A Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva está a acolher a fase municipal da 3.ª edição do Concurso Intermunicipal de Leitura do Cávado, iniciativa que reúne os alunos vencedores da fase escolar de vários níveis de ensino, em provas orais de palco.
Ao todo, participam 103 alunos, distribuídos entre os diferentes ciclos de ensino, com o objetivo de estimular hábitos de leitura e pôr à prova competências como a análise, interpretação, organização e expressão oral.
Promovido pelo Grupo de Trabalho das Bibliotecas de Leitura Pública do Cávado (RIBCA), sob coordenação da Comunidade Intermunicipal do Cávado, o concurso conta com o apoio dos municípios e da Rede de Bibliotecas Escolares. A fase municipal irá apurar oito vencedores (dois por nível de ensino), que representarão Braga na final intermunicipal, a realizar-se em Esposende.
A vereadora da Educação, Hortense Santos, e a vereadora da Cultura, Catarina Miranda, integram o júri, acompanhando de perto o desempenho e dedicação dos participantes.
O serviço municipal de Proteção Civil de Vila Verde está a desenvolver operações de fogo controlado em áreas de mato e vegetação infestante no concelho.
O programa de ação preventiva, que está a decorrer ao longo desta semana, insere-se no âmbito da estratégia municipal de prevenção contra incêndios de grande dimensão, que inclui a criação de “zonas tampão”, a limpeza e a abertura de caminhos florestais.
A presidente da Câmara de Vila Verde, Júlia Rodrigues Fernandes, e o vereador Patrício Araújo acompanharam o arranque das ações no terreno. O plano de intervenções abrange o Monte do Castelo e áreas nas zonas das freguesias de Dossãos e de Prado S. Miguel.
“Esta operação de fogos controlados é de grande relevo para a prevenção de fogos rurais e florestais. Faz parte de um plano de prevenção que os serviços do Município estão a desenvolver há já algum tempo. Atempadamente, procuramos fazer o que está ao nosso alcance para minorar riscos e prejuízos dos incêndios”, explicou Júlia Rodrigues Fernandes.
A autarca destacou “a particular atenção que o Município de Vila Verde tem vindo a dar à proteção civil do concelho, com reforço de investimento no apetrechamento técnico e recursos, tendo também em conta as caraterísticas do território e a importância estratégica da salvaguarda do património natural e paisagístico”.
“A defesa e proteção das pessoas e bens, com particular destaque para o património do concelho, é uma prioridade central da ação do Município”, vincou a presidente da Câmara, valorizando “as ações de prevenção, incluindo a limpeza e a abertura de caminhos florestais, a anteceder os períodos mais críticos de verão”.
As ações de fogo controlado visam “reduzir a carga de combustível existente e a criação de descontinuidades na vegetação, de forma a assegurar ‘zonas tampão’ para evitar a extensão de grandes incêndios e para aumentar a resiliência do território à propagação dos fogos”.
A igreja Católica Portuguesa vai pagar 1.609.650 euros a 57 vítimas de abusos sexuais, anunciou a Conferência Episcopal Portuguesa.
Em comunicado, a Conferência Episcopal Portuguesa sublinha que, nos últimos dois anos, a Igreja recebeu 95 pedidos de compensação financeira devida a alegados abusos sexuais praticados nos últimos 70 anos. Desses, 78 foram considerados elegíveis para apreciação final e 17 foram arquivados liminarmente. “Estes últimos correspondem a situações não enquadráveis no Regulamento, bem como a situações em que as pessoas denunciantes não compareceram à entrevista com as Comissões de Instrução ou deixaram de responder aos contactos para o respetivo agendamento”, refere.
Existem ainda nove pedidos em fase final de análise para definição do montante a atribuir e um pedido pendente, a aguardar decisão da Santa Sé. Os restantes 11 pedidos foram indeferidos.
As compensações financeiras a atribuir a cada uma das pessoas têm como valor mínimo 9 mil euros e o máximo de 45 mil euros.
“Sabemos que a atribuição de uma compensação financeira não apaga o que aconteceu nem elimina as consequências dos abusos na vida de quem os sofreu. Com este gesto concreto, a Igreja em Portugal deseja reconhecer o sofrimento e a dignidade de cada pessoa que passou por tais atentados, procurando a reparação possível dos danos sofridos. Este não é um gesto isolado, mas parte de uma responsabilidade que a Igreja deve assumir humildemente, inserida num compromisso mais amplo que inclui a escuta, o acompanhamento, a prevenção e a intervenção através das estruturas competentes”, sublinha a Conferência Episcopal Portuguesa.
O presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, esteve, esta quarta-feira, em Paris para representar Guimarães 26 – Capital Verde Europeia nos CDP Europe Awards. Durante o evento, o município foi distinguido com o galardão, ao ser novamente reconhecido como uma das cidades líderes mundiais nas áreas da transparência e da ação climática.
Para Ricardo Araújo, este reconhecimento “reforça o compromisso contínuo de Guimarães com uma ação climática transparente e focada na qualidade de vida das pessoas. É também um sinal claro de que estamos no caminho certo na construção de um território mais sustentável, no âmbito de Guimarães 26 – Capital Verde Europeia”.
Com base nos dados divulgados em 2025, Guimarães integra pela terceira vez consecutiva a lista A do CDP – Carbon Disclosure Project, uma organização ambiental global sem fins lucrativos. A cidade foi uma das 120 em todo o mundo e uma das cinco em Portugal – além de Porto, Braga, Maia e Matosinhos – a obter esta pontuação.
Ao atingir esta classificação, Guimarães destacou-se num grupo de mais de 700 cidades que reportaram dados ambientais através do CDP-ICLEI Track em 2025. Neste ponto, destaque para a divulgação dos riscos, necessidades e oportunidades climáticas, investimento em projetos prioritários e apresentação de soluções replicáveis e de alto impacto.
Esta auditoria foi realizada por uma comissão independente, com base num conjunto de parâmetros rigorosos que mediram o nível e o impacto da divulgação pública de dados ambientais por parte do município.
O Município de Esposende e a empresa municipal Esposende Ambiente voltam a associar-se à Hora do Planeta, promovendo, no próximo dia 28 de março, entre as 20:30 e as 21:30, o apagão simbólico de vários edifícios e espaços públicos, numa ação de sensibilização para as alterações climáticas e a proteção da biodiversidade.
Durante esse período, serão desligadas as luzes da sede da Esposende Ambiente, da Biblioteca Municipal, do Museu Municipal e do Centro de Educação Ambiental. Será também suspensa a iluminação decorativa de vários pontos da cidade, nomeadamente os bancos do Largo Rodrigues Sampaio, os murais junto à rotunda sul, a Lota dos Pescadores, a estátua de D. Sebastião e a Igreja Matriz de Esposende. A autarquia esclarece que outros edifícios não serão abrangidos por estarem integrados na rede de iluminação pública, cuja gestão não permite intervenção direta.
Paralelamente, o Município desafia a população a aderir à iniciativa, desligando as luzes nas suas habitações durante uma hora, reforçando o compromisso coletivo com a sustentabilidade. A participação pode também ser formalizada através de registo na plataforma da organização promotora.
Foram aprovadas, em Reunião de Câmara, intervenções num valor de 16 milhões de euros para o Cineteatro São Geraldo, a criação de um Parque Ecológico e a renaturalização da margem do Rio Cávado.
No encontro, a oposição abordou ainda as trotinetas na cidade, as datas para o início das obras já anunciadas, o regresso de vigilantes nas escolas e a relocalização da Feira Semanal para o Forum Braga.
Para Filipe Aguar, vereador do Chega, a circulação das trotinetas em Braga “continua a ser um flagelo para quem anda na cidade, tanto a nívelpedonal, como em termos de automóvel”. “É uma desregulação completa e esses atropelos todos que têm acontecido e a desorganização para aquelas pessoas quetêm menor mobilidade e que têm mobilidade normal, sentem essa dificuldadenos passeios de trotinetas completamente atravessadas. É algo que as pessoas nos falam diariamente e nós sentimos que é uma preocupação que as pessoas têm e não vamos desistir até que o Executivo tome uma posição firme, independentemente dos custos que isso possa ter”, referiu.
Já Rui Rocha, vereador da Iniciativa Liberal, pretende exigir a concretização das obras anunciadas e as datas das suas concretizações. “Falei de alguns exemplos, da Casa dos Crivos, do Museu da Imagem, mas é uma apreciação mais genérica sobre a capacidadedo Executivo concretizar e é isso que será o nosso combate neste mandato. É muito fácil anunciar coisas, é fácilanunciar novas questões em termos de mobilidade, mas depois as semanas vão passando e ainda nãotemos o protocolo relativo à Circular Externa de Braga assinado. Nós desejamos que ele sejaassinado o mais rapidamente possível, porque é muito importante que as obras e os equipamentosculturais que são anunciados sejam feitos, mas depois tardam em estar disponíveis para os munícipese para quem nos visita. Portanto, é isso que faremos durante este mandato, que é exigir aquiloque é anunciado seja concretizado e em tempo”, disse o liberal.
Por seu turno, Ricardo Silva, vereador do Amar e Servir Braga, falou sobre a necessidade do regresso dos vigilantes às escolas no concelho. “Nós queremos que se voltem a adotar os vigilantes escolares, seja negociando com o Ministério da Educação, ou seja assumindo essa competência em sede própriado Município, até porque nesta ausência de perceber exatamente se a competência é municipal se ainda compete ao Ministério da Educação. A Câmara de Braga diz quetem tão bons contactos no Governo, então há que os usar e que articule com o nosso Ministro da Educação, o nosso presidente da Assembleia Municipal, e que se mexam todos pararesolver uma questão que está mais que adormecida e que todos os diretores de agrupamentos queremver resolvida. Não há um único diretor de agrupamento que diga que não quer um vigilanteescolar. Portanto, nós, em sede de campanha, visitámos os agrupamentos, nós ouvimos essasnecessidades, nós pusemos essa reivindicação no nosso compromisso eleitoral e queremos vê-lasatisfeita e, portanto, queremos obviamente forçar ou recomendar que o Município trabalhe mais eque seja em sede própria para resolver esta questão”, sublinhou.
Pedro Sousa, vereador do Partido Socialista, referiu que a Feira Semanal de Braga foi “desvalorizada” quando foi direcionada para a Nacional 101 e que o seu regresso para o Forum Braga no mês de setembro “trará outras condições para os feirantes e para a economia local”. “A Feira de Braga é hoje, no quadrodas quatro grandes cidades do distrito, a feira com menos dimensão, a feira com menos volume denegócio, a feira com menos operadores e isso teve muito que ver com o contexto de desvalorizaçãode ter uma feira no meio de uma estrada nacional. Era uma preocupação e nós, apesar de ser apenas em setembro, ficámos contentes que haja um calendário, quehaja uma previsão e que as pessoas possam começar a organizar-se e a começar a planear a sua atividade económica num novo espaço e com outras condições para poderem desenvolver o seu trabalho”, salientou.
João Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Braga, falou sobre a aprovação das três intervenções com investimento num valor de 16 milhões de euros. “O Parque Ecológico, em Lomar, e a renaturalização da margem do Rio Cávado, junto aoParque Industrial de Padim da Graça, são intervenções de monta. Uma delas é esperada há anos para que avance e finalmente avança com um investimento de 13,5 milhõesde euros do Município de Braga. O grosso é pagointeiramente pelo orçamento municipal, naquela que é uma intervenção absolutamente necessária,naquilo que nós entendemos que deve ser a reputação urbana do centro histórico da cidade naquele meio quarteirão que fica praticamentetodo ele dedicado às artes. É um quarteirão absolutamente central da cidade e, portanto, achoque isso é claramente a notícia mais importante do dia de hoje. Ao mesmo tempo,a aprovação das intervenções em Lomar. São dois hectares de parque, tirando obviamente aquela questão que foi citada há pouco do Parque no Monte Picoto em que grande parte dessa área não é acessível. Portanto, são dois hectares acessíveisque vão passar a estar disponíveis à população e, assim, a obra avança e termina. Além deresolver a questão das cheias em Ferreiros, também é uma questão que vem sendo abordada há muitosanos, e depois a renaturalização da margem do Rio Cávado na zona do Padim da Graça”, finalizou o edil.
O presidente da Câmara Municipal de Braga anunciou ainda que brevemente as Reuniões de Câmara passarão a ser transmitidas online.
O Centro Cívico de Palmeira, em Braga, volta a ser palco da cultura, no próximo fim de semana, com espetáculos de teatro no âmbito do Dia Mundial do Teatro e do XVII Fest’Arte 2026.
Na sexta-feira, a Nova Comédia Bracarense vai assinalar o Dia Mundial do Teatro com o espetáculo “Isto é o Carago”, pelas 21:30, organizado pelo INATEL – Delegação de Braga. A comédia popular é uma farsa que visa parodiar, de forma jocosa e satírica, as relações humanas e sociais do poder político e religioso de uma pequena comunidade.
Segundo o autor, a peça é “um exercício teatral que procura divertir o público à boa maneira do teatro de Gil Vicente, expondo alguns vícios e maus costumes que ainda hoje perduram na sociedade atual”.
No sábado, a programação do XVII Fest’Arte 2026 volta a animar os palmeirenses com o espetáculo “Fando e Liz”, do Grupo Dramático de Vilar do Paraíso, que sobe ao palco às 21:45. O drama, escrito por Fernando Arrabal, é uma trama surrealista que conta a história de Fando e a sua amante Lis numa jornada por um mundo caótico e desolado. A peça está envolta numa atmosfera onírica, provocação de questionamentos sobre a condição humana, o amor e a busca de sentido na vida.
Os espetáculos de sexta e sábado, de entrada gratuita e com o custo de 3 euros, respetivamente, têm o apoio da Junta de Freguesia de Palmeira.
O tubo digestivo é colonizado por milhões de bactérias, muitas das quais na proporção e quantidade adequadas, com benefícios consideráveis para o funcionamento do organismo humano. No entanto, a presença das mesmas em determinadas localizações ou numa proporção excessiva causa desequilíbrio, contribuindo para dificuldades na digestão ou fixação e crescimento de bactérias “más” oportunistas, condicionando doença clinicamente significativa.
A síndrome do sobrecrescimento bacteriano (SIBO) carateriza-se pelo crescimento excessivo de bactérias do cólon no intestino delgado, contribuindo para sintomas gastrointestinais, por má absorção de gorduras e nutrientes, e má nutrição, a longo prazo. Os sintomas gastrointestinais, muitas vezes inespecíficos, são comuns a muitas outras doenças gastrointestinais, e incluem a dor e distensão abdominal, as náuseas, a má digestão, a flatulência, a diarreia ou menos comumente a obstipação, a perda de peso e a fadiga.
Esta condição tende a ser consequência de variadas doenças que contribuem para o baixo conteúdo ácido no estômago, alterações anatómicas, certos medicamentos, condições que diminuam a imunidade ou motilidade do intestino delgado e doenças metabólicas ou sistémicas, como a diabetes, hipotiroidismo, doenças inflamatórias do intestino, divertículos ou cirurgias abdominais, entre outras.
A consciencialização crescente sobre este problema resultou na celebração do dia 8 de abril como Dia Mundial da SIBO – “SIBO Awareness Day”, destacando uma importante causa de sintomas incómodos que interferem na qualidade de vida dos indivíduos.
Quando clinicamente justificado, um teste respiratório com hidratos de carbono que mede os níveis de hidrogénio e/ou metano no ar expirado, permite determinar a quantidade de bactérias intestinais produtoras de gás. Análises ao sangue e fezes e exames adicionais de imagem poderão ajudar a identificar as causas e complicações da SIBO, incluindo défices de vitaminas e proteínas e excesso de gorduras ou ácidos biliares não digeridos e/ou absorvidos.
O tratamento da SIBO envolve o uso de antibióticos, para eliminar o excesso de bactérias intestinais, e o suporte nutricional e suplementação de vitaminas e minerais em défice, para tratar as suas consequências. É igualmente importante identificar e tratar as causas subjacentes para evitar a recorrência da SIBO, mais frequente em idosos e indivíduos com comorbilidades pré-existentes, como diabetes, síndrome do intestino irritável ou doença crónica do fígado.
Para saber mais sobre este e outros temas de saúde digestiva, consulte: www.saudedigestiva.pt.
Uma comitiva composta por eleitos do Partido Socialista (PS) de Vila Nova de Famalicão, deputados da Assembleia Municipal e vereadores visitou, esta quarta-feira, as instalações da Polícia de Segurança Pública (PSP).
Com esta iniciativa, o PS reforçou “o compromisso com a segurança e a valorização dos serviços públicos do concelho”.
Durante a visita, a delegação ficou a conhecer as instalações e o ponto de situação da intervenção em curso. “Foi também possível observar as obras de requalificação já realizadas, que visam melhorar significativamente as condições de trabalho dos profissionais da PSP, bem como a qualidade do atendimento à população. Importa sublinhar que este processo resulta de uma reivindicação de Eduardo Oliveira, presidente da Comissão Política do PS de Vila Nova de Famalicão, junto do Governo. A mesma teve origem numa intervenção em que o à data deputado da Assembleia da República questionou o então ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, no âmbito do Governo liderado por António Costa. Dessa iniciativa decorreu a decisão de avançar com a requalificação da esquadra da PSP de Vila Nova de Famalicão, dando resposta a uma necessidade há muito identificada no concelho”, referem os socialistas.
Durante o encontro, foram também abordados temas como “a dinâmica operacional da PSP, os desafios quotidianos da força policial e a sua capacidade de resposta face ao crescimento populacional registado em Vila Nova de Famalicão”.
“Foi igualmente identificado como um dos principais desafios atuais a carência de recursos humanos. Nesse sentido, o PS comprometeu-se a utilizar todos os meios ao seu alcance para voltar a reivindicar o reforço de efetivos, com o objetivo de melhorar as condições de segurança para os profissionais e para a população, assegurando não só os meios físicos, mas também os recursos humanos indispensáveis a uma resposta eficaz. A obra, que representa um investimento significativo na segurança e nas condições operacionais das forças policiais, encontra-se em fase final, estando a sua inauguração prevista para meados deste ano”, reforçou o PS.
Os alunos dos 6.º e 9.º ano, do Ensino Básico e do Ensino Secundário do Colégio Dom Diogo de Sousa, em Braga, associam-se, neste tempo de Quaresma e no contexto da Semana Santa, à dinâmica cultural do Museu Pio XII com uma exposição de crucifixos que nasce da sua própria experiência de fé. Cada crucifixo exposto, mais do que um objeto, é sinal de uma história pessoal com Cristo.
Neste diálogo entre Escola e Museu, entre tradição e juventude, os estudantes aproximam- se da linguagem da arte sacra que, ao longo dos anos, tem ajudado a cidade de Braga a contemplar o mistério da Paixão e da Páscoa.
O objetivo desta exposição é “permitir que os alunos expressem como vivem e sentem hoje o que é ser cristão, deixando que a cruz fale ao coração de cada um”. “Para muitos, a cruz é lugar de confiança e refúgio nas dificuldades; para outros, é desafio a amar mais, a perdoar, a recomeçar; para todos, é sinal de um Deus que não desiste da humanidade. Ao partilharem os seus crucifixos e os textos que os acompanham, os jovens mostram que a fé não é apenas um conceito, mas caminho concreto, feito de perguntas, descoberta e compromisso”, refere a organização.
Assim, no ambiente único do Museu Pio XII, esta exposição quer “ser um espaço onde a beleza, a fé e a juventude se encontram, ajudando quem a visita a reconhecer, na cruz de Cristo, uma fonte inesgotável de esperança”.