O Município de Vieira do Minho reforçou recentemente a sua cooperação institucional com a Associação Empresarial de Braga, numa reunião de caráter protocolar que teve como principal objetivo estreitar as relações com o tecido empresarial da região.
O encontro contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Filipe de Oliveira, que recebeu a delegação da Associação Empresarial de Braga composta pelo seu Presidente, Daniel Vilaça, e pelo Diretor-Geral, Rui Marques. Durante a reunião, foram debatidos os principais desafios e oportunidades associados ao desenvolvimento económico local e regional.
“Num ambiente marcado pela cordialidade e espírito de cooperação, foi destacada a importância de fortalecer a ligação entre o setor público e o setor empresarial, promovendo sinergias capazes de impulsionar a dinamização económica, atrair investimento e valorizar o território”, frisou a Autarquia, explicando que as duas entidades sublinharam “a necessidade de manter um diálogo permanente e construtivo, reforçando a colaboração em futuras iniciativas com impacto positivo no concelho de Vieira do Minho e na região envolvente”.
“Este encontro representou, assim, um passo relevante na consolidação das relações institucionais entre o Município e a Associação Empresarial de Braga, reafirmando o compromisso conjunto com o desenvolvimento sustentável e a competitividade do tecido empresarial local”, finalizou.
Carlos Logrado, de 63 anos, foi morto pelo inquilino que habitava num apartamento do qual era proprietário. Suspeita-se que a intenção de aumentar o valor da renda terá sido motivo do assassinato do empresário.
O inquilino, de 60 anos, suicidou-se após ter cometido o crime, atirando-se do sétimo andar do prédio.
A investigação está a cargo da Polícia Judiciária.
O Programa de Voluntariado Jovem “Voluntaria-te”, promovido pela Unidade da Juventude do Município de Braga, terminou a sua edição Páscoa, após um conjunto de ações de sensibilização desenvolvidas ao longo das férias escolares.
Durante esse período, a iniciativa “Escola Amiga dos Animais” percorreu vários estabelecimentos de ensino do concelho, envolvendo crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo, com o objetivo de promover o respeito e o cuidado pelos animais.
As atividades, dinamizadas por jovens voluntários, incluíram a leitura do conto “Gabi, o Mundo Precisa de Ti”, abordando a problemática do abandono animal e a importância da adoção responsável, bem como os cuidados essenciais a ter com animais de companhia. Os momentos pedagógicos foram complementados com interação com animais do Centro de Recolha Oficial, apresentação da mascote “Pintas”, distribuição de materiais didáticos e momentos lúdicos de dança.
A ação realizada no dia de hoje contou com a presença da vereadora da Educação, Hortense Santos, que acompanhou a iniciativa e o envolvimento das crianças e dos jovens voluntários.
Os voluntários envolvidos conseguiram sensibilizar centenas de crianças para a temática do bem-estar animal, contribuindo para a formação de uma consciência mais responsável desde as idades mais jovens.
Guimarães está a preparar a iniciativa “Mês J – Concelho com Futuro”, que decorrerá de 20 de abril a 31 de maio.
O programa contará com um conjunto alargado de atividades dirigidas à juventude, envolvendo escolas, associações, instituições e parceiros locais, com propostas nas áreas da participação cívica, sustentabilidade, inclusão social, educação, saúde, cultura, empreendedorismo e associativismo jovem.
O Município de Esposende adjudicou a requalificação da atual Unidade de Saúde, num investimento estimado de cerca de 3,18 milhões de euros.
“Esta decisão resulta de uma avaliação técnica cuidada ao processo relativo à construção de um novo Centro de Saúde, inicialmente enquadrado no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), tendo sido concertada e construída em estreita articulação com a Administração da Unidade Local de Saúde Barcelos/Esposende e com os profissionais do setor. Dessa análise conjunta concluiu-se que a solução mais responsável e vantajosa para o concelho passa pela valorização e requalificação do edifício existente”, refere a Autarquia.
Mais do que construir de novo, o Município opta por “uma estratégia que privilegia a reabilitação do património já existente, numa lógica de sustentabilidade, eficiência e boa gestão dos recursos públicos”.
“Porque investir melhor é, muitas vezes, saber requalificar em vez de construir novo. Esta abordagem permite garantir exatamente as mesmas valências assistenciais previstas para o novo equipamento, com igual qualidade de serviço, não representando a solução de construção nova qualquer acréscimo relevante de valências ou de área funcional, e assegurando, simultaneamente, melhores condições de atendimento aos utentes e de trabalho para os profissionais de saúde”, reforça.
“A opção pela requalificação, com financiamento já aprovado no mesmo programa, PRR – Programa de Recuperação e Resiliência, traduz-se também numa utilização mais racional e com responsabilidade do investimento público, evitando a construção de novas infraestruturas quando é possível, com menor custo e maior rapidez, alcançar os mesmos objetivos através da modernização de equipamentos existentes. Trata-se de uma visão de gestão que valoriza o que já foi construído, promovendo a sua adaptação às exigências atuais, em vez de optar por soluções de raiz apenas por disponibilidade de financiamento. Acresce que esta decisão permite preservar um terreno com potencial estratégico para futuros projetos estruturantes do concelho, garantindo maior flexibilidade no planeamento do desenvolvimento territorial”, explica o Município.
A intervenção prevista incidirá na modernização funcional e técnica do edifício existente, incluindo a reorganização dos espaços, a melhoria das condições de conforto térmico e acústico, a atualização das infraestruturas e a qualificação dos espaços exteriores, proporcionando um serviço de saúde mais moderno, eficiente e adaptado às necessidades atuais da população.
Durante o período de execução da obra, os serviços de saúde serão temporariamente reorganizados.
A Casa da Botica, situada no centro da vila, é a partir de agora a nova sede da Associação Empresarial da Póvoa de Lanhoso. A oficialização ocorreu ontem, ao final da tarde, através da assinatura de dois protocolos — um relativo à utilização do espaço municipal e outro de colaboração institucional — entre o Presidente da Câmara Municipal, Frederico Castro, e a Presidente da AEPVL, Andreia Afonso.
Durante a cerimónia, Frederico Castro sublinhou “a importância do trabalho conjunto entre o Município e a Associação para criar condições que permitam à AEPVL desenvolver a sua missão de forma plena”.
“É uma sorte termos um tecido empresarial tão diversificado, com tanta qualidade e presença no mercado. As nossas empresas precisam de apoio técnico, de quem ‘descomplique’, de quem pense em internacionalização, formação, transição digital e sustentabilidade”, afirmou o edil, destacando o “trabalho excelente” que a AEPVL tem desenvolvido nos últimos dois anos como o “aditivo” necessário ao dinamismo económico do território.
Andreia Afonso, por seu lado, reforçou o papel de proximidade da Associação junto dos seus associados, focando-se na capacitação e formação de empresários e colaboradores em áreas críticas como a Inteligência Artificial, gestão e liderança.
A Presidente da AEPVL destacou que a nova sede na Casa da Botica “terá uma vertente prática e estratégica, quanto à Exposição, que facilita a divulgação de produtos dos associados no local, e ao networking, mantendo a aposta em iniciativas como os Coffee Times, momentos de debate e partilha sobre temas sugeridos pelos membros”.
Com dois anos de existência, a associação conta já com 81 associados provenientes de setores variados como o têxtil, agrícola, turismo, comércio e serviços.
O Partido Socialista de Vila Nova de Famalicão manifestou, na última reunião de Câmara, a sua satisfação pelo início da construção do novo edifício de internamento pediátrico na unidade de Famalicão da ULSMAVE. Os socialistas lamentam, contudo, a “falta de sensibilidade” do executivo municipal na escolha do estacionamento, face às alternativas apresentadas pelo PS.
Eduardo Oliveira, presidente da Comissão Política do PS de Vila Nova de Famalicão, fez questão de felicitar o Conselho de Administração da ULSMAVE pela iniciativa e pela capacidade de execução e sublinhou que esta obra é “extremamente importante para melhorar a oferta de serviços de saúde e a qualidade de vida de todos os famalicenses”.
Apesar de a obra não ser da responsabilidade do município, o PS sensibilizou o presidente da autarquia, Mário Passos, para que colaborasse no sentido de “garantir uma alternativa de estacionamento para utentes e funcionários”. Os socialistas apresentaram duas propostas: a utilização do parque de estacionamento junto à Câmara Municipal ou a criação de um parque provisório num terreno nas traseiras do Hospital.
“Ambas as sugestões foram, no entanto, ignoradas pelo executivo, que optou por indicar como alternativa o estacionamento na zona da Casa das Artes, obrigando a uma deslocação considerável a pé – cerca de 10 a 15 minutos”, decisão duramente criticada por Eduardo Oliveira, “Mário Passos quer que as pessoas andem a pé por 15 minutos para ir ao hospital. O PS apresentou uma proposta melhor, mas o presidente da Câmara mais uma vez ignorou. É uma falta de respeito por quem trabalha no hospital e, sobretudo, por quem procura cuidados de saúde, muitas vezes em situações de fragilidade”, disse.
Recorde-se que o novo edifício, que nascerá junto à Clínica da Mulher e da Criança, representa um avanço significativo na prestação de cuidados de saúde, garantindo condições modernas e seguras para as crianças e respetivas famílias. Este projeto, da inteira responsabilidade da administração da ULSMAVE e financiado por fundos europeus, inclui ainda um novo bloco cirúrgico de ambulatório e um plano de renovação de equipamento médico, num investimento total de três milhões de euros.a
A Câmara Municipal de Vizela vai inaugurar, no próximo domingo, dia 12 de abril, às 10:30, a obra de requalificação do Centro de Saúde.
Esta obra, da responsabilidade da Câmara Municipal, representa um investimento de mais de 400 mil euros, financiado por verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A candidatura, inserida no âmbito da requalificação e adaptação de edifícios, visa “aumentar a eficiência energética, cumprir planos de contingência e assegurar a acessibilidade, segurança e conforto de utentes e profissionais”.
“Desde a sua construção há 16 anos, o edifício do Centro de Saúde não tinha sido alvo de obras de requalificação estrutural. Até à data, as únicas intervenções efetuadas realizaram-se no âmbito da transferência de competências da saúde, nomeadamente a resolução do problema do ar condicionado, a melhoria das infraestruturas, a realização de obras de manutenção e/ou reparação, como reparação e pintura de paredes interiores, à substituição de lâmpadas por leds, a verificação de canalizações do edifício, e a melhoria do parque de estacionamento. A intervenção atual abrange tanto o edifício como o espaço exterior envolvente, garantindo um desempenho compatível com as exigências atuais. Com esta modernização, a Câmara Municipal de Vizela reforça a sua identidade de proximidade e assegura uma melhoria significativa na qualidade da prestação de cuidados de saúde e no acolhimento de todos os utentes vizelenses”, refere a Autarquia.
A requalificação do Centro de Saúde de Vizela permitiu a introdução de meios de diagnóstico avançados e consultas especializadas, desde logo “Exames de Diagnóstico: Disponibilização de Raio-X, Eletrocardiogramas (ECG) e Análises Rápidas (para apoio à decisão médica imediata), contando com o apoio de Inteligência Artificial na interpretação de resultados. Inclui-se também a realização de Espirometrias; Consultas Especializadas: Descentralização de especialidades como Nutrição, Psiquiatria e Psicologia, aproximando estes cuidados da população; Articulação Direta com o Hospital: Através das Reuniões ENIC, médicos do Centro de Saúde e do Hospital (de áreas como Pediatria, Ortopedia e Cirurgia) colaboram diretamente para agilizar tratamentos e eliminar listas de espera; e Proximidade Laboratorial: Está em avaliação a implementação de colheitas de análises no Centro de Saúde para exames pedidos pelo hospital, poupando tempo e viagens aos utentes”.
Entretanto, a Câmara Municipal está a negociar com a ULS a criação de um novo serviço de emergência, um espaço inovador dentro do Centro de Saúde.
O partido ADN – Alternativa Democrática Nacional oficializou hoje a sua implementação estrutural no concelho de Esposende, num passo estratégico que visa “consolidar a alternativa política na região”.
A nova Comissão Política Instaladora da Concelhia será encabeçada por Hélder Tenente, figura que assume simultaneamente funções de coordenação no Distrito de Braga.
“A escolha de Hélder Tenente para liderar este projeto em Esposende não é um mero acto administrativo, mas uma decisão baseada no mérito e na credibilidade técnica. Com uma equipa composta por profissionais de diversas áreas da sociedade civil, o ADN Esposende apresenta-se como um núcleo de competência focado na transparência e na defesa intransigente dos direitos e liberdades dos cidadãos”, refere o partido, em comunicado.
“A nomeação de Hélder Tenente como um dos Coordenadores Distritais de Braga reforça o peso político que a nova concelhia terá nas decisões estruturais do partido. Esta acumulação de funções é o reflexo da confiança absoluta que a Direção Nacional deposita na sua visão estratégica e na sua capacidade de agregar equipas coesas, preparadas para os desafios eleitorais e administrativos que se avizinham e, um trabalho intenso demonstrado ao longo deste processo de escolha”, acrescenta.
Um programa desenvolvido pelo Município de Vila Verde para apoio e valorização dos cuidadores informais no concelho foi distinguido pela Associação Nacional de Gerontologia Social (ANGES), no âmbito da avaliação do trabalho das autarquias locais na área social em Portugal.
O programa “Cuidar de Quem Cuida”, implementado pelo serviço municipal da ação social em cooperação com os serviços de saúde, levou à criação de uma rede de apoio aos cuidadores informais (RAC), promovendo o acompanhamento, a formação e a interação de pessoas que cuidam de idosos em contexto familiar ou informal.
Na cerimónia da II Gala da ANGES que decorreu no Centro de Artes de Águeda, a presidente da Câmara de Vila Verde, Júlia Rodrigues Fernandes, liderou a representação do Município que, pelo segundo ano consecutivo, foi distinguido com o galardão “Autarquia de Mérito Social”.
“Este é um programa com um impacto particularmente importante para a qualidade de vida das pessoas que cuidam e acompanham os seus familiares mais idosos ou dependentes, garantindo simultaneamente melhores condições para o sucesso da missão e do serviço prestado por estes cuidadores informais”, explicou Júlia Rodrigues Fernandes.
Apontando o reconhecimento das políticas sociais do Município como “um caminho permanente na construção de um concelho cada vez mais coeso e desenvolvido”, a autarca reiterou a determinação numa gestão do município “sempre com foco nas pessoas”.
O programa “Cuidar de Quem Cuida” insere-se no objetivo de promover “um envelhecimento ativo, seguro e privilegiando a permanência das pessoas idosas no seu meio familiar e comunitário”.
Tendo em vista apoiar e capacitar cuidadores informais, o programa disponibiliza ferramentas práticas e suporte emocional para enfrentar os desafios do dia a dia associados ao cuidado de familiares em situação de dependência.
Para além da componente formativa, o programa proporciona também momentos de partilha entre participantes, criando um espaço de escuta, aprendizagem e reconhecimento mútuo — particularmente importante para quem assume, muitas vezes de forma silenciosa, a responsabilidade de cuidar de um familiar.
A Rede de Apoio aos Cuidadores informais conta com a coordenação da Câmara Municipal de Vila Verde e do ACES Cávado II Gerês/Cabreira, por se considerar muito pertinente uma abordagem multidisciplinar entre a saúde e a ação social. Esta RAC envolve ainda as várias instituições do concelho o que permitiu criar uma equipa multidisciplinar, com vários profissionais: psicóloga, enfermeira de saúde mental, enfermeira de reabilitação, assistentes sociais, educadoras sociais e educóloga.
Segundo estudos do International Labour Office, “Portugal tem a maior taxa de cuidados domiciliários informais da Europa, a menor taxa de prestação de cuidados não domiciliários e uma das menores taxas de cobertura de cuidados formais, principalmente em função da escassez de trabalhadores formais”.
As pessoas interessadas em participar na RAC podem obter mais informações ou realizar a sua inscrição junto do Serviço de Ação Social do Município de Vila Verde.