O Executivo Municipal de Braga reúne esta quarta-feira, às 09:30, no Forum Braga, para discutir e votar 141 pontos na ordem de trabalhos.
Em análise estarão, entre outros assuntos, a proposta de adjudicação da empreitada do Cineteatro São Geraldo, Braga Media Arts. O projeto, com o custo de 13.039.169,40 euros (acresce IVA), prevê que seja construído juntamente com o Edifício do Pé Alado.
A edição de 2026 superou os números do ano anterior, levando animação, cor e espírito competitivo ao coração da Póvoa de Lanhoso, em plena Festa de S. José.
Integrada no programa das Festas do Concelho, a prova afirmou-se mais uma vez como um marco desportivo da região, atraindo cerca de 600 atletas, um número que superou a participação da edição anterior.
Organizada pelo Grupo Desportivo da Goma, com o apoio do Município da Póvoa de Lanhoso e o licenciamento da Associação de Atletismo de Braga, a prova serviu como palco para o Campeonato Regional de Estrada.
Os jovens atletas dos escalões Sub-10 a Sub-18 deram as primeiras passadas de energia no centro da vila, seguindo-se a prova principal de 10 quilómetros, num percurso que testou a resistência dos participantes.
No plano competitivo, o grande destaque foi para Miguel Borges, do Grupo Desportivo Recreativo de Santa Tecla, que se sagrou campeão, com o tempo de 00:29:43. No setor feminino, a vitória sorriu a Beatriz Fernandes, do Vitória Sport Clube, que cruzou a meta aos 00:36:53.
Para além da vertente competitiva, a Corrida de S. José incluiu uma caminhada não cronometrada na qual participaram cerca de 40 pessoas. Aberta a participantes dos 2 aos 90 anos, esta atividade reforçou o propósito de promover a atividade física e a saúde em comunidade, independentemente da idade ou do ritmo.
A turma 6.º C da Escola Básica de Trigal Santa Maria de Braga sagrou-se vencedora nacional do 2.º Ciclo das Olimpíadas da Educação Financeira, uma iniciativa da Fundação António Cupertino de Miranda para a promoção da literacia financeira entre alunos dos ensinos básico e secundário.
A escola recebeu hoje a visita da vereadora da Educação, Coesão Social e Juventude da Câmara Municipal de Braga, Hortense Santos, do secretário Executivo da Comunidade Intermunicipal do Cávado, Carlos Silva, e ainda de representantes da Fundação António Cupertino de Miranda. Numa cerimónia realizada na escola, foi anunciado publicamente o feito dos 18 alunos do 6.º ano, que se destacaram a nível nacional ao responderem corretamente ao maior número de perguntas do quiz das olimpíadas no menor tempo possível.
Além da entrega de certificados de participação, os alunos receberam prémios como reconhecimento do seu empenho e excelência na área da literacia financeira, num momento que contou com a presença de professores e elementos da comunidade escolar.
Ao longo deste ano letivo, mais de 816 alunos de escolas de todo o país, integrados nos projetos “No Poupar Está o Ganho” e “Por Tua Conta”, também dinamizados pela Fundação, participaram num quiz digital, onde testaram os seus conhecimentos de forma lúdica e interativa. Os alunos responderam a 60 questões sobre temas de educação financeira, como poupança, gestão de recursos ou consumo responsável, num jogo realizado online por toda a turma, diretamente a partir das salas de aula.
“Mais do que uma competição, as Olimpíadas da Educação Financeira são um projeto que contribui para formar cidadãos mais conscientes e preparados para o futuro. O desempenho desta turma da Escola Básica de Trigal de Santa Maria evidencia o papel fundamental da Fundação António Cupertino de Miranda e das escolas na promoção de uma educação financeira sólida e acessível junto de alunos de várias idades”, referiu Inês Abreu, administradora da Fundação António Cupertino de Miranda.
Esta é a nona edição das Olimpíadas da Educação Financeira em que o município de Braga marca presença. Desde 2017, já participaram neste projeto mais de 190 turmas e 3.800 alunos bracarenses. Neste ano letivo, participaram 26 turmas de 15 escolas e 544 Alunos.
“Acolhemos as Olimpíadas da Educação Financeira desde 2017. É uma forma de os alunos adquirirem conhecimento, mas também de se divertirem. Enquanto aprendem, não se esquecem que são conhecimentos que, de uma forma mais ativa, ficam para o futuro. Para o município, é muito gratificante ver esta participação e deixamos também a nossa palavra de agradecimento à Fundação António Cupertino de Miranda, que nos tem apoiado a levar a Literacia Financeira aos alunos” acrescenta a vereadora Hortense Santos, que detém os pelouros da Educação, Coesão Social, Juventude.
As Olimpíadas da Educação Financeira decorreram entre 31 de outubro de 2025 e encerraram no passado dia 6 de março, sendo que cada escola pôde optar pelo melhor momento para realizar o quiz e submeter a sua participação. O projeto disponibiliza a alunos e professores uma plataforma digital com recursos educativos que funcionam como instrumentos de apoio na área da literacia financeira.
Filipe Silva, vereador do PS na Câmara Municipal de Vila Verde, alertou que há estradas “degradadas” no concelho.
“Buracos, remendos mal feitos, pavimento irregular e intervenções repetidas transformaram muitas vias em obstáculos permanentes para quem precisa delas para trabalhar, estudar ou simplesmente circular em segurança”, refere o vereador.
Segundo o socialista, “há pessoas que relatam problemas muito concretos, tais como carros danificados por buracos profundos e remendos que não duram; desvios constantes porque as estradas estão sempre a ser abertas e fechadas; estradas ‘novas’ destruídas semanas depois, obrigando a passar novamente por zonas esburacadas; percursos diários mais longos e perigosos, sobretudo para quem vive nas freguesias mais afastadas; falta de previsibilidade, porque nunca se sabe quando uma estrada vai estar transitável; e insegurança, especialmente à noite, quando buracos e irregularidades são difíceis de ver”.
Segundo Filipe Silva, “estes problemas não são abstratos. São reais. São sentidos por quem leva os filhos à escola, por quem depende do carro para trabalhar, por quem vive nas freguesias onde cada buraco é um risco. As pessoas estão cansadas de remendos. Querem soluções definitivas”.
“O impacto é transversal. Há famílias que gastam mais em reparações de veículos; trabalhadores que perdem tempo em desvios e estradas degradadas; empresas que dependem de acessos seguros para funcionar; e serviços de emergência que enfrentam vias irregulares e perigosas”, acrescenta o socialista.
Filipe Silva defende que “Vila Verde precisa de um planeamento sério e responsável, que garanta obras definitivas, e não remendos sucessivos; coordenação entre serviços para evitar abrir estradas recém-pavimentadas; prioridade aos troços mais críticos, onde as pessoas mais sofrem; e transparência sobre decisões, custos e prazos”.
“Os vilaverdenses merecem estradas seguras, duradouras e fiáveis. Merecem respeito pelo seu tempo, pelo seu dinheiro e pela sua segurança. É por eles que levantamos estas questões”, finalizou.
Crianças de diferentes escolas participaram hoje numa ação de plantação de árvores autóctones no concelho de Vila Verde, no âmbito do programa promovido pela Câmara Municipal para a defesa e valorização do ambiente. A iniciativa incluiu ainda a declamação de poesia em espaços públicos.
“Todos juntos, com pequenos gestos, estamos a construir um concelho cada vez verde, um ambiente melhor e um mundo mais sustentável”, salientou a presidente da Câmara, Júlia Rodrigues Fernandes, que participou na plantação de centena e meia de árvores no monte de Santa Engrácia, em Gême.
Alunos da Escola EB2,3 de Vila Verde envolvidos no projeto Eco-Escola, crianças do primeiro ciclo do Colégio D. João Aboim e do Jardim de Infância de Gême “puseram as mãos na terra”, com a ajuda de elementos da Equipa Municipal de Intervenção Florestal (EMIF) e da Associação Florestal do Cávado.
Pinheiros mansos, carvalhos, sobreiros e azevinhos – cedidos pela Associação Local de Valorização Ambiental ALVA –, foram as espécies plantadas, depois da declamação de poemas diversos, tendo sempre como tema central a defesa do ambiente e da floresta.
Júlia Rodrigues Fernandes destacou “o trabalho importante e insubstituível que vem sendo desenvolvido nas escolas”, alertando ainda para a capacidade dos mais novos poderem influenciar as famílias e os hábitos em casa.
“Estas iniciativas são fundamentais para envolver as gerações mais jovens na defesa do ambiente, promovendo uma consciência ecológica que se constrói desde cedo, com experiências práticas e significativas”, sustentou a autarca, que esteve ainda acompanhada pelos vereadores da educação, Manuel Lopes, e do ambiente, Carlos Tiago Alves.
As comemorações Dia Mundial da Árvore e o Dia Mundial da Poesia tiveram início no sábado com uma caminhada no Monte do Castelo, num percurso circular de contacto com a natureza, incentivando estilos de vida saudáveis e a descoberta de um dos espaços naturais mais emblemáticos do concelho.
Depois da plantação no Monte da Santa Engrácia, em Gême, os alunos estiveram na Praça do Município, aceitando o desafio para uma reflexão ambiental e para expressarem, de forma simbólica, o seu compromisso com a sustentabilidade, perante a “Árvore dos Desejos Ambientais”.
O vereador Carlos Tiago Alves fez questão de realçar a ligação entre “educação, natureza e cidadania”, enquanto processo decisivo para “formar comunidades mais responsáveis e resilientes”. O autarca assumiu, nesse âmbito, o compromisso do Município para apoiar e concretizar respostas eficientes e inovadoras na valorização ambiental.
O Laboratório de Automação e Robótica (LAR) da Universidade do Minho e a botnroll.com promovem de quarta-feira a sexta-feira, dias 25 a 27 de março, a RoboParty 2026, em Guimarães, com mais de 100 equipas provenientes de todo o país, mais equipas de Espanha e Holanda.
O evento pedagógico ensina a criar e construir robôs móveis autónomos de forma simples e animada. Esta 18.ª edição decorre no pavilhão desportivo do campus de Azurém, em Guimarães. O público tem entrada livre e a sessão de abertura decorre na quinta-feira, pelas 14:00, com a presença do Reitor Pedro Arezes, o autarca de Guimarães, Ricardo Araújo, entre outros ilustres convidados.
A maioria dos participantes é da faixa etária dos 15 aos 17 anos, sendo que o mais novo tem 10 anos e o menos novo tem 65 anos. No início do evento, as equipas recebem um kit em peças do robô “Bot’n Roll One A+”. Segue-se a formação básica em eletrónica, programação e mecânica para permitir a construção do protótipo, num ambiente de entre-ajuda e com apoio permanente de 70 estudantes maioritariamente de Engenharia Eletrónica Industrial e Computadores. Na 5ª e 6ª feira há desafios robóticos, onde os participantes põem os seus robôs à prova para demonstrar as suas capacidades. Os desafios são: Fun Challenge, Crazy Race e Robot Show. Na prova Fun Challenge continua a haver surpresas para os participantes porque os robôs não são 100% autónomos e vão precisar da destreza do seu mestre.
No final do evento os participantes levam os robôs consigo para casa ou para a escola para continuarem a aprender.
Ao longo dos três dias non-stop (os jovens trazem saco-cama), há múltiplas atividades lúdicas e desportivas, como apresentação de gadgets, DJ, Basquetebol, Ténis de Mesa, Xadrez, voleibol, Remates, Peddy Paper, Atuação da Tun’ Obebes: Tuna Feminina de Engenharia da Universidade do Minho, atuação da Tuna Afonsina: Tuna de Engenharia da Universidade do Minho, e ainda “internet”.
A Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Católica Portuguesa, em Braga, promove, a 27 de março, uma sessão dedicada ao tema “Co-Construir Esperança e Harmonia: um apelo para unir uma sociedade dividida”, assinalando o Dia Mundial do Serviço Social. Está confirmada a presença do Secretário de Estado Adjunto da Presidência e da Imigração, Rui Armindo Freitas.
A iniciativa reúne académicos, decisores políticos e profissionais do setor social para refletir sobre os desafios contemporâneos da coesão social, com particular enfoque nas dinâmicas de migração, integração e sustentabilidade social.
“Num contexto marcado por desafios sociais complexos, este encontro em Braga pretende reforçar o papel do Serviço Social como agente de coesão, promovendo o diálogo, a inclusão e a construção conjunta de respostas mais justas e humanas para as questões da migração e da diversidade social,” refere Catarina Vieira da Silva, coordenadora da Licenciatura em Serviço Social da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Católica Portuguesa em Braga e membro da comissão organizadora do evento.
A sessão terá início às 09:30, com a participação de Catarina Vieira da Silva, Coordenadora da Licenciatura em Serviço Social, e de Bruno Nobre, diretor da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais, contando ainda com a presença do diretor do Centro Distrital de Braga da Segurança Social e da vereadora da Coesão Social do Município de Braga.
O programa inclui uma mesa-redonda dedicada ao tema “Migração, Integração e Sustentabilidade Social: Estratégias para o Futuro”, reunindo especialistas de diferentes instituições académicas e da área social, seguida de um momento de debate com o público.
A conferência integra ainda uma keynote sobre “Coesão, responsabilidade e esperança: caminhos para unir uma sociedade dividida”, bem como a atribuição do Prémio SerSocial, que distinguirá, este ano, a Professora Margarida Silva, reconhecendo o seu contributo para o desenvolvimento do Serviço Social em Portugal.
Assinalado anualmente na terceira terça-feira de março, o Dia Mundial do Serviço Social é promovido pela Federação Internacional de Assistentes Sociais e constitui um momento de mobilização global em torno do papel desta área na construção de sociedades mais justas e inclusivas. Em 2026, o tema escolhido, “Co-Construir Esperança e Harmonia”, destaca a necessidade de respostas coletivas face a um contexto global marcado por desigualdades, fragmentação social e desafios humanitários.
Os 15 elementos da Polícia Municipal de Barcelos terminam, no final deste mês, um período de estágio em Braga, no âmbito de um acordo de colaboração intermunicipal inédito em Portugal. No início de abril, o recém-criado efetivo barcelense irá iniciar a sua atividade na cidade de Barcelos, depois de os agentes terem também já cumprido uma formação obrigatória de seis meses.
O estágio realizado na Polícia Municipal de Braga foi hoje assinalado com um momento que contou com a presença do presidente da Câmara de Barcelos, Mário Constantino Lopes, e do vice-presidente da autarquia bracarense, Altino Bessa. Participaram, também, os comandantes dos dois efetivos policiais de Barcelos e de Braga, Davide Ochoa e Andreia Parente, respetivamente, bem como o coordenador do estágio, Nuno Ribeiro.
Inicialmente, os efetivos da Polícia Municipal de Barcelos realizaram a respetiva formação na Fundação para os Estudos e Formação nas Autarquias Locais (FEFAL) e na Escola Prática de Polícia, em Torres Novas.
A formação dos novos agentes incidiu em áreas como as Competências das Polícias Municipais, Noções de Direito e Direito Penal, Procedimento Administrativo e Defesa dos Administrados, Proteção Civil, Defesa do Consumidor, Saúde Pública, Contraordenações, Proteção do Património, Ordenamento Territorial e Regulação Urbanística, Organização do Estado e da Administração, Deontologia Profissional, Estatuto dos Funcionários Públicos, Informática e Técnicas de Comunicação Escrita e Oral.
Adquiriram, também, conhecimentos ao nível da Organização Policial, Relações com o Público e Resolução de Conflitos, Código da Estrada e Ordenamento de Trânsito, Transmissões, Direito, Liberdades e Garantias e, ainda, Instituições do Estado de Direito.
Após este período, os novos agentes iniciaram, março, um estágio de um mês na Polícia Municipal de Braga com o objetivo de complementarem a formação teórica recebida com uma vertente mais prática.
Os famalicenses esgotaram as três mil árvores e arbustos de espécies florestais, de fruto e aromáticas, na campanha de adoção de árvores que decorreu este domingo, 22 de março, entre as 09:00 e as 12:00, na Praça-Mercado Municipal.
“O envolvimento da comunidade demonstra que Famalicão está genuinamente empenhado em criar um território mais sustentável, ecológico e preparado para os desafios do futuro”, referiu Mário Passos, presidente da Câmara Municipal de Famalicão, que marcou presença no evento, acompanhado pela vereadora dos Espaços Verdes e Floresta, Vânia Marçal.
A iniciativa integra a estratégia municipal de promoção da biodiversidade, reforço da resiliência climática e incentivo a estilos de vida sustentáveis e no projeto municipal “100 000 árvores para 2030”.