido à participação de leões e águias na Liga dos Campeões, assim como sucede com SC Braga e FC Porto, que apenas entrarão em campo na segunda-feira, dia 2 de fevereiro, após compromissos na Liga Europa.

Já a 21.ª jornada fica marcada pelo clássico entre FC Porto e Sporting CP, agendado para segunda-feira, dia 9, a partir das 20:45, logo depois do FC Famalicão – AFS, com início às 18:45.

Conheça todos os horários:

20.ª jornada

Sexta-feira, 30 de janeiro

  • Vitória SC – Moreirense FC, 20h45 – Sport TV

Sábado, 31 de janeiro

  • Santa Clara – Estoril Praia, 15h30 – Sport TV
  • Rio Ave FC – FC Arouca, 18h00 – Sport TV
  • FC Alverca – Estrela Amadora, 20h30 – Sport TV

Domingo, 1 de fevereiro

  • Gil Vicente FC – FC Famalicão, 15h30 – Sport TV
  • Sporting CP – CD Nacional, 18h00 – Sport TV
  • CD Tondela – SL Benfica, 20h30 – Sport TV

Segunda-feira, 2 de fevereiro

  • AFS – SC Braga, 18h45 – Sport TV
  • Casa Pia AC – FC Porto, 20h45 – Sport TV

21.ª jornada

Sábado, 7 de fevereiro

  • Moreirense FC – Gil Vicente FC, 15h30 – TVI
  • Estrela Amadora – Santa Clara, 15h30 – Sport TV
  • Estoril Praia – CD Tondela, 18h00 – Sport TV
  • FC Arouca – Vitória SC, 20h30 – Sport TV

Domingo, 8 de fevereiro

  • CD Nacional – Casa Pia AC, 15h30 – Sport TV
  • SC Braga – Rio Ave FC, 18h00 – Sport TV
  • SL Benfica – FC Alverca, 20h30 – BTV

Segunda-feira, 9 de fevereiro

  • FC Famalicão – AFS, 18h45 – Sport TV
  • FC Porto – Sporting CP, 20h45 – Sport TV

Famalicão limpa vegetação nos separadores centrais de várias artérias da cidade

0
© CM Famalicão
© CM Famalicão

O Município de Vila Nova de Famalicão iniciou, esta segunda-feira, trabalhos de limpeza de vegetação nos separadores centrais de várias artérias da cidade, numa intervenção que visa melhorar a segurança rodoviária e a imagem urbana.

As ações estão a decorrer na Avenida Marechal Humberto Delgado, Avenida dos Descobrimentos, Avenida Carlos Bacelar, Avenida do Brasil, Avenida Eng. Pinheiro Braga e Avenida de França, prevendo-se que os trabalhos se prolonguem ao longo das próximas duas semanas.

Braga: Movimento Pais em Luta vai ser recebido na Assembleia da República

0
© Movimento Pais em Luta
© Movimento Pais em Luta

O Movimento Pais em Luta, que nasceu em Braga e reúne pais e familiares de crianças, jovens e adultos com deficiência, foi convocado para uma audição na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão da Assembleia da República, na sequência da entrega da petição “Movimento Pais em Luta reivindicam vagas em CACI ou CAVI por parte do Estado”, subscrita por mais de 18.600 cidadãos.

A petição visa alertar para “a grave falta de respostas sociais para pessoas com deficiência, em especial após o término da escolaridade obrigatória” e tem como foco “a escassez de vagas em Centros de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI) e Centros de Apoio à Vida Independente (CAVI) em Portugal, com especial enfoque no distrito de Braga”.

A audição terá lugar na Assembleia da República no dia 22 de Janeiro, pelas 14:00, e terá a duração de aproximadamente uma hora. “Será uma oportunidade para os representantes do movimento apresentarem propostas concretas para enfrentar os problemas que têm afetado milhares de famílias”, refere o movimento.

179 acidentes registados em Braga numa semana. Houve duas vítimas mortais

0
© Anna Baburkina | Dreamstime.com
© Anna Baburkina | Dreamstime.com

A GNR registou 179 acidentes no distrito de Braga na semana de 12 a 18 de janeiro, que resultaram em duas vítimas mortais, quatro feridos graves e 49 feridos leves.

A GNR também detetou 6 infrações por excesso de velocidade.

Campeonato Concelhio de Futebol Infantil junta 700 atletas em Esposende

0
© CM Esposende
© CM Esposende

A edição de 2026 do Campeonato Concelhio de Futebol Infantil, promovido pelo Município de Esposende, tem início no próximo dia 25 de janeiro, domingo, às 09:00, no Campo dos Sargaceiros, em Apúlia. A iniciativa volta a afirmar-se como um dos principais projetos de promoção da formação desportiva no concelho.

Nesta edição participam cerca de 700 atletas, com idades compreendidas entre os 4 e os 12 anos, integrados nos escalões de Petizes, Traquinas, Benjamins e Infantis, num total de 42 equipas. A competição envolve dez clubes do concelho: Antas Futebol Clube, ADRC Fonte Boa, Grupo Desportivo de Apúlia, Clube de Futebol de Fão, Forjães Sport Club, Desportivo Recreativo Estrelas de Faro, Gandra Futebol Clube, Associação Desportiva de Esposende, Futebol Clube de Marinhas e União Desportiva de Vila Chã.

O campeonato decorrerá entre os meses de janeiro e finais de maio, com jogos quinzenais, realizados aos domingos, entre as 09:00 e as 18:00, em vários estádios do concelho. Esta opção pela descentralização dos encontros pretende reforçar a proximidade à comunidade local e valorizar os diferentes territórios. À semelhança das edições anteriores, a entrada é livre.

A participação no Campeonato Concelhio de Futebol Infantil não acarreta quaisquer custos para os clubes e associações envolvidas. O Município de Esposende assegura toda a logística da competição e oferece bolas a todas as equipas participantes, reforçando o seu compromisso com a igualdade de oportunidades no acesso à prática desportiva.

Forum Arte Braga inaugura “A Grande Dança” de Carlos Mensil

0
DR
DR

O Forum Arte Braga inaugura, no próximo dia 24 de janeiro, a partir das 16:00, a exposição “A Grande Dança”, um projeto individual do artista Carlos Mensil, com curadoria de João Terras. A mostra integra a programação cultural da semana e convida o público a visitar uma proposta expositiva de entrada livre, patente até 24 de abril.

“A Grande Dança” parte de uma abordagem multidisciplinar para refletir sobre dinâmicas de interferência, entendidas tanto como fenómenos físicos como conceptuais. Ao longo da exposição, as instalações apresentam-se como campos de forças autónomos, mas simultaneamente ligados por uma mesma malha invisível e pulsante — a “grande dança do mundo”, expressão utilizada pelo físico teórico Carlo Rovelli no contexto da mecânica quântica.

A exposição conta com o apoio da DGArtes, Forum Arte Braga, ArtWorks, Oficina Mescla, Fisga e Paralaxe.

“A Grande Dança” permanecerá patente até 24 de abril, com entrada livre.

Atletas de Barcelos somam títulos, recordes pessoais e um novo máximo regional em marcha

0
© Amigos da Montanha
© Amigos da Montanha

Os atletas dos Amigos da Montanha | Escola do Rio de Barcelos estiveram em destaque no Torneio de Salto em Altura e no Campeonato Zona Norte Absoluto, realizados a 17 e 18 de janeiro, com vários recordes pessoais, títulos regionais e um novo recorde regional de Braga nos 5.000 metros marcha.

Em destaque estiveram os recordes pessoais alcançados por Inês Pedro, Inês Coelho, Camila Machado, Leonor Cardoso, Gil Lemos, Tomás Silva, Rui Rodrigues e Frederica Vieira, esta última na disciplina de salto em altura, num claro sinal da evolução consistente dos jovens atletas do clube.

A nível competitivo, Inês Pedro, Leonor Cardoso e Tomás Linhares conquistaram títulos regionais. Nota especial para Tomás Linhares, que estabeleceu um novo Recorde Regional de Braga nos 5.000 metros marcha, quebrando uma marca que permanecia intacta há 15 anos.

“Estes resultados refletem o trabalho diário desenvolvido na secção de atletismo dos AM, assente no empenho dos atletas, na dedicação da equipa técnica e numa forte cultura de formação desportiva e pessoal. Mais do que medalhas e marcas, os Amigos da Montanha continuam a afirmar-se como um espaço de crescimento, onde se promovem valores como disciplina, respeito, responsabilidade e superação”, referem os Amigos da Montanha.

Presidenciais. A pequena direita, o pequeno candidato e a pequena escolha

0
© CHEGA
© CHEGA

Se Pedro negou Cristo três vezes, ontem a direita tradicional também se negou 3 vezes: pequena no resultado, pequenina no candidato e pequeníssima na escolha final de não escolher um lado.

A pequena direita, o pequeno candidato e a pequena escolha

A direita que o PSD escolheu ser nesta eleição é a mesma que escolhe ser desde 1980: pequena, subserviente à bolha que manda e com medo de romper com o consenso socialista que domina o Estado. Pequena porque não é alternativa ao “Portugal do Estado PS”; pequena porque prefere gerir equilíbrios internos a disputar o futuro de Portugal.​​

O candidato que encarnou esta direita foi também “pequeno”. Luís Marques Mendes protagonizou, a pior derrota de sempre de um presidenciável apoiado pelo PSD, confirmando que a sua candidatura nunca foi um movimento de país, apenas um arranjo de aparelho. Pequeno na estatura, pequeno na ambição, pequeno na capacidade de inspirar um eleitorado farto de arranjinhos.​

Pequena, por fim, nas escolhas de Luís Montenegro. Ventura foi deixando avisos… e dentro e fora do PSD multiplicaram‑se sinais de que Marques Mendes não passava de uma pequena teimosia pessoal, destinada a transformar‑se num grande problema para o partido. Ontem, ao anunciar que não dará indicação de voto na segunda volta, Montenegro assumiu a falta de coragem política em escolher entre o “Segur‑ismo” do socialismo progressista e a “A‑Ventura” da direita conservadora, preferindo a neutralidade confortável à responsabilidade de liderar…seja o que for.

Ventura, o grande vencedor numa noite pequena para o PSD

Contra o cenário de pequenez política na direita tradicional, André Ventura surge como o grande vencedor político da primeira volta. Grande na postura, porque não teve medo de enfrentar o eixo PS‑PSD‑CDS‑BE num ciclo em que toda a máquina mediática e partidária trabalhava para garantir que a segunda volta fosse apenas um ajuste interno do sistema. Grande na coragem, porque falou de temas que a “pequena direita” evitou durante décadas: segurança, imigração desregulada, corrupção sistémica, captura do Estado por oligarquias partidárias.​​

Grande na irreverência, recusando o papel de figurante na coreografia das presidenciais, e grande no sonho de um Portugal soberano, dono das suas fronteiras, das suas leis e das suas escolhas económicas. E grande, sobretudo, na mensagem que passa: há uma direita popular, moralmente convicta e sociologicamente relevante que já não aceita ser representada por pequenos candidatos escolhidos em pequenos conselhos nacionais para agradar a uma pequena bolha de comentadores.​​

Ventura não precisou de ficar em primeiro para assumir a liderança sociológica da direita. Os votos dizem o essencial: ele fala para um país que existe fora do circuito habitual dos favores, dos cargos e dos comentários. Ficou claro que o PSD não pode decidir a liderança da direita em reuniões internas; ela decide‑se nas urnas.​

PSD refém: subserviente ao líder da direita ou fora da liderança

A próxima decisão do PSD é, em si mesma, um teste de grandeza. Se apoiar Ventura na segunda volta, reconhece‑o como líder da direita portuguesa e assume que o seu próprio falhanço. Se não o apoiar, coloca‑se deliberadamente fora da liderança da direita, escolhendo o conforto de ser pequeno a longo prazo, em troca de algum sossego pessoal imediato.​

O paradoxo é brutal: com ou sem apoio, Ventura continuará a liderar a direita; com ou sem apoio, o PSD seguirá pequeno. Pequenos são os 10% sociológicos que obrigam a reler os quase 30% das legislativas como aquilo que sempre foram: um voto de “não PS” e “não CHEGA”. Pequeno, porque é difícil ser líder moral de um campo ideológico quando se tem medo de enfrentar o único candidato desse campo que mobiliza massas, atravessa gerações e impõe a agenda política, quer nos bairros periféricos, quer no centro do debate nacional.

Não é líder moral da direita quem quer, nem quem a máquina do PSD designa; é líder quem é reconhecido pelo povo que vota e milita, quem enche praças, quem dita a agenda, quem é atacado pelos adversários com uma intensidade que confirma a sua centralidade. Gostem ou não, é Ventura que ofusca e mete medo a Montenegro, o PSD e o CDS.​​

CDS: da direita escondida à pequena irrelevância

A imagem de Chicão, ex líder do CDS, nesta noite eleitoral é o retrato final da sua decadência: um partido que se dizia conservador e cristão a aplaudir um candidato socialista, lado a lado com o BE, em nome da “frente contra Ventura” é o mais baixo que a direita pode descer.

O CDS não morreu porque Ventura lhe “roubou” o espaço; morreu porque foi encolhendo a sua identidade até ficar pequeno demais para os seus próprios eleitores. Foram anos de “conservadorismo progressista” — fórmula vazia que serviu para esconder valores cristãos e identidade conservadora debaixo do tapete mediático. Perderam os valores e alguém os levou: quando o CDS prescindiu de ser conservador às claras, o CHEGA apareceu sem medo e sem complexos.​​

Os militantes…uns fugiram para o CHEGA, outros escaparam para o PSD ou IL, e o que restou foi uma minoria de “donos” do partido — meia dúzia de iluminados ligados por laços familiares e carreiras políticas, muito bem instalados no estado, nas empresas ou em estúdios de televisão (por condescendência do PS). Afinal, para quem fala Chicão quando apela a um voto socialista?

Soberanismo grande, Estado‑partidário pequeno

O alinhamento de BE, CDS e parte da direita tradicional com Seguro mostra que a verdadeira clivagem não é mais “direita vs esquerda”; é regime vs mudança, globalismo regulamentalista vs soberania democrática, Estado‑partidário vs Portugal real.​​

De um lado, PS, PSD, BE, PCP e afins defendem, com nuances de estilo, o mesmo modelo: um Estado gigante como máquina de distribuição de rendas, lugares e subsídios, onde mais de 2 milhões de pessoas continuam em risco de pobreza ou exclusão social apesar de décadas de políticas socializantes. Pequeno não é o Estado — esse é enorme; pequeno é o espaço que sobra à iniciativa, ao mérito, ao trabalho produtivo, à responsabilidade individual.​

Do outro lado, Ventura representa um soberanismo que quer um Estado forte na autoridade e na proteção, mas pequeno na promiscuidade com partidos, grupos económicos e burocracias supranacionais que hoje condicionam quase tudo. Não se trata apenas de “menos Estado”, à maneira tecnocrática da IL; trata‑se de um outro tipo de Estado: menos dono, mais servidor; menos distribuidor de favores, mais garantidor de justiça e ordem; menos preso a diretivas de fora, mais comprometido com a vontade expressa nas urnas.​

A divisão que importa em 2026 é, por isso, entre quem aceita um Portugal pequeno, administrado à distância por instituições que ninguém elegeu diretamente, e quem quer um Portugal grande na sua soberania, capaz de dizer “não” quando as diretivas externas contrariam o interesse nacional. Ventura inscreve‑se claramente neste segundo campo.​

Entre gerações: não deixar os sonhos dos jovens a definhar num país pequeno

Os que fizeram a revolução há 50 anos têm vindo sistematicamente a favorecer pelo voto os beneficiários dessa mesma revolução, agora instalados no sistema. Ventura conseguiu algo que nenhum partido novo tinha conseguido: entrar nesse eleitorado idoso, falar para quem vive com pensões baixas, insegurança, serviços públicos degradados, e ainda assim sente orgulho em Portugal.​

Mas essa conquista não pode transformar o CHEGA num partido “pequeno” aos olhos das novas gerações. Os jovens querem mais do que retórica moral; querem salários e impostos justos, querem empreender, ter família e construir futuro. A IL percebeu uma parte deste anseio e ocupou o vazio deixado quando o CHEGA abrandou o seu discurso económico liberal, trocando “conservador nos valores e liberal na economia” por fórmulas mais vagas de “conservadorismo moderno”.​​

Se o CDS escondeu o conservadorismo e deu ao CHEGA espaço para o reivindicar, o CHEGA não pode cometer o erro simétrico: esconder a economia e dar à IL o monopólio do discurso da mudança económica. É preciso dizer aos jovens que uma pequena IL nunca terá o “tamanho certo” para fazer a revolução económica que desejam; e que só um CHEGA grande, pode combinar respeito pelos idosos com a ousadia de entregar à juventude os meios de produção, a mobilidade social e a liberdade económica que permitam uma verdadeira revolução silenciosa de mérito, trabalho e criação de riqueza.​​

Contra uma redistribuição igualitária que nivela por baixo, Ventura pode propor um novo contrato social: grande no reconhecimento de quem trabalhou uma vida inteira, grande na aposta em quem quer começar hoje.​

No fim, é disto que se trata: ou Portugal aceita continuar pequeno — com uma pequena direita, pequenos candidatos e pequenas escolhas — ou decide apostar num projeto grande, nacional, soberano, capaz de reconciliar pais, avós e filhos em torno de um futuro que não seja apenas a gestão triste de um presente falhado.

Ventura já mostrou que não tem medo de ser Grande.

Resta saber quantos portugueses querem, também eles, deixar de pensar pequeno.

Balcão Único de Braga fecha na quarta-feira

0
© CM Braga
© CM Braga

O Balcão Único de Braga vai fechar na quarta-feira, 21 de janeiro, a partir das 13:00.

Segundo o Município, o encerramento deve-se para formação dos colaboradores.