Início Site Página 364

Assembleia Municipal de Barcelos aprovou votos de pesar por cinco personalidades ilustres

0
© CM Barcelos
© CM Barcelos

A Assembleia Municipal de Barcelos aprovou por unanimidade, votos de pesar pelo falecimento de cinco personalidades com forte ligação ao concelho: José Eduardo Lopes Nunes, António Júlio Lourenço, José Ricardo Lourenço, Clarivaldo dos Santos Silva e José Luís Nogueira de Brito.

Propostos pelos grupos municipais do PSD e do CDS-PP, os votos de pesar mereceram aprovação por unanimidade, seguida por um minuto de silêncio em memória.

José Eduardo Lopes Nunes, natural de Angola, foi o primeiro Presidente do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) e um dos principais mentores da instituição sediada em Barcelos. Licenciado em Ciências Naturais pela Universidade de Coimbra e doutorado em França, dedicou a vida à educação e à ciência, lecionando em Moçambique e colaborando na Universidade do Minho e na UTAD. Em 1995, aceitou o desafio de criar o IPCA “do zero”, recrutando professores e funcionários, organizando cursos e instalações, trabalho que exigiu coragem, resiliência e visão. Foi ainda Presidente da Assembleia Estatutária e integrou o Conselho Geral do IPCA, desempenhando papel crucial na consolidação da instituição e no prestígio do ensino superior em Barcelos.

António Júlio Lourenço Simões, natural de Roriz, faleceu nos Estados Unidos, onde residia desde os 17 anos. Licenciado em Medicina pela Universidade de Coimbra, especializou-se em Cirurgia Geral e Cardiovascular nos EUA, tendo exercido funções como cirurgião, diretor de hospital e professor. Benemérito dedicado, realizou várias doações em Portugal e nos EUA, incluindo apoio a bombeiros, hospitais, universidades e ao Rotary Internacional, beneficiando também São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Foi agraciado com a Medalha de Honra da Cidade de Barcelos e com o grau de Comendador pelo Presidente Mário Soares.

José Ricardo Lourenço, falecido no passado dia 4 de janeiro, nasceu em Tamel São Veríssimo, Barcelos, e foi um empresário, comerciante e árbitro destacado. Conhecido pelo seu espírito empreendedor, cívico e desportista, contribuiu significativamente para o desenvolvimento económico local e para a justiça no desporto.

Desempenhou papéis importantes na comunidade: foi membro da Primeira Assembleia Municipal de Barcelos, o primeiro Presidente da Junta de Freguesia de Tamel São Veríssimo após o 25 de Abril e colaborou no Conselho Económico Paroquial. Reconhecido pela sua integridade, trabalho e dedicação à terra natal, destacou-se pela vertente social e humanitária, deixando um legado de serviço, respeito e contribuição cívica, social e política.

Clarivaldo dos Santos Silva, empresário e residente em Milhazes, destacou-se pelo seu trabalho, dedicação e contribuição para o desenvolvimento económico local. Exerceu funções cívicas importantes como presidente da Junta de Freguesia de Milhazes e membro da Assembleia Municipal de Barcelos (1990–2007), sempre colocando o interesse público em primeiro lugar. Reconhecido pela integridade, humildade e proximidade com a comunidade, deixou um legado profissional, humano e autárquico que serve de exemplo para futuras gerações.

José Luís Nogueira de Brito, falecido no dia 4 de fevereiro, era natural de Barcelos, foi advogado, professor universitário e político destacado. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, dedicou-se à advocacia, à consultoria jurídica e ao ensino de Direito Empresarial e Segurança Social, tendo contribuído significativamente para a implementação do sistema de segurança social no meio rural. Eleito deputado pelo Círculo de Braga (1983–1995), ocupou cargos de relevo no CDS, incluindo o de presidente do grupo parlamentar e vice-presidente da Comissão Política Nacional, além de presidir à Comissão Parlamentar de Saúde, Segurança Social e Família. 

Rendas das casas descem 1,6% em Braga

0
DR
DR

Os preços das casas para arrendar em Portugal desceram 1,4% em fevereiro, face ao mesmo mês do ano anterior. Em Braga diminuíram 1,6%.

Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa tinha um custo de 16,2 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês, tendo em conta o valor mediano, afastando-se do máximo histórico de 17 euros por metro quadrado (euros/m2), registado em outubro de 2025. Trata-se de uma tendência de descida que se tem vindo a consolidar nos últimos três meses, com a variação trimestral a situar-se em -2,7%.

O preço das casas para arrendar aumentou em 9 das 15 capitais de distrito e regiões autónomas analisados. As maiores subidas anuais registaram-se em Bragança (16,9%), Coimbra (11,4%) e Leiria (10,4%). Seguem-se Viana do Castelo (9,8%), Setúbal (9,3%) e Ponta Delgada (9,2%). Também se observaram aumentos em Castelo Branco (4,1%), Faro (3,2%) e Aveiro (2,3%). Em sentido contrário, registaram-se descidas anuais no Porto (-2,5%), Braga (-1,6%), Évora (-1,2%) e Viseu (-0,8%). Já em Lisboa (-0,5%) e Funchal (0,5%), os preços mantiveram-se estáveis.

Lisboa continua a ser a cidade mais cara para arrendar casa, com um preço mediano de 21,7 euros/m2, seguida do Porto (16,8 euros/m2) e do Funchal (16,2 euros/m2). Logo depois surgem Faro (14,7 euros/m2), Setúbal (13,7 euros/m2) e Coimbra (12,8 euros/m2).

Seguem-se Évora (12,4 euros/m2), Aveiro (11,5 euros/m2) e Ponta Delgada (11 euros/m2). No segmento intermédio encontram-se Braga (10,2 euros/m2), Viana do Castelo (9,5 euros/m2) e Leiria (9,3 euros/m2). As capitais mais económicas continuam a ser Viseu (7,5 euros/m2), Castelo Branco (7,1 euros/m2) e Bragança (6,7 euros/m2).

Voluntários de Barcelos restauram habitat do lobo-ibérico em Pitões das Júnias

0
© Amigos da Montanha
© Amigos da Montanha

Mais de 80 voluntários participaram, no sábado, numa ação de restauro ecológico em Pitões das Júnias, Montalegre, promovida pelos Amigos da Montanha de Barcelos, em parceria com o CIBIO – Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, no âmbito do projeto europeu LIFE Wild Wolf. Esta foi a terceira iniciativa dinamizada pela associação no quadro deste projeto.

A intervenção centrou-se na melhoria da qualidade do habitat com a plantação de cerca de 300 árvores autóctones e a recuperação de uma charca. Numa área onde predominam espécies como o carvalho e a pereira-brava, a ação procurou diversificar a estrutura arbórea através da plantação de azevinhos, freixos ou amieiros, espécies fundamentais para aumentar e diversificar o ecossistema, reforçando as condições para as presas naturais do lobo-ibérico.

A recuperação da charca foi também uma medida ecológica relevante, criando um ponto de água essencial para a fauna local e contribuindo para a melhor adaptação do território face às alterações climáticas.

A ação, inicialmente prevista para o início de fevereiro, tinha sido adiada devido às tempestades que marcaram as últimas semanas, garantindo agora condições de segurança e eficácia para os trabalhos no terreno.

Para Américo Alves, presidente da direção dos Amigos da Montanha, esta iniciativa “reforça o papel ativo da Associação na conservação da natureza, demonstrando que o envolvimento comunitário é determinante para promover soluções concretas de restauro ecológico”.

“Depois de um dia de trabalho, mas também de partilha e convívio, os Amigos da Montanha não poderiam deixar de agradecer a todos os voluntários, parceiros e entidades envolvidas, com reconhecimento especial ao Grupo BECRI e à APACI – Associação de Pais e Amigos de Crianças Inadaptadas pelo exemplo de responsabilidade social e compromisso ambiental”, acrescenta.

O projeto LIFE Wild Wolf tem como objetivo “melhorar o estado de conservação do lobo-ibérico em Portugal, promovendo intervenções de gestão ativa do habitat e o envolvimento das comunidades locais na proteção da biodiversidade”.

Entretanto, os Amigos da Montanha têm já planeada a próxima ação de restauro, desta feita em Paredes de Coura, a 28 de março.

D.A.M.A. dão concerto em Ponte de Lima esta terça-feira

0
© D.A.M.A.
© D.A.M.A.

Os D.A.M.A. dão um concerto em Ponte de Lima esta terça-feira, 3 de março, às 22:00, em Ponte de Lima.

O espetáculo está integrado no encerramento das Comemorações dos 900 Anos do Foral de Ponte de Lima e irá decorrer no Areal do Rio Lima. No final do concerto será lançada uma sessão de fogo de artifício.

O anúncio foi efetuado pelo Município de Ponte de Lima que convida a comunidade a fazer parte destas comemorações. “O Município de Ponte de Lima convida todos os limianos e visitantes a juntarem-se à grande celebração do nono centenário do Foral de Ponte de Lima (1125–2025), uma efeméride que exalta a história e a identidade da vila mais antiga de Portugal. No âmbito destas comemorações, e para assinalar o Dia de Ponte de Lima, que se celebra a 4 de março, terá lugar um espetáculo musical com os D.A.M.A, no dia 3 de março, às 22:00, no areal da vila. O concerto encerrará simbolicamente as Comemorações dos 900 Anos de Ponte de Lima, com uma sessão de fogo de artifício que iluminará o céu e celebrará nove séculos de história, cultura e orgulho local. As celebrações decorrem até 4 de março de 2026 com um programa diversificado que une passado e presente, tradição e modernidade”. 

DGS alerta para fraca qualidade do ar por causa de poeiras vindas de África

0
© Fernando Araújo
© Fernando Araújo

A Direção-Geral da Saúde alertou para a fraca qualidade do ar, esta terça e quarta-feira, devido a poeiras vindas do norte de África.

A situação deve-se a uma massa de ar proveniente dos desertos que transporta poeiras em suspensão, que se prevê que atravesse Portugal continental nos próximos dois dias.

A DGS aconselha a população a evitar os esforços prolongados, limitando a atividade física ao ar livre e a exposição a fatores de risco. As crianças, idosos e doentes com problemas respiratórios crónicos devem permanecer no interior dos edifícios preferencialmente com as janelas fechadas.

Autarca de Câmara de Vieira do Minho presente na homenagem ao Juiz Conselheiro Júlio Pereira

0
© CM Vieira do Minho
© CM Vieira do Minho

A Universidade de Coimbra homenageou, a título póstumo, o Juiz Conselheiro Júlio Alberto Carneiro Pereira, numa cerimónia evocativa que destacou o seu percurso ímpar na magistratura portuguesa e o seu contributo para o Estado de Direito. A sessão contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, Filipe de Oliveira, que marcou presença em representação oficial do Município, e do presidente da Junta da União de Freguesias de Ruivães e Campos, Rui Silva.

A cerimónia decorreu no Anfiteatro do Laboratório Químico do Museu da Ciência, no âmbito das “Conversas da Casa da Lusofonia”, integradas nas celebrações do Ano Novo Chinês. O momento reuniu diversas personalidades do meio académico, jurídico e político.

Natural de Montalegre, Júlio Pereira mantinha profundas ligações familiares a Vieira do Minho, concretamente à freguesia de Ruivães, terra de origem do seu pai. Essa ligação ao concelho minhoto foi recordada como parte essencial da sua identidade pessoal e cultural.

Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, desempenhou funções de elevada responsabilidade ao longo da sua carreira, incluindo o cargo de Juiz Conselheiro no Supremo Tribunal de Justiça. Exerceu ainda funções como Secretário-Geral do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP) e Diretor-Adjunto do Serviço de Informações de Segurança (SIS), sendo amplamente reconhecido pelo seu rigor, discrição e elevado sentido de serviço público.

Na ocasião, o presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho destacou “o orgulho da comunidade vieirense pelo percurso do magistrado”, sublinhando que “Júlio Pereira foi um exemplo maior de dedicação ao serviço público e à Justiça, honrando as suas raízes e projetando o nome da nossa terra a nível nacional”. Acrescentou ainda que “Vieira do Minho se revê em figuras que, como ele, aliaram competência, integridade e profundo sentido de missão”.

Em Vieira do Minho, a evocação da figura de Júlio Pereira é vista como motivo de orgulho para a comunidade, reforçando a projeção nacional de personalidades com raízes no concelho.

100 Dias de Solidão

0
© Bruno Machado da IL
© Bruno Machado da IL

Cem dias não fazem um mandato. Mas dizem muito sobre o seu rumo. São suficientes para perceber se existe visão estratégica ou apenas gestão corrente; se há vontade de reformar ou apenas de comunicar.

O Executivo liderado por João Rodrigues apresentou um balanço entusiástico destes primeiros cem dias, proclamando um “novo ciclo político” assente em decisão e capacidade de concretização. A narrativa é ambiciosa. A realidade recomenda maior sobriedade.

Comecemos pelo Plano Director Municipal. A sua aprovação é relevante — ninguém o contesta. Mas convém recordar que foram longos e demasiados anos de revisão. Um processo que se arrastou no tempo, criando incerteza para famílias, investidores e para o próprio planeamento do território. Celebrar agora a conclusão de um dossier excessivamente prolongado não apaga a responsabilidade política pelo atraso acumulado. Mais do que festejar o fim, importa refletir sobre por que demorou tanto.

O alegado reforço de 1.500 hectares de solo urbano exige, além disso, responsabilidade acrescida. Crescer não é apenas expandir perímetros; é garantir infra-estruturas, serviços, mobilidade e sustentabilidade financeira. Sem execução rigorosa e planeamento integrado, a ambição urbanística pode transformar-se em pressão desordenada sobre o território.

Também o maior Orçamento Municipal de sempre (285 milhões de euros) é apresentado como prova de ambição. Mas os orçamentos crescem por efeito da inflação e da expansão da despesa. O que distingue um orçamento reformista não é o seu volume nominal, mas a sua capacidade de gerar eficiência, medir resultados e introduzir reformas estruturais.

Na mobilidade, a anulação ou suspensão do projecto BRT foi apresentada como decisão estruturante. Cancelar não é governar; governar é apresentar alternativa clara, com modelo definido, financiamento assegurado e calendário transparente.

Quanto à redução de 14% nos passes dos Transportes Urbanos de Braga, a Iniciativa Liberal tem sido coerente na defesa de que a gratuitidade generalizada do transporte público não é solução sustentável. Descapitalizar os TUB pode comprometer a sua autonomia financeira e, no limite, colocar em causa os rácios mínimos de autofinanciamento legalmente exigidos às empresas municipais. Políticas públicas responsáveis devem assegurar equilíbrio económico, sob pena de criar problemas estruturais no médio prazo.

Quanto às grandes infra-estruturas, tais como a Variante do Cávado e do Este, impõe-se prudência. O financiamento depende do Governo da República. Num contexto em que o país enfrenta uma situação de calamidade com impacto orçamental relevante, é legítimo questionar se os compromissos plurianuais permanecem blindados. Existem garantias formais? Estão os contratos plenamente assegurados? Prudência não é pessimismo; é responsabilidade.

Na educação, na segurança e na requalificação urbana acumulam-se anúncios de verbas. Fica por demonstrar o grau de execução efectiva e os prazos concretos de concretização.

Falar de “novo ciclo” implica mudança de paradigma: simplificação administrativa, reforço da transparência na contratação pública, competitividade fiscal estrutural e avaliação séria das políticas municipais. Até ao momento, esses sinais não são evidentes.

Os primeiros cem dias revelam sobretudo continuidade administrativa com forte componente comunicacional. Não há ainda reformas estruturais inequívocas que justifiquem a narrativa de ruptura.

Braga merece ambição com responsabilidade. Merece planeamento atempado, contas equilibradas e políticas sustentáveis. Cem dias são apenas o início — mas são também um teste à coerência entre discurso e realidade. E, por agora, o que se vê é mais proclamação do que transformação. Demasiada comunicação. E demasiada solidão estratégica.

Guimarães requalifica Unidade de Saúde Familiar de São Nicolau e Amorosa

0
© CM Guimarães
© CM Guimarães

“Este investimento traduz o compromisso permanente do Município de Guimarães com os vimaranenses. A saúde é uma prioridade como mostra mais este investimento.” Foi desta forma que o presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, sublinhou a importância da requalificação da Unidade de Saúde Familiar (USF) de São Nicolau e Amorosa, cuja adjudicação foi aprovada esta manhã, na reunião do Executivo Municipal, realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

A empreitada representa um investimento de 998.487,42 euros, acrescido de IVA, e terá um prazo de execução de 180 dias. A intervenção será financiada no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), reforçando a aposta do Município na “modernização das infraestruturas de saúde e na melhoria contínua dos serviços prestados à população”.

Integrada no Plano Plurianual de Investimentos, a obra será adjudicada à empresa HUB7 Engenharia, Lda., contribuindo para “o reforço da capacidade de resposta da rede de cuidados de saúde primários no concelho”. 

A requalificação permitirá “melhorar as condições de atendimento, modernizar as infraestruturas existentes e elevar a qualidade dos serviços prestados aos utentes da USF de São Nicolau e Amorosa, equipamento essencial para a comunidade”.

Ricardo Araújo acrescentou, ainda, que “esta intervenção representa um passo firme na consolidação de uma rede de cuidados de saúde mais próxima, mais eficiente e mais humana”, destacando também “a importância da articulação institucional e da captação de financiamento externo para a concretização de projetos estruturantes”.

Mercado da Senhora-a-Branca está de regresso a Braga no fim de semana

0
© Carla Costa
© Carla Costa

O Mercado da Senhora-a-Branca está de regresso a Braga no sábado e domingo, 7 e 8 de março.

A iniciativa irá decorrer no Largo da Senhora-a-Branca, em São Victor, das 10:00 às 19:00, e as inscrições encontram-se abertas.

Os interessados deverão contactar para o número: 910 073 949 ou para o e-mail: [email protected].

Crânio humano encontrado na freguesia de Adaúfe Braga

0
DR
DR

Um crânio humano foi encontrado por populares numa zona florestal da freguesia de Adaúfe, em Braga, esta segunda-feira.

A GNR foi chamada ao local e a Polícia Judiciária recolheu as ossadas para análise. Também foram encontradas peças de roupa.

A investigação está agora a cargo da PJ.