Dois homens de 23 e 34 anos foram detidos pela GNR, este domingo, em Landim, Famalicão, por tráfico de tráfico de droga.
No âmbito de uma fiscalização rodoviária realizada pela GNR, os militares abordaram os ocupantes de um veículo que, perante nervosismo demonstrado, levantaram suspeitas.
A GNR realizou uma busca ao veículo, onde apreendeu 42 doses de cocaína, 21 doses de heroína, 21 doses de haxixe e 2 gramas de liamba.
Os detidos foram constituídos arguidos e os factos foram remetidos para o Tribunal de Vila Nova de Famalicão.
Às vezes dou comigo a pensar que talvez haja uma ordem universal, quiçá divina, que faz algumas correções, quando a humanidade parece caminhar alegremente para o precipício. É verdade que os meios usados por essa mão sobrenatural, para invertermos o caminho indesejado, nem sempre são agradáveis. Pelo contrário, são por norma traumáticos, em forma de pragas, guerras ou pandemias. Esta pandemia da Covid-19, que ainda estamos a viver, apesar da chegada da vacina nos dar uma nova esperança para 2021, deve fazer-nos mudar o rumo da nossa forma de vida, mesmo depois de termos conseguido a almejada imunidade de grupo.
Até fevereiro de 2020, todo o mundo continuava a viver todas as formas de consumo, numa velocidade paranoide. Os aeroportos, cheios de gente com pressa de ir para algum destino, só porque estava em promoção. Ninguém fica em casa, com a vergonha de ser descriminado. Há reuniões do outro lado do planeta, só porque sim. E, se o dinheiro é muito, podemos almoçar em Paris e jantar em Nova Iorque. Várias nações reivindicam o estatuto de superpotências e desatam a conquistar o espaço num frenesim. Começamos a cobiçar outros planetas, para onde nos possamos mudar, se a terra ficar demasiado quente ou irrespirável. Pelo menos para os eleitos, a sensação de poder invencível era dominante, até que um desprezível coronavírus nos pôs a todos de pantanas. É terrível toda a devastação que já sofremos com a pandemia da Covid-19. Tantas vidas perdidas, com mortes ainda mais dolorosas pela obrigatória solidão. Quantos negócios dizimados, e sonhos destruídos. Mas, vai ficar-nos na memória, a beleza de Nova Deli despoluída, o sossego do trânsito no Cairo e o clarear das águas dos canais de Veneza.
Não tenho qualquer dúvida de que Donald Trump teria vencido de novo as eleições americanas, se a pandemia da Covid-19 não lhe tivesse trocado as voltas. Com a economia em alta, e dinheiro em todos os bolsos, os americanos iriam dar-lhe a vitória, porque “se sentiriam grandes outra vez”. É espantosa a força corruptora dos bens materiais. As comunidades de emigrantes legalizados, já com passaporte americano, eram parte da falange de apoio de Trump, nas suas políticas segregacionistas. É curioso que não foi a desastrosa abordagem à pandemia, que conduziu Trump à derrota. Mesmo com um sistema de saúde incapaz de responder às necessidades da população, que não estivesse munida de um seguro chorudo, e com uma taxa de mortalidade brutal, a maioria continuava com ele. Só não resistiu à hecatombe económica gerada pela pandemia. A pandemia destruiu a economia e levou Joe Biden ao poder. Escreveu-se direito por linhas tortas.
Se há assunto não resolvido no mundo é o problema das migrações. É impossível obrigar o homem a continuar a viver na miséria, se lhe chegam imagens pela internet de cidades reluzentes, com gente farta e bonita, em constante celebração. É legítimo querer mudar de país e tentar uma vida melhor, em que as preocupações constantes não sejam o pão e a casa. Não podemos continuar a legitimar a fuga, apenas quando há uma guerra ou um genocídio. Boris Johnson esteve muito mal com a Covid-19 e esteve quase a ter de ser ligado ao ventilador mecânico. Escapou por um triz e fez questão de lembrar dois enfermeiros emigrantes, a quem atribui o maior mérito de ter escapado. Há dias, fiquei comovido quando me enviaram uma fotografia duma família turca de imigrantes, chegados à Alemanha em 1970. A humilde família tem 4 filhos, e o rapazinho descalço, muito direito e de cabeça levantada, é Ugur Sahin, o cientista a quem a humanidade ficou agora a dever a vacina da Pfirzer/BioNtech contra a Covid-19.
Por princípio, acredito que a inteligência dos homens lhes permite ler as mensagens, mesmo encriptadas e irónicas. Espero que esta pandemia proporcione aos líderes mundiais alguns momentos de reflexão. Talvez possamos alterar um pouco o nosso modelo de desenvolvimento, sem o recurso ao consumismo desenfreado que conduz ao aquecimento global. Mesmo sem grande carisma, Joe Biden poderá dar aos americanos um Sistema Nacional de Saúde universal, consentâneo com o estatuto de primeira potencia mundial. Vamos acolher bem os emigrantes que nos chegam, sem os colocar em guetos de exclusão, ao mesmo tempo que tratamos de dar uma vida melhor nos seus países de origem, para onde alguns vão querer voltar.
Artigo de opinião de João Araújo Correia, presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prolongou o alerta amarelo para o distrito de Braga devido ao tempo muito frio, com temperaturas mínimas negativas.
O aviso amarelo estende-se até à próxima quinta-feira, 7 de janeiro por causa da persistência de valores baixos da temperatura mínima.
A temperatura máxima não vai ultrapassar os 12º, enquanto que as mínimas chegam até aos 2 graus negativos.
Além do tempo frio, espera-se hoje céu muito nublado com as máximas a não ultrapassarem os 9º. Para terça-feira prevê-se céu limpo com valores a rondarem os 10º. Na quarta e quinta-feira, o céu vai estar parcialmente nublado, com 11º e 12º, respetivamente. As mínimas vão passar dos 0º, esperados para esta segunda-feira, para os -2º.
Uma caixa de laranjas em bom estado foi encontrada junto aos Ecopontos do Mercado Municipal de Braga.
A denúncia partiu do ambientalista Carlos Dobreira que passou nas imediações do Mercado Municipal e deparou-se com este cenário. “As laranjas pareciam que estavam em bom estado mas devido à Covid-19, não toquei para confirmar. Creio que estavam boas e acho deplorável deitarem fruta ao lixo quando existem cidadãos a dormir nas ruas da cidade de Braga e a passarem fome”, lamentou Carlos Dobreira.
Carlos Dobreira
O bracarense denunciou ainda o lixo espalhado fora dos Ecopontos e nas imediações do renovado Mercado Municipal. “Os Ecopontos próximos do Mercado Municipal revelam um cenário de imundície no chão. Além da fruta, também deparei-me com máscaras, vidros, embalagens, fraldas, garrafas de plástico e de vidro espalhados no chão. Também encontrei lixo e resíduos recicláveis junto às árvores que se encontram ao lado do Mercado Municipal e lamento também o estacionamento abusivo junto às mesmas. Na entrada traseira do Mercado Municipal, os terrenos envolventes são um depósito de lixo indiferenciado. Encontrei resíduos de construção e demolição, garrafas de vidro, plásticos, cartões e beatas de cigarro”, contou o ambientalista.
Diogo Casimiro, atleta que integra a Equipa B do SC Braga, vai interromper a carreira por tempo indeterminado, após ter-lhe sido diagnosticado um linfoma.
O Gverreiro do Minho de 22 anos ingressou no SC Braga na época 2018/2019.
“Diogo Casimiro encontra-se com um problema oncológico, depois de lhe ter sido diagnosticado um linfoma. O SC Braga manifesta, desde já, total solidariedade com o Diogo Casimiro, prometendo não medir esforços nesta batalha que é de todos. Porque nenhum Gverreiro trava batalhas sozinho”, escreveu o clube no site oficial.
Portugal registou 73 mortos por Covid-19 em 24 horas, elevando para 7.118 óbitos desde o início da pandemia. Foram registados mais 3.384 novos casos, aumentando para 427.254 casos confirmados, e há mais 2.385 recuperados, são ao todo 342.535 casos de recuperação.
Segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, morreram 36 pessoas em Lisboa e Vale do Tejo, 17 no Norte, 10 no Centro, 9 no Alentejo e 1 no Algarve.
Foram contabilizados 1.232 infetados na região de Lisboa e Vale do Tejo, 1.218 no Norte, 605 no Centro, 155 no Alentejo, 133 no Algarve, 25 na Madeira e 16 nos Açores.
O número de casos ativos em Portugal aumentou para 77.601, mais 926 face a este sábado, e 94.394 pessoas estão em vigilância pelas autoridades de saúde.
O número de internados é agora de 3.044, mais 186 nas últimas 24 horas, dos quais 500 em cuidados intensivos, mais 8.
A Câmara Municipal de Guimarães vai manter este ano a isenção das taxas devidas pelos comerciantes e feirantes do Mercado Municipal e Feira Retalhista, considerando as limitações do Plano de Contingência implementado até 30 de junho de 2021, assim como da isenção de taxas devidas pela utilização da Loja das Flores do Cemitério Municipal e da taxas devidas pela prestação de serviços de restauração ou bebidas com caráter não sedentário, em espaço público.
O apoio aos feirantes estende-se ao território concelhio, nomeadamente às feiras de Caldelas, Pevidém e São Torcato. Foi aprovada a atribuição de um subsídio às respetivas Juntas de Freguesia (entidades gestoras), para a implementação da isenção de 100% das taxas, de 1 de janeiro a 30 de junho de 2021, aos comerciantes e feirantes e pela perda de receita, considerando também que têm mais custos de gestão.
Este conjunto de apoios e medidas dirige-se às necessidades identificadas e estará sujeito a monitorização permanente com vista, caso se justifique, à sua revisão, alargamento, extensão e melhor adaptação à evolução da crise pandémica.
A Doçaria de São Vicente, em Braga, doou este sábado os excedentes de bolo-rei aos mais desfavorecidos desta freguesia.
A doçaria contactou a Plataforma dos Amigos da Freguesia de São Vicente para recolher e distribuir os excedentes pelas famílias assinaladas nesta freguesia.
“Fomos contactados pela Doçaria de São Vicente para doar os excedentes de bolo-rei. Efetuámos a recolha e distribuímos os mesmos por algumas famílias que apoiamos com os cabazes de Natal. Agradecemos o gesto, por parte de uma entidade vicentina, com uma história e uma presença tão importante na nossa freguesia. Obrigado do coração. Juntos fazemos a diferença”, realçou a Plataforma dos Amigos da Freguesia de São Vicente.
O SC Braga perdeu, este sábado, frente ao Sporting por 2-0, em jogo correspondente à décima segunda jornada da Liga NOS.
O primeiro golo dos leões surgiu aos 54 minutos através de Pedro Gonçalves. Num cruzamento de Nuno Mendes, Nuno Santos cai no duelo com Sequeira, mas a bola sobra para Pedro Gonçalves que atira e inaugura o marcador.
Aos 78 minutos, Sporar leva a bola até à grande área do SC Braga, Matheus ainda defende, mas a bola sobra para Matheus Nunes que aumenta a vantagem.
O SC Braga mantém os 24 pontos no quarto lugar da tabela classificativa.