Início Site Página 434

Feira de Ciência & Tecnologia arranca na quarta-feira em Vila Verde

0
© CM Vila Verde
© CM Vila Verde

Arranca na quarta-feira a sétima edição da Feira de Ciência & Tecnologia de Vila Verde, iniciativa que envolverá, durante os próximos seis meses, milhares de estudantes, escolas e investigadores.

A edição deste ano apresenta um programa que combina palestras científicas, mostra de projetos, oficinas para o pré-escolar, atividades intergeracionais, caminhada ambiental com acompanhamento científico e o segundo Congresso de Ciência & Tecnologia, acreditado pelo Centro de Formação do Alto Cávado.

Desenvolvida em parceria com as escolas e agrupamentos do concelho de Vila Verde, a iniciativa está integrada nos Clubes de Ciência Viva na Escola. Através do programa diversificado em termos de atividades e de ações que podem ser acompanhadas online, a organização pretende envolver toda a comunidade educativa e o meio social envolvente.

A Feira de Ciência & Tecnologia conta com a colaboração de parceiros científicos de referência, como a Universidade do Minho (Escola de Ciências e Centro de Engenharia Biológica), a Palombar – Conservação da Natureza e Património Rural, o Braga Science Film Fest e o Centro de Formação do Alto Cávado.

“O Incrível Mundo das Formigas” é o tema da palestra científica com que Rafael Pinto, licenciado em Biologia Aplicada, marca o arranque do programa, agendada para esta quarta-feira, às 10:00, na Escola Básica de Vila Verde e com possibilidade de ser acompanhada online.

O vereador Patrício Araújo, responsável pelo pelouro da saúde no Município de Vila Verde, assumirá a segunda palestra, que versará sobre “Vacinas – mitos e vantagens” e decorrerá a 6 de fevereiro, às 10:30, na Escola Básica de Moure e Ribeira do Neiva.

Estão ainda agendas palestras sobre “Projeto WaterBridges – conservação de cágados nativos”, a 3 de março na Escola Profissional Amar Terra Verde, sobre “O Sol”, a 26 de março na Escola Básica Monsenhor Elísio Araújo, e sobre “Microalgas: o futuro verde da biotecnologia”, a 22 de abril na Escola Secundária de Vila Verde.

A Mostra de Projetos de Ciência e Tecnologia terá lugar a 6 maio, na Casa do Conhecimento de Vila Verde, onde se inclui exposições, apresentação de projetos das escolas e curtas-metragens da extensão do Braga Science Film Fest.

Para 27 de maio, está agendada uma caminhada científica, com o Trilho Dois Rios – Ecotrilho do Agrupamento de Escolas de Prado, sob orientação de Patrícia Gomes, do Instituto de Ciências da Terra – Escola de Ciências da UMinho.

Outro dos pontos altos do programa é o segundo Congresso de Ciência & Tecnologia, que vai ter lugar a 8 de julho, no salão nobre do Município de Vila Verde, num evento com certificação pelo Centro de Formação do Alto Cávado

Na Casa do Conhecimento, vai ainda decorrer uma exposição científica, de a de fevereiro a 17 de março, centrada em “Cogumelos: A Natureza quer, o Homem sonha, a obra nasce”, sob gestão de STOL – Science Through Our Lives – Departamento de Biologia, Escola de Ciências da UMinho,

Ao longo da programação vão decorrer diversas oficinas na Casa do Conhecimento de Vila Verde, envolvendo a Escola de Ciências da UMinho e os alunos do ensino pré-escolar do concelho, assim como encontros interativos com Seniores.

A Feira de Ciência & Tecnologia é uma iniciativa anual, organizada pela Casa do Conhecimento de Vila Verde em parceria com as Escolas e Agrupamentos do concelho, que promove a cultura e a literacia científica e tecnológica.

Genshin Impact Gaming e o personagem que quebra expectativas

0
DR
DR

Genshin Impact Gaming não surgiu como resposta a pedidos da comunidade. Ele apareceu como вызов. Em um jogo onde muitos personagens já entregam результат почти автоматически, Gaming exige envolvimento. Desde o anúncio oficial da HoYoverse ficou claro: este Pyro DPS não foi pensado para funcionar no piloto automático. Sua mecânica depende de ritmo, leitura do combate e decisões tomadas em segundos. Isso imediatamente reacendeu debates sobre melhores personagens e sobre o que realmente significa ser um dos personagens fortes do jogo hoje.

Parte dessa atenção vem de jogadores que já ultrapassaram a fase de exploração casual. São pessoas que estudam builds, testam rotações e querem extrair eficiência máxima do tempo investido. Alguns, inclusive, analisam caminhos externos como comprar conta de genshin impact , mesmo sabendo que essa prática não é reconhecida oficialmente pela HoYoverse. Esse pano de fundo ajuda a entender o fascínio por Gaming. Ele não promete atalhos. Ele oferece complexidade.

O ponto central é simples. Gaming não falha por falta de números. Ele falha quando o jogador tenta tratá-lo como algo que ele não é. E isso muda completamente a conversa sobre seu valor real.

O lugar de Gaming no mundo de Genshin Impact

Dentro do universo de Genshin Impact, personagens não são apenas conjuntos de habilidades. Eles refletem regiões, culturas e estilos de jogo. Gaming vem de Liyue, um território associado a disciplina, tradição e contratos firmes. Essa identidade aparece menos nos diálogos e mais no combate. Seus ataques seguem uma cadência específica. Não existe improviso constante. Existe execução.

A HoYoverse vem deixando claro, em atualizações recentes, que busca ampliar a diversidade de estilos jogáveis. Gaming nasce dessa intenção. Ele é um Pyro DPS que recompensa precisão. Não é um personagem que “se ajusta sozinho” à equipe. Ele exige que a equipe se ajuste a ele.

Aqui vale uma observação importante. Gaming não foi projetado para ser inacessível. Ele foi projetado para ser coerente. Jogadores acostumados a personagens fortes que funcionam mesmo com rotações imperfeitas sentem o impacto imediatamente. Gaming expõe erros. Isso incomoda. Mas também ensina.

Essa abordagem cria uma divisão clara. Não entre bons e maus jogadores, mas entre quem aceita aprender e quem prefere estabilidade. Para entender por que essa escolha faz sentido, é preciso olhar para a identidade do personagem com mais atenção.

Identidade, ritmo e inspiração cultural

A inspiração de Gaming vem das danças tradicionais do leão do sul da China, presentes em festivais de Liyue. Isso não é apenas um detalhe visual. O combate segue essa lógica. Avanço, pausa, impacto. Tudo acontece em sequência. Errar o tempo quebra o fluxo. Acertar cria continuidade.

Narrativamente, Gaming é retratado como alguém em busca de equilíbrio. Ele respeita tradições, mas quer seguir seu próprio caminho. Essa tensão aparece na jogabilidade. O personagem entrega alto retorno quando o jogador aceita se expor. Ao mesmo tempo, pune hesitação. Não existe meio termo confortável.

Em discussões na comunidade oficial, muitos jogadores relatam a mesma experiência. O desempenho inicial parece irregular. Após ajustes de ritmo e posicionamento, a percepção muda completamente. Não é buff invisível. É adaptação. Por isso, Gaming costuma ficar fora de listas rápidas de melhores personagens, mas aparece em análises mais profundas.

Esse contraste prepara o terreno para a comparação inevitável com outros Pyro DPS conhecidos.

Comparação prática com outros Pyro DPS

Comparar Gaming com personagens fortes do mesmo elemento exige critérios claros. Não basta falar em “risco” ou “conforto”. É preciso observar comportamento em combate, dependência do jogador e consistência ao longo do tempo.

Personagem Estilo de combate Exigência de execução Dependência de energia Regularidade
Gaming Rítmico e ativo Alta Média Média
Hu Tao Técnico Média Baixa Alta
Diluc Direto Baixa Baixa Muito alta
Yoimiya Linear Baixa Média Alta

Essa comparação ajuda a entender por que Gaming divide opiniões. Ele não compete por estabilidade. Ele compete por teto de desempenho. Em conteúdos como o Abismo Espiral, isso significa que pequenas falhas custam tempo. Em contrapartida, uma execução limpa aproxima seu desempenho dos nomes mais consolidados do elemento Pyro.

Essa leitura leva à próxima questão prática. Se o personagem exige tanto controle, como montar um build que realmente funcione sem criar expectativas irreais?

Como montar Gaming sem matar o próprio potencial

Gaming não aceita atalhos. Build preguiçoso transforma o personagem em sombra do que ele pode ser. Em Genshin Impact Gaming, cada escolha pesa. Arma errada corta o ritmo. Artefato mal pensado quebra a sequência. Não existe milagre.

Aqui vai uma verdade incômoda. Gaming não foi feito para empilhar dano passivo. Ele funciona melhor quando o jogador entende que sobrevivência vem do controle, não da defesa bruta. Quem tenta “blindar” o personagem perde pressão. Quem aceita jogar no limite colhe resultado.

O processo de montagem precisa ser consciente.

  1. Defina Gaming como fonte contínua de dano, não como explosão ocasional.
  2. Priorize atributos que sustentem rotações longas.
  3. Ajuste recarga e ataque para manter fluxo constante.
  4. Teste sempre em combate real, não só em números isolados.

Alguns padrões aparecem rápido entre quem domina o personagem. Gaming rende mais quando o jogador mantém agressividade controlada. Gaming perde valor quando o medo de errar dita o ritmo. Gaming recompensa quem entende o espaço da luta.

Essa lógica explica por que builds copiadas de outros Pyro DPS raramente funcionam aqui. Gaming não é Hu Tao alternativa. Ele é outra coisa.

Gaming entre os personagens fortes e o peso das escolhas

Gaming nunca foi consenso. E talvez nunca seja. No debate sobre melhores personagens, ele incomoda porque exige contexto. Não basta olhar tier list. Não basta ver vídeo curto. É preciso jogar.

Aqui vai outra provocação direta. Gaming não é fraco. Fraca costuma ser a tentativa de encaixá-lo em times genéricos. Em equipes pensadas para ele, o desempenho muda de patamar. Em equipes improvisadas, ele parece comum.

Jogadores que relatam bons resultados citam sempre o mesmo ponto. Ajustes finos fazem diferença real. Um passo a mais. Um salto melhor cronometrado. Uma ativação no segundo certo. É como mudar o ângulo do chute antes da bola sair do pé.

Para visualizar melhor esse cenário, vale observar alguns critérios práticos.

Aspecto avaliado Gaming DPS Pyro tradicionais
Dependência do jogador Alta Média
Curva de aprendizado Longa Curta
Margem para erro Baixa Alta
Retorno com boa execução Alto Alto

Essa leitura deixa claro por que Gaming não domina estatísticas gerais. Ele exige investimento de atenção. Em troca, entrega identidade. Isso pesa na decisão de longo prazo.

Vale investir em Gaming ou seguir o caminho seguro

A resposta não é universal. E isso é raro. Em Genshin Impact Gaming, investir vale a pena quando o jogador busca algo além de conforto. Ele não acelera progressão inicial. Ele aprofunda a experiência.

Quem procura soluções rápidas tende a se frustrar. Não adianta trocar arma, refazer artefatos ou até mudar de conta esperando que a execução se resolva sozinha. Gaming cobra presença. Ele mostra falhas sem rodeios. Ao mesmo tempo, transforma acertos em vantagem clara.

Antes de decidir, alguns passos ajudam.

  1. Observe seu estilo de jogo real, não o desejado.
  2. Analise se seu time oferece suporte consistente.
  3. Teste o personagem em desafios médios.
  4. Decida com base na sensação de controle, não no hype.

Alguns aprendizados surgem rápido. Gaming não substitui personagens fortes focados em estabilidade. Gaming complementa elencos maduros. Gaming se destaca quando o jogador aceita sair do automático.

Isso leva a uma reflexão maior sobre o próprio design do jogo.

Gaming e o caminho do design moderno em Genshin Impact

Gaming representa uma escolha clara da HoYoverse. Menos personagens universais. Mais personagens com identidade forte. Esse caminho não agrada todo mundo. Mas mantém o jogo vivo para quem já viu tudo.

Personagens como ele criam atrito. Geram discussão. Forçam aprendizado. Em um elenco cada vez maior, isso é necessário. Caso contrário, tudo vira variação do mesmo.

A ideia final é simples. Gaming não foi feito para ser confortável. Foi feito para ser dominado. Como um golpe técnico bem executado. Como uma vitória construída nos detalhes.

Conclusão

Genshin Impact Gaming ocupa um espaço específico entre os personagens fortes do jogo. Ele não promete facilidade. Promete recompensa para quem aceita aprender. Em meio a tantos melhores personagens previsíveis, Gaming se destaca por exigir envolvimento real. Para alguns, isso afasta. Para outros, é exatamente o motivo para continuar jogando.

FAQ sobre Gaming em Genshin Impact

  1. Gaming funciona bem em cooperativo?
    Funciona melhor com comunicação. Em Genshin Impact Gaming perde impacto quando aliados quebram seu ritmo. Em grupos organizados, ele mantém pressão constante. Em coop aleatório, personagens fortes mais autônomos costumam render melhor.
  2. Gaming precisa de constelações para ser bom?
    Não de forma obrigatória. Ele funciona em constelação zero. Constelações ampliam conforto e margem de erro, mas não substituem execução. Entre os melhores personagens técnicos, Gaming continua dependente do jogador.
  3. Qual o erro mais comum ao usar Gaming?
    Tratar o personagem como DPS passivo. Evitar habilidades por medo de perder vida reduz drasticamente o dano. Gaming exige iniciativa e controle de espaço para funcionar bem.
  4. Gaming é indicado para iniciantes?
    Não é a escolha mais amigável. Jogadores novos tendem a se sair melhor com personagens fortes e previsíveis. Gaming funciona melhor quando o jogador já entende reações e ritmo de combate.
  5. Gaming envelhece bem com o tempo?
    Provavelmente sim. Personagens baseados em mecânica costumam envelhecer melhor que personagens baseados apenas em números. Gaming depende mais de habilidade do que de valores fixos.

Reaberta a circulação ao trânsito na Barragem da Caniçada em Vieira do Minho

0
© CM Vieira do Minho
© CM Vieira do Minho

O trânsito foi reaberto na Barragem da Caniçada, permitindo ligação dos concelhos de Vieira do Minho e Terras de Bouro, após ter sido feita uma intervenção na sequência de uma derrocada.

Nas últimas semanas decorreram trabalhos de estabilização do talude e condução das águas pluviais no acesso à Barragem da Caniçada, na freguesia de Parada de Bouro.

Em comunicado, a Câmara de Vieira do Minho sublinha que “esta intervenção mostrava-se indispensável para garantir a segurança de todos os cidadãos, reconhecendo ser uma via bastante utilizada pelas populações de ambos os concelhos”.

“O Município de Vieira do Minho, em colaboração com a Proteção Civil local, estiveram sempre a par das intervenções e garantia de segurança e agradecem o trabalho e colaboração da EDP Produção, assim como à população pela compreensão e transtorno causado nas últimas semanas”, finalizou.

Famalicão organiza mini estágios para alunos do 9.º ano

0
© CM Famalicão
© CM Famalicão

Já estão abertas as candidaturas ao programa de mini estágios promovido pelo Município de Vila Nova de Famalicão, no âmbito do projeto Valoriza-Te. A iniciativa destina-se a alunos do 9.º ano de escolaridade matriculados nos estabelecimentos de ensino da Rede Local de Educação e Formação e decorre durante as férias escolares da Páscoa.

Os mini estágios têm a duração de dois dias e acontecem durante a pausa letiva que decorre de 30 de março a 10 de abril.

A iniciativa visa proporcionar aos alunos famalicenses o contacto direto com o contexto empresarial do concelho, nomeadamente, das empresas parceiras da Rede Local de Educação e Formação de Vila Nova de Famalicão, numa exploração vocacional em contexto empresarial que permite aos jovens conhecer de perto as diferentes áreas profissionais e desta forma contribuir para a escolha da futura profissão.

Os interessados poderão submeter a candidatura entre os dias 19 e 29 de janeiro, através do preenchimento do formulário online disponível no portal Famalicão Educativo, em www.famalicaoeducativo.pt/_miniestagios_2026. Para além deste documento, também é obrigatória a submissão do Termo de Responsabilidade e da Ficha de Saúde disponibilizados nesta página.

As candidaturas serão seriadas por ordem de receção e estão limitadas a 100 vagas, de acordo com a distribuição definida para cada um dos dez estabelecimentos de ensino abrangidos pelo programa.

Estes mini estágios, promovidos pela autarquia famalicense através da Rede Local de Educação e Formação, pretendem potenciar o desenvolvimento de competências integradas nas diferentes áreas de atividade abrangidas pela iniciativa, que vão das artes do espetáculo ao trabalho social, passando pelo agroalimentar, construção, indústria têxtil, indústria química, contabilidade, ciências farmacêuticas, turismo, entre outras.

Acidente entre comboios faz 39 mortos em Espanha

0
DR
DR

Uma colisão entre um comboio de alta velocidade que descarrilou e outro que seguia em sentido contrário, no sul de Espanha, fez 39 mortos. Há ainda 152 feridos.

O acidente ocorreu às 19:45 (hora local) deste domingo, perto de Adamuz, na província de Córdoba, quando algumas composições de um comboio da empresa privada Iryo, que ligava Málaga a Madrid, descarrilaram e invadiram outra via, num momento em passava outro comboio, em sentido contrário, da empresa pública Renfe, que fazia a ligação Madrid-Huelva.

As causas do acidente são, até ao momento, desconhecidas.

Vânia Cruz de Vieira do Minho eleita presidente da Assembleia Intermunicipal da CIM do Ave

0
© CM Vieira do Minho
© CM Vieira do Minho

Vânia Cruz, natural da freguesia de Anissó, no concelho de Vieira do Minho, foi eleita presidente da Mesa da Assembleia Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Ave (CIM do Ave).

A eleição decorreu na primeira reunião da Assembleia Intermunicipal, onde Vânia Cruz foi escolhida para liderar este órgão que representa os oito municípios do território do Ave e que tem como missão promover a cooperação e definir orientações estratégicas conjuntas em áreas como desenvolvimento económico, mobilidade, ambiente, educação e serviços públicos.

Na formação da mesa da Assembleia Intermunicipal, foram também eleitos outros representantes que acompanharão Vânia Cruz na condução dos trabalhos do órgão, garantindo a participação de diferentes forças políticas e municípios da região.

A eleição de Vânia Cruz representa um momento “importante” para Vieira do Minho, destacando “a presença de uma liderança vieirense num cargo que coordena o diálogo Intermunicipal e a tomada de decisões que impactam diretamente o desenvolvimento do território do Ave”.

A Comunidade Intermunicipal do Ave engloba os municípios de Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Fafe, Vizela, Póvoa de Lanhoso, Cabeceiras de Basto, Vieira do Minho e Mondim de Basto, trabalhando em conjunto em projetos e políticas públicas regionais.

O percurso político de Vânia Cruz reforça esta eleição, refletindo a sua experiência e ligação ao território. Atualmente, ocupa o cargo de 2.ª Secretária da Mesa da Assembleia Municipal de Vieira do Minho. Ao longo dos anos, tem mantido uma atuação destacada na vida política local e distrital e integrou a lista de candidatos do Partido Socialista pelo círculo eleitoral de Braga às eleições legislativas.

Atletas de basquetebol do SC Braga sagram-se campeões distritais em Sub-18

0
© SC Braga
© SC Braga

As equipas da formação de basquetebol masculina e feminina do SC Braga sagraram-se campeões distritais no escalão de Sub-18.

Os Gverreiros do Minho vencerem este fim de semana a Final Four do Campeonato Distrital e garantiram o apuramento para o Campeonato Nacional.

Democracia, como vais?

0
© Paulo Veiga
© Paulo Veiga

Há perguntas que não são apenas perguntas. São espelhos. E quando alguém pergunta “Democracia, como vais?”, não está à procura de uma resposta simpática, breve e confortável, está a pedir-nos coragem. Coragem para olharmos para a forma como vivemos juntos, como discordamos, como escolhemos quem nos representa e, sobretudo, como tratamos a liberdade quando ela já não nos parece uma conquista recente, mas um cenário dado como garantido.

A democracia não é um edifício pronto, é uma obra em permanente manutenção. E, como todas as obras, quando deixamos de reparar as fissuras, um dia acordamos com rachaduras que já não são apenas estéticas: são estruturais.

A democracia não morre de repente, adoece aos poucos.

A democracia raramente cai num só dia, o seu declínio é, quase sempre, lento, discreto, até elegante, começa com o cansaço do cidadão comum. O cidadão que trabalha, que paga, que tenta ser correto e que, ao fim de algum tempo, começa a sentir que nada muda. Que os mesmos vencem, que os mesmos decidem, que os mesmos se salvam.

Depois, surgem as frases perigosas, ditas com ar de normalidade:

“Eles são todos iguais.”

“Não vale a pena votar.”

“Mais vale alguém mandar a sério.”

E é aqui que a democracia começa a perder terreno: quando a desistência se disfarça de lucidez. Quando a indiferença se torna moda. Quando a descrença é tratada como inteligência superior.

Mas a democracia não depende apenas de eleições. Depende de vínculos. E vínculos quebram-se quando a confiança se degrada.

A liberdade não é confortável, e talvez seja esse o problema

A liberdade dá trabalho. Obriga a pensar, a ponderar, a aceitar que o outro existe com uma visão diferente da nossa. E, nos dias de hoje, há uma tentação crescente de reduzir tudo a um campo de batalha: ou se é “de um lado”, ou do “outro”. Como se a complexidade fosse uma fraqueza e a dúvida uma traição.

A democracia, no seu melhor, é um regime de conversas difíceis.

No seu pior, torna-se um ringue de insultos rápidos.

Nas redes sociais, por exemplo, a democracia parece estar sempre em estado de emergência. Grita-se mais do que se argumenta. Cancela-se mais do que se compreende. Humilha-se mais do que se persuade. E isto tem consequências: não apenas na convivência, mas na própria arquitetura mental das pessoas.

Quando uma sociedade perde a arte de conversar, perde também a capacidade de construir.

O povo não é apenas soberano: é responsável

Há uma ideia confortável e profundamente falsa, de que a democracia falha sempre por culpa dos políticos. Como se o povo fosse uma vítima eterna e inocente de um sistema que o engana. Não é assim.

Os políticos são, em grande medida, reflexo da cultura que os produz.

E a cultura que os produz é feita de escolhas diárias: de exigência ou de tolerância, de rigor ou de desculpa, de participação ou de fuga.

Uma democracia madura não é aquela em que não há erros.

É aquela em que os erros têm consequências.

Quando normalizamos o favorecimento, a incompetência, o oportunismo ou a mentira, não estamos apenas a aceitar políticos piores, estamos a treinar uma sociedade para viver abaixo do seu potencial.

E há um perigo maior: quando a população perde o hábito de exigir, rapidamente ganha o hábito de obedecer.

Entre a promessa fácil e o medo: o terreno fértil do populismo

O populismo não nasce apenas da maldade. Nasce do desespero. E o desespero nasce quando o cidadão sente que trabalha muito e recebe pouco, que cumpre regras e vê outros contorná-las, que se esforça e é invisível.

Nesse contexto, aparecem figuras que prometem “resolver tudo”.

Prometem simplificar o mundo.

Prometem “limpar” o sistema.

Prometem “meter ordem”.

E, por vezes, têm êxito porque uma democracia cansada começa a desejar o descanso, mesmo que isso signifique abdicar de parte da liberdade.

A democracia, quando está frágil, é tentada pela ilusão da autoridade absoluta, alguém que decida por todos, alguém que não seja “politicamente correto”, alguém que “diga as verdades”.

O problema é que as verdades ditas sem ética transformam-se, muitas vezes, em armas.

E as armas, mesmo verbais, deixam sempre vítimas.

A democracia também falha quando humilha quem menos tem.

Não basta dizer que há democracia porque há voto. A democracia precisa de dignidade social. Precisa de igualdade de oportunidades minimamente real. Precisa de acesso à saúde, à educação, à justiça e ao trabalho digno sem que tudo se transforme num labirinto de burocracia e favor.

Uma democracia que produz cidadãos permanentemente aflitos, com medo de adoecer, com medo de falhar, com medo de não conseguir pagar, é uma democracia que se aproxima perigosamente da sobrevivência, e se afasta da cidadania.

E quando o cidadão vive em estado de sobrevivência, a participação cívica passa a ser um luxo.

Democracia, como vais? Vais como nós vamos.

A democracia não é um “eles”, democracia é um “nós”.

Vai como vai a nossa paciência para ouvir.

Vai como vai o nosso respeito pelas diferenças.

Vai como vai a nossa coragem para denunciar injustiças.

Vai como vai a nossa exigência perante quem governa.

Vai como vai o nosso compromisso em não facilitar a mentira, mesmo quando a mentira nos convém.

Porque há um ponto em que é preciso dizer isto com clareza:

– não é possível ter democracia de qualidade com cidadania de baixa intensidade.

Não se pode querer um país justo com hábitos injustos.

Não se pode exigir ética pública com indiferença privada.

Não se pode pedir transparência enquanto se celebra a esperteza.

Um apelo final, não desistamos da ideia de futuro.

A democracia é imperfeita. Mas ainda é, com todas as suas falhas, o melhor lugar possível para corrigir as próprias falhas. E essa é a sua grande virtude, a democracia permite-nos mudar sem destruir.

O que não podemos é tratar a liberdade como um objeto decorativo, bonito, mas dispensável. A liberdade precisa de exercício. Tal como um músculo.

Por isso, talvez a pergunta “Democracia, como vais?” mereça uma resposta mais honesta e mais incómoda:

– Democracia, eu não sei como vais, mas sei que, se eu não for contigo, tu não vais.

Sara Rocha do SC Braga em quinto lugar no Mundial de Heyball

0
© 2026 WPA Heyball Word Cup
© 2026 WPA Heyball Word Cup

Sara Rocha, atleta de bilhar do SC Braga, ficou em 5.º lugar no Mundial de Heyball, na Austrália.

A Gverreira do Minho representou a Seleção Nacional de Bilhar, entre os dias 15 e 18 de janeiro, competindo na vertente de equipas.

A equipa portuguesa garantiu o lugar nos quartos de final após vencer a Austrália nos oitavos de final. Já nessa fase, Portugal acabou por ser eliminado pela China, terminando a competição em 5.º lugar.

João Rodrigues: “O SC Braga é parte da essência da cidade”

0
© CM Braga
© CM Braga

João Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Braga, marcou presença na cerimónia de hastear da bandeira comemorativa do 105.º aniversário do SC Braga, momento simbólico que assinalou mais de um século de história.

Na ocasião, o autarca felicitou o clube, os seus sócios, atletas, dirigentes, técnicos e todos aqueles que “dia após dia dão vida ao SC Braga”.

O autarca sublinhou que “o percurso do clube é feito de trabalho, compromisso e de uma cultura que se renova de geração em geração”.

Destacando que “o sucesso não é fruto do acaso”, João Rodrigues referiu que “o SC Braga é parte da essência da cidade, não sendo apenas um símbolo, mas também um agente ativo na construção de Braga”.

Afirmou ainda que “tal como a cidade, o clube afirma-se pelo trabalho, pela ambição e por uma cultura de exigência e compromisso”, considerando o SC Braga “um símbolo natural de uma cidade que se afirma pelo fazer”.

O autarca salientou ainda que “Braga ganha visibilidade sempre que qualquer equipa do SC Braga entra em campo”, reforçando o papel do clube como “um dos maiores embaixadores da cidade, contribuindo para a sua projeção nacional e internacional e para a atração de talento”.

Nesse sentido, sublinhou que “uma cidade que se afirma no desporto consegue também afirmar-se noutras áreas, tendo o desporto como ponto de partida”.

Relativamente à relação entre a Câmara Municipal de Braga e o Sporting Clube de Braga, o presidente destacou “uma ligação assente na autonomia institucional, mas com o reconhecimento do impacto público do clube na vida da cidade e dos seus cidadãos”. Uma relação que, segundo referiu, “olha para o futuro, promovendo o desporto, a inclusão social através da prática desportiva e a aproximação do clube à comunidade”.

Por fim, sublinhou que “muitos jovens encontram no SC Braga uma referência e um espaço onde crescem não apenas enquanto atletas, mas sobretudo enquanto seres humanos, reforçando que o clube é mais do que uma instituição desportiva”. “É uma verdadeira instituição cívica. O clube continuará a ser motivo de orgulho para Braga”, finalizou.