O Comando Territorial de Braga, através do Posto Territorial de Vila Verde, constituiu arguido um homem de 49 anos pelos crimes de devassa da vida privada e perseguição, no concelho da Maia.
No âmbito de uma investigação relacionada com a prática daqueles crimes, a GNR apurou que o suspeito “controlava e monitorizava a localização da vítima, uma mulher de 40 anos, residente em Vila Verde”.
No seguimento das diligências policiais desenvolvidas, os militares da Guarda deram cumprimento a duas buscas, uma domiciliária e outra em viatura, no concelho da Maia.
No decorrer da operação, apreenderam um telemóvel, um dispositivo localizador, bem como outros bens relacionados com a prática dos crimes em investigação.
O suspeito foi constituído arguido, tendo os factos sido comunicados ao Tribunal Judicial de Vila Verde.
André Ventura vai propor o adiamento da segunda volta das Eleições Presidenciais, marcada para domingo, dia 8 de fevereiro.
O candidato presidencial irá pedir o adiamento face ao agravamento das condições meteorológicas e à situação de calamidade em vários municípios do país.
É um serviço inovador que permite aos agricultores anteciparem desequilíbrios ecológicos e evitarem assim perdas nas colheitas, além de reduzirem os químicos e seguirem práticas mais sustentáveis. A tecnologia foi desenvolvida na Universidade do Minho (UMinho) por Joana Castro, perita em biologia molecular e ciência de dados, com a parceria na gestão de Carlos Pinto, engenheiro florestal e gestor de projetos. O projeto de ambos chama-se PRETECHT e acaba de obter o estatuto de spin-off (jovem empresa académica) da UMinho, para levar a ciência ao mercado.
A nova ferramenta de apoio à decisão agrícola analisa de forma integrada os microbiomas dos ecossistemas, usando sequenciação genómica de última geração, bioinformática e inteligência artificial. A abordagem permite aos agricultores obter recomendações mais completas e fiáveis, promovendo a produtividade, a redução do uso de recursos e a produção agrícola regenerativa. A PRETECHT tem aplicações em setores como agricultura de precisão, agroalimentar, ambiente e pesquisa científica.
O projeto teve a mentoria dos professores José Teixeira e Lucília Domingues (Escola de Engenharia) e parecer favorável do Centro de Engenharia Biológica (CEB). A sessão de audição para o estatuto de spin-off foi presidida pelo Pró-reitor para a Inovação, Empreendedorismo e Transferência de Conhecimento, Raúl Fangueiro: “Este é um excelente exemplo da capacidade desta academia em transformar investigação de excelência em soluções que têm impacto real na economia e na sociedade; é também a primeira spin-off com a nova equipa reitoral, mostrando o caminho que queremos para o empreendedorismo académico”. O momento contou ainda com Clara Silva, coordenadora para o Empreendedorismo da TecMinho, que apoiou Joana Castro no programa Laboratório de Empresas e acompanhou todo o processo de criação do projeto.
Natural de Felgueiras, Joana Castro é licenciada em Biologia Aplicada e mestre em Biologia Molecular, Biotecnologia e Bioempreendedorismo em Plantas pela UMinho, onde foi também investigadora do CEB e do Centro de Biologia Molecular e Ambiental (CBMA). Venceu uma bolsa para um período de investigação com a biotecnológica Ekolive (Eslováquia) e foi uma das portuguesas eleitas para o programa intensivo de formação, coaching e mentoria Empowering Women in Agrifood 2025, do EIT Food, ligado ao Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia da UE. Carlos Pinto é gestor de projetos e de qualidade, tendo licenciatura e pós-graduação em Engenharia Florestal pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, mestrado em Gestão de Projetos pelo Politécnico do Porto e MBA em Business Administration pela Universidade da Beira Interior.
O vereador do CHEGA na Câmara Municipal de Braga, Filipe Aguiar, está a exigir o reforço de segurança nas variantes de Braga.
Filipe Aguiar afirma que tem “chamado repetidamente a atenção” em reuniões de câmara, assim como durante a campanha autárquica, para “a urgente necessidade de reforçar a segurança nas variantes que atravessam o concelho”, nomeadamente a Variante do Fojo e a Variante do Minho Center.
“O chamamento ecoa após vários acidentes ocorridos nestas vias, incluindo um episódio recente em que uma viatura se despistou na Variante do Fojo e acabou por atravessar o separador central, colidindo com outro veículo em sentido contrário, provocando feridos graves. Em janeiro de 2025, outro acidente na Variante do Fojo resultou no atropelamento de uma mulher numa passadeira — um alerta claro para a vulnerabilidade de peões e condutores nesses troços”, refere o vereador.
Perante estes acontecimentos, Filipe Aguiar questiona “será que estamos à espera de uma desgraça com vítimas mortais para tomar uma atitude efetiva?”.
O CHEGA defende que “as variantes representam eixos estruturantes de circulação no concelho — com tráfego intenso de veículos ligeiros e pesados — e que as condições atuais não oferecem a segurança mínima necessária para quem circula diariamente por elas”.
Entre as propostas apresentadas pelo vereador nas reuniões de câmara estão “a instalação de separadores centrais robustos capazes de reduzir o risco de colisões frontais; a revisão dos dispositivos de proteção nas bermas e zonas de passagem de peões; a implementação de medidas adicionais de calmaria de tráfego e sinalização reforçada nas zonas críticas; a inclusão de faixas cicláveis e zonas de transição seguras onde necessário, à semelhança das obras em curso na Variante do Fojo”.
Filipe Aguiar realça que “embora a Câmara Municipal de Braga esteja a promover obras de requalificação na Variante do Fojo — com condicionamentos de trânsito previstos por cerca de seis meses —, o foco deve permanecer na prevenção ativa, reduzindo a sinistralidade antes que tragédias ocorram”.
“A segurança das pessoas nunca pode ser deixada para depois. Cada vida vale mais do que qualquer obra. Não podemos condenar os nossos munícipes a esperar por acidentes graves para agir”, afirmou o vereador.
O Chega reforça que continuará a “insistir junto do executivo municipal e das entidades competentes para que sejam tomadas medidas concretas, eficazes e imediatas, de modo a garantir que as variantes sejam vias mais seguras para todos os que as utilizam”.
O projeto “EntreLaços – Cuidar com Saber”, promovido pelo Instituto Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, em Braga, foi distinguido com o 2.º lugar na 12.ª edição do Prémio AGIR da REN, dedicada ao apoio a cuidadores informais.
A iniciativa, sediada em Braga, vai apoiar 20 cuidadores informais de pessoas com esquizofrenia, através da implementação de estratégias para promover o seu bem-estar e melhorar a qualidade dos cuidados prestados.
O projeto pretende apoiar os cuidadores dando-lhes mais competências, através de formação em cuidado e autocuidado, sessões de psicoeducação em grupo, encontros conjuntos com pessoas cuidadas e acompanhamento individual. Entre as ações previstas estão 12 sessões de psicoeducação em grupo, 2 encontros conjuntos entre cuidadores e pessoas cuidadas, 40 atendimentos individuais e a criação de um Grupo de Ajuda Mútua para garantir continuidade após a intervenção inicial. O objetivo é prevenir a sobrecarga física e emocional, melhorar competências de gestão do cuidado e relações interpessoais.
Para Ana Filipa Mota, assistente social do Instituto Irmãs Hospitaleiras Braga, “a sobrecarga de cuidadores informais é um problema significativo em Portugal, especialmente na área da doença mental, onde a vigilância constante, o estigma e o isolamento aumentam de forma muito marcada o risco de burnout”. “Com este prémio, vamos conseguir reforçar respostas que efetivamente aliviam essa pressão. O apoio da REN permite-nos chegar a mais cuidadores, com mais consistência, e criar condições para que se sintam acompanhados, valorizados e com ferramentas reais para enfrentar os desafios do dia a dia”, explica.
Projeto da Santa Casa da Misericórdia do Marco de Canaveses foi o vencedor
O 1.º lugar da 12.ª edição do Prémio AGIR foi atribuído ao projeto SMAC – Serviço Móvel de Apoio ao Cuidador, promovido pela Santa Casa da Misericórdia do Marco de Canaveses, que vai apoiar 120 cuidadores informais através de serviços gratuitos, como oficinas de bem-estar, apoio psicológico, formação em saúde e consultas de especialidade. O projeto aposta numa abordagem integrada para melhorar a qualidade de vida e combater a exclusão social, articulando-se com Governo, ULS Tâmega e Sousa e União das Misericórdias Portuguesas.
Já o terceiro lugar foi atribuído ao projeto Colmeia, da LongeVidade, que vai apoiar 30 cuidadores informais nos concelhos do Porto e de Gondomar. A iniciativa combina capacitação, apoio psicológico, redes de suporte e benefícios sociais, incluindo um Clube dos Benefícios com descontos em lojas locais e um Kit de primeiros socorros emocionais. Este projeto prevê ainda a criação de uma rede de voluntários para aliviar a sobrecarga dos cuidadores.
A Câmara Municipal de Braga vai dar a conhecer a biodiversidade que habita nas praias fluviais do concelho.
No dia 14 de fevereiro, a iniciativa acontece na Praia Fluvial de Cavadinho, em Crespos, entre as 10:00 e as 12:00, integrada no programa de educação ambiental da candidatura ao galardão Bandeira Azul.
Esta atividade promove a observação e identificação da biodiversidade local, contribuindo para o levantamento sistemático das espécies presentes e para a sensibilização ambiental, reforçando a importância da preservação destes ecossistemas.
Os donativos monetários recebidos pela Cruz Vermelha Portuguesa através do Fundo Nacional de Emergência “Portugal Precisa de Si” já permitiram a aquisição de cerca de dez mil lonas, que estão a ser distribuídas até ao final da semana para apoiar famílias cujas habitações ficaram parcialmente danificadas na sequência da tempestade.
As lonas são destinadas à proteção provisória de telhados e estruturas expostas, mitigando riscos de infiltrações e agravamento dos danos, numa fase crítica marcada pela instabilidade das condições meteorológicas, priorizando as regiões mais afetadas pela Tempestade Kristin: Leiria, Coimbra, Médio Tejo, Oeste e Beira Baixa.
A distribuição à população está a ser realizada em articulação com as estruturas locais da Cruz Vermelha e as entidades de Proteção Civil, assegurando “prioridade às situações de maior vulnerabilidade e necessidade imediata”.
“As lonas constituem um recurso essencial para minimizar infiltrações, proteger bens e garantir condições mínimas de segurança e habitabilidade, enquanto decorrem as avaliações técnicas e as intervenções definitivas de reparação das habitações. Esta resposta rápida e em escala nacional só é possível graças aos donativos monetários recebidos no fundo de emergência, que permitem à Cruz Vermelha adquirir de forma célere materiais essenciais e assegurar a sua distribuição atempada no terreno, de modo a proteger as famílias antes do agravamento das condições meteorológicas”, refere a Cruz Vermelha.
Para centralizar os apoios e “garantir transparência” na utilização dos recursos, a Cruz Vermelha mantém ativo o Fundo Nacional de Emergência através da plataforma “Portugal Precisa de Si”, disponível aqui.
A plataforma permite direcionar os donativos para as necessidades mais urgentes identificadas no terreno, nomeadamente apoio humanitário imediato, recuperação de meios essenciais e reforço da capacidade operacional, sendo, neste momento, o instrumento mais eficaz para sustentar uma resposta adequada à dimensão e à evolução da situação.
Esta resposta conta também com o apoio específico da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Ageas, cujos donativos foram destinados exclusivamente à aquisição de lonas para proteção de habitações afetadas.
Nos dias 14 e 15 de fevereiro, Vieira do Minho promove o fim de semana gastronómico “Vieira, Tradição à Mesa”, dedicado ao emblemático Cozido à Portuguesa.
Durante os dois dias, os restaurantes aderentes vão servir o prato preparado com produtos locais e segundo receitas tradicionais transmitidas de geração em geração. O evento celebra a identidade local, a boa mesa e a hospitalidade minhota, reforçando Vieira do Minho como “destino de referência para a gastronomia autêntica”.
No dia 15 de fevereiro, a Autarquia propõe ainda uma caminhada organizada, gratuita e acompanhada por técnicos municipais. Esta atividade permitirá aos participantes apreciar a natureza, conhecer o património local e conviver com a comunidade de Salamonde. Em paralelo, na mesma aldeia, decorrerá o Carnaval de Rua, AI ARTUUUUR!, apoiado pelo Município de Vieira do Minho, com programação entre os dias 14 e 17 de fevereiro.
Inserido num fim de semana prolongado e em véspera de Carnaval, este conjunto de iniciativas oferece a oportunidade para pernoitar no concelho a fim de explorar os sabores, lazer, natureza e cultura numa experiência completa.