Os atletas de Karaté do SC Braga venceram duas medalhas de ouro e quatro de bronze na Taça de Portugal de Karaté, que decorreu em Faro.
Mafalda Moreira subiu ao pódio ao conquistar a medalha de bronze em Cadetes (-47kg), assim como Maria Baptista, que terminou em terceiro lugar em Cadetes (+61kg).
Leonor Gonçalves conquistou a medalha de ouro em Juniores (-53kg) e Guilherme Gonçalves subiu também ao lugar mais alto do pódio em Sub-21 (-67kg).
No escalão de Juniores, André Aguiar (+76kg) e Santiago Gonçalves (-68kg) arrecadaram medalhas de bronze.
O presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, anunciou a decisão de reabrir o processo negocial com a empresa Guimabus, com o objetivo de reforçar a mobilidade no concelho, aumentar a oferta de transporte público e melhorar a qualidade de vida da população.
“Nós vamos reabrir um processo de negociação para melhorar o serviço rodoviário que é prestado aos vimaranenses, tendo em conta as nossas orientações políticas”, afirmou o presidente, sublinhando que “a prioridade passa por simplificar o acesso, aumentar o número de quilómetros, reforçar a cobertura municipal e aumentar a frequência, incluindo horários noturnos e de fim de semana”.
Ricardo Araújo disse que “o executivo anterior chegou a um entendimento com a empresa concessionária, mas considerou que esse acordo não reflete a visão do atual executivo para o serviço público de transportes”. “Esse acordo não cumpre a nossa orientação política e é até penalizador para os vimaranenses”, afirmou, explicando que “o mesmo previa a exclusividade da Guimabus a partir de 2028, colocando em risco o complemento com a concessão intermunicipal da CIM do Ave, responsável por cerca de dois milhões de quilómetros no concelho”.
“Nós não podemos permitir que essa concessão fique comprometida”, frisou o edil, acrescentando que “por o acordo ainda não estar plenamente afirmado, foi possível voltar atrás e iniciar um novo processo negocial”.
Para o presidente da Câmara da Câmara Municipal de Guimarães, “a solução passa por um modelo equilibrado e complementar, sempre no melhor interesse dos vimaranenses”. “Nem a Guimabus pode ter exclusividade no território, nem a CIM do Ave e o seu operador podem ter exclusividade, em algumas linhas. O que temos de fazer é conjugar os dois serviços para oferecer o melhor serviço aos nossos cidadãos”, reforçou.
Ricardo Araújo sublinhou que “este processo será conduzido assegurando também o equilíbrio económico-financeiro do operador”. “Quero que a empresa seja robusta e financeiramente equilibrada, mas isso tem de ser compatível com o objetivo político de melhorar o serviço público de transporte em Guimarães. E disso eu não abdico”, garantiu o presidente da Câmara, acrescentando que “o operador já foi recebido no Município e demonstrou total disponibilidade para este novo ciclo de diálogo”.
A candidatura de António Filipe à Presidência da República Portuguesa realizou uma ação de esclarecimento e mobilização na Feira das Velharias, em Vila Verde.
Um grupo de ativistas, entre os quais José Ferraz, mandatário concelhio da candidatura, esteve em contacto com a população para “afirmar o valor desta candidatura na defesa dos direitos dos trabalhadores, dos jovens e das mulheres”. “Uma candidatura que assume como pilares fundamentais os valores de Abril e que neste contexto político nacional e internacional particularmente exigente, assume o compromisso de cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa”, referem.
“Ao longo dos vários contactos estabelecidos, foi generalizada a preocupação com o aumento do custo de vida, em particular com a subida dos preços dos bens alimentares, mas também de outros bens e serviços essenciais, situação que contrasta com os baixos salários e pensões praticados em Portugal”, acrescentam.
José Ferraz sublinhou que “o país precisa de um Presidente da República consciente das dificuldades que os portugueses enfrentam no dia a dia e que esteja do seu lado na construção de um país mais justo, onde seja possível viver melhor”.
“À semelhança do que acontece no resto do país, vão-se somando os apoios à candidatura de António Filipe por todo o distrito de Braga, reforçando a convicção de que este é o candidato do povo e que a sua candidatura é necessária para travar as injustiças de que este tem sido alvo. António Filipe é o candidato dos trabalhadores e a sua candidatura faz falta a Portugal e ao povo”, concluiu José Ferraz, mandatário distrital.
Hoje é dia de oitavos de final da Taça de Portugal. O SC Braga desloca-se às Caldas da Rainha para defrontar o SC Caldas, às 18:45. Na antevisão, Carlos Vicens destacou a importância da competição e da imprevisibilidade da Prova Rainha.
“É um jogo especial, numa competição especial. Sabemos das características destes jogos. São partidas de vida ou morte porque só passa um e em cada ronda de Taça tivemos surpresas. Temos de entrar com uma mentalidade para um jogo especial, com uma energia extra, motivação extra, competitividade e níveis de agressividade e competitividade necessários para que caia para o nosso lado. Temos de ter uma mentalidade extra”, disse o treinador.
“O talento só não chega, é preciso trabalhar muito”. Foi com esta afirmação de exigência e humildade que a famalicense Ana Azevedo, a capitã da Seleção Nacional de Futsal e a jogadora com mais internacionalizações de sempre por Portugal, resumiu a mentalidade que a levou ao topo do mundo. A atleta foi recebida esta segunda-feira pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos, nos Paços do Concelho, num momento simbólico que celebrou a conquista do título de vice-campeã mundial. O feito histórico foi alcançado na primeira edição do Campeonato do Mundo de Futsal Feminino, realizado nas Filipinas entre os dias 21 de novembro e 7 de dezembro de 2025.
Durante o encontro, Mário Passos enalteceu “a carreira extraordinária da jogadora, que ainda este ano foi distinguida com o Prémio Excelência na Gala do Desporto de Famalicão”.
Para o edil, Ana Azevedo é “uma das maiores referências do futsal nacional e um motivo de enorme orgulho para os famalicenses. Um exemplo de que, com sacrifício e resiliência, é possível alcançar os objetivos mais ambiciosos”. O autarca sublinhou ainda a importância do associativismo local, lembrando que o percurso da atleta começou no Grupo Cultural Recreativo de Vermoim e reiterou “o compromisso do município no investimento em infraestruturas desportivas para que a dimensão do desporto feminino seja cada vez mais alavancada nas mais diversas modalidades”.
Aos 39 anos, Ana Azevedo confessou que, apesar de restar um “amargo de boca” por não ter vencido a final, o verdadeiro troféu foi o impacto social da modalidade em Portugal. Sobre o futuro, revelou que o seu foco imediato é terminar a presente época, garantindo que continuará a jogar enquanto se sentir capaz de competir ao mais alto nível.
Esta receção serviu ainda para assinalar a atribuição de um Voto de Louvor à atleta, aprovado na última Reunião de Câmara, formalizando “a gratidão e o orgulho pela forma exemplar como Ana Azevedo, enquanto recordista de internacionalizações e figura notável do desporto nacional, tem levado o nome de Vila Nova de Famalicão além-fronteiras”.
A Associação de Futebol de Braga realizou a Cimeira de Presidentes dedicada à Série A da Divisão de Honra, um encontro que reuniu a Direção da AF Braga, a sua Secretária-Geral e os Presidentes dos Clubes participantes nesta competição, no âmbito do primeiro Momento de Avaliação Competitiva da época.
A iniciativa decorreu no Hotel do Parque, no Bom Jesus, em Braga, e integrou-se numa estratégia assumida de “promoção de uma cultura de diálogo permanente, proximidade institucional e transparência, reconhecendo o papel central dos clubes na valorização e no crescimento do Futebol Distrital”.
Durante o encontro, foi promovido “um debate aberto, franco e construtivo sobre o presente e o futuro competitivo da Divisão de Honra”. Os participantes analisaram as principais dificuldades e constrangimentos sentidos nos primeiros meses da época 2025/2026, identificaram “desafios comuns e refletiram sobre oportunidades de melhoria, com o objetivo de definir prioridades estratégicas que contribuam para elevar o nível organizativo, estrutural e desportivo da competição”.
A Direção da AF Braga reforçou a convicção de que “nenhuma visão de progresso pode dispensar a voz dos Clubes, a experiência de quem lidera no terreno e a ambição de quem trabalha diariamente para fazer crescer o futebol do distrito”.
O jogo entre o Vitória SC e o Sporting CP, que se realiza esta terça-feira, às 20:45, em Guimarães, vai condicionar o trânsito.
De acordo com a PSP, haverá restrições temporárias ao trânsito automóvel e pedonal como medida de segurança, estando previstos condicionamentos nas imediações do Estádio D. Afonso Henriques, com destaque para a Avenid de Londres, Avenida de S. Gonçalo, Rua Sra. da Conceição, Alameda Dr. Mariano Felgueiras, Alameda Dr. Alfredo Pimenta, Rua Teixeira de Pascoais, Rua José Pinto Rodrigues, Rua da Espinhosa e Praceta Padre Luis Gonzaga Fonseca.
Considerando a dimensão do evento a PSP recomenda a deslocação dos adeptos para o estádio com a devida antecedência de forma a evitar aglomerações de última hora, evitar levar objetos de valor assim como a guarda de objetos dentro dos veículos, não adotar comportamentos geradores de violência, colaborar e acatar as indicações as ordens das forças policiais e dos ARD’s, para melhor conforto e segurança de todos.
A PSP irá empenhar um dispositivo policial adequado às circunstâncias do evento desportivo, integrando diversas valências policiais com o objetivo de “assegurar a ordem pública e prevenir a ocorrência de situações ou atos que a perturbem; garantir as condições de segurança necessárias para a realização do jogo, prevenindo, sustendo ou dirimindo situações e atos suscetíveis de originar perturbação ou violência; e proceder à regularização rodoviária e aos condicionamentos de trânsito necessários à circulação automóvel nos eixos e artérias de acesso às imediações do estádio”.
A Câmara Municipal de Barcelos aprovou esta segunda-feira, em Reunião do Executivo, o Orçamento para 2026, no valor de 184,88 milhões de euros.
O aumento das despesas de investimento para 98,81 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre, representa um crescimento de 56,66 milhões em relação a 2025.
Comparativamente com o ano anterior, o valor global do Orçamento para 2026 também apresenta um aumento de 44,71 milhões de euros, o que significa um acréscimo de 31,9%.
Segundo o presidente da Câmara de Barcelos, Mário Constantino Lopes, “este orçamento tem três características fundamentais: demonstra o equilíbrio orçamental do Município, garante as condições necessárias para o investimento e não agrava a carga fiscal sobre os barcelenses”.
Do ponto de vista do equilíbrio orçamental, o Orçamento para 2026 equilibra as receitas correntes do Município de Barcelos com as despesas correntes, “poupança de cerca de 27 milhões de euros, que serão aplicados em investimento”.
O total das receitas correntes ronda os 105,96 milhões de euros, provenientes de impostos diretos e indiretos, taxas, rendimentos da propriedade e vendas de bens, entre outras fontes.
Já o total das despesas correntes é de cerca de 78,9 milhões de euros, dizendo respeito a despesas com o pessoal, aquisição de bens e serviços, juros e transferências correntes, entre outros.
Ainda a propósito da estabilidade orçamental e financeira, Mário Constantino Lopes realça que, “no limite, se o Município utilizar a totalidade dos dois empréstimos de médio e longo prazo, no valor de 25 milhões de euros cada, o seu impacto orçamental anual será de apenas cinco milhões de euros, referente às amortizações anuais e decrescentes”.
“Isto não é de somenos importância, tendo em conta o forte impacto positivo que criamos, em 2024, nas contas do Município, ao expurgarmos 60 milhões de euros de provisões que, ao serem passivos contingentes, constituíram ameaças à estabilidade patrimonial do Município, totalmente superada com a anulação da dívida de 214 milhões de euros vencida e vincenda à Águas de Barcelos, por troca do pagamento de 18 milhões de euros, através de acordo judicial”, sublinha.
Em termos de política fiscal, o Orçamento para 2026 mantém a aposta em manter inalteradas todas as taxas a cobrar, incluindo os designados impostos indiretos, exceto dos serviços concessionados. Serão, também, mantidas as taxas dos impostos diretos onde o Município pode intervir, nomeadamente, IMI, Derrama e IRS.
Desta forma, o executivo Municipal propõe que a taxa de IMI se mantenha nos 0,33%. Mário Constantino Lopes realça, a propósito, que “esta taxa é competitiva com as dos Municípios do antigo Quadrilátero, ou seja, 0,32% em Braga, 0,33% em Vila Nova de Famalicão e 0,335% em Guimarães”.
A manutenção destas taxas representa para o Município de Barcelos cerca de 4,5 milhões de euros de receita que poderia arrecadar, caso fosse cobrada a taxa máxima de 0,45%, e que permanece, assim, no “bolso” dos barcelenses.
Já no que se refere à Derrama, mantém-se também uma taxa reduzida de 1,1% e a sua isenção para as empresas com um volume de negócios até 150 mil euros. “Com esta redução ou isenção das taxas nas condições propostas, estamos a incentivar o investimento em Barcelos, porque somos os mais competitivos entre os demais parceiros do antigo Quadrilátero”, destaca Mário Constantino Lopes.
Relativamente ao IRS, o Município de Barcelos volta a apostar numa redução das taxas cobradas, sem atingir os seus limites máximos, para 4,75%, também em linha com os restantes parceiros do antigo Quadrilátero Urbano.
Para além destas, será mantida a redução de 50% nas taxas da Feira Semanal, mantendo-se a isenção na ocupação de espaços públicos (esplanadas) pelo setor da restauração e bebidas.
Com a reabertura do Mercado Municipal prevista para o primeiro semestre de 2026, não haverá lugar à cobrança de taxas no próximo ano. O objetivo é “permitir a adaptação e criação de rotinas aos operadores económicos reinstalados ou novos”.
Por outro lado, o Município de Barcelos deixa em aberto, no Orçamento para 2026, a possibilidade da cobrança de uma taxa turística, após a conclusão de um estudo que se encontra a decorrer.
Relativamente ao direito de passagem e demais taxas (exceto as concessionadas), serão mantidos em 2026 os valores praticados em 2025.
No Orçamento para o próximo ano, destaque ainda para o objetivo de concretizar em investimento a aplicação das verbas provenientes do PRR e do programa Portugal 2030.
Mário Constantino Lopes realça que “o Município de Barcelos apresentou candidaturas ao Portugal 2030 num valor significativo, com uma taxa de aprovação elevada”.
No que se refere a projetos financiados pelo PRR, o valor total de candidaturas apresentadas ascende a mais de 63,7 milhões de euros, já sido aprovados cerca de 7,03 milhões de euros.
Nas Grandes Opções do Plano para 2026, a Câmara destaca, ainda, o investimento ao nível das funções sociais, que quase duplica em relação ao ano anterior, ultrapassando os 94 milhões de euros. As áreas da Habitação e Serviços Coletivos e da Educação serão as mais beneficiadas, seguidas pela da Saúde.
Do ponto de vista da política social, realce para a aplicação o financiamento do Tarifário Social da Água e Saneamento no valor de 200 mil euros, tendo em vista o apoio às famílias mais carenciadas, famílias numerosas e Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS).
No âmbito da implementação de medidas de promoção ao uso do transporte público, está prevista a redução para 15 euros do Passe Urbano Social e para 25 euros do título do Passe Social. Será, também, reduzido para 7,5 euros o Passe Urbano Sénior e o Passe Urbano Mobilidade Reduzida. Já o preço de venda ao público (bilhete) terá uma redução para 1 euro.
Por fim, realce para o capítulo referente às transferências de verbas para as freguesias. Neste particular, o Orçamento para 2026 contempla despesas de transferências correntes e de capital que ultrapassam os oito milhões de euros. Este valor representa 300% do FFF (Fundo de Financiamento da Freguesias) e, comparativamente com 2025, um acréscimo de mais de 220 mil euros.
Após a aprovação da proposta de Orçamento para 2026 pelo Executivo Municipal, o documento será discutido e votado em Assembleia Municipal agendada para o próximo dia 29 de dezembro.
A UMinho Editora assinalou os 100 títulos publicados e os sete anos de atividade, comprometida a levar o conhecimento científico ao público em geral. Todos os volumes têm acesso livre online (somam-se quase 500.000 downloads) e diversos estão também em papel, através dos portais Loja do Paço, FNAC, Amazon e Google Play.
Desde o primeiro livro, “Abrir ‘o Paço’ à Cidade”, de Maria Manuel Oliveira, sobre o edifício que sedia a Reitoria da UMinho e a Biblioteca Pública de Braga, até ao recente “Research and Innovation 2023-2024”, sobre o impacto da I&D desta academia, saíram obras de mais de 200 autores, sobretudo de Portugal mas também de todo o mundo, distribuídas por sete coleções temáticas. Os três livros mais procurados são “Conceitos-chave em Sociologia da Infância. Perspetivas Globais”, “Dizer o Direito: o papel dos tribunais no século XXI” e “Essentials of computing systems – 2.ª edição”, o que revela a diversidade de áreas ao dispor.
A UMinho Editora é reconhecida pelo European Diamond Capacity Hub, ao disponibilizar conteúdos sem custos para autores e leitores, e está associada a quatro indexadores: Web of Science, Directory of Open Book Access, Dialnet e Rede Iberoamericana de Inovação e Conhecimento Científico. É igualmente parceira editorial da Fundação Mestre Casais, do Centro de Investigação em Justiça e Governação, do Centro de Investigação em Educação, do Centro de Estudos da Criança, do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade e do Laboratório de Paisagens, Património e Território.
“Agradecemos aos autores, leitores, revisores e parceiros que constroem connosco a UMinho Editora e tornam possível a divulgação do conhecimento científico”, refere o diretor dos Serviços de Documentação e Bibliotecas da UMinho, Eloy Rodrigues. O catálogo completo desta editora está em ebooks.uminho.pt .
A proposta da terceira revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) foi chumbada esta segunda-feira em Reunião de Câmara com os votos contra do movimento independente Amar e Servir Braga, Partido Socialista e Iniciativa Liberal. Os votos da coligação Juntos por Braga, da vereadora Catarina Miranda e do CHEGA não foram suficientes para a aprovação da proposta final.
O PDM vai ser novamente discutido e votado em reunião extraordinária, agendada para a próxima segunda-feira, 29 de dezembro.