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Guimarães homenageou campeãs do mundo de kickboxing e dança

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© CM Guimarães
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“Guimarães orgulha-se de ter atletas que não competem apenas por medalhas, mas também pelos valores do desporto e pela afirmação do nosso território no mundo”, afirmou Ricardo Araújo, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, na sessão de receção e homenagem às campeãs do mundo de kickboxing e dança, realizada esta quarta-feira, no Salão Nobre do Município.

O Município de Guimarães recebeu e homenageou, numa cerimónia solene, Sofia Oliveira, campeã mundial de kickboxing, e o grupo de dança BM Crew, campeão do mundo no All Dance World, reconhecendo publicamente “o mérito, a dedicação e o contributo destas atletas e coletivos para a afirmação da cidade no panorama desportivo e cultural internacional”.

Sofia Oliveira alcançou um feito histórico ao conquistar o primeiro título mundial de sempre na categoria sénior feminina de Kickboxing (C&R), tornando-se igualmente a primeira portuguesa a conquistar o ouro num Campeonato do Mundo sénior da WAKO – Associação Mundial de Organizações de Kickboxing. A atleta, que representa o Desportivo de Guimarães, conquistou o título no Campeonato do Mundo realizado em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, entre 21 e 30 de novembro.

No seu discurso, Sofia Oliveira sublinhou que a sua conquista “vai além do resultado competitivo”. “Eu não luto só em cima do ringue. Luto também pelo desporto e pela parte feminina. Ganhar e ser mulher num desporto de combate é ainda motivo de maior orgulho”, afirmou, agradecendo ainda ao treinador, à família, às instituições que a acompanham e à cidade de Guimarães pelo apoio contínuo.

Na vertente individual reconheceu-se a força do trabalho coletivo, com a homenagem ao grupo de dança BM Crew, que se sagrou campeão do mundo no All Dance World, uma das competições de dança mais prestigiadas a nível internacional. O evento decorreu em Orlando, no estado da Florida, nos Estados Unidos da América, entre 27 de novembro e 1 de dezembro, reunindo dezenas de equipas de vários países, com Portugal a alcançar o lugar mais alto do pódio.

Em representação da equipa, a professora Catarina Pacheco destacou o percurso exigente até ao título mundial. “Foi um trabalho longo, iniciado em março, com meses de ensaios intensivos. Nada disto seria possível sem o apoio incansável dos pais e das instituições que acreditaram em nós”, referiu, acrescentando que o grupo conquistou não só o título mundial, mas também distinções adicionais que reforçam o prestígio internacional da escola. “O nosso objetivo é continuar a representar Guimarães pelo mundo”, sublinhou.

Na sua intervenção, o presidente da Câmara Municipal de Guimarães salientou “o papel transformador do desporto na sociedade”. “O desporto promove bem-estar físico e mental, cria laços comunitários, promove a inclusão social e oferece oportunidades independentemente da origem social ou económica”, afirmou, elogiando a humildade e a consciência cívica demonstradas pelas atletas.

Ricardo Araújo destacou ainda “a dimensão simbólica das conquistas alcançadas”. “Quando atletas atingem este patamar internacional, tornam-se embaixadoras do território. Vocês levam Guimarães convosco, com toda a sua história, identidade e ambição”, referiu, incentivando as campeãs a continuarem no topo e a servirem de exemplo para as gerações mais jovens.

O autarca sublinhou o orgulho acrescido por se tratar de jovens atletas mulheres, afirmando que estes sucessos “ajudam a quebrar estereótipos de género no desporto”. “Estes exemplos mostram que não há modalidades ‘de homens’ ou ‘de mulheres’. Há talento, trabalho e dedicação”, concluiu.

A cerimónia terminou com a entrega de lembranças simbólicas às campeãs, num momento de reconhecimento institucional que reforça o compromisso do Município de Guimarães com a valorização do desporto, da cultura e dos seus protagonistas.

Proteção de crianças e jovens no mundo digital: Uma urgência coletiva

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© Marta Cerqueira Gonçalves
© Marta Cerqueira Gonçalves

Assinala‑se no dia 28 de janeiro o Dia Europeu da Proteção de Dados, uma data que convida à reflexão sobre a forma como a informação pessoal é recolhida, utilizada e protegida numa sociedade cada vez mais digital. Esta reflexão não se faz apenas à escala nacional ou europeia: faz‑se também no seio das comunidades locais, como a de Braga, onde crianças e jovens crescem, aprendem e constroem a sua identidade num ambiente cada vez mais marcado pelo digital.

Em 2026, a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) destacou, de forma particularmente relevante, a promoção e a proteção dos direitos das crianças e dos jovens no contexto digital, uma preocupação que merece a atenção de todos. Trata‑se de um alerta com impacto direto no quotidiano das famílias, das escolas, das associações e das instituições locais que acompanham o desenvolvimento das gerações mais novas.

As crianças e os jovens são hoje utilizadores intensivos de plataformas digitais, redes sociais, aplicações educativas e de entretenimento. Muitas vezes, essa utilização acontece sem uma plena consciência dos riscos associados à exposição de dados pessoais, à recolha massiva de informação por terceiros ou às consequências futuras de uma pegada digital construída de forma precoce e desprotegida. Estes riscos manifestam‑se de forma concreta nas comunidades locais, onde os efeitos da exposição excessiva, do cyberbullying ou da utilização abusiva de dados podem ter impacto real na vida das crianças e das suas famílias.

Enquanto sociedade, temos vindo a normalizar a partilha de imagens, rotinas, preferências e até fragilidades de menores em ambientes online, nem sempre garantindo que os seus direitos fundamentais, como o direito à privacidade, à reserva da vida pessoal e à proteção dos seus dados, são efetivamente salvaguardados. Acresce que as próprias crianças e jovens, pela sua idade e fase de desenvolvimento, se encontram numa posição de especial vulnerabilidade face a práticas abusivas, manipulação comercial ou outras formas de violência digital que não conhecem fronteiras, mas que se sentem de forma muito próxima no contexto local.

A posição assumida este ano pela CNPD vem recordar que a proteção de dados não é uma questão meramente técnica ou jurídica: é, acima de tudo, uma matéria de direitos humanos e de proteção da infância. Exige responsabilidade por parte das entidades públicas e privadas, mas também um forte investimento na literacia digital, dirigido a crianças, jovens, famílias e profissionais, com ações concretas que façam sentido à escala local.

Importa, pois, que este debate seja trazido para o espaço público local, envolvendo a comunidade, as escolas, as associações juvenis, as instituições sociais e as famílias. A proteção das crianças e jovens não se esgota nas respostas a situações de perigo já instalado; começa muito antes, na prevenção, na informação e na criação de ambientes, físicos e digitais, seguros e respeitadores dos seus direitos.

É fundamental reforçar o papel da escola, das autarquias, das associações e das famílias na promoção de uma cultura de proteção de dados e de uso consciente do digital, valorizando e incentivando iniciativas locais que promovam a literacia digital, o pensamento crítico e a autonomia segura das crianças e dos jovens.

O apelo é claro: que a proteção dos direitos das crianças e dos jovens no contexto digital seja assumida como uma prioridade coletiva, também ao nível local. Tornar uma comunidade mais consciente, informada e protetora da sua infância é um passo essencial para garantir que o desenvolvimento tecnológico caminha lado a lado com a dignidade, a segurança e o superior interesse da criança.

SC Braga empresta João Marques ao Casa Pia

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© SC Braga
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O SC Braga emprestou João Marques ao Casa Pia até ao final da época, não estando contemplada qualquer cláusula de compra.

O médio, de 23 anos, volta a ser emprestado, depois de na temporada passada ter jogado no Gil Vicente, onde fez 12 jogos e somou uma assistência.

“O SC Braga deseja a João Marques felicidades para este novo desafio da carreira”, pode ler-se numa nota publicada no site do clube.

Câmara de Fafe recebe empresas distinguidas com PME Excelência

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© CM Fafe
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A Câmara Municipal de Braga recebeu as Pequenas e Médias Empresas (PME) do concelho distinguidas com o Estatuto PME Excelência 2024.

A iniciativa teve como objetivo “reconhecer publicamente o mérito, a solidez e o contributo das PME Excelência para o desenvolvimento económico do concelho, valorizando o seu papel na criação de emprego, na inovação e na afirmação do tecido empresarial local”.

Na sua intervenção, o presidente da Câmara Municipal de Fafe, Antero Barbosa, felicitou as empresas galardoadas, sublinhando que “o Município de Fafe continua a preparar o território para que estas empresas sejam potenciadas e tenham condições para crescer”, destacando ainda o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido com o intuito de atrair novas empresas para Fafe. Antero Barbosa reafirmou igualmente que o Município está de “portas abertas para ajudar os empresários ao longo de todo o mandato”, dando nota dos investimentos que estão a ser concretizados nas Áreas de Acolhimento Empresarial (AAE) de Arões/Golães, Regadas e Socorro/Quinchães.

A sessão foi introduzida pelo vereador do Desenvolvimento Económico, Francisco Lemos, que realçou o papel destas PME na economia fafense, referindo que são responsáveis por cerca de 695 postos de trabalho e que, em conjunto, registaram, em 2023, um volume de negócios de cerca de 79,18 milhões de euros, bem como um volume de exportações próximo dos 16,97 milhões de euros.

O vereador apresentou ainda os planos traçados pelo Município para apoiar o crescimento e valorização destas empresas, destacando o papel das AAE e a sua integração na estratégia de desenvolvimento do concelho.

Recorde-se que as empresas fafenses reconhecidas com o Estatuto PME Excelência 2024 foram as seguintes: A.R.G.S.-Construções, Unip., Lda.; Bobinarmil – Rebobinagens de Armil, Lda.; C.F.F. – Clínica Fisiátrica de Fafe, Lda.; Cadeinor – Mobiliário de Escritório Integrado, Lda.; Cozinhas P.L. – Comércio e Instalação de Cozinhas, Lda.; Elmate – Malhas e Confecções, Lda.; Gravotêxtil – Sociedade de Acabamentos Têxteis, S.A.; M&M Protek – Equipamentos de Proteção Individual, Lda.; M. Martins & Martins, Lda.; Maria Emília Pereira Soares & Filhos, Lda.; Momentopadrão, Unip., Lda.; Qualistamp, Lda.; Rilhadas – Investimentos, S.A.; Tecniagrela, Lda.; e Turbotest, Lda.

A Escola de Educação Rodoviária: necessária, mas a precisar de visão estratégica

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© José Macedo
© José Macedo

A recente notícia divulgada pela Rádio Universidade do Minho, na qual João Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Braga, admite que o parque de instrução da Escola de Educação Rodoviária de São Vicente poderá, no futuro, ser transformado num parque de estacionamento ou num parque verde, merece uma reflexão séria, ponderada e ancorada na realidade vivida pelos residentes. Importa, desde logo, sublinhar que a Escola de Educação Rodoviária é um equipamento importante para a cidade de Braga. Cumpre uma função pedagógica relevante, é utilizada por várias instituições e desempenha um papel fundamental na educação rodoviária, sobretudo junto das crianças e dos mais jovens. Contudo, reconhecer a sua importância não significa ignorar as limitações do espaço onde atualmente se encontra.

Na minha opinião, este equipamento deveria ser deslocalizado para uma área mais adequada, com melhores acessos e maior capacidade de resposta a todas as entidades que dele usufruem. Paralelamente, deveria ser dinamizado e reestruturado, sobretudo ao nível da organização municipal, com uma programação anual clara, regular e articulada com escolas, associações e forças de segurança. Um equipamento com este potencial não pode continuar subaproveitado.

Relativamente ao uso do terreno atualmente localizado na Rua Padre António Freire, é importante abordar a questão do estacionamento com realismo. É verdade que uma solução de estacionamento não é, à partida, a opção mais ecológica. No entanto, é uma solução necessária naquele local específico. Braga enfrenta hoje um grave défice de estacionamento, e a freguesia de São Vicente tem sido particularmente fustigada por este problema. Na zona da Quinta das Cabanas, o estacionamento é uma dificuldade diária que afeta diretamente a qualidade de vida dos residentes, e só quem ali vive consegue compreender verdadeiramente a dimensão do problema.

Nesse sentido, a solução avançada pelo presidente da Câmara é, na minha opinião pessoal e enquanto residente em São Vicente, uma proposta que poderá agradar à população que rodeia o local, respondendo a uma necessidade concreta e antiga. Tornar a cidade mais verde é, sem dúvida, um objetivo fundamental, mas esse caminho deve ser feito através de uma estratégia global e equilibrada, encontrando outros espaços mais adequados para zonas verdes, sem descurar problemas estruturais que afetam o quotidiano das pessoas. Aliás, essa ambição pode perfeitamente ser concretizada noutros locais. Um novo terreno, por exemplo por detrás do Centro de Saúde de Infias, permitiria estruturar não só a área passível de construção, como também a criação de um parque verde adjacente, conciliando equipamentos sociais com espaços de lazer e contacto com a natureza. Por isso, não vejo qualquer problema nessa solução, pelo contrário, vejo nela uma oportunidade de planeamento mais inteligente e equilibrado.

Quanto à hipótese de instalar uma creche ou um centro de dia no atual terreno da Escola de Instrução Rodoviária, não me parece, de todo, a solução mais adequada. Trata-se de um espaço apertado, com limitações evidentes em termos de acessos e envolvente. Equipamentos desta natureza exigem condições específicas de segurança, mobilidade e conforto, pelo que faria mais sentido procurar novas soluções e novas localizações, caso o Executivo Camarário entenda e apoie esse investimento para a freguesia de São Vicente.

Por fim, importa não esquecer outra prioridade fundamental: a reestruturação da rede viária de São Vicente. Muitas das vias da freguesia necessitam de reparação urgente e de uma definição clara de prioridades. A mobilidade, o estacionamento e a qualidade das infraestruturas rodoviárias estão interligados e devem ser tratados de forma integrada, com planeamento e visão de futuro.

São Vicente precisa de respostas concretas, pensadas com quem lá vive e sente diariamente os problemas. A cidade de Braga só ganha quando as decisões são tomadas com equilíbrio, proximidade e sentido estratégico.

Carlos Vicens: “A equipa chegou com energia e ambição de vencer”

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© SC Braga
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O SC Braga joga hoje, às 20:00, frente ao Go Ahead Eagles, a contar para a última jornada da fase da Liga Europa. Na antevisão, Carlos Vicens diz esperar “um adversário competitivo, difícil e com bastante qualidade”, sublinhando a exigência de “um jogo intenso”, no qual o SC Braga terá de demonstrar o seu lado competitivo em todos os momentos do jogo.

O treinador sublinha que a equipa chegou aos Países Baixos com “energia e ambição” com o objetivo de “vencer e garantir o apuramento para os oitavos de final da Liga Europa”.

“Preparámos como outro jogo, analisando o rival, conhecendo o máximo possível, recuperando o melhor possível dos últimos dois jogos, que exigiram muito esforço. Temos de fazer um jogo de alto nível, esta equipa venceu o Aston Villa! Será complicado, temos de oferecer uma grande versão competitiva para vencer, não especulamos com outra coisa. Não sei como estarão eles, nós vimos com motivação, energia, ambição de conseguir a vitória e com isso o acesso aos oitavos, sabendo que teremos rival difícil pela frente. Enfrentar o jogo com energia e ambição”, salientou Carlos Vicens.

Para o treinador, “o objetivo é conseguir a vitória, para conseguir ir diretamente aos oitavos de final”.

Famalicão avança com Plano de Ação para a Cultura 2030

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© CM Famalicão
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O Município de Vila Nova de Famalicão tem vindo a desenvolver o Plano de Ação para a Cultura, documento que vai servir de orientação, visão estratégica, objetivos e metas a atingir até ao final desta década, em 2030.

O “Cultura.30” é um documento atualmente em elaboração, que começou a ser projetado em março de 2025, com a definição das linhas orientadoras e o diagnóstico do estado da cultura no território, envolvendo a auscultação de técnicos, instituições, artistas e cidadãos, tendo em vista o mapeamento e análise crítica do estado atual do setor cultural e criativo no concelho, bem como a identificação das principais necessidades, problemas e oportunidades neste âmbito.

A este processo segue-se, no próximo sábado, 31 de janeiro, o 1.º Fórum Cultura.30, a realizar-se a partir das 09:00, na Casa das Artes de Famalicão.

Esta ação enquadra-se da 2º edição do programa ‘Os Dias de Famalicão.30,’ que impulsiona a operacionalização do Plano estratégico municipal 2022-2030  e corresponde ao primeiro de quatro fóruns temáticos que vão decorrer ao longo dos próximos meses, centrados na cultura, desporto, clima e saúde, tendo em vista a disseminação da visão estratégica, a mobilização de parceiros e o impulsiono à operacionalização destes planos municipais.

No debate será apresentado o diagnóstico e os desafios prioritários que se colocam aos protagonistas da atividade cultural no concelho, resultado do trabalho desenvolvido na fase inicial de auscultação. Esta apresentação estará a cargo de Carlos Martins, da Opium, consultora especializada em projetos de desenvolvimento territorial e cultural. A iniciativa conta ainda com a participação de Luís Sousa Ferreira, programador e produtor cultural do Teatro Nacional D. Maria II, como orador convidado.

A construção do documento estratégico basear-se-á numa abordagem multissetorial e participativa, promovendo o envolvimento de todos os agentes culturais. Neste fórum, esse envolvimento concretizar-se-á através da apresentação de propostas no seio dos grupos temáticos de trabalho. As inscrições podem ser efetuadas através do formulário disponível em www.famalicao.pt.

Campeonatos Nacionais de Clubes em Pista Curta mudam-se para Braga

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© Forum Braga
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Face aos graves danos causados pela tempestade Kristin nas instalações da Expocentro de Pombal, os Campeonatos Nacionais de Clubes em Pista Curta – 3.ª Divisão, agendados para o fim de semana, em Pombal, irão realizar-se no Forum Braga, em simultâneo com os 33.º Campeonatos Nacionais de Clubes em Pista Curta – 1.ª e 2.ª Divisão, nos dias 13, 14 e 15 de fevereiro.

Segundo a Federação Portuguesa de Atletismo, a Expocentro de Pombal, onde iria realizar-se a prova, sofreu graves danos causados pela tempestade Kristin.

“O mau tempo teve um impacto severo no centro do país, pelo que a segurança de atletas, juízes e público não poderia ser garantida no imediato no recinto de Pombal”, informou a Federação.

Domingos Castro, presidente da Federação Portuguesa de Atletismo, deixou uma mensagem de alento perante os transtornos causados pelo mau tempo. “Queremos desde já endereçar a todas as forças de segurança e a todos os populares que se encontram no terreno os nossos votos de maior coragem e resiliência, desejando que todos consigamos, em conjunto, superar este período particularmente conturbado”, disse.

Afonso Patrão deixa o SC Braga

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© SC Braga
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Afonso Patrão está de saída do SC Braga. O clube anunciou “não ter qualquer perspetiva de integração do atleta nos planos para a próxima temporada”. O jogador vai rumar ao KVC Westerlo da Bélgica.

O SC Braga aceitou a oferta da equipa belga, recebendo 220 mil euros referentes aos direitos de formação, e reservando, ainda, 20 por cento de uma futura transferência.

Famalicão vai sortear primeiras habitações para arrendamento acessível em abril

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© CM Famalicão
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O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos, apontou o mês de abril para a realização do primeiro sorteio para a atribuição de habitações destinadas ao arrendamento acessível.

Depois de ter acompanhado algumas das obras em curso para a construção de novos fogos habitacionais em vários pontos do concelho, Mário Passos mostrou-se “satisfeito por ver que os prazos para a conclusão das obras estão a ser cumpridos” e aproveitou o momento para anunciar a data do sorteio das primeiras habitações.

“Neste momento temos todas as condições para garantir que, em abril, vamos realizar o primeiro sorteio para entregar as primeiras dezenas de habitações”, anunciou o edil. “É uma ótima notícia para Famalicão, mas essencialmente para os famalicenses que vão poder beneficiar destas novas casas”, concluiu.

A jornada do edil levou-o até Telhado, Castelões, Delães e Oliveira Santa Maria, onde atualmente estão a ser construídas 117 das mais de 200 habitações atualmente em construção ao abrigo do programa 1º Direito, resultantes de um investimento de 27 milhões de euros cofinanciado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Estes fogos habitacionais destinam-se ao arrendamento acessível, novo segmento de habitação pública no concelho.

As inscrições para as candidaturas aos sorteios de atribuição das habitações decorrem online, através do portal viver.famalicao.pt, ou de forma presencial, por marcação prévia junto da Divisão de Habitação do Município.

Mário Passos adiantou ainda que já se encontram elegíveis para os sorteios destas habitações cerca de 170 agregados familiares.

A inscrição é obrigatória para aqueles que queiram depois candidatar-se aos sorteios para as habitações integradas no âmbito do Programa de Apoio ao Acesso à habitação – 1º Direito.

Fazem parte dos critérios de elegibilidade ser residente no concelho há pelo menos 3 anos, viver numa das situação de indignidade habitacional e estar empregado ou ser reformado/pensionista.