A cidade de Braga volta a receber as Marchas Populares em honra de Santo António na próxima segunda-feira, 12 de junho.
O evento será conduzidopela Associação Cultural e Recreativa “Os Bravos da Boa Luz” que irá brindar a população bracarense e visitantes com muita cor, música e alegria.
As Marchas Populares irão percorrer as ruas do centro da cidade de Braga e contarão com atuações no Rossio da Sé e na Praça da República.
As festividades de Santo António decorrem até 12 de junho e contarão com vários espetáculos musicais. A animação musical irá decorrer no Campo das Hortas, a partir das 21:30.
As festividades contam com o apoio do Município de Braga e da União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade.
Estão expostas ao público, no átrio dos Paços do Concelho de Vila Nova de Famalicão, a Taça de Portugal Feminina de Futebol e do Campeonato Nacional de Sub-19, masculino, conquistadas pelo Futebol Clube de Famalicão. As taças podem ser visitadas até dia 9 de julho, Dia da Cidade, no horário normal de funcionamento da Câmara Municipal.
A exposição das taças é uma forma da autarquia famalicense valorizar e homenagear o clube, dirigentes, técnicos e atletas, pela conquista destas importantes vitórias desportivas.
Recorde-se que a equipa feminina do F.C. Famalicão conquistou a Taça de Portugal após ter vencido o Sporting Clube de Braga por 2-0 no Estádio do Jamor no passado dia 27 de maio. Já a equipa masculina de Sub-19 do clube famalicense conquistou, pela primeira vez, o título nacional de Sub-19 ao golear o Sport Lisboa e Benfica por 5-1, no mesmo dia. Ambas as equipas foram recebidas nos Paços do Concelho no passado dia 29 de maio, pelo presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, numa receção em clima de festa nos Paços do Concelho.
A RTP vai transmitir em direto o programa “Aqui Portugal” desde Amares, na ocasião das festividades em honra de Santo António.
O programa irá decorrer no próximo domingo, dia 11 de junho, com muita animação musical, dando a conhecer ao país e ao mundo os locais mais emblemáticos deste concelho.
A programação será transmitidas das 11:30 às 12:59 e das 15:00 às 19:59.
As Festas D’Amares decorrem de 8 a 13 de junho e contam com David Carreira como cabeça de cartaz.
Um jovem, de 26 anos, foi detido, na madrugada desta quinta-feira, junto à UMinho, em Braga, por insultar um Polícia.
Em comunicado, a PSP refere que “ontem, pelas 02:00, no decurso de um policiamento de visibilidade na zona circundante da UMinho, na cidade de Braga, foi detido um cidadão com 26 anos de idade, por injúrias e resistência ao Polícia”.
O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.
O Hospital de Braga promove, no Dia Mundial da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), que se assinala a 21 de junho, um encontro multidisciplinar para discussão e partilha de aspetos relacionados com o tratamento e acompanhamento de doentes com aquela patologia.
Promovido pela equipa multidisciplinar dedicada às Doenças Neuromusculares do Hospital de Braga, o encontro decorrerá entre as 15:00 e as 17:00.
A partir de um caso clínico “tipo”, no encontro serão abordados aspetos relacionados com os cuidados dos doentes com Esclerose Lateral Amiotrófica, desde o internamento ao ambulatório, passando pelos cuidados continuados e o estabelecimento precoce de um plano de cuidados desde o início do diagnóstico e intervenção.
“A ELA é uma doença complexa, que afeta diversos aspetos da vida dos pacientes. Por este motivo, é fundamental que todos os profissionais que lidam com os doentes com esta patologia trabalhem de forma coordenada e interativa”, explica a médica Ana Luísa Vieira, membro da comissão organizadora e científica do encontro.
Na opinião de Ana Luísa Vieira, “a troca de experiências e conhecimentos pode ampliar a visão sobre a ELA em todas as suas dimensões, resultando em melhores estratégias de tratamento e melhoria da qualidade dos cuidados prestados”.
As Jornadas Europeias de Arqueologia assinalam-se em Esposende, nos dias 17 e 18 de junho, numa iniciativa conjunta que reúne mais de 46 países europeus. São coordenadas pelo Instituto National de Recherches Archéologiques Préventives e pelo Conselho da Europa e, em Portugal, pela Direção-Geral do Património Cultural.
“O património é intemporal e integra tudo o que pode ser testemunho de valor cultural ou civilizacional, contribuindo para a construção da memória coletiva e da identidade de uma sociedade e/ou comunidade”, refere a autarquia.
A programação das jornadas abre no sábado, dia 17 de junho, pelas 21:30, no Castro de S. Lourenço, com o concerto/visita “Sons com História”, pelo Ensemble de Metais da Banda de Música de Antas, numa viagem especial ao Castro à luz de lucernas.
No domingo, dia 18 de junho, a partir das 10:00, decorrerá no Centro Interpretativo de S. Lourenço a visita/conversa “CONversão… a Fénix da Arqueologia”, na qual os inscritos terão a oportunidade de descobrir o percurso dos objetos arqueológicos, desde a sua descoberta até à sua exposição. Dinamizada pela conservadora-restauradora e pela arqueóloga do Município, esta iniciativa versará sobre o processo efetuado em objetos esquecidos no tempo que contam histórias. Esta sessão é sujeita a inscrição obrigatória até dia 15 de junho.
Na parte da tarde, pelas 15:00, o workshop “Let’s rock no Canal!”, terá lugar no Centro Interpretativo de S. Lourenço, no qual os participantes irão embarcar numa viagem com 300 mil anos. Dedicada à recente descoberta de artefactos Paleolíticos no Canal Intercetor de Esposende, esta sessão, orientada pelo Professor Doutor Sérgio Monteiro-Rodrigues, da Universidade do Porto, integra uma oficina de talhe lítico. Durante o workshop será abordada a exploração de uma antiga paisagem marítima por grupos humanos que antecederam a chegada do “Homem Moderno” à Europa. A participação está sujeita à lotação do espaço.
Todas as iniciativas têm entrada gratuita, podendo a programação ser consultada na agenda online do Município de Esposende, ou na página oficial das jornadas, da Direção-Geral do Património Cultural.
Para mais informações e inscrições poderá contactar através do e-mail [email protected] ou do telefone 253 960 179.
Na passada segunda-feira comemoram-se os 50 anos do Dia Mundial do Ambiente e o Município de Guimarães aproveitou a efeméride para oficializar a assinatura do Pacto Climático com um conjunto de 70 subscritores, de entre empresas e instituições do concelho de Guimarães.
A cerimónia teve lugar durante a Conferência Economia Circular e Ambiente, que decorreu no Laboratório da Paisagem, e que contou com a presença de Domingos Bragança, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Isabel Ferreira, secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, Miguel Bandeira, pró-Reitor da UMinho, e Sofia Ferreira, vereadora do Ambiente, que salientou a importância do momento para os objetivos que se prendem com a “Missão Cidades”, da qual Guimarães faz parte, e que almeja a Neutralidade Climática em 2030.
Na sua intervenção, Domingos Bragança lembrou as ações que têm vindo a ser encetadas pelo Município de Guimarães, através do Laboratório da Paisagem e dos serviços municipais dedicados à sustentabilidade e ambiente, tendentes à preservação da Natureza e do meio-ambiente, com destaque para as que convocam diretamente os cidadãos, e que não esquecem a população em idade escolar. “A mudança de atitudes é muito importante para este nosso desígnio, que é um desígnio não só́ local, mas mundial”, frisou. O edil referiu a candidatura de Guimarães a Capital Verde Europeia 2025, em curso, à luz do que considera “um equilíbrio entre a pegada ecológica do território e o desenvolvimento da sua atividade económica quotidiana”. Para o presidente da Câmara, isso pode ser conseguido através de “um recurso que não tínhamos no passado com a intensidade e difusão de hoje, por toda a sociedade, e que é a Ciência geradora de um deslumbrante novo conhecimento, indutor de novas e inovadoras tecnologias e de robustecimento da nossa interpretação do mundo, onde agora reside a nossa consciência ecológica.”
Domingos Bragança terminou a sua intervenção apelando para que as milhares de empresas do território, com alto pendor industrial, vejam na circularidade da economia, na sustentabilidade ambiental, uma oportunidade de inovação e competitividade, através do trabalho em rede e em parceria com os centros de investigação, das nossas Universidades e Politécnicos, pois Guimarães é e será território industrial, e queremos mostrar ao mundo que podemos ser um território industrial mas ambientalmente sustentável que através da nossa vontade coletiva e do nosso saber transformamos o mundo para melhor, aceitamos os desafios de hoje da descarbonização, do combate às alterações climáticas e da vida em harmonia com a natureza.
Miguel Bandeira, pró-Reitor da UMinho, destacou a vocação universalista da instituição, dizendo que “os desígnios da comunidade devem ser mobilizadores” para a Universidade. Referiu ainda as bases que Guimarães começou a construir em 2012, aquando da realização da Capital Europeia da Cultura, que considera “os alicerces do conhecimento que os cidadãos de Guimarães interiorizaram”. Uma atitude perante o conhecimento que lhes permite o equilíbrio e a proporção necessários para um bom uso dos recursos, de forma a que o território não perca de vista os 17 enunciados dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da UNESCO. “Guimarães é um exemplo de forte coesão social e identidade”, concluiu.
Por sua vez, Isabel Ferreira disse ser necessário refletir como sociedade sobre os desafios da transição climática, relevando o facto de Guimarães não se cingir a comemorar dias festivos, mas antes a encetar um conjunto de iniciativas relevantes para o caminho neutralidade climática. Isabel Ferreira referiu a candidatura a Capital Verde Europeia e a Green Week como dois exemplos desse compromisso de Guimarães que, como cidade média, tem a capacidade de se constituir como um exemplo nacional e internacional nas políticas de sustentabilidade, bem como a capacidade de “amenizar o quotidiano das pessoas”.
Isabel Ferreira lembrou ainda que os fundos europeus são um instrumento que permitirá a redução das assimetrias, a criação de emprego e as transições digital e climática. “Esta conferência é uma oportunidade para consolidar uma visão que compatibilize as ações com vista à sustentabilidade, económica, social e ambiental”.
Destaque-se ainda a intervenção do presidente da CCDR-N, António Cunha, que durante a Conferência Economia Circular e Ambiente, na qualidade de Keynote Speaker, deixou o mote para o objetivo “Rumo à descarbonização e à poluição zero na Região Norte”: não basta atingirmos o ponto zero entre as emissões de gases com efeito estufa e a sua mitigação. Segundo António Cunha, teremos que combater o atual défice, para que seja possível atingir os níveis desejados. De salientar que o Pacto Ecológico Europeu traça um compromisso para o futuro e que a Lei Europeia do Clima fixa em pelo menos 55% a redução líquida de emissões de gases de efeito de estufa, entre 1990 e 2030, e a neutralidade climática em 2050.
Aos subscritores do Pacto Climático de Guimarães, cabe o compromisso de: adotar estratégias de curto, médio e longo prazo de descarbonização da sua atividade; liderar capacitar e facilitar a adaptação da atividade às ambições de redução de emissões de GEE; envolver os vários agentes e entidades colaborantes; recolher dados, monitorizar e reportar os avanços alcançados para as metas de redução de emissões de GEE e de sustentabilidade; comunicar a mensagem e metas alcançadas, garantido a transparência dos processos e envolvendo todas as partes interessadas durante os mesmos.
A Câmara Municipal de Braga vai proceder ao abate e substituição de 35 árvores, na Avenida Imaculada Conceição e Avenida João XXI e Avenida João Paulo II.
“Após a realização de um diagnóstico do estado fitossanitário e da solidez biomecânica de um conjunto de árvores existentes na Av. Imaculada Conceição, Av. João XXI e Av. João Paulo II, o Município de Braga vai proceder, nas próximas semanas, ao abate de 35 árvores, que serão substituídas, em época própria para a sua plantação, por exemplares adequados aos locais”, informou a autarquia.
O Município explica que esta é “uma medida de segurança para pessoas e bens, resultando de uma avaliação fitossanitária e de risco de fratura de árvores desencadeada pela comunicação por parte de cidadãos e das Juntas de Freguesia”. “Foi efetuada a observação das fragilidades, sinais e sintomas, que pontam para o risco eminente de fratura ou queda”, acrescentou.
“As árvores encontram-se no passeio das referidas vias, que, além do elevado número de passagens pedonais, registam também um grande volume de tráfego automóvel. No total, foram avaliadas 42 árvores, todas de grande porte, maioritariamente lódãos, mas também alguns exemplares de freixo e ulmeiro. Foi realizada uma avaliação individual de cada árvore pelo método VTA (Visual Tree Assessment), onde cada árvore foi analisada individualmente, tendo sido efetuado registo fotográfico de todos os exemplares avaliados”, frisou ainda.
Desta avaliação, o Município vai realizar intervenções ao nível de poda em sete exemplares, de modo a prolongar a vida da árvore por mais alguns anos. Todas as restantes árvores apresentam fragilidades ao nível do sistema radicular, do colo do tronco, do tronco, das pernadas e da copa, que levam a concluir que se encontram em risco eminente de queda.
O relatório da avaliação fitossanitária e de risco de fratura está disponível para consulta aqui.
Uma mulher, de 42 anos, foi detida, este domingo à noite, pela PSP, por furto no Braga Parque.
Em comunicado, a Polícia refere que “deteve uma cidadã, ontem, pelas 21:20, por ter passado na caixa registadora com vários artigos, sem que tivesse efetuado o pagamento”.
A detida foi notificada para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.