As festas em honra de São Lourenço, na freguesia de Celeirós, em Braga, estão de regresso de 6 a 10 de agosto. O programa conta com animação musical e com os tradicionais atos religiosos.
Programa:
6 de agosto (sábado): Sardinhada e caldo verde com animação do grupo de concertinas Duo Filipe Teixeira.
7 de agosto (domingo): Bazar.
8 de agosto (segunda-feira): 21:00 – Fogo de artifício.
9 de agosto (terça-feira): 21:30 – Atuação do grupo musical AM Show e no final será lançada uma sessão de fogo de artifício.
10 de agosto (quarta-feira): 19:00 – Missa solene; 20:00 – Procissão em honra de São Lourenço com o seguinte trajeto: Igreja > Av. da Igreja > Av. Covedelo > Café Pin > Pontinha > Igreja; 21:30 – Atuação do Rancho “Semear Alegria”; 23:00 – Encerramento das festas com uma sessão de fogo de artifício.
Está por estes dias patente na Galeria do Paço uma exposição sobre o projeto chinês para o “Belt & Road”, uma iniciativa que pretende ser uma nova rota da seda, tornando-se o motor da criação de um corredor económico pujante a ligar Ásia e Europa e que, dado esse objetivo, tem tido numa fase inicial um foco primordial na mehoria das redes de transportes entre estas regiões.
De facto, é inegável a importância de divulgar e promover a discussão sobre um empreendimento que já vai moldando o presente e o futuro da Eurásia e é salutar que a Universidade do Minho se envolva nesse esforço. Todavia, falta a esta exposição um fator que deveria ser essencial – ainda para mais dado o envolvimento de uma instituição de ensino superior –, uma perspetiva crítica, já que esta se cinge a um conjunto de expositores organizados pelo representação da República Popular da China, não dispondo de qualquer outro contraponto, comentário ou fonte.
Ora, como seria de esperar dado este cenário, o que nos é apresentado é uma visão idílica do “Belt & Road” como um promotor de desenvolvimento económico e social, tentando vender-se uma versão ocidentalizada e globalista da República Popular da China, que se identifica com os mais elevados princípios humanistas e que propaga pelo mundo a prosperidade.
É certo que há aspetos positivos a salientar nesta iniciativa, como o fomentar do comércio internacional e, especialmente, a cooperação transfronteiriça e o planeamento conjunto de infraestruturas. Mas, como se costuma dizer, o diabo está nos detalhes.
Desde logo, não se pode deixar sem resposta que a República Popular da China apregoe, no seu projeto bastião como ator global, como valores fundadores do mesmo a paz e cooperação, quando insiste em impedir a República da China (Taiwan) de aceder às organizações internacionais de nações, ou da abertura e inclusividade, simultaneamente segregando e explorando a minoria uigur da província de Xinjiang.
Esta é também uma ferramente chinesa para aumentar a sua esfera de influência e espalhar o seu modelo de desenvolvimento, cujas prioridades não se coadunam com os valores europeus de liberdade e de respeito e promoção da diferença. Se queremos viver num mundo em que estes continuam a ser os princípios fundacionais, o bloco democrático tem de enfrentar o bloco autoritário e não se permitir a trocar o futuro do nosso estilo de vida por ganhos económicos imediatos.
Não obstante, o mais trágico resultado desta iniciativa advém do seu modo de funcionamento. Em grande parte, os projetos que nela se enquadram são financiados por investimento chinês que procura inundar países em desenvolvimento de dívida pública para posteriormente obter dividendos da sua expectável incapacidade de cumprir os compromissos financeiros assumidos. Produzem-se, então, efeitos duplamente preversos: reduz-se a capacidade de investimento a longo prazo de países que dele muito precisam para melhorar as condições de vida das suas populações e transformam-se estes estados em proterados súbditos dos interesses chineses, numa versão modernizada da colonização.
Através do “Belt & Road”, a República Popular da China diz querer fazer alcançar uma “Comunidade de futuro partilhado para toda a humanidade”. O chavão é bom e, tal como a exposição, quase nos leva a crer na bondade da ideia. A questão que, porém, não nos pode sair da cabeça é a de que futuro partilhado seria esse. Pelas amostras que temos, não será um de respeito pela individualidade nem de igualdade entre as nações. E, assim sendo, cabe-nos rejeitá-lo com convicção.
Foram aprovadas as duas candidaturas que o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) apresentou para financiamento de residências de estudantes, em Barcelos.
As candidaturas foram aprovadas no âmbito do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior (PNAES), financiado pelo Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), e irão beneficiar de um financiamento no montante de cerca de 5,5 milhões de euros, a executar até 2024, para um investimento total de cerca de 6,6 milhões de euros.
Uma candidatura destina-se à construção de uma residência e estará integrada no complexo B-CRIC, que contará também com um edifício dedicado à investigação e inovação e um auditório. O conjunto do edificado ficará localizado numa área adjacente aos atuais limites do Campus do IPCA. Esta nova residência de estudantes, com uma área bruta de 2.985,36 m2, terá uma capacidade de 133 camas, com conclusão prevista até 2024.
A segunda candidatura destina-se à aquisição de um edifício já existente nas imediações do Campus do IPCA e respetiva adaptação para responder às exigências de instalação e funcionamento dos alojamentos para estudantes do ensino superior. Esta residência terá capacidade para 62 camas a disponibilizar já em 2023.
A Presidente do IPCA, Maria José Fernandes, afirma que “a aprovação destas candidaturas é um passo muito importante para o IPCA, respondendo a uma necessidade sentida há muito tempo, desde a sua entrada em funcionamento, em 1996, de disponibilizar alojamento aos nossos estudantes em condições de preço e conforto compatíveis com as suas capacidades económico-financeiras. Desta forma, o IPCA irá contribuir de uma forma ainda mais expressiva para a efetiva igualdade de oportunidades no acesso ao ensino superior e à sociedade do conhecimento, respondendo mais eficazmente às necessidades e expectativas dos estudantes e das famílias”.
Bia Antunes, jovem residente na freguesia de São Vicente, em Braga, vai disputar a final do concurso The Voice Kids, transmitido na RTP.
A jovem de 13 anos quer ganhar a grande final e apela ao voto dos bracarenses e portugueses para vencer o concurso. “Foi graças à minha irmã que estou no The Voice Kids pois foi ela que me inscreveu, o que me deu um maior incentivo”, disse Bia Antunes.
A bracarense tem o sonho de ser cantora desde os quatro anos. “Canto desde pequenina e o meu sonho é ser cantora e ser reconhecida pelo meu trabalho. Ganhar o concurso iria ser mesmo incrível pelo que peço a todos para continuarem a acreditar em mim e votar para vencer no próximo domingo”, finalizou.
Bia Antunes, integrada na equipa do mentor Carlão, garantiu um lugar na final com a interpretação da canção “Andorinhas” da fadista Ana Moura.
Para votar na Bia poderá fazê-lo através do 760 102 016.
Será proibido o trânsito automóvel entre as 20:30 e as 21:30 do dia 30 de julho na Avenida do Covedêlo (entre a Av.da Santa e a Av. da Igreja) e na Avenida da Igreja.
A Avenida Central, em Braga, vai receber o Festival Limonada de 15 a 22 de agosto, evento integrado no programa Ares de Verão.
De acordo com o Município de Braga, “esta iniciativa visa a promoção dos grupos musicais da cidade, proporcionando-lhes a oportunidade de se apresentarem aos seus conterrâneos num ambiente descontraído, jovem, divertido e urbano”.
Este ciclo de concertos terá uma vertente solidária, com a venda de Limonada pelo Instituto D. João Novais e Sousa. Todos os fundos angariados reverterão para o projeto musical que é desenvolvido por esta instituição bracarense.
Festival Limonada – 15 A 22 de agosto na Avenida Central
Ainda que estejamos em pleno verão, as temperaturas do Mundial do Qatar no fim de 2022 já se começam a sentir.
É a primeira vez que este torneio será disputado no Médio Oriente e também o primeiro a ser disputado perto do final do ano (21 de novembro a 18 de dezembro), para contrariar o problema das altas temperaturas.
Além das condições climatéricas e do local, todo o mundo desportivo espera ansiosamente pela mais importante competição de seleções do mundo.
Neste sentido, vejamos quem está na pole position para garantir a vitória!
Uma competição de excelência para as casas de apostas
Com efeito, o mundial é uma competição tradicionalmente complicada. No entanto, existem sempre seleções que estão de forma crónica entre os primeiros lugares para garantir a tão desejada taça de campeões do mundo.
Por esse mesmo motivo, é também um evento com enorme apelo para as casas de apostas. Ora devido à exposição mediática, ora pela sua diversidade de apostas, a indústria trabalha para garantir que os apostadores tenham as melhores odds em tempo real, com estatísticas detalhadas para apostas ainda mais assertivas.
Por outro lado, além da aposta no vencedor, as operadoras permitem ainda apostar nos vencedores das partidas, resultado ao intervalo ou ainda eventos mais técnicos como quem marca primeiro ou quantos golos serão marcados ao todo.
No caso, o mundial é a competição perfeita para analisar, estudar e oferecer enquanto evento de apostas. E sendo o futebol uma das caras do desporto, mais ainda é importante esta vertente associada. Já para não falar na febre dos adeptos que querem que a sua seleção ganhe.
Dizer também que, fazendo um aparte, não é só o mundial de futebol que desperta a atenção das casas de apostas, mas todos os grandes eventos desportivos, do ténis ao atletismo, passando pelo basquetebol ou voleibol.
Enquadrada a importância do mundial, seguem-se as previsões para o vencedor do Mundial do Qatar 2022.
DR
4 seleções. 4 previsões de vencedores.
O Mundial do Qatar será então um evento a ser acompanhado de perto pelas casas de apostas desportivas. À data do artigo, os grandes favoritos são:
Brasil
A seleção brasileira é uma das eternas candidatas e não é de estranhar esta posição, como principal favorito. Com uma qualificação irrepreensível, 40 golos marcados e apenas 5 sofridos, o Brasil chega ao Qatar com uma odd de 4.65.
Graças a estes últimos resultados, é de esperar que quando começar o mundial entrem a todo o gás.
Neymar, Richarlison, ou Gabriel Jesus, são os protagonistas da amarelinha no rumo ao hexacampeonato.
Argentina
Os pupilos de Scaloni vêm para o Qatar com o desejo de fazer melhor que o Mundial de 2014 quando perderam na final com a Alemanha.
Para muitos poderá ser uma despedida da seleção, para outros o começo de uma página de história.
Sob a batuta de Messi e Di Maria, a albiceleste é candidata com uma odd de 6.80.
França
Os últimos campeões do mundo só têm o bi campeonato na mente. Após um ano de 2018 perfeito que consagrou uma das melhores gerações do país, a seleção francesa defende em 2022 a honra de último campeão da competição.
Com uma fase de qualificação tranquila, também era de esperar que estivesse no topo das previsões. Tal como a Argentina, também tem do seu lado uma odd de 6.80.
Será que Mbappé vai acrescentar mais uma taça ao currículo?
Inglaterra
Comandados por Southgate, a seleção dos 3 leões tem estado em ascensão nos últimos anos nas competições de seleções.
Com nomes fortes como Kane, Sterling, Foden ou Sancho, fica fácil de entender porque são vistos pelas casas de apostas como favoritos.
Como se não bastasse, foram finalistas do último evento de Seleções, o Euro 2020. Por isso, a fome dos leões é grande.
Tal como as seleções anteriores, 6.80 é a odd em cima da mesa.
E Portugal?
A seleção portuguesa conta com uma odd de 13.50, uma das mais ambiciosas do torneio. Veremos se os predicados se cumprem e a seleção faz mais um brilharete em campo.
Além de toda a componente histórica e desportiva em campo, o mundial também acontece fora das quatro linhas, especialmente este ano devido à organização qatari.
Todos os meios de comunicação estão de olhos postos no Médio Oriente para acompanhar as grandes estrelas e seleções do futebol mundial, com uma grande cobertura que vai desde drones a equipas de TV sobre o relvado, para uma transmissão 360º para os telespectadores. Já para não falar em transmissões em regime de subscrição com conteúdos exclusivos.
Sem dúvida, toda uma esfera de intervenientes que mostra o fenómeno que é o futebol e que o tornou um dos principais negócios atualmente.
Com efeito, espera-se uma competição feroz, onde todas as seleções irão mostrar o seu melhor nível para serem consideradas a melhor do mundo. Resta esperar e aguardar por um inverno que promete ser quente!
Nota: As odds mencionadas são dados à data da escrita do presente artigo.
O PS da União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães, uma das maiores autarquias urbanas do concelho, afirmou que faltam mais de 11 mil euros nos cofres da Junta, correspondente ao anterior executivo, liderado pela coligação Juntos por Braga.
Os socialistas eleitos na Assembleia de Freguesia asseguram que faltam 11.418 euros, tendo enviado – com os votos favoráveis dos Juntos por Braga, Bloco de Esquerda, CDU e Iniciativa Liberal – o relatório de uma auditoria às contas do mandato 2017-2021, liderado por Goreti Machado, para o Ministério Público e para o Tribunal de Contas.
Goreti Machado, ex-presidente da União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães
Além deste valor, o PS dá também nota de uma despesa da coligação de 6.167,57 euros, como sendo “uma operação de tesouraria dos CTT”. “A auditoria da JMMsroc aponta irregularidades na contratação pública de bens e serviços, bem como a falta de organização e de documentação que explicam a real situação”, sublinham os socialistas de Nogueira, Fraião e Lamaçães.
Para o PS, esta auditoria “não procurou constatar erros e irregularidades do anterior executivo, liderado por Goretti Machado, uma cidadã política experiente”, mas “dar corpo ao princípio da lealdade e transparência face a quem confiou em nós. Os erros dos que nos antecederam são lições para os eleitos do PS”.
Os eleitos socialistas sublinham que foram “detetados pagamentos em excesso de obras públicas, não aplicação de lei dos compromissos e ausência de publicação de contratos”, bem como “o desrespeito das regas de contratação pública”.
Os eleitos do PS na Assembleia de Freguesia da União de Nogueira, Fraião e Lamaçães dizem “aguardar serenamente” as decisões do Ministério Público e do Tribunal de Contas, porque não querem “exibir armas de arremesso político partidário, absolvições ou condenações na praça pública”, mas “servir os interesses dos que confiaram em nós, sem desresponsabilizar quem nos antecedeu”.
Contactada pela Braga TV, Goreti Machado confessou que está “de consciência tranquila”. “O que a coligação fez foi exatamente solicitado para o Ministério Público averiguar, portanto estou de consciência tranquila”.
Sobre uma despesa de mais de seis mil euros nos CTT, a ex-autarca frisou que “foi um erro de contabilidade”. “Tínhamos contratos, tínhamos um posto de correio e, portanto, há valores que devem ter sido mal classificados. Não se trata de dinheiro desviado, não se trata de nada, trata-se apenas de valores que eram dos CTT que foram contabilizados e que não o deveriam ter sido, portanto foi um erro da parte da contabilidade”, finalizou Goreti Machado.
A Câmara Municipal de Braga contratou mais 13 novos colaboradores municipais. A cerimónia de assinatura de contratos decorreu esta sexta-feira, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, e contou com a presença de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal, e Sameiro Araújo, vice-presidente da Autarquia, que tutela o pelouro dos Recursos Humanos.
De entre os novos colaboradores figuram assistentes operacionais que irão desempenhar funções nos Agrupamentos de Escolas do Concelho e técnicos superiores para diversas áreas da intervenção municipal.