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Trabalhos na Avenida Frei Bartolomeu dos Mártires condicionam trânsito em Braga

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Esta sexta-feira, 11 de dezembro, haverá condicionamentos à normal circulação automóvel na Avenida Frei Bartolomeu dos Mártires, em Braga, nos dois sentidos, devido à necessidade de trabalhos de manutenção no separador central.

Será condicionado o trânsito e interdita a circulação de qualquer veículo na faixa do lado esquerdo. A intervenção terá início às 10:00 e prolonga-se até às 13:00.

Covid-19: 86 mortos, 3.134 infetados e 4.848 recuperados no país

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Morreram 86 pessoas por Covid-19 nas últimas 24 horas em Portugal, registaram-se 3.134 infetados e 4.848 recuperados. Desde o início da pandemia morreram 5.278 pessoas, contabilizaram-se 335207 casos de infeção e há ao todo 259.548 casos de recuperação.

O boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde indica que morreram 37 pessoas na região de Lisboa e Vale do Tejo, 32 no Norte, 14 no Centro, 2 no Alentejo e 1 no Algarve.

Foram detetados mais 1.371 novos casos no Norte, 964 em Lisboa e Vale do Tejo, 444 no Centro, 267 no Alentejo, 63 no Algarve, 19 nos Açores e 6 na Madeira.

Existem atualmente 70.381 casos ativos da infeção em Portugal, menos 1.800 do que ontem, e 75.633 pessoas encontram-se em vigilância pelas autoridades de saúde, menos 772.

Em todo o território nacional há 3.304 doentes internados, menos 28 em 24 horas, dos quais 509 em unidades de cuidados intensivos, mais 5 face a quarta-feira.

PSP identifica homem por vários roubos por esticão em Guimarães

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Um homem de 41 anos foi identificado pela PSP pela prática de quatro roubos por esticão na via pública, em Guimarães.

As vítimas dos roubos ocorridos eram vulneráveis e para a concretização dos roubos, o suspeito utilizava o método por esticão, estando já referenciado pela prática de ilícitos criminas desta natureza.

O Comando da PSP de Braga acredita agora ter conseguido “repor a tranquilidade social na cidade de Guimarães”.

Quatro Juntas de Freguesia de Braga nomeadas para os galardões “A Nossa Terra”

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Alberto Queirós
Alberto Queirós

A União de Freguesias de Ferreiros e Gondizalves, Tebosa, Esporões e Figueiredo, em Braga, estão nomeadas para a 23ª edição dos galardões “A Nossa Terra”, iniciativa da Direnor que pretende reconhecer as personalidades e entidades que se destacaram no último ano.

João Costa, presidente da União de Freguesias de Ferreiros e Gondizalves, regozijou-se com esta nomeação, uma vez que é um prémio de reconhecimento de um júri com uma entidade isenta e com voto dos bracarenses. “Todo o Executivo desta união ficou contente com esta nomeação. Estamos nomeados com outras três freguesias do concelho de Braga e é muito gratificante saber que também fomos votados pela população. É o reconhecimento de todo o trabalho efetuado pelos membros do Executivo em prol da nossa comunidade”, disse o autarca.

O principal objetivo deste evento, promovido pela Direnor, continua a ser o reconhecer do mérito dos cidadãos e entidades que têm vindo a destacar-se pelas ações de relevo em prol da comunidade, do concelho, da região ou do país.

Este ano, serão entregues 21 prémios na cerimónia que decorre na próxima semana no Altice Forum Braga com a limitação de presenças.

Lista dos nomeados para os galardões

Altruísmo

  • António Ferreira
  • Luís Gonzaga Dinis
  • Maria Pilar Barbosa
  • Vera Vaz

Artes e Cultura

  • Diana Sá Carneiro
  • Elísio Araújo
  • José Miguel Braga
  • Lídia Borges

Associação Cultural e Recreativa

  • Associação Cultural e Recreativa de Palmeira
  • Associação do Coro Infanto-Juvenil de Esporões
  • Associação Guias de Portugal
  • Grupo de Cantares Mulheres do Minho

Associação Desportiva

  • Academia de Patinagem de Braga
  • Braga Rugby
  • Dumiense Futebol Clube
  • S. Paio D’Arcos Futebol Clube

Associativismo

  • Carlos Barbosa
  • João Paulo Vieira
  • Luís Botelho
  • Silvino Granja

Ciências e Educação

  • António Gomes
  • Carvalho Araújo
  • Henedina Antunes
  • Regina Campos

Desporto

  • Fábio Magalhães
  • Jordan Santos
  • Júlio Ferreira
  • Tamila Holub

Empresa Setor Comércio e Serviços

  • BM Car
  • Cerejeira Fontes Arquitetos
  • Pires Joalheiros
  • Sabseg

Empresa Setor Industrial

  • Costeira – Engenharia e Construção
  • Eticadata
  • Firmago
  • Perfilnorte

Empresa Setor Restauração/Pastelaria/Hotelaria

  • Café Chave D’Ouro
  • Frigideiras da Sé
  • Restaurante Alma D’Eça
  • Restaurante Migaitas

Entidade Área Ensino

  • Colégio João Paulo II
  • EB1 da Sé
  • EB1 de Gualtar
  • EB 2,3 de Real

Evento

  • Braga Barroca
  • Expo Animal
  • Festival de Órgão de Braga
  • Via Sacra de Maximinos

Instituição Solidariedade Social

  • APAV – Gabinete de Apoio à Vítima de Braga
  • Cáritas Arquidiocesana de Braga
  • Conferências da Sociedade de S. Vicente de Paulo
  • Patronato S. Pedro de Maximinos

Junta de Freguesia

  • Esporões
  • Ferreiros e Gondizalves
  • Figueiredo
  • Tebosa

Juventude

  • Ana Cris
  • André Marcos
  • Rui Oliveira
  • Sofia Sousa

Música

  • Ana Gomes
  • Budda Power Blues Band
  • Mundo Cão
  • Pedro Lima Soares

Organismo Serviço Público

  • CPCJ – Comissão de Proteção de Crianças e Jovens
  • GNRation
  • TUB
  • Unidade de Saúde Pública

Carreira

  • Alberto Bessa Peixoto
  • João Aguiar Campos
  • Mesquita Rodrigues
  • Rena Martins Farias

Entidade

  • Arquidiocese de Braga
  • Confraria do Bom Jesus do Monte
  • DST Group
  • Planetário Casa da Ciência de Braga – Centro Ciência Viva

Personalidade

  • Bernardo Reis
  • Carlos Carvalhal
  • José Paulo Abreu
  • Rui Vieira de Castro

Mulher de 36 anos apanhada em Vieira do Minho a traficar droga

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GNR
GNR

A GNR deteve ontem uma mulher de 36 anos, em flagrante delito, por tráfico de droga, em Vieira do Minho.

No decorrer de uma ação de fiscalização rodoviária, os militares da GNR, perante o nervosismo manifestado pela condutora, realizaram uma busca ao veículo onde detetaram três embalagens de liamba.

No seguimento das diligências policiais, foi realizada uma busca domiciliária, tendo sido apreendido 133 gramas de liamba, um veículo e um telemóvel.

A detida foi constituída arguida e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.

Covid-19: O que esperar da nova vacina?

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Paulo Paixão

A Covid-19 tem sido em 2020 o “inimigo” número um da humanidade, não só ao nível da saúde como também a nível social e económico.

A sociedade teve de se adaptar, e as empresas da área da saúde também. O setor público uniu-se ao privado, e laboratórios privados como a SYNLAB tiveram de se reajustar e abrir, de um dia para o outro, unidades físicas e móveis, em parceria com as Câmaras Municipais e com os Centros de Saúde locais, para realização de testes Covid-19 para ajudar a diagnosticar esta infeção e evitar, ao máximo, a propagação do vírus. Tem sido verdadeiramente um esforço de equipa que nos tem levado a superar desafios dificilmente imaginados antes da pandemia.

E, quase um ano depois, chegou o momento ansiado por muitos, com os telejornais a abrirem com a notícia: “Foi lançada a vacina contra a Covid-19” e, nas redes sociais, o tema a passar a ser rei. Depois de muitos ensaios clínicos, de várias tentativas falhadas, eis que foi aprovada a primeira vacina contra a Covid-19.

O mecanismo envolvido na conceção das vacinas tradicionais passa pela utilização do próprio vírus ou bactéria, numa versão desativada ou atenuada, para que o organismo reaja e responda à infeção. A tecnologia utilizada nesta nova vacina nunca tinha sido testada em humanos, contribuindo para muita discussão à volta deste tema. Nas vacinas fabricadas pelas Pfizer e Moderna, utilizando o mRNA, não é o agente do vírus que é introduzido através da vacina, mas sim parte do seu genoma que produzirá uma determinada parte do micro-organismo (naturalmente, uma parte fundamental para a propagação do vírus) e assim, estimulará a produção de defesas contra essa parte específica do agente infecioso.  Ou seja, esta vacina vai imitar o que o vírus faz, com a diferença que não gera uma infeção completa, apenas obriga a célula do hospedeiro humano a produzir uma parte da constituição do vírus, a tal parte fundamental do mesmo.

A polémica existente frisa que esta vacina poderá modificar o ADN humano, entrando no cromossoma e modificando o genoma humano. Tal não acontece, uma vez que o vírus não permanece nas células e não tem capacidade para se integrar no cromossoma. É uma vacina eficaz (>90%) e é das mais seguras que pode haver, e como o provam centenas de milhares de pessoas em que não houve qualquer efeito adverso grave. A juntar a isto, temos ainda outras vantagens, das quais se destacam: a facilidade de produção e, caso o vírus sofra uma mutação que diminua a eficácia da vacina, a facilidade de se corrigir rapidamente e fabricar uma nova vacina. São estes os principais motivos pelos quais estas vacinas estão na linha da frente.

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Assim, podemos dizer que a vacina é eficaz e segura. Mas, é importante que fique realçado que a sua administração poderá produzir alguns efeitos passageiros nas primeiras 24 horas, após a sua administração, dos quais se destacam o mal-estar ou a febre baixa. Mas embora incómodos, não são sinais negativos, pelo contrário. Se sentir esse tipo de efeitos, é sinal que o sistema imunitário está a reagir de forma positiva ao vírus. Quanto ao relato recente de algumas reações alérgicas, podemos dizer que não é um fenómeno inesperado, que parece ser raro mas que merece certamente acompanhamento. Aliás, na linha do processo natural de fabricação e consequente administração de qualquer medicamento, vai haver a necessidade de um acompanhamento médico em larga escala dos vacinados, para que se perceba se existem ou não efeitos secundários não conhecidos e não detetados durante o período dos ensaios clínicos.

Estima-se que seja necessário vacinar apenas 70 por cento da população para atingir a imunidade de grupo, mas deve ser referido que quanto maior for a taxa de vacinação, melhor controlo da infeção haverá. Com a vacina do sarampo, para dar outro exemplo, é necessário vacinar 95 por cento da população, uma vez que a taxa de transmissão do vírus é elevadíssima, superior à da Covid-19.

As vantagens destas vacinas estão à vista, mas ainda faltam passos importantes a percorrer: a aprovação da mesma pelas entidades reguladoras europeias e a nível logístico, uma rápida e eficaz distribuição uma vez que a vacina é embalada a -70ºC, com embalagens de gelo seco, tendo um tempo de armazenamento relativamente curto. Mas com uma boa logística, este problema consegue ultrapassar-se.

Artigo de opinião de Paulo Paixão, Médico Virologista da SYNLAB Portugal e Professor da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa.

Bloco de Esquerda questiona Governo sobre paragem da VMER do Hospital de Braga

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INEM
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O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda questionou o Governo sobre a viatura de emergência médica e reanimação (VMER) do Hospital de Braga, devido à alegada sétima paragem da viatura no mês de dezembro por ausência de médicos que trabalham no serviço de socorro.

No documento entregue na Assembleia da República, os deputados afirmam que há dificuldades em assegurar a totalidade das escalas de serviço, porque “há vários meses que os médicos que integram este serviço estão em negociações com o Conselho de Administração do Hospital de Braga, exigindo melhores condições de trabalho e aumento de salário”.

“Estas paragens obrigaram a que, por exemplo, uma emergência em Carreiras Santiago, em Vila Verde, tivesse sido socorrida pelo Suporte Imediato de Vida (SIV) de Ponte de Lima, que não necessita da presença de um médico, obrigando a que esta tenha percorrido 25 quilómetros entre Ponte de Lima e Vila Verde. Numa situação normal, a VMER saindo do Hospital de Braga, faria cerca de 15 quilómetros para chegar ao local e contaria com a presença de um médico e um enfermeiro”, referem os deputados.

Segundo os bloquistas, “os clínicos pretendem manter a paralisação até que o Conselho de Administração do Hospital de Braga aceite negociar o pagamento das horas de trabalho feitas ao serviço da viatura de emergência medica”.

Por isso, os deputados querem saber se o Ministério da Saúde está disposto a instar o CA do Hospital de Braga para que aceite negociar com estes profissionais de forma a desbloquear esta situação e se reconhece a justiça das reivindicações destes profissionais.

“Esta é uma situação lamentável e que pode colocar em risco a vida dos utentes que deste serviço precisam. O Conselho de Administração deve negociar com estes profissionais garantindo que as suas revindicações são atendidas. Só assim é possível garantir uma resposta eficaz e célere à população e defender os interesses destes profissionais que estão, também, na linha da frente no combate à pandemia”, concluem.

Bombeiros de Braga alertam população para o perigo dos aquecimentos

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Bombeiros Voluntários de Braga
Bombeiros Voluntários de Braga

No âmbito de um alerta para um incêndio de uma habitação, que teve origem num recuperador de calor esta quarta-feira, os Bombeiros Voluntários de Braga apelam à população sobre os cuidados a ter para evitar os incêndios provocados pelo aquecimento de suas casas.

“Hoje de tarde recebemos um alerta para um incêndio numa habitação. A origem do mesmo terá sido no recuperador de calor ou na sua conduta para extração. Como tal, lançamos o apelo para terem cuidado e a devida manutenção nas vossas casas, não só com os recuperadores, mas também com aquecedores e lareiras”, informou a corporação.

Não houve o registo de feridos, no entanto a habitação ficou inabitável.

Para o local foram mobilizados os Bombeiros Sapadores de Braga, a PSP e a Divisão Municipal de Proteção Civil.

SC Braga punido com dois jogos de interdição no Estádio Municipal

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O SC Braga foi notificado pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol da interdição de dois jogos no Estádio Municipal de Braga. Este castigo está relacionado com o alegado apoio a grupos de adeptos não legalizados.

O clube bracarense já reagiu, afirmando que “por considerar este castigo extremamente injusto e nada factual, o SC Braga confirma que irá recorrer para o Tribunal Arbitral do Desporto”.

Portal de emprego de Braga tem potenciado contratação de profissionais

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CM Braga
CM Braga

Lançado durante a primeira vaga da pandemia, o Work In Braga tem como principal objetivo ligar empregadores e potenciais interessados em preencher as vagas disponíveis nas empresas bracarenses, tendo já potenciado o recrutamento de dezenas de profissionais.

Num concelho onde, desde março, se registou um aumento do número de desempregados, o projeto da InvestBraga, desenvolvido em parceria com o Município de Braga e empresas do concelho, tem ajudado cerca de 700 profissionais a encontrar novas oportunidades de trabalho em mais de 120 empresas bracarenses.

Para Carlos Silva, administrador executivo da InvestBraga, os seis meses de vida do Work In Braga “provaram a necessidade de apoiar a população a encontrar novas oportunidades de trabalho, numa altura tão particular para o mercado de trabalho, fruto da retração da economia como resultado da pandemia”. Carlos Silva salienta ainda que “esta ferramenta foi uma necessidade de um vasto conjunto de parceiros que torna mais fácil o trabalho de todos”.

Com um registo de mais de 2500 interações entre empresas e potenciais trabalhadores, desde o lançamento da plataforma, Gil Carvalho, responsável pela área de Dinamização Económica e Atração de Investimento, sublinha a particularidade do Work In Braga descomplicar os processos de recrutamento. “Esta solução tem apoiado o nosso ecossistema empresarial na identificação de profissionais que estão à procura de novas oportunidades, dando a possibilidade de estabelecer, desde logo, contactos essenciais para a contratação. Tudo numa só plataforma, que tem registado um feedback bastante positivo, quer por parte de empregadores, quer dos profissionais que a ela recorrem para encontrar emprego ou progredir na carreira”, garante.

Atualmente, no Work in Braga é possível encontrar mais de 300 oportunidades de trabalho para áreas de especialização bastante diversificadas, sendo o perfil associado às tecnologias da informação o mais procurado pelas empresas bracarenses registadas nesta plataforma. Ao todo, 40% das vagas ativas no portal são para a área das tecnologias de informação.

Para Gil Carvalho, este dado assume “especial relevância, dado o potencial que as empresas tecnológicas têm para a fixação e retenção de talento no concelho. As empresas estão também à procura de profissionais especializados (14%), bem como de especialistas nas áreas da engenharia (9%)”. Já no campo dos profissionais à procura de novos desafios destacam-se os técnicos especializados (12%), bem como os ligados às áreas administrativas (10%) e de gestão (10%).

Recorde-se que, em 2020, o desemprego do concelho de Braga disparou em abril (7008) para valores próximos dos registados em 2017 (7300), ainda que a tendência dos últimos meses seja de recuperação de postos de trabalho. Em outubro, o concelho registava 7531 desempregados, menos do que os registados em agosto, altura em que o número atingiu o maior pico de 2020 (7754).