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Guimarães promoveu Almoço de Natal para os sem-abrigo

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© CM Guimarães
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O presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, marcou presença, esta sexta-feira, no almoço de Natal realizado no Centro de Acolhimento e Emergência Social, iniciativa que reuniu os 17 utentes atualmente acolhidos, a estrutura técnica e os voluntários que diariamente asseguram o funcionamento desta importante resposta social do concelho.

O presidente do Município esteve acompanhado pelo vice-presidente da Câmara Municipal, Eduardo Leite, contando o almoço ainda com a presença do presidente da direção da Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Guimarães, Manuel Barbosa, entidade responsável pela gestão do Centro, bem como do pároco Valentim Oliveira Gonçalves, num momento marcado pela proximidade, partilha e espírito solidário característico desta época natalícia.

Durante a iniciativa, Ricardo Araújo agradeceu “o empenho de todos os profissionais, voluntários e entidades envolvidas”, sublinhando a” importância do trabalho desenvolvido junto das pessoas em situação de maior vulnerabilidade”. O presidente da Câmara Municipal de Guimarães destacou que “o Natal é, acima de tudo, um tempo de proximidade, de solidariedade e de esperança, valores que também nos caracterizam e fazem parte da identidade de Guimarães”.

Na sua intervenção, Ricardo Araújo reforçou ainda que “nenhuma pessoa deve sentir-se invisível ou esquecida”, salientando “a relevância desta resposta social para garantir dignidade, proteção e apoio a todos os que dela necessitam”. “Quero assegurar que a Câmara Municipal continuará empenhada em trabalhar convosco e com todas as entidades parceiras para continuar a garantir este apoio e estas respostas, fazendo tudo o que estiver ao nosso alcance para que possam também ser melhoradas”, afirmou.

O Centro de Acolhimento e Emergência Social encontra-se em funcionamento desde março de 2020, tendo sido criado no contexto da pandemia, no âmbito da Rede de Apoio Social de Emergência, com o objetivo de dar uma resposta imediata a pessoas sem-abrigo ou sem retaguarda familiar. A gestão do equipamento é assegurada pela Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Guimarães, sendo totalmente suportada e enquadrada pelo Município de Guimarães.

Atualmente, o Centro funciona nas instalações da EB1 da Chã de Bouça, na freguesia de Atães, acolhendo 17 cidadãos e permitindo dar resposta a pessoas sem-abrigo, garantindo o seu acompanhamento e monitorização diária integradas, através de uma equipa multidisciplinar afeta a esta estrutura em permanência. O espaço garante condições adequadas de alojamento, alimentação e higiene, assegurando as quatro refeições principais, bem como o fornecimento de têxteis e produtos de higiene.

Para garantir a gestão e monitorização diária do Centro, com uma equipa em permanência, o Município de Guimarães atribuiu à Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Guimarães um subsídio anual, destinado à constituição da equipa técnica e à aquisição dos recursos necessários ao funcionamento do equipamento.

Face à previsão de temperaturas muito baixas nos próximos dias, o Município de Guimarães apelaou à sinalização de pessoas em situação de sem-abrigo, reforçando “a importância da colaboração da comunidade para que seja possível prestar a melhor resposta”.

Esposende entregou Prémio Manuel de Boaventura a José Eduardo Agualusa

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© CM Esposende
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O Municipio de Esposende distinguiu, com o Prémio Literário Manuel de Boaventura, o escritor José Eduardo Agualusa pelo romance “Mestre dos Batuques”. Nesta quinta edição do prémio literário foram submetidas a concurso 201 obras, provenientes de vários países de língua oficial portuguesa.

O Presidente da Câmara Municipal destacou a dimensão local e universal da obra de Manuel de Boaventura, sublinhando que o escritor “fala destas terras, das suas gentes e dos seus costumes, projetando-os no mundo”.

Carlos Silva referiu ainda a relação simbiótica entre o autor premiado e o galardão. “É importante para Agualusa, porque recebe um prémio de grande prestígio, mas também é importante para o Prémio Manuel de Boaventura, porque a obra de Agualusa amplia a sua projeção”, disse.

Impedido de estar presente na cerimónia, que decorreu no Auditório Municipal de Esposende, José Eduardo Agualusa fez-se representar pelo seu editor, Francisco José Viegas, tendo enviado uma mensagem em vídeo na qual agradeceu ao Município de Esposende “pela criação e manutenção deste prémio” e ao júri “pelo generoso reconhecimento”. O escritor afirmou sentir-se honrado por integrar o grupo de vencedores, referindo que o prémio “se está a transformar numa espécie de confraria literária”.

Agualusa sublinhou ainda a importância dos prémios literários, afirmando que “não mudam o mundo, mas podem transformar o trabalho de um escritor, oferecendo-lhe tempo, visibilidade e fôlego para continuar”, considerando o galardão “um estímulo precioso, recebido com alegria e gratidão”.

Francisco José Viegas, escritor e editor da Quetzal, recebeu o prémio em representação do autor e agradeceu à família de Manuel de Boaventura e à Câmara Municipal de Esposende por manterem vivo um prémio que “faz dos autores embaixadores da literatura e do próprio Prémio Manuel de Boaventura um embaixador da literatura em todo o lado”. Recordou ainda a ligação de José Eduardo Agualusa ao litoral norte de Portugal e o início da relação do autor com a editora, nos anos 1980.

O júri do Prémio Literário Manuel de Boaventura 2025, constituído por Sérgio Guimarães de Sousa (Universidade do Minho), Fernando Alexandre Lopes (Escola Superior de Educação de Viseu) e Maria Luísa Leite, em representação do Município de Esposende, deliberou por unanimidade atribuir o prémio ao romance Mestre dos Batuques. Para o presidente do júri, Agualusa é “um dos grandes autores da lusofonia”, capaz de transmitir uma mensagem de multiculturalidade, tolerância e forte ressonância política, num mercado literário de dimensão universal.

De periodicidade bienal e com um valor pecuniário de 7.500 euros, o Prémio Literário Manuel de Boaventura distingue obras de criação narrativa, nas modalidades de romance ou conto. Desde a sua criação, em 2017, o prémio já distinguiu autores como Ana Margarida de Carvalho, Filipa Martins, Mia Couto, Giovana Madalosso e Rui Couceiro.

Na sequência da instituição do prémio e da reedição da obra romanesca de Manuel de Boaventura, o autor esposendense tem vindo a ganhar maior projeção nacional, estando os seus livros disponíveis para consulta e empréstimo nas principais bibliotecas do país. Para o próximo ano está prevista a edição do último volume da coleção, intitulado “Vocabulário Minhoto”, dedicado ao linguajar de Entre Douro e Minho.

A cerimónia de entrega do Prémio Literário Manuel de Boaventura foi abrilhantada por momentos musicais protagonizados por Marta Vilaça e Joana Lamela, com a curiosidade de esta última ser trineta de Manuel de Boaventura.

Câmara de Famalicão vai receber vice-campeã do mundo de futsal

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© CM Famalicão
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O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos, recebe na próxima segunda-feira a famalicense vice-campeã do mundo de Futsal Ana Azevedo. A receção está marcada para as 12:00, nos Paços do Concelho.

Ana Azevedo sagrou-se vice-campeã do mundo ao serviço da Seleção Nacional no Campeonato do Mundo de Futsal Feminino, que decorreu nas Filipinas, entre os dias 21 de novembro e 7 de dezembro.

A atleta famalicense, que na edição deste ano da Gala do Desporto de Famalicão foi reconhecida com o Prémio Excelência, é uma das maiores referências do futsal nacional. Considerada uma inspiração na modalidade, a atleta possui um largo percurso no futsal, tendo conquistado inúmeros títulos nacionais. É a jogadora com mais internacionalizações da história da seleção portuguesa.

Orquestra e Coro do Distrito de Braga apresentam concerto na Basílica dos Congregados

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Orquestra do Distrito de Braga © CM Braga
Orquestra do Distrito de Braga © CM Braga

A Orquestra e Coro do Distrito de Braga apresentam, no dia 23 de dezembro, na Basílica dos Congregados, às 21:30 horas, o concerto Aurora Domini. Sob a direção da maestrina Inês Teixeira, o programa propõe “um momento de celebração e recolhimento, evocando a luz e a esperança próprias do tempo natalício”.

Em destaque estará a Sunrise Mass, de Ola Gjeilo, acompanhada por outras obras corais que completam um repertório de “grande beleza e espiritualidade”.

A entrada é gratuita, aberta à comunidade, num convite à partilha da música e da tradição num espaço emblemático da cidade.

Locomotiva a vapor 0186 faz um século e continua a fazer história em Portugal

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© CP
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O apito voltou a ecoar em São Bento, no Porto. A estação foi-se enchendo, pouco a pouco, de vapor. À volta, juntou-se, como é habitual, uma multidão de curiosos e aficionados pela ferrovia, de telemóvel e/ou máquina fotográfica apontados a uma locomotiva que atravessou gerações e continua, ainda hoje, a fazer as delícias de miúdos e graúdos, desta vez, engalanada com luzes de Natal.

A CP – Comboios de Portugal comemorou o centenário da locomotiva a vapor 0186 numa cerimónia simbólica que antecedeu as primeiras viagens desta temporada do Comboio Histórico a Vapor de Natal, entre Porto e Ermesinde.

O presidente do Conselho de Administração da CP, Pedro Moreira, e o presidente da Câmara Municipal de Valongo, Paulo Esteves Ferreira, descerraram uma placa alusiva, tendo o responsável pela CP sublinhado a importância desta locomotiva como símbolo vivo da memória coletiva e do papel dos caminhos de ferro no desenvolvimento do país e na ligação entre pessoas e comunidades.

“É com enorme orgulho que celebramos os 100 anos da locomotiva 0186, um verdadeiro ícone da história ferroviária nacional. Esta máquina atravessou gerações, testemunhou mudanças profundas e continua a despertar fascínio e emoção. Queremos que cada viagem neste comboio seja uma oportunidade para criar memórias, partilhar sorrisos e celebrar o que nos une”, afirmou Pedro Moreira.

O presidente da CP sublinhou, ainda, a importância do trabalho das diferentes equipas da empresa na preservação e promoção deste material circulante histórico e concluiu dizendo que “a CP orgulha-se de manter viva esta herança, enquanto olha para o futuro com inovação e compromisso com a sustentabilidade”.

Passageiros e convidados seguiram, depois da sessão, até Ermesinde, numa viagem plena em sorrisos e animação.

Ícone da ferrovia nacional e ponte entre passado e futuro

A locomotiva 0186 é um ícone da história ferroviária nacional. Faz parte de um grupo de máquinas a vapor construídas pelo fabricante alemão Henchel & Sohn que constituíram a série 0181-0190 e entraram ao serviço da Companhia dos Caminhos de Ferro do Estado entre 1924 e 1925. Foram entregues a Portugal por parte da Alemanha, como indemnização da I Guerra Mundial.

O serviço destas máquinas prolongou-se até finais dos anos 70, tendo estas circulado de norte a sul do país. Já no fim da sua carreira, asseguraram ainda algumas ligações entre Porto-São Bento e Viana do Castelo e Porto-São Bento e a Régua. Saíram definitivamente de serviço em 1977, ano em que foi extinta a tração a vapor na via larga em Portugal.

Entre os anos 90 e princípios dos anos 2000, a locomotiva a vapor CP 0186 foi recuperada com o objetivo de ser integrada em comboios históricos ou serviços especiais, como tem vindo a acontecer, nomeadamente no Comboio Histórico do Douro e no Comboio Histórico a Vapor de Natal.

Cem anos depois, a 0186 continua a ser uma ponte entre pessoas e lugares, tecnologia e memória, passado e futuro, e, ao celebrar o seu centenário, a CP reforça a valorização do turismo de proximidade, da cultura ferroviária e a dinamização da economia local, convidando as famílias a escreverem o próximo capítulo, sempre a bordo.

Até 4 de janeiro de 2026, aos sábados e domingos, esta locomotiva continuará a circular entre Porto e Ermesinde, no Comboio Histórico a Vapor de Natal, em viagens marcadas pelo tradicional som do apito, pelo vapor no ar e pelas luzes e decorações natalícias, que prometem transportar os passageiros a outros tempos.

Alexandra Malheiro empossada como presidente do IPCA

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© IPCA
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Alexandra Malheiro tomou posse como presidente do Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) durante a Sessão Solene do Dia do IPCA, que assinalou os 31 anos da instituição.

Na sua intervenção de despedida, a presidente cessante, Maria José Fernandes, sublinhou que “31 anos podem parecer pouco na vida de uma instituição, mas são uma vida inteira feita de pessoas, escolhas, desafios e coragem”, destacando o contributo dos anteriores presidentes — Lopes Nunes, Norberto Cunha, Agostinho Silva e, em particular, João Carvalho — para “a afirmação do IPCA como uma instituição reconhecida a nível nacional e internacional”.

Agradeceu ao Conselho Geral, ao Conselho de Curadores, aos Presidentes de Câmara dos seis municípios onde o IPCA está presente e, de forma especial, a Fernando Reis, autarca que liderou o processo de instalação do IPCA em Barcelos, classificando essa decisão como “corajosa e visionária”. O agradecimento estendeu-se ainda às empresas e instituições parceiras, ao corpo técnico e docente, aos estudantes e à sua equipa dirigente, salientando o impacto do IPCA na região, no país e na vida das pessoas.

Já como presidente do IPCA, Alexandra Malheiro deu posse à sua equipa dirigente e afirmou que este é “o início de um novo ciclo de continuidade, mas também de renovação, de escuta e de ação”, alinhado com o lema da sua candidatura, Identidade e Compromisso. Enalteceu a liderança da sua antecessora, destacando a sua “visão estratégica, proximidade e profundo conhecimento das dinâmicas do ensino superior”.

Referindo-se ao futuro da instituição, Alexandra Malheiro sublinhou que “o IPCA atravessa uma fase determinante, nomeadamente com o processo de consolidação como universidade politécnica, que considera uma oportunidade estratégica para reforçar a missão da instituição no desenvolvimento regional, na inclusão social, na inovação e na excelência da formação”.

Entre os projetos prioritários, destacou a concretização do BCRIC – Barcelos Research and Innovation Center, a implementação do edifício K2D, orientado para a inovação pedagógica e para a centralidade do ensino nos estudantes, e a criação do Barcelos Smart Digital and Design Hub, uma parceria com o Município de Barcelos e empresas da região dedicada à ciência, à inovação e à transferência de tecnologia.

A sessão solene contou ainda com as intervenções do presidente do Conselho Geral do IPCA, Pedro Fraga, e da presidente da Associação Académica, Beatriz Medela. Ambos elogiaram o percurso de Maria José Fernandes enquanto presidente do IPCA, e desejaram votos de sucesso à presidente empossada.

O momento musical esteve a cargo de Pedro Melo e a cerimónia incluiu a entrega de prémios e distinções a professores e estudantes, encerrando com a atuação dos Grupos Académicos e a entoação do Hino do IPCA.

Braga passa testemunho de Capital Portuguesa da Cultura a Ponta Delgada

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© CM Braga
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Braga passa, no próximo dia 28 de dezembro, o testemunho de Capital Portuguesa da Cultura a Ponta Delgada, numa cerimónia que contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, da ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, e da comissária de Ponta Delgada 2026, Kátia Guerreiro.

O evento terá lugar pelas 17:00, no Theatro Circo, reunindo a comunidade, agentes culturais e público em geral.

A Cerimónia de Encerramento assinala o final oficial de um ano “marcante para a vida cultural da cidade”, segundo a Câmara Municipal.

“Ao longo de 2025, a cidade afirmou-se como um palco vivo de programação artística diversificada, envolvendo artistas, instituições e cidadãos, e reforçando o seu posicionamento como referência cultural a nível nacional. A sessão pretende revisitar os momentos mais significativos do ano, reconhecer os contributos de todos os que tornaram este projeto possível e projetar o futuro da cultura na cidade. Este será um momento de celebração de um percurso coletivo que continuará a deixar um legado duradouro em Braga”, refere.

A cerimónia integra ainda um espetáculo artístico que cruza a Ent’Artes – Escola de Dança, de Braga, e o Estúdio 13, de Ponta Delgada, duas estruturas artísticas das cidades Capitais Portuguesas da Cultura, colocando em diálogo artistas das duas cidades e cruzando as ricas tradições do Minho e dos Açores. O espetáculo, intitulado “Entre Pedra e Bruma”, inspira-se nas lendas e tradições de Braga e Ponta Delgada, propondo um diálogo entre solidez e fluidez, entre tradição e imaginação. Na pedra ecoam a fé e a memória; na bruma, o sopro do mistério e das emoções que se desfazem no tempo.

Este será também um momento para um balanço, ainda parcial, da Braga 25. Até ao final de outubro de 2025, o programa integrou cerca de 1.200 atividades, incluindo ações de formação, capacitação, mediação e participação. Deste universo, destacam-se 253 espetáculos e 95 exposições, que mobilizaram quase 1,5 milhões de espetadores, números que não incluem grandes eventos de espaço público como o Programa de Abertura, a Braga Romana ou a Noite Branca.

Ao longo deste percurso estiveram envolvidos cerca de 1.200 artistas, metade dos quais locais, a par de 19% internacionais, evidenciando simultaneamente o enraizamento no território e a abertura ao exterior.

Os bilhetes para a cerimónia, limitados a duas entradas por pessoa, poderão ser levantados gratuitamente na bilheteira física do Theatro Circo, entre as 11:00 e as 19:00 do dia 27 de dezembro. No dia 28, a bilheteira abre uma hora antes do espetáculo, às 16:00.

Mercado de Oportunidades na Póvoa de Lanhoso a 7 e 8 de janeiro de 2026

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© CM Póvoa de Lanhoso
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Nos dias 7 e 8 de janeiro de 2026, a Póvoa de Lanhoso promove a 4.ª edição do Mercado de Oportunidades, uma iniciativa da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso dedicada à empregabilidade, à formação e ao empreendedorismo.

O evento, que marca o início do novo ano, revela a estratégia de continuidade na aposta do reforço do tecido empresarial do concelho e também a estreita colaboração com a Associação Empresarial de Braga, parceira estratégica no fortalecimento do ecossistema económico local. Contando, igualmente, com o contributo da Associação Empresarial da Póvoa de Lanhoso, reconhecida pelo seu trabalho de proximidade e apoio contínuo às empresas do concelho.

Ao longo dos dois dias, o Mercado de Oportunidades reunirá empresas, entidades formadoras e instituições de ensino, com a participação de profissionais da área da Educação e da Formação, nomeadamente da Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso, da EPAVE, bem como de entidades de âmbito regional, como o INL, a Universidade do Minho, o IPCA e a TecMinho.

Dirigido a quem procura novas oportunidades profissionais ou deseja dar forma a uma ideia de negócio, o evento dará especial destaque à divulgação de ofertas de emprego, à formação e reconversão profissional, ao apoio na elaboração de currículos, ao apoio à criação de negócios, e à realização de workshops práticos e talks temáticas.

Durante o evento, as empresas participantes terão ainda a oportunidade de realizar processos de recrutamento, reforçando o papel do Mercado de Oportunidades como um espaço facilitador que responde às necessidades de contratação das empresas e promove o emprego, o empreendedorismo e o desenvolvimento económico e social do concelho.

Distrito de Braga sob aviso laranja por causa da queda de neve

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© Freguesia de Cabril
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O Instituto Português do Mar e da Atmosfera emitiu um aviso laranja para o distrito de Braga por causa da quede de neve acima dos 800/1000 metros de altitude.

O aviso entra em vigor a partir 18:00 deste sábado até 09:00 de domingo, prevendo-se queda de neve acima de 800/1000 metros, descendo pontualmente aos 600 metros, com acumulação entre 1 a 5 centímetros acima de 800 metros e entre 5 a 15 centímetros acima de 1000 metros.

O IPMA alerta como impactos prováveis a perturbação causada por queda de neve com acumulação e possível formação de gelo, como por exemplo vias condicionadas ou interditas, danos em estruturas ou árvores, abastecimentos locais prejudicados.

SC Braga perde em Estoril

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© SC Braga
© SC Braga

O SC Braga perdeu, esta sexta-feira, na deslocação ao Estoril por 1-0, em jogo relativo à 15.ª jornada da I Liga.

Lacximicant deu a vitória ao Estoril aos 43 minutos, que após passe de Pedro Amaral, rematou rasteiro e cruzado para o fundo das redes.

O SC Braga mantém os 25 pontos e está com o quinto lugar em risco caso o FC Famalicão vença na segunda-feira o SL Benfica. O Estoril subiu à nona posição e soma 17 pontos.