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Quando o mundo se ajoelha: O peso moral dos Estados Unidos e o silêncio cúmplice do planeta

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© Paulo Veiga
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Há imagens que não se esquecem. Não porque sejam raras, mas precisamente porque revelam algo que já estava lá, de forma constante, estrutural, quase banalizada, apenas escondido atrás do véu do poder e da narrativa. Ver, ao pormenor, o assassinato de um cidadão americano às mãos de agentes da emigração nos Estados Unidos não é apenas presenciar um crime. É assistir à falência momentânea daquilo que o mundo foi treinado a considerar “o centro da civilização moderna”.

E perante isso, surge a pergunta inevitável, quase dolorosa na sua simplicidade: 

– o que produzem os Estados Unidos de tão importante que permite ao resto do mundo ajoelhar, calar e aceitar?

Mais ainda:

– por que razão o planeta, tão rápido a impor embargos a uns, parece incapaz de confrontar outros?

“O mito da democracia perfeita”

Durante décadas, os Estados Unidos venderam ao mundo uma promessa, a de que seriam o bastião da liberdade, o modelo da democracia, a terra onde a vida humana teria sempre valor e, onde a justiça seria universal. O problema não está na ideia, está no contraste com a realidade.

Porque a realidade, quando filmada, quando crua, quando inevitável, demonstra que a violência institucional não é um acidente, é um mecanismo. E quando esse mecanismo se repete, com diferentes rostos e diferentes uniformes, já não se trata de “casos isolados”. Trata-se de um sistema.

E o mais perturbador é isto: o mundo sabe.

Mas o mundo, muitas vezes, escolhe olhar de lado.

O império não se sustenta só por armas, sustenta-se por dependência.

A resposta à pergunta “o que produzem de tão importante?” não reside apenas em tecnologia, nem em riqueza, nem em inovação. Tudo isso existe. Mas há algo mais decisivo: os Estados Unidos produzem dependência.

Produzem poder financeiro, através de um sistema global fortemente ligado ao dólar,

influência política e militar, através de alianças, bases e tratados estratégicos,

domínio cultural, através da indústria do entretenimento e da comunicação,

controle narrativo, através de uma capacidade impressionante de determinar quem é “o bom” e quem é “o mau” em qualquer conflito internacional.

O mundo ajoelha porque, em muitos sectores, o mundo precisa. E quando se precisa, cala-se mais facilmente. Aceita-se. Normaliza-se. E em certos casos, colabora-se.

Embargos, a arma moderna da obediência.

O embargo, hoje, é muitas vezes apresentado como uma ferramenta “civilizada” de pressão diplomática. Mas, na prática, é frequentemente um instrumento de estrangulamento económico e, por vezes, social. Um embargo não atinge apenas governos. Atinge populações inteiras. Atinge doentes, trabalhadores, crianças, famílias.

E é aqui que surge a contradição ética,

se o mundo consegue impor embargos a países “inconvenientes”, por que não impõe consequências sérias às potências que violam direitos humanos diante das câmaras?

A resposta é simples e brutal:

– porque há países que são punidos… e há países que são intocáveis.

E a intocabilidade não vem da moralidade. Vem do poder.

“A seletividade moral do Ocidente”

Há uma hipocrisia silenciosa na política internacional, a moral é usada como arma, mas raramente como princípio. Quando um inimigo comete uma atrocidade, é condenado com firmeza. Quando um aliado o faz, relativiza-se.

O mesmo mundo que exige “democracia” a outros, tolera abusos quando esses abusos servem interesses geoestratégicos. O mesmo mundo que fala de direitos humanos em fóruns internacionais, suporta estruturas de violência quando elas se encontram dentro de fronteiras “amigas”.

E isto não é apenas um problema americano. É um problema global. Porque o maior combustível da impunidade não é o agressor, é a ausência de consequências.

O que está realmente em causa, dignidade humana ou estabilidade do sistema?

Quando a vida de um cidadão pode ser tirada por agentes do Estado, e o sistema continua a funcionar como se nada fosse, a questão deixa de ser “quem foi o culpado?” e passa a ser,

que tipo de sociedade aceita isto como custo operacional?

Que tipo de mundo permite isto sem reação proporcional?

Se a justiça é seletiva, então não é justiça é estratégia.

E se os direitos humanos dependem do país em que nasces, então não são direitos, são privilégios políticos.

“O medo de confrontar o império”

Confrontar os Estados Unidos, para muitos países, significa arriscar sanções, perda de acesso a mercados, bloqueios diplomáticos, chantagens económicas, isolamento estratégico. O mundo sabe disso. E por isso muitos preferem a prudência à coragem.

Mas há um preço. Sempre há.

E esse preço é a integridade moral das nações. É a verdade como valor. É a dignidade humana como fundamento. Quando se tolera o intolerável por conveniência, cria-se uma nova regra invisível:

– a vida vale menos quando o assassino pertence ao lado certo da História.

A pergunta final: – o mundo ajoelha por medo ou por comodismo?

Talvez a resposta esteja nas duas coisas.

Há medo, sim.

Mas também há comodismo. Há interesses. Há lucros. Há acordos. Há uma economia mundial estruturada para não contrariar quem detém as chaves.

E enquanto isso, continuamos a assistir a episódios que deviam abalar consciências, mas que acabam por ser consumidos como notícia, como choque momentâneo, como indignação passageira.

O mundo ajoelha porque foi treinado para acreditar que não há alternativa.

Mas há sempre alternativa.

O problema é que a alternativa exige algo raro, coragem coletiva e coerência ética. E isso, infelizmente, não se exporta, não se compra, não se impõe.

Constrói-se, ou perde-se.

Morreu António Chainho, mestre da guitarra portuguesa

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© Gerardo Santos
© Gerardo Santos

Morreu o músico e compositor António Chainho, conhecido como o mestre da guitarra portuguesa. Fazia hoje 88 anos.

António Chainho nasceu em São Francisco da Serra, no distrito de Setúbal, no dia 27 de janeiro de 1938.

Em 2023 encerrou a sua carreira de 60 anos com a edição do seu último álbum ‘O Abraço da Guitarra’.

Braga elimina 98,39% dos ninhos de vespa asiática

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© CM Braga
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O Município de Braga alcançou, em 2025, a mais elevada taxa de eficácia de sempre na eliminação de ninhos de vespa asiática, fixada em 98,39%.

“Consolida-se uma resposta municipal robusta e tecnicamente eficaz perante uma espécie invasora cuja presença continua a aumentar no território”, refere a Câmara de Braga.

Ao longo do ano foram registados 1.364 ninhos, mais 104 do que em 2024, números representam um crescimento de 8,25%. Apesar deste aumento significativo, os serviços municipais conseguiram eliminar 1.342 ninhos, um acréscimo de 110 eliminações face ao ano transato, correspondente a uma subida de 8,93%.

“Particularmente relevante é a redução do número de ninhos por resolver, que passou de 28 em 2024 para 22 em 2025, uma diminuição de 21,43%. Este facto demonstra um reforço claro da capacidade de resposta, mesmo num contexto de maior pressão da espécie”, acrescenta.

A análise da evolução dos registos desde 2019 evidencia um crescimento estrutural do fenómeno. De 673 ninhos registados em 2019 para 1.364 em 2025, mais do dobro em seis anos. “Este cenário reforça a importância de políticas públicas consistentes, baseadas na monitorização contínua, na rapidez de intervenção e na articulação entre serviços”, reforça.

Para o vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Altino Bessa, “os resultados de 2025 traduzem uma estratégia sustentada e uma aposta assente na eficácia operacional”.

“O aumento do número de ninhos registados confirma que estamos perante um problema persistente, mas os dados mostram também que Braga responde melhor a cada ano. Atingir uma eficácia de 98,39% é um resultado histórico e prova que o investimento, o planeamento e o trabalho no terreno estão a surtir efeito”, refere o responsável, salientando que a redução dos ninhos por resolver, mesmo com maior número de ocorrências, “demonstra rigor, organização e sentido de responsabilidade pública”.

Altino Bessa lembra ainda que “este combate tem impactos diretos na segurança das populações, na proteção da biodiversidade e no apoio ao setor apícola”. “Continuaremos a reforçar a vigilância, a sensibilização da população e a capacidade de intervenção na medida em que consideramos que a defesa do território exige respostas concretas e eficazes”, salienta.

Braga: Mau tempo provoca derrocadas em Ruílhe

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© JF Ruílhe
© JF Ruílhe

A chuva e o vento forte das últimas horas provocaram várias derrocadas, na freguesia de Ruílhe, em Braga.

As derrocadas ocorreram na rua junto ao São Bentinho e na estrada que liga a freguesia a Tebosa.

© JF Ruílhe

Segundo a Junta de Freguesia, as ocorrências já foram comunicadas às entidades competentes.

O Flik-Flak de janeiro: A pirueta política sobre o BRT

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© Cristina Fontes
© Cristina Fontes

A política, tal como a ginástica artística, vive de equilíbrios. Porém, o que Braga testemunhou neste início de 2026 não foi um exercício de estabilidade, mas, usando um termo da modalidade, um flik-flak à retaguarda executado pelo novo Presidente, João Rodrigues. Uma manobra que, se por um lado procura uma nota artística elevada perante um eleitorado fustigado pelo trânsito, merece, do ponto de vista da coerência e da técnica, uma nota medíocre, pela aterragem desastrosa.

Recuemos poucos meses. Durante a campanha eleitoral, João Rodrigues foi o rosto mais intransigente na defesa do BRT (Bus Rapid Transit). Enquanto o movimento Amar e Servir Braga, liderado por Ricardo Silva, e as restantes oposições alertavam para a “teimosia” de um projeto desenhado há dez anos, desajustado da realidade e com prazos de execução (via PRR) manifestamente impossíveis, João Rodrigues continuava a defender: “O BRT é uma peça fundamental do nosso puzzle de mobilidade. Retirar carros do centro exige alternativas fiáveis e o BRT é essa resposta.” (Debate da Rádio Observador, a 4 de setembro de 2025).

Foi assim durante toda a campanha. Na rádio, em debates e em artigos, a narrativa era clara: o BRT era a peça central do “puzzle” da mobilidade. Chegou a afirmar, com convicção, que o sistema era vital para retirar carros do centro e que a sua fiabilidade era inquestionável. Dizia o candidato e ainda vereador, João Rodrigues, que “O BRT é um sistema que Braga precisa e que vai revolucionar a forma como nos movemos”.

Ora, como o Presidente gosta de citar os eleitos pelo Movimento Amar e Servir Braga, vou relembrar que Ricardo Silva foi clarividente quando apelidou o BRT de “solução de cosmética”, criticou o impacto cego no comércio e o isolamento de freguesias. Propôs alternativas como o Tram-Train e o foco na rede ferroviária regional.

Na altura, o Presidente rotulou as críticas ao BRT de “pessimismo eleitoral”.  A 13 de setembro, no Correio do Minho, Ricardo Silva voltava a alertar que o processo do BRT estava desajustado, pois “foi feito para ser de fácil implementação, mas hoje já não chega para a cidade.” Todavia, João Rodrigues continuava a afirmar que quem dizia que o BRT não era executável ou que iria destruir o centro estava apenas a fazer demagogia política, pois o projeto estava estudado. Aliás, quatro dias antes do fabuloso flik-flak, foi aprovado o Plano Diretor Municipal que o Presidente referiu ser ” o documento estratégico que Braga precisa para as próximas décadas”, acrescentando que “o BRT é a sua espinha dorsal.”

Em que ficamos, senhor Presidente? Quer que acreditemos que recebeu um telefonema do senhor Ministro das Infraestruturas no fim de semana que mediou a aprovação do PDM e a sua conferência de imprensa e que, em quatro dias, repensou toda a sua estratégia para o BRT?

Não pode alegar desconhecimento do dossiê. Enquanto vereador do anterior executivo, teve acesso a todos os pareceres técnicos que já indicavam os riscos que agora usa como pretexto para o “travão”. É um caso de estudo de incongruência administrativa. Como é que uma “opção estratégica essencial” no documento mais importante da gestão do território se torna descartável menos de uma semana depois?

Como disse, João Rodrigues tentou arrancar uma nota artística alta ao cancelar o BRT no centro, como um ato de coragem política para “salvar o comércio” e “evitar o caos”. Porém, a nota técnica desta coreografia é baixa.

A oposição passou meses a avisar que o cronograma era irrealista e o projeto mal desenhado. O  Presidente ignorou-a, rotulando as críticas de cegueira eleitoral. Deixo aqui, no entanto, o que disse na sua última conferência de imprensa: “Começar o BRT pelo centro da cidade iria causar prejuízos a Braga que iriam demorar a tornarem-se num benefício”, dando razão ao que o Movimento Amar e Servir Braga sempre afirmou.

Não deixa, contudo, de ser interessante, uma outra referência na mesma conferência: “Tivemos de tomar uma decisão ponderada. Entre cumprir o PRR e hipotecar o centro, escolhemos salvar a cidade.” Pena que não tenha pensado da mesma forma quando acusou a oposição de ser irresponsável ao aconselhá-lo a repensar as obras do largo do Pópulo, para não hipotecar o centro e salvar a cidade.

Em suma, Braga merecia mais do que uma acrobacia política. Merecia a verdade estratégica quando os votos ainda estavam em jogo, e não apenas quando as luzes da campanha se apagaram.

Chuva intensa alaga Avenida de Braga e deixa carro retido

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© Fernandes
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A chuva forte provocou várias inundações em Braga. A Avenida Frei Bartolomeu dos Mártires ficou ontem alagada, tendo deixado um carro retido.

Os Bombeiros Sapadores de Braga foram chamados ao local para o socorro.

A viatura seguia no sentido Braga Parque-Minho Center.

Festival Internacional de Órgão de Braga está de regresso à cidade

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© CM Braga
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O Festival Internacional de Órgão de Braga está de regresso à cidade e a programação será anunciada esta terça-feira, 27 de janeiro, pelas 09:30, na Igreja de Santa Cruz.

A iniciativa contará com a presença de João Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Braga, e da vereadora da Cultura, Catarina Miranda.

O Festival Internacional de Órgão de Braga (FIOB) regressa em 2026 com uma programação alargada, que decorre de 7 de fevereiro a 4 de dezembro, afirmando-se como um projecto cultural transversal e aberto a diferentes públicos.

Ao longo do ano, o Festival propõe uma agenda diversificada que inclui concertos e recitais, concertos comentados e momentos de cruzamento com outras áreas artísticas e do conhecimento, como a literatura, a pintura, a arquitectura e a história da arte, valorizando a dimensão contemporânea e multidisciplinar do órgão enquanto património e instrumento vivo.

Conheça a chave do Eurodreams

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DR
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Os números do sorteio do Eurodreams de hoje já são conhecidos. A chave é composta pelos números 15 – 23 – 28 – 33 – 34 – 37 e número de sonho 3.

Esta chave vale 30 mil euros por mês durante 30 anos.

Para mais informações, consulte o site dos Jogos Santa Casa.

Guimarães adjudica obra do Posto da GNR das Taipas

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© Casimiro Fernandes
© Casimiro Fernandes

A Câmara Municipal de Guimarães aprovou hoje, em reunião do executivo, a adjudicação da empreitada de reabilitação e refuncionalização do Posto Territorial da GNR das Taipas, uma intervenção “há muito reivindicada pela população e pelas forças de segurança”, considerada “prioritária para a melhoria das condições de trabalho da GNR e para o reforço da proximidade policial”.

A obra foi adjudicada à empresa Novais de Carvalho Engenharia e Construção, Unipessoal, Lda., pelo valor de 1,5 milhões de euros, com um prazo de execução de 365 dias. Em paralelo, foi aprovada a reprogramação financeira da empreitada, ajustando o calendário de execução aos constrangimentos procedimentais verificados, sem alteração do investimento global.

Para o presidente da Câmara, Ricardo Araújo, “este é um compromisso assumido e agora concretizado, que permite dotar a GNR das Taipas e o concelho de uma infraestrutura pública essencial, com melhores condições para quem protege a população e um serviço mais eficaz e próximo dos cidadãos”.

No âmbito da política de coesão territorial, a Câmara Municipal de Guimarães aprovou o apoio à freguesia de Pencelo para a execução de obras “urgentes” na rede viária vicinal, assumindo diretamente a realização das intervenções face ao avançado estado de degradação das vias. O investimento municipal ascende a cerca de 750 mil euros, permitindo acelerar a requalificação de arruamentos e melhorar as condições de mobilidade e segurança rodoviária, numa resposta concreta às necessidades da população local.

Foi igualmente aprovada a atribuição de apoio à Freguesia de Gonça para a obra de encaminhamento de águas pluviais e pavimentação da Travessa de São Miguel, no valor de 31.800 euros, com prazo de execução até 31 de dezembro de 2026.

Na área da Cultura, o executivo deliberou a atribuição de 500 mil euros em subsídios no âmbito do programa IMPACTA, destinados a apoiar projetos e atividades culturais, territoriais e artísticas a desenvolver no primeiro semestre de 2026.

Este investimento abrange associações, coletividades, artistas e projetos de criação e circulação cultural, reforçando o papel do Município no apoio ao tecido cultural e criativo, na valorização do território e no acesso à cultura em todo o concelho.

O presidente do Município, Ricardo Araújo, sublinha que “estas decisões traduzem a estratégia clara de planear com rigor, decidir com responsabilidade e executar com eficácia, respondendo às necessidades reais das pessoas e das freguesias”.

Os pontos constantes da ordem de trabalhos, num total de 46, foram aprovados na generalidade.

Barcelos: Jovem de 25 anos tinha 20 doses de haxixe dentro do carro

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© GNR
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O Comando Territorial de Braga, através do Posto Territorial de Barcelos, deteve um homem de 25 anos, este domingo, por tráfico de estupefacientes, no concelho de Barcelos.

No âmbito de uma operação de fiscalização rodoviária, os militares da Guarda procederam à abordagem e fiscalização de diversos veículos que circulavam na via pública. No decurso das diligências policiais, foi fiscalizada uma viatura no concelho de Barcelos, cujo condutor “evidenciou um comportamento suspeito”.

Na sequência da ação policial, a GNR fez uma busca à viatura e uma revista pessoal de segurança ao suspeito, tendo apurado que se encontrava na posse de 20 doses de haxixe, as quais foram apreendidas.

O suspeito foi detido e constituído arguido, tendo os factos sido comunicados ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.